domingo, 15 de janeiro de 2012

Custo da vida - Brasil caro

Custo de vida do Brasil supera o dos EUA

Dados de 187 países-membros do FMI relativos ao ano passado apontam fato considerado anormal para um país emergenteFernando Dantas, de O Estado de S. Paulo
RIO - O custo de vida do Brasil superou o dos Estados Unidos em 2011, quando medido em dólares, segundo dados do Fundo Monetário Internacional (FMI) sobre o PIB dos 187 países-membros. Este fato é extremamente anormal para um país emergente. Em uma lista do FMI de 150 países em desenvolvimento, o Brasil é praticamente o único cujo custo de vida supera o americano em 2011, o que significa dizer que é o mais caro em dólares de todo o mundo emergente.
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sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

O mais novo índice Big Mac de taxa de câmbio do poder de compra



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Queda de emprego industrial no Brasil

Queda do emprego industrial diminui ritmo em novembro
 
Por Hélio Barboza

SÃO PAULO, 13 Jan (Reuters) - O emprego industrial diminuiu 0,1 por cento em novembro de 2011 frente ao mês anterior, com ajuste sazonal, informou nesta sexta-feira o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), desacelerando ante as quedas dos dois meses anteriores.
Na comparação com novembro de 2010, o emprego industrial teve retração de 0,5 por cento, segunda queda anual consecutiva e a mais intensa desde janeiro de 2010, quando recuou 0,9 por cento em relação a janeiro de 2009.
Com a queda de novembro, o índice de média móvel trimestral passou a mostrar variação negativa de 0,3 por cento, frente ao patamar do trimestre encerrado em outubro, após ficar praticamente estável desde o final de 2010.
No acumulado dos últimos doze meses, o emprego industrial registrou expansão de 1,3 por cento em novembro. Nos onze primeiros meses do ano passado, o emprego no setor avançou 1,1 por cento, mas num ritmo menor que nos meses anteriores.
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Aumenta o déficit comercial dos Estados Unidos

Deficit comercial dos EUA volta a subir após quatro quedas
DA EFE, EM WASHINGTON
O deficit dos EUA no comércio exterior de bens e serviços aumentou 10,4% em novembro, após quedas durante quatro meses consecutivos, e atingiu US$ 47,752 bilhões, segundo o Departamento de Comércio.
O saldo negativo em novembro foi o maior deficit mensal desde junho e mostrou o aumento mais alto desde maio, superando as expectativas dos analistas que haviam calculado um deficit de US$ 44,800 bilhões.
Em outubro, o deficit foi de US$ 43,271 bilhões.
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Zona do euro tem superávit comerical

Zona do euro surpreende com superávit comercial

BRUXELAS, 13 Jan (Reuters) - A zona do euro registrou forte superávit comercial em novembro, superando com distância as estimativas do mercado, conforme dados divulgados nesta sexta-feira, com as exportações crescendo mais que o dobro que as importações, o que deve contribuir para aumentar as esperanças de que a economia da Europa esteja se estabilizando após desacelerar.
Os 17 países que compõem o bloco responderam por um superávit de 6,9 bilhões de euros em novembro, em termos não-ajustados, comparado a déficit de 2,3 bilhões de euros no mesmo mês em 2010, segundo a agência oficial de estatísticas Eurostat.
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Rebaixamento do rating da dívida

S&P pode anunciar rebaixamentos na Europa ainda hoje

A agência de rating Standard & Poor's poderia anunciar os rebaixamentos nos ratings de crédito de vários governos da zona do euro ainda hoje, afirmaram duas fontes de governos familiarizadas com o assunto.
Uma das fontes afirmou que uma notificação da S&P estava circulando entre governos da zona do euro e que um anúncio "poderia ser iminente". A S&P não quis comentar a possibilidade de um iminente anúncio sobre os ratings de crédito da zona do euro. A agência colocou 15 nações da zona do euro em observação negativa em 15 de dezembro. As informações são da Dow Jones.
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Brasil em frente de "circulo vicioso"

Crise europeia pode levar Brasil a um 'círculo vicioso'

O agravamento da crise na Europa pode levar a economia brasileira a um "círculo vicioso", onde desaquecimento mais intenso da atividade econômica se propagará com força para o mercado de trabalho, levando à menor expansão da renda; e piora na atividade industrial, já estagnada. O alerta partiu do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) em seu Comunicado nº 130 - "Considerações sobre a desaceleração do PIB em 2011".
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quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Preços agrícolas

Preços agrícolas sobem 0,82% no atacado em janeiro

A deflação chegou ao fim no setor agropecuário atacadista, segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV). Os preços dos produtos agrícolas atacadistas subiram 0,82% na primeira prévia do IGP-M de janeiro, após queda de 0,51% em igual prévia em dezembro.
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Comentário:
Note bem que se preços "sobem" não tem "deflação", mas "desinflação"!

Inflação

"The direct cause of soaring prices is printing too much paper mon­ey; the direct cure is to stop printing it. The indirect cause of inflation is government over­spending and unbalancing the bud­get; the indirect cure is to stop overspending and to balance the budget."
Henry Hazlitt

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Crescimento econômico

Crescimento econômico sem milagres

Antony Mueller


A estatística oficial do crescimento econômico não distingue entre o crescimento econômico sustentável que representa uma expansão da capacidade produtiva e um aumento da produção apenas devido à demanda que produz somento um aumento transitório da produção. Um pacote de estímulo fiscal ou monetário, por exemplo, serve para aumentar a demanda, mas o seu efeito sobre a capacidade produtiva pode ser de fato negativo ao longo prazo e levar a uma redução do crescimento genuíno. Crescimento econômico baseado em mais demanda não é crescimento autêntico, mas representa crescimento derivado. Mais demanda pode estimular o aumento da produção com os recursos presentes, mas o crescimento sustentável acontece no lado da oferta, no nível dos fatores de produção, que fornecem o fundamento da prosperidade durável.

