segunda-feira, 14 de março de 2011

Ementa Análise Macroeconômica III


303154 ANÁLISE MACROECONÕMICA III
Prof. Dr. Antony P. Mueller – UFS – e-mail: antonymueller@gmail.com
Fone: (79) 8153-4022
EMENTA: Teorias do crescimento econômico. Crises econômicas, monetárias e financeiras.
Política fiscal e monetária e suas limitações. Distribuição de renda e patrimônio. Abordagens heterodoxas. Análise de problemas macroeconômicas da atualidade. Debates da macroeconomia.
AVALIAÇÂO: Três provas, um trabalho opcional, participação na aula, freqüência de presença nas aulas.
METODO:
1. Método: expositivo-dialógico
2. Procedimentos didáticos:
                        -           Estudos dirigidos em sala de aula
                        -           Apresentação de trabalhos de pesquisa e reflexão
                        -           Exercícios analíticos
                        -           Leituras reflexivas
                        -           Analise de exemplos
                        -           Discussão de temas de atualidade      

TEMAS das aulas
  1. Modelos macroeconômicos – revisão
  2. Crescimento econômico – Contextualização
  3. Análise estatística do crescimento econômico
  4. Poupança e investimentos
  5. Acumulação de capital
  6. Progresso tecnológico
  7. Progresso tecnológico, salário e emprego
  8. Depressões e crises
  9. Hiperinflação – Deflação
  10. Produção de dinheiro e senhoriagem
  11. Conceitos da política monetária (regra de Taylor
  12. Limites da política fiscal
  13. A macroeconomia em debate
  14. Atualidade macroeconômica global
  15. Atualidade macroeconômica do Brasil

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Livro de texto padrão:  Olivier Blanchard: Macroeconomia. Pearson Education do Brasil. 4ª edição 2007  Cap.: 10-13; 22-23; 24-27
N. Gregory Mankiw: Macroeconomia. Editora LTC. 1998 Cap. 4, 6,12,18
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 
Ackley, Gardner (1978). Teoria Macroeconômica. São Paulo, Pioneira
Dornbusch, R & Fischer,S. (1991). Macroeconomia. São Paulo, Makron/McGraw-Hill
Leite, José Alfredo A. (1994). Macroeconomia.. São Paulo, Atlas
Shapiro, Edward (1976). Análise Macroeconômica. São Paulo, Atlas
Sachs, Jefrey D. & Larrain, B.Felipe (1995).Macroeconomia. Rio de Janeiro,Makron Books
Simonsen, Mano H & Cysne, Rubens P. (1995). Macroeconomia. São Paulo, Atlas,

Referências atualizadas e estatísticas mais recentes com recursos adicionais:

Ementa Dinâmica Macroeconômica

EMENTA:
As teorias de Keynes, Kalecki e Schumpeter e as suas diversas escolas e de outras economistas na perspectiva da dinâmica macroeconômica. Teoria pós-keynesianas. Contexto histórico das teorias. Aplicações empíricas. Análise comparativa entre modelagem de equilíbrio e modelos dinâmicos. Novas abordagens da teoria dinâmica macroeconômica. Análises comparativas. Atualidades econômicas.
AVALIAÇÂO:
Três provas, um trabalho opcional, participação na aula, freqüência de presença nas aulas.
METODO:
1. Método: expositivo-dialógico
2. Procedimentos didáticos:
                  -           Estudos dirigidos em sala de aula
                  -           Apresentação de trabalhos de pesquisa e reflexão
                  -           Exercícios analíticos
                  -           Leituras reflexivas
                  -           Analise de exemplos
                  -           Discussão de temas de atualidade      
TEMAS:
1.      Teoria de equilíbrio versus análise dinâmica
2.      Keynes e a lei de Say
3.      Principio da demanda efetiva
4.      Aspectos dinâmicos do modelo macroeconômico da Teoria Géral
5.      Keynes e o Keynesianismo
6.      Expectativas, incertezas, contingência – Problemas da micro-fundação da macroeconomia
7.      Kalecki – Contextualização da sua obra
8.      Diferenças e semelhanças entre Keynes e Kalecki
9.      O modelo básico de Kalecki
10.  O ciclo de negócios na macroeconomia kaleckiana
11.  Pontos problemáticos do modelo kaleckiano
12.  Schumpeter – contextualização de sua obra
13.  Inovação como “destruição criativa”
14.  O papel empresarial no desenvolvimento econômico
15.  Conhecimento disperso e contingências, ação humana e aprendizagem – modernas abordagens da dinâmica macroeconômica

