segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Miséria cubana
Plano de cortes em estatais de Cuba patina
Não há oferta suficiente de empregos na ilha fora do setor público, que prevê demissão de 1,5 milhão

LISANDRA PARAGUASSU, ENVIADA ESPECIAL / HAVANA - O Estado de S.Paulo
De um lado, um governo que emprega mais de 80% da força de trabalho. De outro, um mercado de trabalho privado ainda em seus primeiros passos, castigado por restrições e impostos. No meio, uma população que, mesmo empregada, mal ganha para sobreviver. Que sem o emprego público, não tem para onde ir. Essa é razão para o fracasso do ambicioso plano de modernização das empresas públicas do governo cubano, anunciado em 2010. A demissão de 1 milhão a 1,5 milhão de pessoas até 2016 esbarrou na realidade da própria ilha: não há outros empregos...
O inchaço da máquina pública emperra a produção, aumenta os gastos e diminui a capacidade do próprio governo de fazer investimentos, mesmo que os salários médios em Cuba estejam em torno de US$ 20 mensais....
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Não há oferta suficiente de empregos na ilha fora do setor público, que prevê demissão de 1,5 milhão
LISANDRA PARAGUASSU, ENVIADA ESPECIAL / HAVANA - O Estado de S.Paulo
De um lado, um governo que emprega mais de 80% da força de trabalho. De outro, um mercado de trabalho privado ainda em seus primeiros passos, castigado por restrições e impostos. No meio, uma população que, mesmo empregada, mal ganha para sobreviver. Que sem o emprego público, não tem para onde ir. Essa é razão para o fracasso do ambicioso plano de modernização das empresas públicas do governo cubano, anunciado em 2010. A demissão de 1 milhão a 1,5 milhão de pessoas até 2016 esbarrou na realidade da própria ilha: não há outros empregos...
O inchaço da máquina pública emperra a produção, aumenta os gastos e diminui a capacidade do próprio governo de fazer investimentos, mesmo que os salários médios em Cuba estejam em torno de US$ 20 mensais....
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domingo, 29 de janeiro de 2012
Bye, bye Brasil
Empresas aumentam repatriação de recursos
As multinacionais brasileiras aumentaram a quantidade de recursos repatriados no ano passado. Pelo acompanhamento da Sociedade Brasileira de Estudos de Empresas Transnacionais e da Globalização Econômica (Sobeet), com base nos dados do Banco Central, as transferências intercompanhias superaram os investimentos em capital em US$ 9,3 bilhões.
O resultado indica que filiais das empresas brasileiras repassaram recursos para a matriz em um volume superior à compra de novos ativos. Em 2010, ano de recuperação econômica, o cenário verificado foi o oposto: a participação em capital das empresas brasileiras no exterior superou o volume de empréstimo em US$ 11,6 bilhões.
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As multinacionais brasileiras aumentaram a quantidade de recursos repatriados no ano passado. Pelo acompanhamento da Sociedade Brasileira de Estudos de Empresas Transnacionais e da Globalização Econômica (Sobeet), com base nos dados do Banco Central, as transferências intercompanhias superaram os investimentos em capital em US$ 9,3 bilhões.
O resultado indica que filiais das empresas brasileiras repassaram recursos para a matriz em um volume superior à compra de novos ativos. Em 2010, ano de recuperação econômica, o cenário verificado foi o oposto: a participação em capital das empresas brasileiras no exterior superou o volume de empréstimo em US$ 11,6 bilhões.
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Crise financeira do futebol europeu
O futebol europeu agoniza na surdina
Por Fernando Vives | De Olho na Copa
Nesta semana, a Uefa, entidade que controla o futebol europeu, divulgou um relatório sobre a saúde financeira dos clubes do continente. E a situação é periclitante.
O relatório devassou as contas de praticamente todas as ligas nacionais europeias e seus principais clubes no ano de 2010.
A conclusão: embora as receitas das agremiações tenham aumentado em 6,6%, o déficit deles aumentou em 36% em relação a 2009, chegando a 1,6 bilhão de euros (mais de 3,5 bilhões de reais).
Mais que isso: de todas as ligas, apenas duas fecharam no azul naquele ano: a Ligue 1, da França, e a Bundesliga, da Alemanha.
Entre os gigantes do continente (aqueles que movimentam anualmente mais de 50 milhões de euros), 75% tiveram prejuizo em 2010. O relatório aponta também que 29% dos clubes da Europa reportaram grandes perdas, na média de 12 euros perdidos para cada 10 euros investido. 65% dos clubes da Europa que disputaram a edição da Liga dos Campeões, principal competição de clubes do planeta, anunciaram prejuizos.
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Por Fernando Vives | De Olho na Copa
Nesta semana, a Uefa, entidade que controla o futebol europeu, divulgou um relatório sobre a saúde financeira dos clubes do continente. E a situação é periclitante.
O relatório devassou as contas de praticamente todas as ligas nacionais europeias e seus principais clubes no ano de 2010.
A conclusão: embora as receitas das agremiações tenham aumentado em 6,6%, o déficit deles aumentou em 36% em relação a 2009, chegando a 1,6 bilhão de euros (mais de 3,5 bilhões de reais).
Mais que isso: de todas as ligas, apenas duas fecharam no azul naquele ano: a Ligue 1, da França, e a Bundesliga, da Alemanha.
Entre os gigantes do continente (aqueles que movimentam anualmente mais de 50 milhões de euros), 75% tiveram prejuizo em 2010. O relatório aponta também que 29% dos clubes da Europa reportaram grandes perdas, na média de 12 euros perdidos para cada 10 euros investido. 65% dos clubes da Europa que disputaram a edição da Liga dos Campeões, principal competição de clubes do planeta, anunciaram prejuizos.
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sábado, 28 de janeiro de 2012
O futuro das ciências econômicas
What future for economics?
by Martin Wolf
Yesterday, I moderated a panel on “The Future of Economics”. The panel included two Nobel laureates in economics – Peter Diamond of the Massachusetts Institute of Technology and Joe Stiglitz of Columbia. (For pedants, this is the Sveriges Riksbank Prize in Economic Sciences in Memory of Alfred Nobel.) It also had Robert Shiller of Yale and Brian Arthur of the Santa Fe Institute. So it would be fair to say that the panel was packed.
