quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Política monetára e a crise atual

The perverse effects of easy money

The curious case of William White

Sep 5th 2012, 17:13 by M.C.K. | WASHINGTON
With a few noteworthy exceptions, mainstream academic economists failed to anticipate that the global financial crisis and ensuing collapse of output was even possible...
He (along with his colleague Claudio Borio), presented one of the earliest and most thoughtful warnings of the financial crisis back in 2003. Anyone with a brain ought to take him seriously, especially when he bucks the conventional wisdom. Thus, this correspondent was very excited to find (via Ed Harrison) that Mr White has just released a thoughtful new paper on the possible “unintended consequences” of actions taken by the big central banks since the crisis. One of its best features is its discussion of the recent literature, including two of the most interesting papers to have been written about the interaction between monetary policy and the financial system since 2007.
Mr White’s central thesis is that central banks affect the financial system much more directly than they affect the real economy or even nominal variables such as the rate of PCE inflation or the level of NGDP. As a result, there are times when stepping on the monetary gas pedal does not produce the desired results. During a balance sheet recession, the collapse in interest income hurts savers more than the decline in rates helps prospective borrowers...
Disappointingly, the establishment has not been receptive to this line of thinking. They should not be so quick to judge. Who knows who will be remembered as the modern-day Ptolemaists when the history books are written?
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Revolução do ensino universitário - MRUniversity

That’s Marginal Revolution University, MRU, or I suppose to some “Mister” University.
We think education should be better, cheaper, and easier to access. So we decided to take matters into our own hands and create a new online education platform toward those ends. We have decided to do more to communicate our personal vision of economics to you and to the broader world.
You can visit www.MRUniversity.com here. There you can sign up for information about our first course, Development Economics, which is described by Alex below.
Here are a few of the principles behind MR University:
1. The product is free (like this blog), and we offer more material in less time.
2. Most of our videos are short, so you can view and listen between tasks, rather than needing to schedule time for them. The average video is five minutes, twenty-eight seconds long. When needed, more videos are used to explain complex topics.
3. No talking heads and no long, boring lectures. We have tried to reconceptualize every aspect of the educational experience to be friendly to the on-line world.
4. It is low bandwidth and mobile-friendly. No ads.
5. We offer tests and quizzes.
6. We have plans to subtitle the videos in major languages. Our reach will be global, and in doing so we are building upon the global emphasis of our home institution, George Mason University.
7. We invite users to submit content.
8. It is a flexible learning module. It is not a “MOOC” per se, although it can be used to create a MOOC, namely a massive, open on-line course.
9. It is designed to grow rapidly and flexibly, absorbing new content in modular fashion — note the beehive structure to our logo. But we are starting with plenty of material.
10. We are pleased to announce that our first course will begin on October 1.
Please help spread the word via tweet, facebook and post and of course please join us at MRU.
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Entrevista com Friedrich Hayek

A vida e o pensamento de Friedrich Hayek
Documentário
O século 20 experimentou uma expansão do poder governamental sobre a vida das sociedades e indivíduos sem paralelo na história humana. Muito disso foi o resultado de duas guerras mundiais devastadoras e as ideologias totalitárias que desafiaram diretamente a liberdade individual e as instituições livres de uma sociedade aberta. Outras formas de expansão na provisão de bem estar social e a regulação da economia, enquanto mais benigna em seus objetivos, nunca se posicionaram como um auxílio a liberdade pessoal.
Poucos indivíduos fizeram mais para extender nosso entendimento dos processos econômicos de uma sociedade livre e nos alertar para os perigos inerentes no crescimento do poder político do que Hayek. Em meio século de produção acadêmica e palestras, ele mostrou porque o nacional socialismo foi a completa antítese do Capitalismo, porque o comunismo foi uma filosofia econômica e política em última análise fadada ao fracasso, e porque nós devemos estar alerta da intervenção governamental se nós queremos preservar a liberdade que torna a prosperidade, paz e convivência pacífica possível.
Friedrich A. Hayek ganhou o prêmio Nobel de economia e é reconhecido como muitos como o maior pensador do século 20 e até mesmo das últimas 5 décadas.