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Blanchard, Olivier: Macroeconomia, São Paulo: Pearson Prentice Hall 2007
Artigos Selecionados de Sandroni, Paulo: Novíssimo Dicionário de Economia, Editora Best Seller


BIBLIOGAFIA COMPLEMENTAR
PARTE I
Keynes, os clássicos e a criação da teoria macroeconômica moderna
Artigos “Keynes”, “Keynesianismo”, “Lei de Say”, “Demanda efetiva”, “Macroeconomia”, “Macromodelo”, “Escola Clássica”, e outros relevantes em: Sandroni, Novíssimo Dicionário de Economia
Citações das obras de Keynes: http://pt.wikiquote.org/wiki/John_Maynard_Keynes
Keynes, Minsky e a política econômica da atualidade: Minsky and Economic Policy. “Keynesianism” all over again http://www.levy.org/pubs/wp_547.pdf
PARTE II
Michal Kalecki, o princípio da demanda efetiva, investimento e dinâmica
Coelho, Daniel Simões: Os determinantes do investimento. Keynes e Kalecki http://www.ie.ufrj.br/revista/pdfs/demanda_efetiva_investimento_e_dinamica_a_atualidade_de_kalecki.pdf
Recursos adicionais sobre a discussão de Kalecki no Brasil:
PARTE III
Schumpeter, desenvolvimento econômico, empreendorismo e aprendizagem
J.A. Schumpeter, Capitalismo, Socialilsmo e Democracia
Mises, Ludwig v.: As Seis Lições (sobre política econômica) http://www.4shared.com/file/60400858/71bbe42b/Ludwig_von_Mises_-_As_Seis_Lies__Livro_.html?s=1
Tecnologia e aprendizagem:
Cortright, Joseph: New Growth Theory. Technology and Learning. A Practicioner’s Guide (US Economic Development Administration) –

MAIS RECURSOS E ATUALIZAÇÕES:
Podcasts: http://continentaleconomics.com/AudioPodcastsemPortugues.html

domingo, 13 de março de 2011

Palestra de Hélio Beltrão- Presidente do Instituto Mises Brasil

O austro-libertarianismo, uma estrela-do-mar
por , sexta-feira, 11 de março de 2011
"... Antes, falarei um pouco sobre o Brasil.  O povo brasileiro sempre teve uma mentalidade estatizante.  Por exemplo, ao passo que nos EUA as pessoas perguntam 'quanto você produz?' (How much money do you make?), no Brasil as pessoas perguntam 'quanto você ganha', como se o dinheiro fosse uma doação ou um presente.  Isso está em flagrante contraste à mentalidade do ganhe-de-acordo-com-o-que-você-faz, a qual sempre vigorou nos EUA.
Meu pai costumava dizer que o Brasil é "uma ilha de iniciativa cercada de governo por todos os lados".  O Brasil sempre teve uma mentalidade burocrática muito arraigada em sua história.  Meu pai também dizia que "os brasileiros confiam mais na certidão de óbito do que na presença do cadáver"...
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quinta-feira, 10 de março de 2011

Debate sobre crescimento econômico

As causas da grande estagnação:
veja aqui: http://www.economist.com/node/18276872

As maiores economias do mundo

Mais sobre a posição do Brasil:
http://www.economist.com/node/18333018

Leia tambem:
http://www.economist.com/node/18332906

Convite

March 31st is the deadline for applications to the IHS Summer Seminar program of free seminars for students. Please forward the paragraph below to students who might be interested. Thanks.

Learn more about liberty at a free summer seminar hosted by the Institute for Humane Studies!  Enthusiastic faculty, locations across the USA, and best of all, nonstop discussions about free markets and individual liberty.  Open to undergraduates, recent graduates, and graduate students. Application deadline: March 31. (Apply by March 15 for a free book). http://www.TheIHS.org/Seminars. For a taste of the seminar experience, visit LearnLiberty.org and watch West Point History Professor Rob McDonald lecture on The American Founding in Practice.