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by Martin Wolf
Yesterday, I moderated a panel on “The Future of Economics”. The panel included two Nobel laureates in economics – Peter Diamond of the Massachusetts Institute of Technology and Joe Stiglitz of Columbia. (For pedants, this is the Sveriges Riksbank Prize in Economic Sciences in Memory of Alfred Nobel.) It also had Robert Shiller of Yale and Brian Arthur of the Santa Fe Institute. So it would be fair to say that the panel was packed.
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sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
Dívida grega - oferta de desconto de 70 por centos
Credores privados oferecem perda de quase 70% na dívida grega

FRANKFURT, 27 Jan (Reuters) - O Instituto de Finanças Internacionais (IIF, na sigla em inglês) fez uma oferta para assumir perdas de quase 70 por cento sobre a dívida grega nas negociações sobre a contribuição privada para um socorro ao país, disse o presidente do Deutsche Bank, Josef Ackermann, à emissora de televisão alemã N-TV.
"Colocamos sobre a mesa uma oferta muito atraente", disse Ackermann, que também preside o lobby bancário IIF, sobre uma proposta em discussão em Atenas.
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FRANKFURT, 27 Jan (Reuters) - O Instituto de Finanças Internacionais (IIF, na sigla em inglês) fez uma oferta para assumir perdas de quase 70 por cento sobre a dívida grega nas negociações sobre a contribuição privada para um socorro ao país, disse o presidente do Deutsche Bank, Josef Ackermann, à emissora de televisão alemã N-TV.
"Colocamos sobre a mesa uma oferta muito atraente", disse Ackermann, que também preside o lobby bancário IIF, sobre uma proposta em discussão em Atenas.
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quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
China na encruzilhada
China
The paradox of prosperity For China’s rise to continue, the country needs to move away from the model that has served it so well
THE ECONOMIST: "... China’s bloody past has taught the Communist Party to fear chaos above all. But history’s other lesson is that those who cling to absolute power end up with none. The paradox, as some within the party are coming to realise, is that for China to succeed it must move away from the formula that has served it so well.
This is a matter of more than intellectual interest to those outside China. Whether the country continues as an authoritarian colossus, stagnates, disintegrates, or, as we would wish, becomes both freer and more prosperous will not just determine China’s future, but shape the rest of the world’s too.
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The paradox of prosperity For China’s rise to continue, the country needs to move away from the model that has served it so well
THE ECONOMIST: "... China’s bloody past has taught the Communist Party to fear chaos above all. But history’s other lesson is that those who cling to absolute power end up with none. The paradox, as some within the party are coming to realise, is that for China to succeed it must move away from the formula that has served it so well.
This is a matter of more than intellectual interest to those outside China. Whether the country continues as an authoritarian colossus, stagnates, disintegrates, or, as we would wish, becomes both freer and more prosperous will not just determine China’s future, but shape the rest of the world’s too.
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Avaliação da taxa de desemprego atual
IBGE: Brasil não vive ainda momento de pleno emprego
Por Alessandra Saraiva | Agência Estado
Mesmo com o "manancial de evoluções favoráveis" no mercado de trabalho em 2011, ainda não é possível dizer que o Brasil está na posição de "pleno emprego", na análise do gerente da Pesquisa Mensal de Emprego (PME), Cimar Azeredo. Segundo o funcionário do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apesar da taxa de desemprego de 4,7% em dezembro do ano passado - a menor da série histórica da pesquisa iniciada em 2002, com uma taxa média de desemprego de 6% ao longo de 2011 (também a mais baixa da série) - as disparidades regionais persistem.
Azeredo lembrou que, em Salvador, por exemplo, uma das seis principais regiões metropolitanas pesquisadas para a PME, é possível encontrar taxa de desemprego em torno de 9% na média anual de 2011. "Além destas disparidades regionais, temos ainda um número expressivo de números de trabalhadores sem carteira assinada, e de trabalhadores que não contribuem com a Previdência. O pleno emprego leva em conta outros indicadores, não somente a taxa de desocupação (desemprego)", afirmou. "Temos muito o que melhorar ainda", finalizou.
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Por Alessandra Saraiva | Agência Estado
Azeredo lembrou que, em Salvador, por exemplo, uma das seis principais regiões metropolitanas pesquisadas para a PME, é possível encontrar taxa de desemprego em torno de 9% na média anual de 2011. "Além destas disparidades regionais, temos ainda um número expressivo de números de trabalhadores sem carteira assinada, e de trabalhadores que não contribuem com a Previdência. O pleno emprego leva em conta outros indicadores, não somente a taxa de desocupação (desemprego)", afirmou. "Temos muito o que melhorar ainda", finalizou.
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O mundo dos emergentes
Gráfico interativo de cinco indicadores macroeconômicos.
IF THE euro-area debt crisis worsens, it will drag down growth in emerging economies. The good news is that whereas most developed countries have little or no room to cut interest rates or to increase public borrowing, emerging markets as a group still have lots of monetary and fiscal firepower. This chart, based on an analysis by The Economist, ranks 27 emerging economies according to their policy wiggle-room. We used five indicators to assess each country’s ability to ease monetary policy: inflation, excess credit (the growth in bank lending minus the growth in nominal GDP), real interest rates, currency movements and current-account balances. Each country was graded on the five indicators, and the scores were then summed to produce an overall measure of monetary manoeuvrability. Next we devised a fiscal-flexibility index, combining government debt and the budget deficit. The average of the monetary and fiscal measures produces our overall “wiggle-room index”. Countries are coloured in the chart according to our assessment of their ability to ease policy: “green” means it is safe to let out the throttle, and “red” means the brakes need to stay on. It suggests that China, Indonesia and Saudi Arabia have the greatest capacity to use monetary and fiscal policies to support growth. Chile, Peru, Russia, Singapore and South Korea also get the green light. At the other extreme, Egypt, India and Poland have the least room for a stimulus. Argentina, Brazil, Hungary, Pakistan Turkey and Vietnam are also in the red zone.