Transcrição, tradução e legendas de Lia Defendi.
Revisão de Juliano Torres.
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Entrevista com Roger Scuton

DESORDEIROS E MIMADOS

O filósofo inglês diz que os desordeiros de Londres são obra de uma juventude dependente e ressentida, criada pelo excesso de políticas estatais assistencialistas.

O filósofo inglês Roger Scruton, de 67 anos, é presença constante nos debates realizados no seu país quando é preciso ter na mesa um pensador independente e corajoso. Autor de 42 livros de ensaios, Scruton é uma pedra no sapato da ideologia politicamente correcta que predomina bovinamente na Europa. Multiculturalismo? Um desastre. A arte moderna? Detestável. E por aí vai o filósofo, que leccionou nas universidades de Oxford, em Inglaterra, e Boston, nos Estados Unidos, e atraiu para si o cognome de “defensor do indefensável”. Um dos fundadores do Conservative Action Group, que ajudou a eleger a primeira-ministra Margaret Tatcher, publicou recentemente um novo livro, As Vantagens do Pessimismo [já traduzido em Portugal pela Quetzal].
 

Entrevista com Daron Acemoglu

A estreita relação entre política e economia no desenvolvimento dos países. Jorge Pontual entrevista o economista Daron Acemoglu. O programa é exibido toda segunda-feira, às 23h30, na Globo News. 
Assista online
Os parâmetros que definem o desenvolvimento de um país provocam debates calorosos entre economistas e os que se preocupam com o futuro. Qualidade da educação, fundamentos macroeconômicos sólidos, nível de emprego, qualidade de vida e controle da inflação, para citar alguns, parecem lugar-comum e todos, em alguma medida, estão relacionados à capacidade de gerir os fluxos de ideias e capitais que perpassam fronteiras e estabelecem a inserção na economia mundial.
Esses pontos, sozinhos, não conseguem abarcar a complexidade de se estabelecer dinâmica que rompa o ciclo do subdesenvolvimento. Alguns defendem o caminho da industrialização capitalista, como aconteceu no Brasil em boa parte do século XX, outros, o perfil primário da economia – exportando commodities e investindo na agricultura – e desenvolvendo apenas algumas indústrias e centros tecnológicos de ponta. Uma aposta no curto-prazo. E se o desenvolvimento não for composto apenas de variáveis econômicas? E se for algo além e dependa das forças mantenedoras das instituições que determinam a alocação dos recursos?
Segundo o economista Daron Acemoglu, “os países são atrasados porque atrasá-los é do interesse de algumas pessoas que detém o poder político nestes países.” Para entendermos as desigualdades entre as nações, Acemoglu sugere observação atenta à estreita relação entre política e economia. Classifica as instituições em dois tipos: as extrativas e as inclusivas. Em linhas gerais, as primeiras criam distorções em favor de uma elite, enquanto as últimas dão espaço para a utilização de talentos pessoais de forma criativa. Nesse sentido, o problema não é a presença do governo, mas como ela ocorre.
De que maneira se pode atingir o equilíbrio entre direitos e oportunidades que promova o desenvolvimento do país? Como a inclusão social pode afetar o crescimento econômico do Brasil? Essas são algumas das questões abordadas no próximo Milênio. Não perca a entrevista que Jorge Pontual fez com o economista Daron Acemoglu. Segunda-feira, 23h30, na Globo News.