Teoria do valor


A teoria do valor pode aparecer como algo esotérico, que é melhor deixarmos para livros didáticos e na sala de aula. No entanto, essa opinião é bem errada. A teoria do valor é uma das determinantes mais fortes quando se pensa sobre a economia, a sociedade e a política.
A relação entre a teoria do valor e a ideologia política é bastante clara no marxismo, cuja base é a teoria do valor-trabalho. Segundo essa teoria, o valor de uma mercadoria depende da quantidade de trabalho necessária para produzir esse bem. Uma vez que esta premissa é adotada, o resto do edifício intelectual que promove o socialismo segue quase que automaticamente.
Não é sem triste ironia que a teoria do valor-trabalho foi criada pela escola clássica da economia. Os principais autores da escola clássica obviamente não se derem conta de que a teoria do valor-trabalho está não somente em contradição com a liberdade individual, mas também contem erros profundos.
Não foi até 1871, quando as falhas fundamentais da teoria do valor-trabalho foram reveladas e claramente refutadas de Carl Menger em seu livro Princípios da Economia. Menger, que era um jornalista financeiro antes de se tornar professor universitário, viu que muitas proposições fundamentais da economia clássica, e consequentemente do marxismo, estão cheios de contradições internas e em grave conflito com a realidade.
O fundador da Escola Austríaca da Economia mostrou em sua obra prima que o valor econômico não está embutido no próprio bem. A origem do valor não é trabalho, mas o valor é o resultado do serviço que um bem é capaz de fornecer para o consumidor. Assim o valor não está dentro do bem, mas depende da ativa avaliação humana da utilidade do bem.
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Ação humana

Praxeologia versus positivismo

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Guerra cambial

Antony Mueller:
"... Com o intuito de reduzir o impacto em sua economia doméstica, o Brasil vinha intervindo no mercado cambial, tentando diminuir a intensidade da apreciação de sua moeda.  Ao fazer isso, as autoridades monetárias tiveram de imprimir reais e comprar moedas estrangeiras, principalmente dólares americanos....
A combinação de ampla liquidez na economia interna, a fraca demanda externa de alguns parceiros comerciais tradicionais, e a forte apreciação da taxa de câmbio vêm fornecendo as bases para uma extrema expansão das importações, as quais superam vastamente as exportações.  Ao contrário de países como a Alemanha, por exemplo, cuja indústria é bastante resiliente a apreciações cambiais, o Brasil nesse aspecto se assemelha aos países da periferia sul da zona do euro em sua incapacidade de lidar efetivamente com um câmbio sobrevalorizado ..."
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Versão original em inglès

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

As causas da crise financeira global

Antony Mueller looks at the more immediate causes of the recent financial crisis. His essay is a valuable corrective to the standard account of the economic downturn that has fueled so much of the recent resurgence of statism. Professor Mueller’s interpretation of the crisis, which is informed by the Austrian School of economics, also accounts for why the proposed remedies are likely to prolong the economic malaise in those countries adopting them.
Leia mais sobre o livro 

Mais informações sobre a crise financeira global:
http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=160

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

História de Coca Cola

HISTORY OF THE WORLD'S MOST POPULAR SOFT DRINK

Jacobs' Pharmacy in Atlanta, where Coca-Cola was first sold in 1886
Jacobs' Pharmacy in Atlanta, where Coca-Cola was first sold in 1886
1886: Dr John Pemberton produced the syrup for for Coca-Cola and carried a jug down the street to Jacobs' Pharmacy, where it was sold for 5 cents a glass
1906: Countries outside the US - Cuba, Canada ana Panama - began bottling the drink
1916: The iconic contour bottle - so distinctive it could be recognised in the dark - was introduced to distinguish Coca-Cola from competitors
1931: Artist Haddon Sundblom's Santa Claus first appeared in ads for Coca-Cola. This image of Santa - shown as a plump, jolly, friendly man - helped shape the modern-day image of St. Nick
1969: The Beatles name-checked Coca-Cola in their song Come Together
1982: Soft-drink history was made with the introduction of Diet Coke, the most successful new soft drink since Coca-Cola itself. Within two years, Diet Coke had become the top low-calorie soft drink in the world
1985: The drink became the first soft drink to be consumed in space when astronauts tested the Coca-Cola Space Can aboard Space Shuttle Challenger
2006: Cheryl Cole signed up to promote Coca-Cola's sugar free drink Coke Zero
Present: The world's top soft drinks maker reported a net income of £3.58bn for the fourth quarter of 2010

domingo, 6 de fevereiro de 2011

O novo Porsche

620 cavalos, 100 m em 3,5 secundos (quem sente necessidade perguntar para o preço melhor não compra)

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Novo modelo VW Roadster

O novo Roadster do VW avisado para lançar 2014 com o preço de 27.500 euros ou 63.250 reais (na Europa)

Vaga na UFS para professor assistente em economia

Economia Professor Assistente DE
Mestrado em Economia, com graduação em Economia
ou áreas afins
Análise Microeconômica Economia Industrial.
Veja: EDITAL Nº 003/2011

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Setor público não consigue cumprir meta para pagar juros