Click on the tabs at the top of the chart to see rankings of individual indicators.
IF THE euro-area debt crisis worsens, it will drag down growth in emerging economies. The good news is that whereas most developed countries have little or no room to cut interest rates or to increase public borrowing, emerging markets as a group still have lots of monetary and fiscal firepower. This chart, based on an analysis by The Economist, ranks 27 emerging economies according to their policy wiggle-room. We used five indicators to assess each country’s ability to ease monetary policy: inflation, excess credit (the growth in bank lending minus the growth in nominal GDP), real interest rates, currency movements and current-account balances. Each country was graded on the five indicators, and the scores were then summed to produce an overall measure of monetary manoeuvrability. Next we devised a fiscal-flexibility index, combining government debt and the budget deficit. The average of the monetary and fiscal measures produces our overall “wiggle-room index”. Countries are coloured in the chart according to our assessment of their ability to ease policy: “green” means it is safe to let out the throttle, and “red” means the brakes need to stay on. It suggests that China, Indonesia and Saudi Arabia have the greatest capacity to use monetary and fiscal policies to support growth. Chile, Peru, Russia, Singapore and South Korea also get the green light. At the other extreme, Egypt, India and Poland have the least room for a stimulus. Argentina, Brazil, Hungary, Pakistan Turkey and Vietnam are also in the red zone.
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quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
Banco central americano adota meta de inflação explícita
Em decisão histórica, Fed adota meta de inflação
Por Jonathan Spicer
Em decisão histórica, Fed adota meta de inflação
25 Jan (Reuters) - O Federal Reserve, banco central dos Estados Unidos, tomou uma decisão histórica nesta quarta-feira ao adotar uma meta de inflação de 2 por cento.
A ação é uma vitória do presidente da instituição, Ben Bernanke. Com isso, o Fed passa a ter uma política alinhada com a de outros importantes bancos centrais no mundo.
Em seu primeiro comunicado "metas e estratégias de política de longo prazo", o Fed informou que não seria apropriado estabelecer uma meta fixa de geração de emprego porque o mercado de trabalho não é determinado por fatores monetários.
Segundo o banco central norte-americano, a meta de inflação de2 por cento é a mais consistente com o seu mandato. Além disso, informou que a meta ajudará a manter as expectativas de preço no longo prazo "firmemente ancoradas".
A meta de inflação está no topo do que tradicionalmente é visto como uma meta informal de aproximadamente 1,7 por cento a 2 por cento e encerra a cruzada de Bernanke para melhorar a comunicação do Fed, que por muitos anos realizou deliberações de forma propositadamente vazia e sigilosa.
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Por Jonathan Spicer
Em decisão histórica, Fed adota meta de inflação
25 Jan (Reuters) - O Federal Reserve, banco central dos Estados Unidos, tomou uma decisão histórica nesta quarta-feira ao adotar uma meta de inflação de 2 por cento.
A ação é uma vitória do presidente da instituição, Ben Bernanke. Com isso, o Fed passa a ter uma política alinhada com a de outros importantes bancos centrais no mundo.
Em seu primeiro comunicado "metas e estratégias de política de longo prazo", o Fed informou que não seria apropriado estabelecer uma meta fixa de geração de emprego porque o mercado de trabalho não é determinado por fatores monetários.
Segundo o banco central norte-americano, a meta de inflação de2 por cento é a mais consistente com o seu mandato. Além disso, informou que a meta ajudará a manter as expectativas de preço no longo prazo "firmemente ancoradas".
A meta de inflação está no topo do que tradicionalmente é visto como uma meta informal de aproximadamente 1,7 por cento a 2 por cento e encerra a cruzada de Bernanke para melhorar a comunicação do Fed, que por muitos anos realizou deliberações de forma propositadamente vazia e sigilosa.
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terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Crescimento econômico 2012
FMI corta estimativa de expansão do PIB brasileiro a 3% em 2012
WASHINGTON, 24 Jan (Reuters) - O Fundo Monetário Internacional (FMI) reduziu para 3,0 por cento a projeção de crescimento para a economia brasileira em 2012, na esteira de cortes nas previsões para outros países emergentes em meio à crise de dívida na zona do euro.
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Conta corrente 2011
Déficit em conta corrente cresce em 2011 no Brasil

BRASÍLIA, 24 Jan (Reuters) - O Brasil registrou em dezembro déficit em transações correntes de 6,040 bilhões de dólares, informou o Banco Central nesta terça-feira. No ano, o rombo atingiu 52,612 bilhões de dólares, contra 47,323 bilhões de dólares em 2010. Apesar do salto, os investimentos produtivos foram suficientes para cobrir o déficit no período.
O resultado da conta corrente de 2011 foi afetado, entre outros, pelas remessas de lucros e dividendos de multinacionais instaladas no país, que somaram 4,741 bilhões de dólares em dezembro e 38,166 bilhões de dólares no ano todo. Em 2010, o total havia sido de 30,375 bilhões de dólares.
O déficit com serviços atingiu 3,602 bilhões de dólares em dezembro e 37,906 bilhões de dólares em 2011. Só com viagens, o saldo ficou negativo em 1,114 bilhão de dólares em dezembro, chegando a 14,459 bilhões de dólares no ano passado todo.
Os investimentos estrangeiros diretos (IED) no país somaram 6,645 bilhões de dólares em dezembro, ante 15,374 bilhões de dólares em dezembro de 2010. No ano, o IED atingiu 66,660 bilhões de dólares, contra 48,506 bilhões de dólares no ano anterior.
O investimento de estrangeiros em ações negociadas na bolsa de valores atingiu 271 milhões de dólares em dezembro, forte queda em relação aos 2,035 bilhões de dólares do mesmo mês de 2010. No ano passado, as aplicações somaram 6,785 bilhões de dólares, contra 30,582 bilhões de dólares em 2010.