Adolfo Sachsida sobre a economia brasileira

35º Podcast Mises Brasil - Adolfo Sachsida
"... Sachsida trabalha, principalmente, com o uso de modelos econométricos para a resolução de questões econômicas, e, ao contrário do que a informação possa sugerir, é estudioso e entusiasta da Ecola Austríaca.
Nesta entrevista, Adolfo, que é apontado como um dos pesquisadores brasileiros mais produtivos na área, com artigos publicados em revistas acadêmicas nacionais e estrangeiras, aponta alguns dos maiores erros do governo federal. "O governo tem insistido demais em políticas de demanda. O governo não só está gastando muito dinheiro como está escolhendo os setores que vão receber benefícios em detrimento do resto da sociedade. As políticas que o governo tem adotado hoje são muitos semelhantes às políticas que o governo militar adotou no final década de 1970 e que resultaram no desastre da década de 1980. A equipe atual do governo Dilma parece ser a mesma equipe do governo Geisel, está cometendo os mesmos erros e deve ser responsabilizada por isso".
E a política-econômica brasileira pode ser definida como keynesiana? Segundo Adolfo, a equipe econômica é tão ruim que ainda nem chegou a Keynes. "A teoria que embasa essa equipe econômica foi desenvolvida e escondida a sete chaves dentro do departamento de economia da Unicamp. É uma teoria que parece que só eles sabem qual é".
O economista também explicou como o governo tem manipulado o índice de preços. "O governo tem usado política tributária para esconder da população que a inflação tem aumentado. O governo tem estudos que mostram quais são os itens que mais impactam no índice de preços e vai naquele subsetor e reduz a carga tributária. Ou seja, o preço do produto subiu, mas como a carga tributária daquele subsetor diminuiu, o preço para o consumidor continua igual. Isso, no fundo, é como varrer a sujeira para debaixo do tapete. Você não está vendo a sujeira, mas a sujeira está lá assim como os seus efeitos maléficos. O país vai pagar caro por essa política equivocada".
Sobre a bolha imobiliária brasileira, acerca da qual o economista já vem alertando há alguns anos em palestras e no seu blog, afirmou que as políticas do governo estão criando um problema similar ao subprime do mercado imobiliário americano. "O mecanismo usado atualmente pelo governo é errado porque quanto mais crédito você conceder à população para comprar casa maior será a demanda de casa com uma oferta fixa. Ou seja, a política atual aumenta o preço da casa. O governo tem que reduzir a carga tributária e privatizar as terras públicas".
Bastante crítico sobre a atuação do Poder Executivo federal na economia e, especialmente, sobre o aparelhamento ideológico de órgãos como o IPEA, onde trabalha, o economista revelou como é para um liberal trabalhar no governo. "O bom para a população são liberais como eu no governo. O problema do Brasil é que nós temos keynesianos, petistas e marxistas demais no governo. Essas pessoas querem o estado maior e quando estão no governo têm a chance de torná-lo ainda maior".
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Mais podcasts Mises Brasil

Competitividade global - Brasil

Brasil está na posição 48 do Índice da competitividade internacional segundo o World Economic Forum
veja
Os Top 10 estão
Country/Economy Rank/144 (1–7) sample rank
Switzerland 1 5.72 1 1
Singapore 2 5.67 2 2
Finland 3 5.55 3 4
Sweden 4 5.53 4 3
Netherlands 5 5.50 5 7
Germany 6 5.48 6 6
United States 7 5.47 7 5
United Kingdom 8 5.45 8 10
Hong Kong SAR 9 5.41 9 11
Japan 10 5.40 10 9
Info em Português
Relatório completo

Modelo keynesiano - crítica da curva IS

WORKING PAPER SERIES
NO 1236 / AUGUST 2010
IS THE NEW KEYNESIAN IS CURVESTRUCTURAL? 
by Livio Stracca
Abstract
There is already a small literature emphasising the empirical failure of the New
Keynesian IS curve, but it is not yet known if this failure re‡ects empirical problems
associated with small samples or is rather a structural weakness of the underlying
model. To address this question, in this paper I estimate the New Keynesian IS
curve for output and consumption and several possible extensions on panel data
from 22 OECD countries over 40 years of data. I also evaluate whether the key
parameters of the IS curve change according to countries’ economic and …nancial
structure. The main …nding is that output and consumption are mainly forward
looking, and this is a very robust feature of the data. At the same time, I …nd
little evidence in favour of the traditional speci…cation where the real interest rate
enters with a negative sign due to intertemporal substitution; on the contrary, it is
typically either insigni…cant or wrongly signed. Overall, I conclude that the New
Keynesian IS curve, at least in its most common formulations, is not structural and
is overwhelmingly rejected by the data.
Keywords: IS curve, New Keynesian model, panel data, Instrumental variables.
JEL: E21, E44, E52.

Apple copiou Braun?


terça-feira, 4 de setembro de 2012

Ciências Econômicas da UFS estrela no GE

O curso de Ciências Econômicas da Universidade Federal de Sergipe - São Cristóvão foi estrelado na avaliação de cursos superiores realizada pelo Guia do Estudante (GE) e constará da publicação GE Profissões Vestibular 2013, que passa a circular nas bancas a partir do dia 25 de outubro de 2012.