Setor público economiza 2,78% do PIB, abaixo da meta para 2010
EDUARDO CUCOLO Folha.com
Pelo segundo ano consecutivo, o setor público não conseguiu cumprir a meta cheia de economia para pagar os juros da dívida.
União, estados, municípios e suas estatais fizeram em 2010 uma economia de R$ 101,7 bilhões para pagar juros, o chamado superavit primário.
O valor equivale a 2,78% do PIB (Produto Interno Bruto). A meta para este ano era de 3,1% do PIB ou R$ 103,4 bilhões.
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quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

O "novo" caminho da servidão

... Antony Mueller looks at the more immediate causes of the recent financial crisis. His essay is a valuable corrective to the standard account of the economic downturn that has fueled so much of the recent resurgence of statism. Professor Mueller’s interpretation of the crisis, which is informed by the Austrian School of economics, also accounts for why the proposed remedies are likely to prolong the economic malaise in those countries adopting them.
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Teoria do Valor e Ideologia Política

A teoria do valor pode aparecer como algo esotérico, que é melhor deixarmos para livros didáticos e na sala de aula. No entanto, essa opinião é bem errada. A teoria do valor é uma das determinantes mais fortes quando se pensa sobre a economia, a sociedade e a política.
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quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

A situação atual da teoria macroeconômica

Referências bibliográficas sobre o status da teoria macroeconômica atual:
References
Andrew, E. (2008). "Greenspan Concedes Error on Regulation." The New York Times. October 23, 2008. Buchanan, J. (2009). "Economists Have No Clothes." Perspectives in Moral Science, ed. M. Baurmann & B. Lahno, 2009, pp. 151–156.Download PDF
Bernanke, B. (2004). "The Great Moderation." Meetings of the Eastern Economic Association, February 20, 2004.Download PDF Blanchard, O. (2008). "The State of Macro." MIT Department of Economics Working Paper No. 08-12. August 2008.
Boettke, P. (1997). "Where Did Economics Go Wrong? Modern Economics as a Flight from Reality." Critical Review. Vol. 11. No. 1. 1997.Download PDF
Colander, D., et al. (2009). "The Financial Crisis and the Systemic Failure of Academic Economics." University of Copenhagen Dept. of Economics Discussion Paper No. 09-03.
Colvin, G. (2010). "Cut or Spend out of a Recession: Who is Right?" Fortune Magazine. November 2, 2010.
Gustavson, M. (2010). "What Austrian Economics Can Tell Us about the Crisis." Sound Money. April 28, 2010.
Kay, J. (2010). "Economics may be dismal, but it is not a science." Financial Times. April 14, 2010.
Hazlitt, H. (1959). The Failure of the "New Economics": An Analysis of the Keynesian Fallacies. Princeton: D. Van Nostrand.
Krugman, P. (2009). "How Did Economists Get It So Wrong?" The New York Times. September 6, 2010.
Lucas, R. (2003). "Macroeconomics Priorities." 2003 Presidential Address, American Economic Association. January 10, 2003. Download PDF
Mises, L. (1962). The Ultimate Foundations of Economic Science: An Essay on Method. Princeton, N.J.: D. Van Nostrand.
Solow, R. (2010). "Building a Science of Economics for the Real World." House Committee on Science and Technology, July 20, 2010.Download PDF
Taylor, J. (2009). "How Government Created the Financial Crisis." The Wall Street Journal, February 9, 2010.Download PDF
Thornton, M. (2004), "Who Predicted the Bubble? Who Predicted the Crash?" The Independent Review. v. IX, n. 1, Summer 2004, pp. 5–30. Download PDF

domingo, 19 de dezembro de 2010

Despedida do imperador Lula I

A campanha publicitária de "despedida" do presidente Lula da Presidência custou R$ 20 milhões. Com um novo slogan "Estamos vivendo o Brasil de todos", a propaganda em rádio, TV, jornais e revistas fala sobre o crescimento econômico dos últimos anos e ressalta números sobre redução da desigualdade social.
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O "novo" Brasil é como o velho

Documentos bancários obtidos com exclusividade pelo Estado revelam o desvio do dinheiro público do Orçamento supostamente investido em shows e eventos culturais. A movimentação bancária integral da RC Assessoria e Marketing, empresa em nome de laranjas, mostra que parte do dinheiro liberado a partir das emendas dos parlamentares foi desviada para a conta pessoal de dirigentes dos institutos fantasmas. O que sobrou foi sacado na boca do caixa em dinheiro vivo, uma estratégia que dificulta a fiscalização sobre o uso e o destino final do dinheiro.
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Consumo nordestino