Tipos de crescimento econômico
Um crescimento econômico que aumenta e melhora a capacidade produtiva de uma economia é bem diferente de uma expansão da produção que é o resultado do aumento do uso da capacidade existente. O primeiro tipo de crescimento econômico representa crescimento econômico sustentável porque reflete a expansão dos fatores de produção. Este tipo de crescimento econômico é feito de milhares de trabalhadores e empreendedores e inovadores. O segundo tipo de crescimento econômico é o resultado de maior demanda. Este tipo de crescimento é feito de mais gastos dos políticos no governo e de um aumento da massa monetária do banco central. O primeiro tipo de crescimento econômico é sustentável, o segundo é necessariamente efêmero. Se seja possível criar crescimento continuo com mais demanda, não existia pobreza no mundo. Não é a falta de dinheiro que limita o progresso econômico, mas a escassez existe nos fatores de produção. O que falta em países pobres não e dinheiro, mas carece dos fatores de produção principalmente na forma de capital física e humana e da tecnologia.
Uma expansão da demanda resulta de gastos mais elevados e, como tal, é principalmente um fenômeno monetário. Uma recuperação econômica pode começar com expansão da demanda, mas isso não vai levar a economia de crescer muito longe se esta expansão não seja acompanhada por um aumento da capacidade produtiva. Quando a expansão monetária aumenta a demanda além do nível normal da utilização da capacidade, inflação de preços é o resultado. Tal política, em vez de criar prosperidade produz distorções na economia e finalmente mais miséria. Como fenômeno monetário, o crescimento econômico em termos de expansão da demanda não tem um limite próprio porque a produção de dinheiro acontece fora da lei de escassez e assim é bem diferente da economia real. Dinheiro não pode eliminar a lei da escassez que se manifesta no nível dos fatores de produção. Não muito diferente da lei da gravidade, que diz que mais se ignora a lei, mais forte ela reclama sua validez. Nesta perspectiva fenômenos como recessões e depressões e outras formas da “queda” da atividade econômica são resultados da negação da lei de escassez.

Crescimento com endividamento
A política de demanda nega o princípio que a produção deve vir antes do consumo. Não dá negar a existência de seqüências na vida econômica. De fato, as leis econômicas devem ser respeitadas não menos que as leis da natureza. Conhecer e respeitar as leis econômicas e as leis da natureza é o caminho para a prosperidade, enquanto ignorar e violar estas leis prepara o caminho para a miséria. Para ter alguém que absorve mais que produz, preciso outra entidade econômica que produz mais que absorve. O limite do endividamento é o limite do credor de emprestar. Uma entidade econômica -- seja uma família ou uma empresa, ou o governo -- pode correr na frente de sua própria produção atual e absorver mais se tem acesso a empréstimos ou transferências. Quando um país inteiro absorve mais que produz, acumulará um déficit comercial, que, por sua vez, também requer empréstimos ou doações do exterior. Qualquer gasto mais de produção tem como contraposição mais obrigações.
As leis fundamentais da economia como que a produção vem antes do consumo são tão rigorosas como as leis da natureza e na verdade pode-se argumentar que as leis econômicas são ainda mais rigorosas que as leis da natureza porque são leis da ação humana própria. No entanto, é comum não só para indivíduos buscar ações que tentam violar as leis econômicas, mas sim, sobretudo os governos escolham desrespeitar as leis básicas da economia. Sob um regime de moeda fiduciária, não há limite para os gastos do governo. No entanto, um aumento de gastos com base na expansão monetária não implica que a produção poderia se expandir no mesmo ritmo. Enquanto os gastos monetários são ilimitados e não há escassez na adição de cada vez mais zeros nos preços, a produção é limitada pela lei da escassez. O problema com as políticas de demanda é que se nega a seqüência natural de produção e consumo e implicitamente assim se nega a existência de escassez. Política de demanda baseia-se na ilusão que mais consumo e gastos do governo podem criar riqueza. No entanto, na realidade econômica é impossível que o consumo possa preceder a produção. A ilusão monetária de empréstimo sugere que este milagre acontece de verdade. A realidade sempre volta: em vez de mais prosperidade, o resultado destas políticas vai ser mais inflação, e em vez de criar riqueza estas políticaa tornam a sociedade mais pobre.

Crescimento com maus investimentos
Crescimento genuíno acontece com o aumento e a melhoria dos fatores de produção. Crescimento econômico falso ocorre quando o produto interno bruto (PIB) se expande por causa da demanda na forma de maus investimentos - seja pelas empresas ou pelo governo. Crescimento econômico insustentável ocorre quando os consumidores expandem seus gastos além da sua capacidade de pagar. Entre esses três grupos: empresas, governo e consumidor - é o governo que pode mais prolongar a sua expansão da demanda desperdício. Políticas monetárias frouxas permitem a acumulação de dívidas no financiamento de projetos sem suficiente rendimento. Mais longo a política monetária expansiva continua, maior vai ser o mau investimento e mais tempo vai demorar em re-equilibrar a economia.
Tal tipo de crescimento econômico geralmente acontece devido a impulsos monetários que elevam a demanda agregada além da capacidade. Este tipo de crescimento econômico, enquanto geralmente elogiado pela imprensa e aclamado pelos políticos em exercício, contém as sementes da sua própria destruição. Este tipo de crescimento econômico, que produz investimentos ruins, geralmente vem junto com as grandes oscilações do ciclo de negócios. As grandes ciclos de negócios andam junto com os ciclos financeiros que por sua vez estão  provocados por uma política monetária expansionista. Não é raro que esses ciclos de negócios ocorrem em um ambiente de um clima favorável ao investimento que é uma das razões que emprestar torna-se fácil e os formuladores das políticas monetárias e fiscais não se preocupam com o crescimento do crédito. Este tipo de crescimento econômico – a expansão econômica na forma de mau investimento - produz fortes ilusões econômicas. Sua capacidade de destruição permanece escondida à análise econômica convencional. É principalmente apenas a escola austríaca de economia que fornece uma teoria de explicar o crescimento econômico insustentável. A escola austríaca de economia explica este fenômeno de mau investimento como o resultado de uma expansão monetária que não tem a base da economia real. A criação artificial de dinheiro com a disponibilidade de crédito fácil produz a ilusão de riqueza que não existe na realidade. O engano sobre a disponibilidade real dos recursos induz empresas e consumidores de prosseguir com projetos que excedem a disponibilidade de recursos reais. Como conseqüência, quando a escassez se manifesta, precisa-se abandonar os projetos que eram grandes demais. Capital está perdido, e em vez de produzir a prosperidade, a sociedade é agora mais pobre que antes. A melhoria do desempenho econômico que fica atribuída aos pacotes de estímulo mostra-se agora omo fonte de decepção para políticos e investidores. Enquanto as taxas de crescimento econômico como estão medidas nas estatísticas aumentaram, a capacidade produtiva da economia, o que chamamos de crescimento econômico genuíno, entrou em declínio. Assim, após um período transitório onde tinha um aumento do produto interno bruto, a falta de um verdadeiro crescimento levará a um declínio da produção depois. A história econômica está cheia de exemplos de canções de triunfou sendo cantada pelos crentes em crescimento com a expansão dos gastos que pouco tempo depois tive que aprender que eles têm elogiado uma ilusão. 