Ao clicar no link abaixo, o(a) senhor(a) visualizará o selo de qualidade referente à avaliação, para que a instituição possa utilizá-lo em seu material de comunicação e divulgação. 

http://gevestibular.abril.com.br/ge/selos_ge2012.asp?CursoGraduacaoID=238808&opid=161460 

Guia do Estudante – Editora Abril

Dívida nacional americana passou 16 trilhões de dólares

Veja o relógio da dívida americana em ação
US debt clock

Bancos e o ciclo de negócios

BOOM AND BUST BANKING
The Causes and Cures of the Great Recession

Edited by David Beckworth

Congress created the Federal Reserve System in 1913 to tame the business cycle once and for all. Optimists believed central banking would moderate booms, soften busts, and place the economy on a steady trajectory of economic growth. A century later, in the wake of the worst recession in fifty years, Editor David Beckworth and his line-up of noted economists chronicle the critical role the Federal Reserve played in creating a vast speculative bubble in housing during the 2000s and plunging the world economy into a Great Recession.

As commentators weigh the culpability of Wall Street’s banks against Washington’s regulators, the authors return our attention to the unique position of the Federal Reserve in recent economic history. Expansionary monetary policy formed the basis of the soaring housing prices, excessive leverage, and mispricing of risk that characterized the Great Boom and the conditions for recession.

Yet as Boom and Bust Banking also explains, the Great Recession was not a inevitable result of the Great Boom. Contrary to the conventional wisdom, the Federal Reserve in fact tightened rather than loosened the money supply in the early days of the recession. Addressing a lack of critical studies of recent Federal Reserve policy, Boom and Bust Banking reveals the Federal Reserve’s hand in the economy’s deterioration from slowdown to global recession.

At the close of the most destructive economic episode in a half-century, Boom and Bust Banking reconsiders the justifications for central banking and reflects on possibilities for reform. With the future ripe for new thinking, this volume is essential for policy makers and concerned citizens who wish to learn from recent history.

PDF Read the Introduction by David Beckworth (PDF, 13pp.)

Detailed Summary

Simposio em Rio sobre o futuro de bancos centrais

The Future of Central Banking: Inflation Targeting versus Financial Stability

The Challenge
The global financial crisis 2008-2009 led to a profound rethinking of the pre-crisis monetary policy consensus. Since the great moderation until the year 2007, there was a remarkable convergence of monetary theory and monetary policy at central banks all over the world. This consensus can be summarized as „flexible inflation targeting“.
Most monetary economists agreed until the crisis that focusing on price stability and the stabilizing the output gap is a sufficient and appropriate mandate for conducting monetary policy. In particular, the consensus claimed that this mandate automatically leads to financial stability and that this framework appropriately deals with cross-border capital flows serving as transmission channel. The global financial crisis showed that this consensus is now seen as increasingly inadequate and insufficient.
Therefore, monetary economists and central banks increasingly broaden their view on financial stability as a major concern for the conduct of monetary policy. It is the main task for the monetary authority to maintain financial stability. Central banks all over the world launched the publication of a financial stability report and develop indicators reflecting the state of the financial system.
How much rethinking of monetary principles is needed after the crisis? How much of the pre-crisis consensus can be kept as monetary principles? In particular, the following questions need to be addressed:

Análise da política monetária brasileira

Brazil and the Battle for Hearts and Minds on the Inflation Front

The following article deals with the topic “The Future of Central Banking: Inflation Targeting vs. Financial Stability,” which will be discussed at the Global Economic Symposium in Rio this October. The author intends to enrich the discussion at the symposium with his personal stories and ideas.
Even after nearly two decades since the inception of Plano Real and the end of the nightmare of hyperinflation combined with successive currency devaluations and redenominations, Brazil is still a country obsessed with price indexes. Rarely a day goes by without the release of a fresh inflation gauge: IPC-FIPE, IPCA, INPC, IGP-M, IGP-DI, IGP-10 . . . . The myriad of acronyms can be mind-boggling to foreign observers, but any good Brazilian economist can accurately explain the differences in terms of weights, levels of income and time frames covered.
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Aprenda pensar como os ricos