Pela primeira vez, o Nordeste ultrapassou o Centro-Oeste no financiamento ao consumo. O aumento do crédito à pessoa física deixou a região atrás apenas de Sudeste e Sul neste ranking.
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sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Dicas para o trabalho

Trabalho Macro 3
"A Política Monetária do Brasil na Atualidade"
ou
"A Política Fiscal do Brasil na Atualidada"

3-5 pp. com titulo, nome, e-mail, disciplina, e bibliografia das fontes
1. Apresentar o tema resp. a tese no sentido de qual problema o trabalho vai tratar
2. Base teórica (o modelo ou modelos de aplicar)
3. Base empírica (estatísticas, definições dos variáveis, fontes)
4. Análise ("cortar" o problema em 3 - 5 aspectos)
5. Conclusão (resultado)

Avaliação: Qualidade de apresentação (estrutura lógica e dedática, linguagem exacta), qualidade da argumentação (verbal, matemáticamente, graficamente, estatísticamente), e qualidade da conclusão (não confundir com "resumo")

Novas estatísticas: os PIBs dos municipios brasileiros

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Programação

Prova 3 - 9/12 17:00 DID 4
Aberto para as duas turmas do Macro III
Encontro 9/12  19:00 Admin 1 Escritório com mais uma preparção da prova 3
Encontro 10/12 17:00 Admin 1 Escritório com opção de fazer prova 3
Entrega do trabalho: até 17/12 Dept. de Economia e como e-mail: antonymueller@yahoo.com
Quem faz prova pode só melhorar o seu conceito com o trabalho.
Quando o trabalho serve para avaliação 3 conta como nota regular.
Recursos:  http://continentaleconomics.com/files/Macro_III_Pol_tica_Econ_mica_2010.2.pdf

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

O estado dos Estados Unidos

Veja o data show sobre a situação econômica dos Estado Unidos: 
http://continentaleconomics.com/files/US_2010.12_Data.pdf
Veja também: 
http://continentaleconomics.com/AulasOnlineCrisesDepressoes.html

Jefe do banco central dos Estados Unidos defende sua política monetária

Veja Ben Bernanke, presidento do banco central americano, explicando a política monetária do Federal Reserve System. Note come ele se concentra sobre a meta de reduzir a taxa de desemprego (quase 10 por centos) e defende a política de estimuli visando os riscos da deflação e da armadilha de liquidez. Note também que o problema de sua política monetária é a produção de "incerteza multiplicativa" porque sua política provoca "regime uncertainty".
http://www.youtube.com/watch?v=LxSv2rnBGA8&feature=player_embedded

Programação

Prova 3 - 9/12 17:00 DID 4
Encontro 9/12  19:00 Admin 1 Escritório
Encontro 10/12 17:00 Admin 1 Escritório
Entrega do trabalho: até 17/12 Dept. de Economia e como e-mail: antonymueller@yahoo.com
Recursos:  http://continentaleconomics.com/files/Macro_III_Pol_tica_Econ_mica_2010.2.pdf

domingo, 5 de dezembro de 2010

Custos de estudos - a crise da dívida educacional

Kelli Space, 23, graduated from Northeastern University in 2009 with a bachelor's in sociology — and a whopping $200,000 in student loan debt. Space, who lives with her parents and works full-time, put up a Web site called TwoHundredThou.com soliciting donations to help meet her debt obligation, which is $891 a month. That number jumps to $1,600 next November...
Space is just one example — albeit an extreme one — of a student loan bubble that may be about to burst. Over the last decade, private lenders, abetted by college financial aid offices, eagerly handed young people hundreds of thousands of dollars to earn bachelor's degrees. As a result of easy credit, declining grants and soaring tuitions, more than two-thirds of students graduated with debt in 2008 — up from 45 percent in 1993. The average debt load is $24,000, according to the Project on Student Debt.
In some respects, the student loan crisis looks remarkably like the subprime mortgage crisis. First, outstanding student loan debt has ballooned: It grew roughly four-fold in the last decade to $833 billion as of June — surpassing outstanding credit-card debt for the first time.
Secondly, defaults have soared amid a difficult job market. In 2008, the most recent year for which data are available, nearly 3.4 million borrowers began repayment, and more than 238,000 defaulted on their loans. The number of loans that went into forbearance or deferment (when borrowers receive temporary relief from payments) rose to 22 percent in 2007, from 10 percent a decade earlier, according to The Chronicle of Higher Education. Over a 15-year period, default rates range from 20 percent for federal loans to 40 percent on loans to students who attend for-profit schools, The Chronicle found.
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