(Reportagem de Tiago Pariz)
Fonte
BRASÍLIA, 24 Jan (Reuters) - O Brasil registrou em dezembro déficit em transações correntes de 6,040 bilhões de dólares, informou o Banco Central nesta terça-feira. No ano, o rombo atingiu 52,612 bilhões de dólares, contra 47,323 bilhões de dólares em 2010. Apesar do salto, os investimentos produtivos foram suficientes para cobrir o déficit no período.
O resultado da conta corrente de 2011 foi afetado, entre outros, pelas remessas de lucros e dividendos de multinacionais instaladas no país, que somaram 4,741 bilhões de dólares em dezembro e 38,166 bilhões de dólares no ano todo. Em 2010, o total havia sido de 30,375 bilhões de dólares.
O déficit com serviços atingiu 3,602 bilhões de dólares em dezembro e 37,906 bilhões de dólares em 2011. Só com viagens, o saldo ficou negativo em 1,114 bilhão de dólares em dezembro, chegando a 14,459 bilhões de dólares no ano passado todo.
Os investimentos estrangeiros diretos (IED) no país somaram 6,645 bilhões de dólares em dezembro, ante 15,374 bilhões de dólares em dezembro de 2010. No ano, o IED atingiu 66,660 bilhões de dólares, contra 48,506 bilhões de dólares no ano anterior.
O investimento de estrangeiros em ações negociadas na bolsa de valores atingiu 271 milhões de dólares em dezembro, forte queda em relação aos 2,035 bilhões de dólares do mesmo mês de 2010. No ano passado, as aplicações somaram 6,785 bilhões de dólares, contra 30,582 bilhões de dólares em 2010.
(Reportagem de Tiago Pariz)
Fonte
Qué justiça é essa?
Justiça suspende liminar e nega acesso à redação do Enem
Agência Estado –
O Tribunal Regional Federal da 5.ª Região (TRF-5) derrubou a liminar que garantia o acesso de todos os candidatos à cópia da correção da redação do Enem de 2011. A decisão saiu nesta terça-feira, dia em que houve troca no comando do Ministério da Educação (MEC).
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O Tribunal Regional Federal da 5.ª Região (TRF-5) derrubou a liminar que garantia o acesso de todos os candidatos à cópia da correção da redação do Enem de 2011. A decisão saiu nesta terça-feira, dia em que houve troca no comando do Ministério da Educação (MEC).
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As melhores disciplinas de graduação para ganhar bem - economia no segundo lugar e primeiro lugar
DISCIPLINA/TOTAL/% ENTRE OS 1 POR CENTOS DA MELHOR RENDA/PARTICIPAÇÃO EM TODOS DO 1 POR CENTO
Undergraduate Degree /Total / % Who Are 1 Percenters / Share of All 1 Percenters
Health and Medical Preparatory Programs 142,345 11.8% 0.9%
Economics /1,237,863/ 8.2% /5.4%
Biochemical Sciences 193,769 7.2% 0.7%
Zoology 159,935 6.9% 0.6%
Biology 1,864,666 6.7% 6.6%
International Relations 146,781 6.7% 0.5%
Political Science and Government 1,427,224 6.2% 4.7%
Physiology 98,181 6.0% 0.3%
Art History and Criticism 137,357 5.9% 0.4%
Chemistry 780,783 5.7% 2.4%
Molecular Biology 64,951 5.6% 0.2%
Area, Ethnic and Civilization Studies 184,906 5.2% 0.5%
Finance 1,071,812 4.8% 2.7%
History 1,351,368 4.7% 3.3%
Business Economics 108,146 4.6% 0.3%
Miscellaneous Psychology 61,257 4.3% 0.1%
Philosophy and Religious Studies 448,095 4.3% 1.0%
Microbiology 147,954 4.2% 0.3%
Chemical Engineering 347,959 4.1% 0.8%
Physics 346,455 4.1% 0.7%
Pharmacy, Pharmaceutical Sciences and Administration 334,016 3.9% 0.7%
Accounting 2,296,601 3.9% 4.7%
Mathematics 840,137 3.9% 1.7%
English Language and Literature 1,938,988 3.8% 3.8%
Miscellaneous Biology 52,895 3.7% 0.1%
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Undergraduate Degree /Total / % Who Are 1 Percenters / Share of All 1 Percenters
Health and Medical Preparatory Programs 142,345 11.8% 0.9%
Economics /1,237,863/ 8.2% /5.4%
Biochemical Sciences 193,769 7.2% 0.7%
Zoology 159,935 6.9% 0.6%
Biology 1,864,666 6.7% 6.6%
International Relations 146,781 6.7% 0.5%
Political Science and Government 1,427,224 6.2% 4.7%
Physiology 98,181 6.0% 0.3%
Art History and Criticism 137,357 5.9% 0.4%
Chemistry 780,783 5.7% 2.4%
Molecular Biology 64,951 5.6% 0.2%
Area, Ethnic and Civilization Studies 184,906 5.2% 0.5%
Finance 1,071,812 4.8% 2.7%
History 1,351,368 4.7% 3.3%
Business Economics 108,146 4.6% 0.3%
Miscellaneous Psychology 61,257 4.3% 0.1%
Philosophy and Religious Studies 448,095 4.3% 1.0%
Microbiology 147,954 4.2% 0.3%
Chemical Engineering 347,959 4.1% 0.8%
Physics 346,455 4.1% 0.7%
Pharmacy, Pharmaceutical Sciences and Administration 334,016 3.9% 0.7%
Accounting 2,296,601 3.9% 4.7%
Mathematics 840,137 3.9% 1.7%
English Language and Literature 1,938,988 3.8% 3.8%
Miscellaneous Biology 52,895 3.7% 0.1%
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Fundo Europeu de Estabilização Financeira
Investidores prometem 60 bi de euros para alavancagem do EFSF
BRUXELAS, 24 Jan (Reuters)
- Investidores prometeram investir, juntamente com o fundo de resgate temporário da zona do euro, o Fundo Europeu de Estabilização Financeira (EFSF, na sigla em inglês), 60 bilhões de euros em títulos do bloco, sob um esquema de coinvestimento de fundos, afirmou o presidente do EFSF, Klaus Regling. No esquema, os 440 bilhões de euros do EFSF absorveriam a primeira perda potencial até uma certa quantia, em um investimento feito por investidores privados na dívida da zona do euro. "Recebemos um retorno positivo para essa opção dos investidores de fora da Europa, e uma primeira onda de compromissos em montante de cerca de 60 bilhões de euros", afirmou Regling em uma entrevista coletiva.