21 Ways Rich People Think Differently
 
1. Average people think MONEY is the root of all evil. Rich people believe POVERTY is the root of all evil.
2. Average people think selfishness is a vice. Rich people think selfishness is a virtue.
3. Average people have a lottery mentality. Rich people have an action mentality.
4. Average people think the road to riches is paved with formal education. Rich people believe in acquiring specific knowledge.
5. Average people long for the good old days. Rich people dream of the future.
6. Average people see money through the eyes of emotion. Rich people think about money logically.
7. Average people earn money doing things they don't love. Rich people follow their passion.
8. Average people set low expectations so they're never disappointed. Rich people are up for the challenge.
9. Average people believe you have to DO something to get rich. Rich people believe you have to BE something to get rich.
10. Average people believe you need money to make money. Rich people use other people's money.
11. Average people believe the markets are driven by logic and strategy. Rich people know they're driven by emotion and greed.
12. Average people live beyond their means. Rich people live below theirs.
13. Average people teach their children how to survive. Rich people teach their kids to get rich.
14. Average people let money stress them out. Rich people find peace of mind in wealth.
15. Average people would rather be entertained than educated. Rich people would rather be educated than entertained.
16. Average people think rich people are snobs. Rich people just want to surround themselves with like-minded people.
17. Average people focus on saving. Rich people focus on earning.
18. Average people play it safe with money. Rich people know when to take risks.
19. Average people love to be comfortable. Rich people find comfort in uncertainty.
20. Average people never make the connection between money and health. Rich people know money can save your life.
21. Average people believe they must choose between a great family and being rich. Rich people know you can have it all.
From Steve Siebold, author of "How Rich People Think."

A situação da educação no Brasil

Prova Brasil - novos resultados, velhas mazelas
Regionalmente, há dois Brasis na rede pública: 215 pontos no Sul maravilha e 171 no Nordeste. Isso significa que os alunos do 5.º ano no Nordeste, em média, se equivalem aos de 2.º ano no Sudeste, Sul ou Centro-Oeste. Destaque para Santa Catarina e Mato Grosso do Sul, onde as redes estaduais e municipais tiveram mais de 10 pontos de ganho nas séries iniciais.
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O euro - cada vez mais global

Relatório do Banco Central Europeu sobre o papel internacional do euro
Veja

Para Macro III - crescimento econômico

Aprenda o modelo de crescimento econômico com estes applets
Veja

O relógio da dívida

World debt comparison

The global debt clock

Our interactive overview of government debt across the planet

The clock is ticking. Every second, it seems, someone in the world takes on more debt. The idea of a debt clock for an individual nation is familiar to anyone who has been to Times Square in New York, where the American public shortfall is revealed. Our clock (updated September 2012) shows the global figure for almost all government debts in dollar terms.
Does it matter? After all, world governments owe the money to their own citizens, not to the Martians. But the rising total is important for two reasons. First, when debt rises faster than economic output (as it has been doing in recent years), higher government debt implies more state interference in the economy and higher taxes in the future. Second, debt must be rolled over at regular intervals. This creates a recurring popularity test for individual governments, rather as reality TV show contestants face a public phone vote every week. Fail that vote, as various euro-zone governments have done, and the country (and its neighbours) can be plunged into crisis.
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Produção do novo golf

A nova plataforma vai reduzir os custos de produção poer 20%
Volkswagen AG forecasts that the new platform will lower production costs 20 percent as it assembles cars faster with fewer components.

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

O que é "free banking"

Vídeo palestra de George Selgin sobre "free banking"
Assista

UFS No. 39 no ranking das universidades no Brasil

O ranking geral de universidades

O RUF (Ranking Universitário Folha) é uma listagem inédita das universidades?

brasileiras, de acordo com a sua qualidade. Para chegar ao ranking, a Folha criou uma metodologia própria (tendo como referências avaliações internacionais consolidadas), que mescla indicadores de pesquisa e de inovação e a opinião do mercado de trabalho e de pesquisadores renomados.

Os indicadores que compõem a fórmula do RUF:
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Posição dos bancos brasileiros

Valor Econômico. 
Juro em queda traz cruzada por eficiência nos bancos

© 2000 – 2012. Todos os direitos reservados ao Valor Econômico S.A. . Verifique nossos Termos de Uso em http://www.valor.com.br/termos-de-uso. Este material não pode ser publicado, reescrito, redistribuído ou transmitido por broadcast sem autorização do Valor Econômico. 