Crescimento autêntico
Crescimento autêntico que se mostra sustentável está feito pelo trabalho cotidiano de milhares e milhares de trabalhadores, empreendedores e inovadores em sua busca de melhorar as suas existências. Não precisa planejamento para este processo acontecer, mas liberdade para a iniciativa privada e a segurança de ganhar os frutos dos próprios esforços. Hoje em dia são principalmente empresas que servem como o lugar de mobilizar a cooperação entre indivíduos e a sua combinação com capital. Crescimento econômico é uma maratona. Os resultados acontecem pouco a pouco e passo a passo. Quando se atua na fronteira dos conhecimentos, não tem mapa. Cada um é um pioneiro de sua vida. Os avanços econômicos acontecem em um processo de tentativa e erro, de atuação e correção. Como ninguém sabe com certeza quais vão ser os produtos e procedimentos do futuro, precisamos muitos atores com ideias diferentes todo um pronto para experimentar o seu plano par realizar os seu sonho e visão. Isto é a função da competição. Diferente da tese que insinua que a função da concorrência seja estabelecer equilibro no ponto do mínimo dos custos médio, a verdadeira função da competição na economia do mercado é a busca para encontrar soluções cada vez melhor de aliviar os problemas da escassez. O capitalismo livre funciona do jeito que para ganhar dinheiro com a sua solução, o pioneiro empresarial precisa revelar o seu produto no mercado e assim se quer ou não quer abre o caminho para imitações da inovação.
O caminho genuíno do crescimento econômico começa no nível da microeconomia com os esforças de todos os atores econômicos. Cada invenção e inovação, cada aumento do capital humano melhora os fatores de produção e amplia a oferta. A escolha final é feito do consumidor. O consumidor não somente decida sobre os produtos de consumo, mas indiretamente também sobre os meios da produção que se instala para produzir os produtos que o consumidor quer. Neste sentido na última instância o dono das empresas não é "o capitalista" mas o consumidor.
Crescimento econômico autêntico não precisa do intervencionismo estatal. Ao contrário: mais livre e diversificado se deixa este processo de busca, mais certo se chaga a obter bons resultados. Este crescimento econômico é um crescimento sem milagres. A sua fonte é simplesmente a busca assídua de indivíduos que querem melhorar as suas situações.
Conclusão
O que acontece com um crescimento econômico insustentável de uma nação é a mesma coisa que acontece com a inadimplência de uma pessoa que queria uma moradia (ou carro ou barco) grande demais dado seus recursos limitados. Depois ser forçado declarar bancarrota não só não obteve a casa grande, mas nenhuma casa e ficou somente com mais dívidas. Muitos danos foram produzidos pelos formuladores de políticas que promoveram políticas macroeconômicas expansionistas, sem reconhecer que, apesar de fazê-lo, na verdade, contribuíram para enfraquecer a capacidade produtiva da economia e, no final, não só não conseguiu criar mais prosperidade, mas na verdade têm deixado as pessoas mais pobres. O que foi promulgado dos governos como um milagre de prosperidade no final se revelou como uma onerosa quimera.

Antony P. Mueller é doutor em economia pela Universidade de Erlangen-Nuremberg, na Alemanha, e atualmente atua como professor na Universidade Federal de Sergipe (UFS). Ele é o fundador do Continental Economics Institute e mantém os blogs Economia Nova, Cash and Currencies e Sociologia econômica.

Novo cálculo da taxa de inflação

IBGE oficializa mudanças em cálculo do IPCA e INPC

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou hoje a estrutura definitiva de pesos de itens e grupos no cálculo da inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) e pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

Os novos pesos foram calculados de acordo com as mudanças de hábitos dos consumidores captadas pela Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) 2008 - 2009. As alterações na estrutura do IPCA foram divulgadas em 28 de novembro do ano passado, com as principais alterações nas ponderações, disponíveis no link clique aqui.
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Argentina no caminho do protecionismo desastroso

Argentina aplica mais controles sobre importações
 
O governo da presidente Cristina Kirchner aplicará mais controles sobre os importadores argentinos a partir do dia 1 de fevereiro. Nessa data entra em vigência a resolução 3252 da Administração Federal de Ingressos Públicos ("Afip", a Receita Federal argentina) que determina que todas as empresas que desejem importar produtos do exterior deverão apresentar - de forma prévia - um relatório detalhado ao organismo de arrecadação tributária e outros organismos do governo.
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Inadimplência dos consumistas

Para educador financeiro, aumento da inadimplência reflete falta de planejamento

SÃO PAULO – Educador financeiro não vê nenhuma surpresa no crescimento da inadimplência observada em 2011, atribuindo o resultado à “grande festa do consumo” vista nos últimos anos e ao aumento da oferta de crédito, em meio à uma população que não dispõe de educação financeira.
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terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Inadimplência do consumidor em alta