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BRUXELAS, 24 Jan (Reuters)
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O Brasil paga supersalários para maltratar a economia
Supersalários de juízes no RJ chegam a R$ 150 mil
Por AE | Agência Estado]
Os pagamentos milionários a magistrados estaduais de São Paulo se reproduzem no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. A folha de subsídios do TJ-RJ mostra que desembargadores e juízes, mesmo aqueles que acabaram de ingressar na carreira, chegam a ganhar mensalmente de R$ 40 mil a R$ 150 mil. A remuneração de R$ 24.117,62 é hipertrofiada por “vantagens eventuais”. Alguns desembargadores receberam, ao longo de apenas um ano, R$ 400 mil, cada, somente em penduricalhos.
A folha de pagamentos, que o próprio TJ divulgou em obediência à Resolução 102 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) - norma que impõe transparência aos tribunais -, revela que em dezembro de 2010 o mais abastado dos desembargadores recebeu R$ 511.739,23.
Outro magistrado recebeu naquele mês depósitos em sua conta que somaram R$ 462 mil, além do salário. Um terceiro desembargador recebeu R$ 349 mil. No total, 72 desembargadores receberam mais de R$ 100 mil, sendo que 6 tiveram rendimentos superiores a R$ 200 mil.
Os supercontracheques da toga fluminense, ao contrário do que ocorre no Tribunal de Justiça de São Paulo, não são incomuns. Os dados mais recentes publicados pela corte do Rio, referentes a novembro de 2011, mostram que 107 dos 178 desembargadores receberam valores que superam com folga a casa dos R$ 50 mil. Desses, quatro ganharam mais de R$ 100 mil cada - um recebeu R$ 152.972,29.
Em setembro de 2011, 120 desembargadores receberam mais de R$ 40 mil e 23 foram contemplados com mais de R$ 50 mil. Um deles ganhou R$ 642.962,66; outro recebeu R$ 81.796,65. Há ainda dezenas de contracheques superiores a R$ 80 mil e casos em que os valores superam R$ 100 mil.
Em maio de 2010, a remuneração bruta de 112 desembargadores superou os R$ 100 mil. Nove receberam mais de R$ 150 mil.
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Por AE | Agência Estado]
A folha de pagamentos, que o próprio TJ divulgou em obediência à Resolução 102 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) - norma que impõe transparência aos tribunais -, revela que em dezembro de 2010 o mais abastado dos desembargadores recebeu R$ 511.739,23.
Outro magistrado recebeu naquele mês depósitos em sua conta que somaram R$ 462 mil, além do salário. Um terceiro desembargador recebeu R$ 349 mil. No total, 72 desembargadores receberam mais de R$ 100 mil, sendo que 6 tiveram rendimentos superiores a R$ 200 mil.
Os supercontracheques da toga fluminense, ao contrário do que ocorre no Tribunal de Justiça de São Paulo, não são incomuns. Os dados mais recentes publicados pela corte do Rio, referentes a novembro de 2011, mostram que 107 dos 178 desembargadores receberam valores que superam com folga a casa dos R$ 50 mil. Desses, quatro ganharam mais de R$ 100 mil cada - um recebeu R$ 152.972,29.
Em setembro de 2011, 120 desembargadores receberam mais de R$ 40 mil e 23 foram contemplados com mais de R$ 50 mil. Um deles ganhou R$ 642.962,66; outro recebeu R$ 81.796,65. Há ainda dezenas de contracheques superiores a R$ 80 mil e casos em que os valores superam R$ 100 mil.
Em maio de 2010, a remuneração bruta de 112 desembargadores superou os R$ 100 mil. Nove receberam mais de R$ 150 mil.
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segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
O problema com o "projeto nacional"
Projeto Nacional
23 de January de 2012
Autor: Mailson Ferreira da Nóbrega
"Voltou-se a falar em “projeto nacional”. O governo apontaria rumos para o país, fixaria metas e indicaria o que espera do setor privado. É surpreendente, mas a visão de que o estado deve liderar o desenvolvimento ainda permeia as discussões sobre a economia, particularmente em segmentos do empresariado e da esquerda.
A ideia é típica de regimes autoritários. Nasceu na ex-União Soviética com o Primeiro Plano Quinquenal, lançado em 1928 por Josef Stalin (1879-1953). A expansão posterior da economia soviética parecia provar que existia uma alternativa ao capitalismo. O planejamento central permitiria vencer o subdesenvolvimento. A ilusão se foi com o colapso soviético em 1991...
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23 de January de 2012
Autor: Mailson Ferreira da Nóbrega
"Voltou-se a falar em “projeto nacional”. O governo apontaria rumos para o país, fixaria metas e indicaria o que espera do setor privado. É surpreendente, mas a visão de que o estado deve liderar o desenvolvimento ainda permeia as discussões sobre a economia, particularmente em segmentos do empresariado e da esquerda.
A ideia é típica de regimes autoritários. Nasceu na ex-União Soviética com o Primeiro Plano Quinquenal, lançado em 1928 por Josef Stalin (1879-1953). A expansão posterior da economia soviética parecia provar que existia uma alternativa ao capitalismo. O planejamento central permitiria vencer o subdesenvolvimento. A ilusão se foi com o colapso soviético em 1991...
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Ranking dos melhores países para fazer negócios
Top 20 Countries For Business
By Bloomberg Rankings
Fifty nations were analyzed on six broad criteria including the cost of starting a business, the cost of labor and materials, and the cost of moving goods. The study also tallied how integrated each country was into the global economy, the "readiness" of its consumer base to participate in economic activity, and less tangible costs such as corruption and property rights protection. The winner? Hong Kong, whose strong rankings on all six criteria edged it ahead of the Netherlands (No. 2) and the U.S. (No. 3). One surprise in the results was the relatively poor showing for the giants of emerging markets, the so-called BRIC countries of Brazil, Russia, India, and China. China came in at No. 19, thanks to a strong showing in the cost of transport, but Russia, India, and Brazil were ranked 48th, 49th, and 50th, respectively, due to less-developed consumer markets and intangible costs.
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By Bloomberg Rankings
Fifty nations were analyzed on six broad criteria including the cost of starting a business, the cost of labor and materials, and the cost of moving goods. The study also tallied how integrated each country was into the global economy, the "readiness" of its consumer base to participate in economic activity, and less tangible costs such as corruption and property rights protection. The winner? Hong Kong, whose strong rankings on all six criteria edged it ahead of the Netherlands (No. 2) and the U.S. (No. 3). One surprise in the results was the relatively poor showing for the giants of emerging markets, the so-called BRIC countries of Brazil, Russia, India, and China. China came in at No. 19, thanks to a strong showing in the cost of transport, but Russia, India, and Brazil were ranked 48th, 49th, and 50th, respectively, due to less-developed consumer markets and intangible costs.
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Governo tem meta de 4 % de crescimento econômico para o Brasil
Missão de Dilma para 2012: crescimento de 4%
Por Brian Winter
BRASÍLIA, 23 Jan (Reuters) - A presidente Dilma Rousseff tem como principal missão neste ano um crescimento econômico de 4 por cento e está disposta a reduzir impostos, tomar medidas de estímulo e possivelmente sacrificar outras metas se preciso, disseram fontes do governo à Reuters.
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BRASÍLIA, 23 Jan (Reuters) - A presidente Dilma Rousseff tem como principal missão neste ano um crescimento econômico de 4 por cento e está disposta a reduzir impostos, tomar medidas de estímulo e possivelmente sacrificar outras metas se preciso, disseram fontes do governo à Reuters.
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quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
Argentina tem um governo maluco
Governo argentino decreta que é crime divulgar inflação real do país
Bom Dia Brasil
Na Argentina, a economia afunda. Nas ruas ou nas lojas, todo mundo vê a escalada dos preços. Mas não é isso que os índices oficiais mostram...
O governo da Argentina diz que o litro de leite custa $ 2,5. No mercado, não se compra por menos de $ 4. O quilo do pão do governo é $ 3,70, mas não se compra por menos $ 12. Ainda sim, o governo decretou que divulgar a inflação real é crime. Por isso, a oposição se encarrega do serviço e publica os números das consultoras privadas. Oficialmente, em 2011, a inflação foi menos de 10%. No particular, ficou em quase 23%.
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Bom Dia Brasil
Na Argentina, a economia afunda. Nas ruas ou nas lojas, todo mundo vê a escalada dos preços. Mas não é isso que os índices oficiais mostram...
O governo da Argentina diz que o litro de leite custa $ 2,5. No mercado, não se compra por menos de $ 4. O quilo do pão do governo é $ 3,70, mas não se compra por menos $ 12. Ainda sim, o governo decretou que divulgar a inflação real é crime. Por isso, a oposição se encarrega do serviço e publica os números das consultoras privadas. Oficialmente, em 2011, a inflação foi menos de 10%. No particular, ficou em quase 23%.
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The Brazilian Farce
The Brazilian Farce: Celebrating World's Most Miserable 6th Largest Economy
Written by Mauro Pereira
Having gone through the year-end celebrations we were left with the feeling that 2011, as a whole, will not be missed: it will be marked as one of the most mediocre political years, characterized by successive crises involving the three branches of government. I don't know which one most haunts my fears, what I know is they all exacerbate my deepest suspicion.
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Written by Mauro Pereira
Having gone through the year-end celebrations we were left with the feeling that 2011, as a whole, will not be missed: it will be marked as one of the most mediocre political years, characterized by successive crises involving the three branches of government. I don't know which one most haunts my fears, what I know is they all exacerbate my deepest suspicion.
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US$ 600 bi para o FMI
FMI busca levantar US$600 bi em novos recursos, dizem fontes
WASHINGTON, 18 Jan (Reuters) - O Fundo Monetário Internacional (FMI) estima que precisa levantar até 600 bilhões de dólares em novos recursos para emprestar a países que estejam em dificuldade por causa dos efeitos da crise de dívida da zona do euro, disseram fontes da organização nesta quarta-feira.
O FMI estima que precisará de 500 bilhões de euros desse dinheiro para emprestar aos países-membros e que os 100 bilhões restantes serão usados como "colchão de proteção", disseram , à Reuters fontes que estavam presentes na discussão do conselho do FMI nesta terça-feira.
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WASHINGTON, 18 Jan (Reuters) - O Fundo Monetário Internacional (FMI) estima que precisa levantar até 600 bilhões de dólares em novos recursos para emprestar a países que estejam em dificuldade por causa dos efeitos da crise de dívida da zona do euro, disseram fontes da organização nesta quarta-feira.
O FMI estima que precisará de 500 bilhões de euros desse dinheiro para emprestar aos países-membros e que os 100 bilhões restantes serão usados como "colchão de proteção", disseram , à Reuters fontes que estavam presentes na discussão do conselho do FMI nesta terça-feira.
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New Deal
Vídeo didatico sobre como a política macroeconômica intervencionista dos presdientes Hoover e Roosevelt prolongavam a Grande Depressão.
This mini-documentary from the Center for Freedom and Prosperity Foundation explains how the statist policies of Presidents Hoover and Roosevelt lengthened and deepened the Great Depression. The video also briefly explains how reductions in the burden of government spending helped the economy recover from a deep recession after World War I and to grow after World War II.
http://www.youtube.com/watch?v=xWAgt_YCNuw&feature=share
This mini-documentary from the Center for Freedom and Prosperity Foundation explains how the statist policies of Presidents Hoover and Roosevelt lengthened and deepened the Great Depression. The video also briefly explains how reductions in the burden of government spending helped the economy recover from a deep recession after World War I and to grow after World War II.
http://www.youtube.com/watch?v=xWAgt_YCNuw&feature=share
Poupança e acumulação de capital
"The essence of Keynesianism is its complete failure to conceive the role that saving and capital accumulation play in the improvement of economic conditions."