Inadimplência do consumidor tem maior alta em 9 anos

A inadimplência do consumidor brasileiro cresceu 21,5% em 2011 na comparação com o ano anterior, informou hoje a Serasa Experian. Esse é o maior nível de aumento desde 2002, quando o Indicador de Inadimplência do Consumidor cresceu 24,7% em relação a 2001. Na comparação de dezembro com o mesmo mês de 2010, a alta da inadimplência foi de 13,1%. Ante novembro do ano passado, o indicador apresentou queda de 2,5%.
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Impostos sobre materiais esolares perto de 45 %

Leão na escola: veja os tributos embutidos nos materiais escolares
infomoney

 SÃO PAULO - Neste mês, os pais começam a comprar os materiais escolares e pesquisar muito bem o preço de cada item pode fazer toda a diferença no orçamento. Como o Leão também frequenta as aulas, os pais devem estar atentos, pois o tributos podem representar quase metade do preço final dos materiais. Uma caneta comum pode ter embutido no preço 47,49% de tributos; já no preço da régua, 44,65% representam impostos, segundo dados do IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário).
Além da caneta e da régua, a agenda escolar e a borracha possuem alta tributação, ambas de 43,19%.
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Preferência temporal

O teste do Marhmallow:
Youtube vídeo (legendado):
http://www.youtube.com/watch?v=9fbWPwZWgLo

BMW busca lugar de produção em frente do protecionismo

BMW vê crescente protecionismo em economias emergentes
reuters                    

DETROIT (Reuters) - A BMW está vendo uma tendência de crescente protecionismo nas economias emergentes que estão tentando atrair investimentos estrangeiros e ter maior produção local em detrimento das importações.
"Estamos vendo nestes países um aumento de protecionismo", declarou o diretor de vendas Ian Robertson nesta segunda-feira, durante o Detroit Car Show, citando países como Brasil, Argentina, Turquia, Rússia e Índia.
"Já se foi o tempo de ser tachado como um fabricante local com um mínimo de regionalidade. No passado, fui a fábricas em que literalmente tudo o que se fazia era colocar as rodas no carro", acrescentou.
A BMW, maior fabricante do mundo de carros de luxo, planeja construir sua primeira fábrica na América Latina e está escolhendo entre dois lugares.
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Leilão de bônus a 30 anos para Irlanda e Portugal com a taxa de 3,75%

UE leiloa 3 bilhões de euros em bônus a 30 anos para Irlanda e Portugal
efe

Bruxelas, 9 jan (EFE).- A União Europeia, através da Comissão Europeia e do Mecanismo Europeu de Estabilidade Financeira (MEEF), colocou para leilão com sucesso nesta segunda-feira 3 bilhões de euros em bônus a 30 anos e com taxa de juros de 3,75%. Da receita, Irlanda e Portugal receberão 1,5 bilhões de euros cada um como parte do resgate financeiro estipulado com a UE, informou o Executivo comunitário em comunicado.
Esta emissão é a primeira organizada pela UE para bônus com vencimento a 30 anos, prazo que não é usual, lembra a Comissão Europeia.
A emissão de títulos a 30 anos amplia a média do prazo do vencimento dos empréstimos da UE concedidos à Irlanda e Portugal e por isso melhoram a sustentabilidade de sua dívida e as previsões financeiras a longo prazo destes dois países.
Os bônus vencerão em 4 de abril de 2042 e oferecem um rendimento de 3,75%. A emissão foi realizada com juros 125 pontos básicos acima do "mid-swap", que é o índice de referência nas transações deste tipo.
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segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Alta tecnologia em ação

Postos fraudam bombas de combustível com controle remoto

Donos de carros populares chegam a perder seis litros de combustível cada vez que enchem o tanque. O golpe é tão sofisticado que você nem percebe que assaltaram o seu bolso.
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O novo índice da miséria macroeconômica do The Economist

Gasta quando ainda se pode

Brazil tourists on spending spree
By Laura Bonilla | AFP
Taking advantage of their country's booming economy and strong currency, Brazilian tourists went on a shopping spree abroad last year, spending more than $20 billion, notably in the United States and France... Sydney, a 47-year-old Rio pediatrician who would not give his surname for fear of having problems with customs, travels to the United States twice a year. He told AFP he had returned from Boston this week, where he collected more than 40 boxes of Internet purchases sent to his hotel by his 14-year-old daughter. "Two iPods, one computer, brand clothes and tennis shoes, two cameras. The ease of this type of buying, the security, the quality, the prices, you can't beat that. In Brazil, everything costs twice or three times as much," he said.
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Contração no meio de abundância de liquidez

Depósitos na linha overnight do BCE têm novo recorde

O uso da linha de depósitos overnight do Banco Central Europeu (BCE) mais uma vez atingiu recorde histórico, refletindo a tensão no mercado de crédito interbancário e o excesso de liquidez no sistema financeiro. Os bancos depositaram € 463,565 bilhões na linha do BCE na sexta-feira, em comparação com € 455,299 bilhões na quinta-feira.

O nível dos depósitos estão elevados desde agosto de 2011, enquanto os bancos preferem usar a linha do BCE como porto seguro para o excesso de caixa em vez de emprestar para outros bancos. Nas últimas semanas, o uso da linha atingiu recordes repetidamente, depois de o BCE ter inundado o mercado com liquidez em dezembro na forma de quase € 1 trilhão em empréstimos de longo prazo.

Os bancos estão cada vez mais relutantes em fazer empréstimos para outras instituições financeiras por causa de preocupações com a exposição delas à dívida soberana de alto risco da zona do euro.

Ao mesmo tempo, os bancos tomaram emprestados € 1,391 bilhão na linha overnight do BCE na sexta-feira, em comparação com € 1,861 bilhão na quinta-feira. As informações são da Dow Jones.
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Economia brasileir precisa diversificar

Economista Edmar Bacha alerta para necessidade de diversificar a economia

São Paulo, 8 jan (EFE).- O economista Edmar Bacha, um dos pais do Plano Real, alertou para o risco da dependência das matérias-primas e defendeu uma maior diversificação da economia.

"Acho que o perigo é que não saibamos administrar a riqueza dos recursos naturais que já temos. Uma riqueza que será maior no futuro com a exploração do petróleo na camada pré-sal", disse Bacha em entrevista concedida ao jornal "O Estado de S. Paulo".