- Ludwig von Mises
- Ludwig von Mises
Governo dividido sobre política macroeconômica
GOVERNO DIVERGE SOBRE SUPERÁVIT E INVESTIMENTO
"DESAFIO FISCAL É AUXILIAR CRESCIMENTO"
Autor(es): Por Luciana Otoni e Ribamar Oliveira | De Brasília
Valor Econômico - 16/01/2012
O governo se divide quanto ao melhor caminho a seguir na economia em 2012. Um grupo, liderado pelo secretário-executivo da Fazenda, Nelson Barbosa, defende o aumento dos investimentos públicos para permitir crescimento maior do PIB; outro, apoiado pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, e pelo Banco Central, recomenda o cumprimento da meta integral do superávit primário do setor público, fixada em R$ 139,8 bilhões pela Lei de Diretrizes Orçamentárias.
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"DESAFIO FISCAL É AUXILIAR CRESCIMENTO"
Autor(es): Por Luciana Otoni e Ribamar Oliveira | De Brasília
Valor Econômico - 16/01/2012
O governo se divide quanto ao melhor caminho a seguir na economia em 2012. Um grupo, liderado pelo secretário-executivo da Fazenda, Nelson Barbosa, defende o aumento dos investimentos públicos para permitir crescimento maior do PIB; outro, apoiado pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, e pelo Banco Central, recomenda o cumprimento da meta integral do superávit primário do setor público, fixada em R$ 139,8 bilhões pela Lei de Diretrizes Orçamentárias.
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quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
Crescimento econômico sem milagres
Crescimento econômico sem milagres
Por Antony Mueller
Na estatística oficial do crescimento econômico não se faz distinção entre o crescimento econômico sustentável, que representa uma expansão da capacidade produtiva e um aumento da produção apenas devido à demanda, que produz somente um aumento transitório da produção. Um pacote de estímulo fiscal ou monetário, por exemplo, serve para aumentar a demanda, mas o seu efeito sobre a capacidade produtiva pode ser de fato negativo no longo prazo e levar a uma redução do crescimento genuíno. Mais demanda pode estimular o aumento da produção com os recursos presentes, mas o crescimento sustentável acontece no lado da oferta, no nível dos fatores de produção, que fornecem o fundamento da prosperidade durável.
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Por Antony Mueller
Na estatística oficial do crescimento econômico não se faz distinção entre o crescimento econômico sustentável, que representa uma expansão da capacidade produtiva e um aumento da produção apenas devido à demanda, que produz somente um aumento transitório da produção. Um pacote de estímulo fiscal ou monetário, por exemplo, serve para aumentar a demanda, mas o seu efeito sobre a capacidade produtiva pode ser de fato negativo no longo prazo e levar a uma redução do crescimento genuíno. Mais demanda pode estimular o aumento da produção com os recursos presentes, mas o crescimento sustentável acontece no lado da oferta, no nível dos fatores de produção, que fornecem o fundamento da prosperidade durável.
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terça-feira, 17 de janeiro de 2012
Jim Rogers expressa seu pessimismo sobre o Brasil do futuro
Jim Rogers : I am short Brazil , because it is not a very well-managed country
Jim Rogers : Brazil is wonderful and I am very bullish on commodities. These two are commodity countries, but Brazil is normally not a very well-managed country and their new government is making many mistakes and of course the market there was very high. All emerging markets ran up a lot in 2009 and 2010 and that is why I started shorting emerging markets, mainly on price because most of them just went up too much. - in ET Now
Click here to watch the Full Interview
Jim Rogers : Brazil is wonderful and I am very bullish on commodities. These two are commodity countries, but Brazil is normally not a very well-managed country and their new government is making many mistakes and of course the market there was very high. All emerging markets ran up a lot in 2009 and 2010 and that is why I started shorting emerging markets, mainly on price because most of them just went up too much. - in ET Now
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Crescimento econômico brasileiro
Para analistas, PIB de 2011 não chega a 3%
Autor(es): Francine De Lorenzo | De São Paulo
Valor Econômico - 17/01/2012
Um crescimento de 3% no Produto Interno Bruto (PIB) em 2011 está descartado pelos economistas consultados pelo Valor. Apesar da forte expansão no índice de atividade econômica do Banco Central (IBC-Br) entre outubro e novembro, indicador usado como prévia do PIB, as projeções para a economia brasileira no quarto trimestre não sofreram alterações, variando de estabilidade a crescimento de 0,5% na comparação com o trimestre anterior. Com isso, a expectativa é que o PIB do ano passado acumule alta entre 2,7% e 2,8%.
Após três meses consecutivos de retração, o IBC-Br avançou 1,15% em novembro sobre outubro. Para o economista Fabio Ramos, da Quest Investimentos, o pior momento para a economia brasileira já passou. "O piso da atividade provavelmente ficou em outubro, quando a variação trimestral do IBC-Br foi de -0,7% sobre o trimestre anterior", diz. No trimestre encerrado em novembro, o resultado negativo encolheu para 0,3% na mesma base de comparação. "Em dezembro, teremos um dado trimestral positivo", afirma.
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Autor(es): Francine De Lorenzo | De São Paulo
Valor Econômico - 17/01/2012
Um crescimento de 3% no Produto Interno Bruto (PIB) em 2011 está descartado pelos economistas consultados pelo Valor. Apesar da forte expansão no índice de atividade econômica do Banco Central (IBC-Br) entre outubro e novembro, indicador usado como prévia do PIB, as projeções para a economia brasileira no quarto trimestre não sofreram alterações, variando de estabilidade a crescimento de 0,5% na comparação com o trimestre anterior. Com isso, a expectativa é que o PIB do ano passado acumule alta entre 2,7% e 2,8%.
Após três meses consecutivos de retração, o IBC-Br avançou 1,15% em novembro sobre outubro. Para o economista Fabio Ramos, da Quest Investimentos, o pior momento para a economia brasileira já passou. "O piso da atividade provavelmente ficou em outubro, quando a variação trimestral do IBC-Br foi de -0,7% sobre o trimestre anterior", diz. No trimestre encerrado em novembro, o resultado negativo encolheu para 0,3% na mesma base de comparação. "Em dezembro, teremos um dado trimestral positivo", afirma.