Para o economista, um dos formuladores do Plano Cruzado, no governo de José Sarney, é necessário tomar medidas para não cair na "maldição dos recursos naturais" que, em sua opinião, afetou países como a Venezuela e Argentina; quando a descoberta de matérias-primas gera uma riqueza súbita "que não é fruto de um trabalho prévio, da acumulação de capital nem da melhora dos recursos humanos".

Na opinião do analista, a solução está em "usar esta grande oportunidade das matérias-primas em alta para aumentar a taxa de poupança e investir não só em infraestrutura, mas também na diversificação da economia e na melhoria da educação".
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Brasil no camino de ser o 3.o mercado automobilístico

Brasil pode ser 3.o mercado automobilístico em 2016
Por Fernanda Guimarães | Agência Estado –

O Brasil poderá chegar em 2016 como o terceiro colocado no ranking dos maiores mercados automobilísticos do mundo, segundo pesquisa realizada pela KPMG International. Depois de terminar 2011 com a venda de 3,63 milhões de veículos, o País aparece na quinta posição. A pesquisa da KPMG aponta ainda que a expectativa é que até 2017 o Brasil esteja exportando mais de um milhão de veículos ao ano.
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sábado, 7 de janeiro de 2012

Como a crise vai afetar o Brasil

Economia & NegóciosComo a crise internacional vai afetar a sua vida 

 O rebaixamento da nota dos EUA, a possibilidade de recessão nos Estados Unidos, a crise da dívida dos países da zona do euro... Como tudo isso deve chegar ao Brasil?Por Conteúdo: Fabiana Pires/Arte: Cyntia Ueda/Ilustração: Pedro Bottino
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sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Fim da política de metas de inflação

Inflation Targeting Hits the Wall 
Antony P. Mueller

Although the financial market crisis is not over but has grown into a vicious sovereign debt crisis, monetary authorities of the major economies continue to practice the same sort of policy that has brought about the crisis. According to the concept of inflation targeting, monetary policy may disregard the quantity of money and the amount and kind of credit creation. Central bankers are free to lower interest rates as much as it gets as long as the inflation rate is kept on target. In as much as nowadays central banks dominate the discourse about monetary policy, there is almost no debate going on about the indictment that inflation targeting is not only defective in guaranteeing monetary stability, but that it also provided the conditions for the current financial crisis to come about.

What is inflation targeting?
With the abandonment of the last remnants of the gold standard with the Smithsonian Agreement, monetary policy has no longer an anchor beyond a policy concept. By slashing what was left of a monetary anchor in 1971, the monetary base of the US dollar began to rise and swell  into an avalanche of money.
Modern central banking began with the mission of providing monetary funding for governments in cases of emergency whereby the prime emergency has always been war. In modern times it was the Vietnam War which killed the Bretton Woods System. When the last obstacle against a full discretionary hold on money was instituted and the US central bank gained unrestricted power to produce as much money as it wanted a new chapter in monetary history began. 
As soon as the US Federal Reserve System had gained full authority over money, the need arose to conceal this accomplishment under a specific monetary policy rule. In the search of such concepts, inflation targeting has superseded older concepts such as the monetarist rule which aimed at the control of the growth of certain money stocks.
A central bank that pursues an inflation targeting monetary policy model would tighten policy by raising the policy interest rate (which in the case of the United States is the federal funds rate) when the actual annual inflation rate tends to move beyond the target and to reduce the policy interest rate when price inflation tends to falls below the range. Operationally, the inflation rate is the target variable of this approach while the policy interest rate serves as the instrumental variable. Different from monetarism, the monetary aggregates play only a secondary or no role at all for inflation targeting.
The monetary policy model of inflation targeting can be expanded into the so-called Taylor rule  to include the output gap and thus to encompass economic policy goals such as economic growth and employment.

The Taylor rule
In many parts of the world where monetary policy employs an inflation targeting framework, the tendency has shown up to systematically ignore the expansion of monetary aggregates and to install extremely low interest rates. Less so than being strictly guided by the original Taylor rule, monetary policy of inflation targeting has ignored the growth of money and credit and uniquely selected the current inflation rate as its foremost standard. Particularly in phases when the unemployment rate was found to be above the natural level, low rates of the consumer price index have served as a justification to bring down interest rates to excessively low levels. Inflation targeting has led monetary authorities to ignore not only money and credit growth, but also asset prices along with other variables such as the exchange rate. By the rational of inflation targeting, monetary policy has become blunt and ignorant on purpose, and in this respect a repetition of an earlier failure has occurred just at a time when the future head of the US central bank felt sure that he could promise that “we won’t do it again” to let the US economy fall into depression. Not different from other areas of policies, in monetary policy too, the only lessons which are learnt from history are the wrong lessons.

An earlier episode of inflation targeting
Inflation targeting is not new. Its basic idea was conceived by the American economist Irving Fisher (1867-1947). The US central bank implemented a rudimentary form of inflation targeting shortly after it became operative in 1914 and explicitly practiced a policy of “stabilizing the price level” in the 1920s, in the decade before the inception of the Great Depression.
The 1920s marked a period of rapid accumulation of debt which until 1929 was accompanied by a rise of wealth due to a stock market and housing boom. The collapse of the market ushered the economy into the Great Depression that lasted over a decade.
During the 1920s the US monetary authorities seemed little concerned with credit expansion because the main focus was the “price level” – a statistical construct that Fisher also promoted. Noticing that the price level was “stable”, the US central bank felt no need to change course or to become preoccupied with what was going on. The roaring twenties were in fact exuberant times and it was not just business and labor that celebrated the new era but most of all this decade was one more heyday for Wall Street after the financial bonanza that World War I had provided to the financial sector.
Inflation targeting had induced the monetary authorities to ignore credit growth as well the productivity gains of the US economy in this period. The central bank felt vindicated to let the monetary aggregates expand as long as the price level remained relatively stable. No consideration was given to the notion that with productivity advances the price level should decline as it was the case before when the US was still on a full gold standard and thus the quantity of money was relatively stable. In the 1920s, fixed on the price level, the monetary authorities did not hold the quantity of money constant, which would have meant deflation, but instead allowed an expansion of the money supply because there seemed to be no reason to be concerned as long as the price level remained relatively constant.