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segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
Rating do Brasil
Brasil avança lentamente na classificação das agências de rating
O GLOBO ECONOMIA
RIO — Enquanto os países europeus mais endividados podem sofrer novos cortes em suas notas de classificação de risco, o Brasil segue escalando lentamente pelas tabelas das agências de rating. Segundo economistas, o pouco tempo de estabilidade macroeconômica, a insegurança jurídica de contratos e problemas sociais ainda impedem notas melhores para o país.
Pela agência Standard & Poor's (S&P), a mesma que rebaixou as notas dos países europeus na última sexta-feira, o Brasil tem um rating BBB. Essa nota é menor que a atribuída aos títulos do África do Sul (BBB+), Chile (A+) e China (AA-). É maior, por outro lado, que a nota da Índia (BBB-). E empata com México e Rússia, ambos com BBB.
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O GLOBO ECONOMIA
RIO — Enquanto os países europeus mais endividados podem sofrer novos cortes em suas notas de classificação de risco, o Brasil segue escalando lentamente pelas tabelas das agências de rating. Segundo economistas, o pouco tempo de estabilidade macroeconômica, a insegurança jurídica de contratos e problemas sociais ainda impedem notas melhores para o país.
Pela agência Standard & Poor's (S&P), a mesma que rebaixou as notas dos países europeus na última sexta-feira, o Brasil tem um rating BBB. Essa nota é menor que a atribuída aos títulos do África do Sul (BBB+), Chile (A+) e China (AA-). É maior, por outro lado, que a nota da Índia (BBB-). E empata com México e Rússia, ambos com BBB.
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Fixar a base monetária
With a fixed monetary stock, deflation will ensue when the economy expands either in absolute terms or on a per capita basis with productivity gains. In both cases business does do better on average while the wage earner automatically receives higher real wages because of the falling price level even if nominal wages remain constant. There is no need for trade unions and strikes in order to earn higher real wages. Good deflation of this kind presents no immediate risk to companies as long as the decrease of the price level is the result of productivity gains. For business, the real debt burden would rise because of deflation yet in as much as there is deflation, economic activity would also have expanded and likewise the debt capacity of the corporate sector would also have increased.
Antony Mueller
Antony Mueller
Depois a política monetária de metas de inflação
Nominal GDP targeting:
(1) it provides a simple and intuitive approach to monetary policy, (2) it focuses monetary policy on that over which it has meaningful influence, and (3) its simplicity makes it easier to implement than other popular alternatives. Let's consider each point in turn.
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NGDP targeting
Contra NGDP targeting
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Contra NGDP targeting
Keynes' teoria especial
TheMoneyIllusion
A slightly off-center perspective on monetary problems.
The Special Theory of Employment, Interest and Money
I recently reread John Cochrane’s now infamous 2009 attack on fiscal stimulus for about the 4th time, and it’s not getting any better. Oddly, he ends up arguing that we need more money and T-securities, which is precisely Brad DeLong’s argument. But he seems confused about the Keynesian model, arguing that the Keynesians favor more consumption, not more investment.I have some sympathy of Cochrane, as I also find Keynesianism very confusing. You often hear Keynesians warn about too much saving. Since it’s basically a closed economy model where S=I, that would seem to imply they fear too much investment. Yet they don’t really worry about too much saving, rather they worry about too little saving triggered by an attempt by the public to save more at any given interest rate, which sets in motion a series of events that lead to less saving. Or at least I think that’s what they assume (in accelerator models), but perhaps I’m just as wrong as Cochrane.In my view the basic problem with the Keynesian model is not that it’s “wrong” (how could something be completely wrong and yet accepted by so many brilliant people?) but rather that it’s right, when it’s right, for peculiar and unreliable reasons.
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A slightly off-center perspective on monetary problems.
The Special Theory of Employment, Interest and Money
I recently reread John Cochrane’s now infamous 2009 attack on fiscal stimulus for about the 4th time, and it’s not getting any better. Oddly, he ends up arguing that we need more money and T-securities, which is precisely Brad DeLong’s argument. But he seems confused about the Keynesian model, arguing that the Keynesians favor more consumption, not more investment.I have some sympathy of Cochrane, as I also find Keynesianism very confusing. You often hear Keynesians warn about too much saving. Since it’s basically a closed economy model where S=I, that would seem to imply they fear too much investment. Yet they don’t really worry about too much saving, rather they worry about too little saving triggered by an attempt by the public to save more at any given interest rate, which sets in motion a series of events that lead to less saving. Or at least I think that’s what they assume (in accelerator models), but perhaps I’m just as wrong as Cochrane.In my view the basic problem with the Keynesian model is not that it’s “wrong” (how could something be completely wrong and yet accepted by so many brilliant people?) but rather that it’s right, when it’s right, for peculiar and unreliable reasons.
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domingo, 15 de janeiro de 2012
Brasil - uma economia estrangulada
Ranking do Brasil no índice da liberdade econômica: No. 99
The state presence in many areas of the economy remains considerable, undercutting development of a more vibrant private sector. The efficiency and overall quality of government services continue to be inadequate, particularly because of poor public finance management. Public-sector wages and transfer payments account for a large portion of government spending and are significant sources of fiscal pressure. Compared to other emerging economies, the overall pace of Brazil’s regulatory reform has slowed.
http://www.heritage.org/index/country/Brazil
Comentário: A economia brasileira tem pouco do capitalismo e ainda menos do liberalismo; o que tem em abundância são estado e burocracia.
The state presence in many areas of the economy remains considerable, undercutting development of a more vibrant private sector. The efficiency and overall quality of government services continue to be inadequate, particularly because of poor public finance management. Public-sector wages and transfer payments account for a large portion of government spending and are significant sources of fiscal pressure. Compared to other emerging economies, the overall pace of Brazil’s regulatory reform has slowed.
http://www.heritage.org/index/country/Brazil
Comentário: A economia brasileira tem pouco do capitalismo e ainda menos do liberalismo; o que tem em abundância são estado e burocracia.
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