Good deflation - bad inflation
In monetary history, the outbreak of World War I marks the end of deflation and the beginning of the inflationary age. The deflationary age was marked by the ascendancy of prosperity brought about by a financial environment of stable interest rates, moderate long-term declining prices and rising real wages . It is largely forgotten that the spectacular economic rise of Britain, of parts of the European continent and of the United States of America in the period of almost a century until the outbreak of World War I in 1914 was characterized by moderate deflation, particularly since the beginning of the latter half of the 19th century when productivity increases began to accelerate. In full concordance with the quantity theory of money the price level in an expanding economy would fall because the money supply was linked to the gold stock and the gold stock was relatively constant.
Letting “good deflation” happen would automatically put a break on excessive economic growth. A fixed stock of base money would prevent the excess on the upside, and thus it would automatically provide a safeguard against the excess on the downside.
A stable stock of base money would not mean inflexibility because a relatively stable but not fully constant velocity of money would automatically provide a certain degree of adaptability. 

The current crisis
The latest episode of a mega boom occurred in the 1990s when, like in the 1920s, there was a stock market boom along with a massive increase of indebtedness. Central bankers no longer had paid much attention to the money supply and have remained sanguine throughout the period that led up to the current crisis pointing to moderate inflation rates as an indicator that monetary policy was sound. The mantra of monetary policy was that as long as the price level was relatively stable and only moderate inflation rates were registered, interest rates could fall as low as they can drop and the money supply could grow without restraint as large as demand of money seemed to warrant. In retrospect it is quite obvious that this policy did not produce the “great moderation” as was announced but rather was the time of the “great delusion”.
There were a series of severe crises in the 1990s as well as in the decade before and after. Yet up to the outbreak of the last crisis, all of the preceding calamities could easily be overcome, so it seemed, with the simple tool of bailing out the creditors and by an even larger expansion of the money supply. Inflation targeting consequently entailed a pervasive policy of bailouts and thus laid the basis for an ubiquitous financial culture of moral hazard.
In 2007 financial markets suddenly began to freeze, the flow of money in the interbank market came to a sudden standstill. It was as if a cardiac infarct had hit the heart of the financial markets. Albeit shocked, monetary policy makers demonstrated complete confidence that the appropriate amount of liquidity injection would make the markets move again and soon the economy would recover to full bloom again.
Doom set in when the old recipe didn’t work anymore. Despite massive injections of liquidity, markets only slightly recovered and in 2008 a wave of defaults of financial institutions occurred. In August 2011, the United States came close to bankruptcy when Congress was reluctant to raise the statutory debt limit. Shortly thereafter, the global financial crisis transformed into a severe sovereign debt crisis in Europe. Greece came close to bankruptcy and contagion hit Spain, Portugal and Italy.

Fear of deflation
Modern governments abhor deflation and embrace inflation. By making a definite national currency the single “legal tender”, governments force their citizens to pay tributes in an indirect way by paying an inflation tax, the so-called “seignorage”. By targeting a moderate amount of annual inflation central banks make sure that a steady stream of inflation tax can be secured. By keeping the inflation rate in its pre-defined range it is expected that the negative effect of inflation on the economy would be kept at bay and the receipt of seignorage be optimized in the long run.
The monetary policy of inflation targeting was adopted with the promise that “low and stable” inflation rates would serve as the recipe that “price level stability” would produce financial and economic stability. Reality has not confirmed this assurance. With the escalation of government debt to exorbitant heights and the unrelenting rise of consumer debt, deflation becomes a scare for governments and a nightmare for the indebted consumer. Quite different from a society where households and government are savers when the fear of inflation would be the dominant concern because only business would be the debtor while all the while business could cope well with deflation when the decrease of the price level is the result of productivity gains.
With a fixed monetary stock, deflation happens when the economy expands either in absolute terms or on a per capita basis with productivity gains. In both cases business does do better on average while the wage earner automatically receives higher real wages because of the falling price level even if nominal wages remain constant. There would be no need for trade unions to drive up nominal wages because inflation erodes real wages. For business, the real debt burden would increase because of deflation yet this poses no threat because in as much as there is deflation, business activity would have expanded and likewise the debt capacity of the business sector as a whole.

ZIRP e TARP and other monsters

Once again, the monetary policy of inflation targeting with its tendency of benign neglect of most of the other important monetary variables, has produced ruinous consequences.  By early 2012, monetary policy has reached a stage where it is almost completely paralyzed. With interest rates close to zero in the major economies of the world, it is only through gargantuan amounts of liquidity injections that the financial system is kept alive. By practicing a “policy of zero interest rate policy” (ZIRP) and buying assets of dubious quality from financial institutions through its “troubled assets relief program” (TARP) and by trying to pump ever more liquidity into the market through its policy of “quantitative easing” (QE), an expansion of unprecedented proportions of the American central bank’s balance sheet has occurred. The real or imagined assumption that the financial system was on the verge of complete collapse brought about massive government bailouts and stimulus programs which resulted in rising fiscal deficits and unsustainable public debt burdens.
As of now the additional liquidity which the major central banks have created, serves mainly for the banking sector to refinance itself. Monetary policy has become a vehicle for the bailout of a whole sector of the economy. In order to “save” the financial sector, central banks delivered even more monetary dynamite. The world is at a crossroads. The chance to get out of the mess without great pain is much smaller than of having a hyperinflation to be followed by economic depression or of crashing right away into the abyss of a deflationary depression. Monetary policy has hit the wall. It has reached the dead end. Like many times before, once again a magic formula of interventionist monetary policy bit the dust. 

Conclusion

What was diagnosed as the great moderation was a great delusion, which has turned into the nightmare of a long stagnation. The current financial crisis can be directly attributed to the monetary policy of inflation targeting in so far as this policy rule has allowed for massive monetary expansion and extremely low interest rates. There is an urgent need for the return to stable money. The main barrier against establishing a sound monetary system is neither of an intellectual nor of a practical but of a political nature. All that it takes to establish a sound monetary system is to maintain a stable stock of the monetary base and to practice no bailouts of any kind. The consequence of a stable monetary system would be long-term moderate deflation, albeit the great loser of such as system would be the big spenders in government.

Footnotes:
  Financial markets multiply the monetary base (MB) according to the reserve ratio (r) into money (M) for the public MB . m = M with m = 1/r

  Taylor’s monetary policy rule focuses on the policy interest rate (it) as the main instrument of monetary policy which in the case of the United States would be the federal fund rate. In case that the current inflation rate is equal to the target rate, and the unemployment is equal to the natural rate of unemployment, the policy interest rate would be equal to an interest rate (i*) composed of the natural real rate (rn) and the chosen target inflation rate (π*).
This way one gets it = rn + π* = i*. The Taylor rule operates with two reaction coefficients α and β that denote the degree of reaction that the economic policy authorities attribute to the discrepancy between the current inflation rate and the target rate (πt -  π*) and the output gap measured in terms of the discrepancy of the current unemployment and the natural rate of unemployment (ut – un). 
Taken all together, the Taylor rule thus reads:  it = i* + α (πt – π*) – β (ut – un).

  Real wages are defined as the ratio between nominal wages (W) and the price level (P) as W/P. Such when P falls, the ratio W/P rises even with nominal wages remaining constant.

  Given the caveat that a too mechanical application of the quantity theory of money should be avoided, the basic relationship which it contains is highly useful to structure monetary analysis As can be shown by the so-called equation of exchange, MV = Y = PQ, the monetary stock M multiplied by the number of its transaction, the velocity V, is identical to nominal national income Y, which in turn can be broken up into its real component Q and the price level P. With M and V relatively constant, and real output Q expanding, the price level must P must fall.
Writing the equation of exchange in dynamic form to denote changes over time gM + gV = π + gQ one gets the result that a fixed amount of money which would mean a growth rate of money of zero in combination with a constant rate of turnover (gV = 0) and thus π = gM - gQ, which shows the inflation rate (π) as the result of the difference between the growth rate of money (gM) and the growth rate of real production (gY).

Inflação do Brasil desde 1999





















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Inflação oficial do brasil para 2011 é 6,5%

Inflação oficial fecha 2011 com maior taxa desde 2004
Por Thais Leitão, da Agência Brasil | Yahoo! Notícias – 4 horas atrás
Rio de Janeiro - A inflação oficial, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), fechou 2011 com uma taxa acumulada de 6,5%, o maior resultado desde 2004, quando o índice subiu 7,6%. O indicador também superou o resultado de 2010, quando a taxa ficou em 5,91%, e atingiu o teto da meta estipulada pelo Banco Central (BC) para 2011, de 4,5%, com margem de 2 pontos percentuais para baixo ou para cima.
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quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

O desafio demográfico chinês

China's challenge 
China's challenge is similar to that faced by Japan in the 1990s, with one essential difference: China will grow old before it gets rich. With tens of millions of parents left to fend for themselves, the government set up a National Committee on Aging to try to devise a comprehensive strategy (CHGE7) to ensure their health and comfort.
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A demografia faz que China vá se tornar velha antes de tornar-se rica.

Grécia enfrente do calote

Premiê da Grécia adverte sobre calote descontrolado para março
 
Atenas, 5 jan (EFE).- O primeiro-ministro grego, Lucas Papademos, advertiu na quarta-feira à noite em reunião com os sindicatos das empresas e dos trabalhadores que a Grécia enfrenta a possibilidade de quebra nos próximos três meses se não chegar a um acordo financeiro com os financiadores. Pela transcrição de seu discurso para os representantes dos agentes sociais do país, divulgado pela agência "AMNA", o chefe de Governo precisou que sem esse acordo e as subsequentes ajudas financeiras "a Grécia enfrenta o risco imediato de um calote descontrolado em março".
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Brasil paga menos que Itália em taxa de juros

Brasil paga juros menores que a Itália em captações


O Brasil se saiu melhor do que a Itália e a Espanha na captação de recursos no mercado internacional realizada nos últimos dois dias. Os dois países europeus estão no meio da crise internacional que abala o velho continente. Mesmo levando isso em conta, o desempenho dos papéis do Tesouro Nacional surpreendeu, já que o Brasil superou seu próprio recorde de juro baixo.

Na busca de recursos em um mercado com pouca oferta, o Brasil se comprometeu a pagar uma taxa anual de 3,449% ao investidor que comprasse o título do País com vencimento em 2021 e cotado em dólar. Esse foi o menor porcentual da história das emissões brasileiras. Já a Itália teve que desembolsar o dobro (6,85% ao ano) para um papel em condições similares. No caso da Espanha, a taxa de retorno para o comprador saiu a 5,21% ao ano.

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quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Bolha imobiliária?

Imóveis usados sobem até 175% em 2 anos em SP

Os preços dos imóveis residenciais comercializados na capital paulista valorizaram em até 175% nos últimos dois anos, segundo levantamento da empresa de administração imobiliária no Estado de São Paulo, Lello. A pesquisa analisou apartamentos de dois dormitórios, que registram maior procura na cidade, entre 50 e 100 metros quadrados em prédios com mais de cinco anos de existência e área de lazer, localizados nas regiões de Perdizes, Jardins, Santana, Mooca e Tatuapé. Os imóveis foram comercializados em 2009, retornaram ao estoque da administradora e foram revendidos em 2011.
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Governo quer facilitar importações para fortalezer as exportações

Governo avalia simplificar importação de alguns insumos

O governo pretende simplificar o drawback, ferramenta que desonera importadores de tributos sobre produtos que são insumos para a produção doméstica e que acabam voltando para o mercado internacional posteriormente com maior valor agregado. A informação foi dada na manhã de hoje pela secretária de comércio exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Tatiana Prazeres, durante o programa "Brasil em Pauta", da TV NBR. "A simplificação contribui para que mais empresas acessem as exportações. O drawback é uma ferramenta importante", avaliou.
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terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Mercosul parado

A decepção com o Mercosul
"... Quando, em março de 1991, Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai assinaram o tratado que criou o Mercosul, a iniciativa foi saudada como o início de um processo de integração comercial e econômica que aceleraria o desenvolvimento dos quatro países e lhes daria melhores condições para negociar com seus parceiros comerciais... Na prática, muito pouco se avançou...
Sem acelerar a integração e sem fortalecer o crescimento das economias de seus membros, o Mercosul tornou-se um obstáculo para o Brasil alcançar melhores condições de acesso a grandes mercados mundiais.
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O desafio chinês para as empresas brasileiras

Can Brazilian firms survive
the Chinese challenge?
Effects of globalization on markets, strategies,
and performance
Syed H. Akhter
Marketing Department, Marquette University, Milwaukee,
Wisconsin, USA, and
Paulo Fernando Pinto Barcellos
University of Caxias do Sul, Caxias do Sul, Brazil
Introduction
Global growth in business has been fueled by the expansionary policies of firms not only
from developed but also from emerging economies. Seeking resources, markets, and
efficiencies, these globally oriented firms from emerging economies such as Brazil, India,
and China, have diversified out of their domesticmarkets and expanded business into each
other’smarkets. The expansion of these firms into each other’s markets has created a new
form of competition, pitting emerging economies’ firms not only against multi-nationals
from developed economies but also against firms from other emerging economies.
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US$ 4,66 tri da dívida americana está com estrangeiros

The amount of Treasuries held by foreigners has surged, with holdings (HOLDTOT) rising to a record $4.66 trillion in September from $4.44 trillion at the end of 2010 and $3.69 trillion in December 2009, the latest government data show.
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Dívida de 7.6 tri de US $ para pagar em 2012

World’s Biggest Economies Face $7.6T Debt
By Keith Jenkins and Anchalee Worrachate
Governments of the world’s leading economies have more than $7.6 trillion of debt maturing this year, with most facing a rise in borrowing costs.
Led by Japan’s $3 trillion and the U.S.’s $2.8 trillion, the amount coming due for the Group of Seven nations and Brazil, Russia, India and China is up from $7.4 trillion at this time last year, according to data compiled by Bloomberg. Ten-year bond yields will be higher by year-end for at least seven of the countries, forecasts show.
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segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Indústria brasileir sob pressão


Indústria do País perderá mais espaço, prevê CNI
Acuada pela crise, pelo câmbio desfavorável e pela forte concorrência dos importados, a indústria brasileira crescerá menos do que o Produto Interno Bruto (PIB) em 2012, segundo estima a Confederação Nacional da Indústria (CNI). Assim, deverá ser repetida a performance de 2011, quando o setor manufatureiro também teve uma expansão mais fraca do que a média da economia.
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A fórmula que matou Wall Street - receita para o desastro

Recipe for Disaster: The Formula That Killed Wall Street - Felix Salmon

For five years, Li's formula, known as a Gaussian copula function, looked like an unambiguously positive breakthrough, a piece of financial technology that allowed hugely complex risks to be modeled with more ease and accuracy than ever before. With his brilliant spark of mathematical legerdemain, Li made it possible for traders to sell vast quantities of new securities, expanding financial markets to unimaginable levels.
Then the model fell apart. Cracks started appearing early on, when financial markets began behaving in ways that users of Li's formula hadn't expected. The cracks became full-fledged canyons in 2008—when ruptures in the financial system's foundation swallowed up trillions of dollars and put the survival of the global banking system in serious peril... In the world of finance, too many quants see only the numbers before them and forget about the concrete reality the figures are supposed to represent. They think they can model just a few years' worth of data and come up with probabilities for things that may happen only once every 10,000 years. Then people invest on the basis of those probabilities, without stopping to wonder whether the numbers make any sense at all.
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Here's what killed your 401(k) David X. Li's Gaussian copula function as first published in 2000. Investors exploited it as a quick—and fatally flawed—way to assess risk. A shorter version appears on this month's cover of Wired.

Probability

Specifically, this is a joint default probability—the likelihood that any two members of the pool (A and B) will both default. It's what investors are looking for, and the rest of the formula provides the answer.

Survival times

The amount of time between now and when A and B can be expected to default. Li took the idea from a concept in actuarial science that charts what happens to someone's life expectancy when their spouse dies.

Equality

A dangerously precise concept, since it leaves no room for error. Clean equations help both quants and their managers forget that the real world contains a surprising amount of uncertainty, fuzziness, and precariousness.

Copula

This couples (hence the Latinate term copula) the individual probabilities associated with A and B to come up with a single number. Errors here massively increase the risk of the whole equation blowing up.

Distribution functions

The probabilities of how long A and B are likely to survive. Since these are not certainties, they can be dangerous: Small miscalculations may leave you facing much more risk than the formula indicates.

Gamma

The all-powerful correlation parameter, which reduces correlation to a single constant—something that should be highly improbable, if not impossible. This is the magic number that made Li's copula function irresistible.

O Reino Unido pode sair da UE?

How Britain could leave Europe

British grumpiness about the EU feels familiar: actually, big new dangers lurkBritish views of Europe may not have changed very much. But the EU is in unprecedented flux. There are scenarios that could see Britain stumbling out of full membership, largely by accident.
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Euro no caminha de substituir o dólar

Euro pode se tornar principal moeda mundial, diz Noyerreuters

Em sábado 31/12/2011, às 18:18

PARIS (Reuters) - O euro poderá se tornar a principal divisa do mundo na próxima década se os líderes do bloco de moeda única tiverem sucesso em sua integração fiscal, disse Christian Noyer, presidente do Conselho Executivo do Banco Central Europeu, em um artigo que será publicado no Jornal du Dimanche.
Os líderes europeus chegaram a um acordo histórico em uma reunião de emergência em Bruxelas, em 9 de dezembro, para elaborar um novo tratado de união econômica mais profunda, na tentativa de conter a crise da dívida, que ameaça causar o colapso da moeda única.
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