Leia mais em:
http://www.valor.com.br/financas/2814240/juro-em-queda-traz-cruzada-por-eficiencia-nos-bancos#ixzz25QqxOnjS 

Reconhecidos como dos mais rentáveis do mundo, os bancos brasileiros estão longe de ser os mais eficientes. A queda na taxa básica de juros traz uma nova realidade, onde ganhos menores podem fazer aflorar os pontos fracos das instituições financeiras. Os bancos brasileiros sabem disso e enviam uma mensagem clara para acionistas e funcionários: é preciso gerar cada vez mais receita com o menor gasto possível. Itaú Unibanco, Bradesco, Banco do Brasil, Santander e Caixa Econômica Federal executam programas de melhoria da eficiência.

http://www.valor.com.br/financas/2814240/juro-em-queda-traz-cruzada-por-eficiencia-nos-bancos#ixzz25QphaA51

Relógio para matemáticos


Chegamos à 194 (ainda tem espaço para o dobro e mais)

Brasil tem quase 194 milhões de habitantes, aponta IBGE

Dados foram divulgados nesta sexta-feira, no 'Diário Oficial da União'; São Paulo,o Estado mais populoso, conta com quase 42 millhões de moradores

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domingo, 2 de setembro de 2012

Quantos quadrados tem aqui?


Crise do euro - o que fazer?

Steven Horwitz explica:
"... Before the advent of Keynesianism, most recessions were very short lived as producers were left free to shuffle the jigsaw pieces into better combinations. It is the very lack of trust in markets, and the misguided trust in the political process, that Keynesianism produced that now leads us to think stimulus spending is necessary and effective. Hayek and the Austrians give us good reasons to think otherwise...."
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Uma solução ecolôgica e econômica para o rio Sergipe?

New York's new environmental 'hero' _ the oyster


Grizzle holds up a glistening mollusk. He is standing waist-deep in the murky estuary littered with old tires, bottles, shopping carts and rank debris. A gun was once found.
Marine scientists like him, planners and government officials say millions of mollusks planted in waters off New York and other cities could go a long way toward cleaning up America's polluted urban environment. The oyster and other shellfish can slurp up toxins and eliminate decades of dirt.

Limitar o estado para salvar a economia

"Unless the state is effectively constrained, fiscal irresponsibility will destroy the long run viability of the political and economic order." -Peter Boettke

FHC sobre governo de Lula e depois

É pesada como chumbo a herança desse estilo bombástico de governar que esconde males morais e prejuízos materiais sensíveis para o futuro da nação.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/pais/heranca-pesada-5978637#ixzz25LtMtzUl
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Greve

Professor da UFRJ diz que greve nas universidades federais é “burra, injusta e covarde”

Leia mais: http://extra.globo.com/noticias/educacao/vida-de-calouro/professor-da-ufrj-diz-que-greve-nas-universidades-federais-burra-injusta-covarde-5829600.html#ixzz25LnnXyHR

A grande estagnação que nunca apareceu

Quotation of the Day…

by Don Boudreaux on September 1, 2012
… is from pages 275-276 of John H. Williams’s May 1948 American Economic Review essay “An Appraisal of Keynesian Economics“ (ellipses original to Williams’s essay; Williams’s quotation of Keynes is from page 31 of Keynes’s The General Theory):
It was not a coincidence, or a misinterpretation of Keynes, that the first great development of the theory by his disciples was the stagnation thesis, that the war was regarded as a superlative demonstration of what could be accomplished to sustain employment by a really adequate volume of effective demand, and that the weight of expectation of Keynesian economists was that we would relapse after the war into mass unemployment unless vigorous antideflation measures were pursued. There is no better short statement of the stagnation thesis than that given by Keynes: “The richer the community, the wider will tend to be the gap between its actual and its potential production; and therefore the more obvious and outrageous the defects of the economic system…. Not only is the marginal propensity to consume weaker in a wealthy community, but, owing to its accumulation of capital being already larger, the opportunities for further investment are less attractive.”

sábado, 1 de setembro de 2012

Free banking - entrevista com George Selgin

Punto de Vista Economico

"There is only one difference between a bad economist and a good one: the bad economist confines himself to the visible effect; the good economist takes into account both the effect that can be seen and those effects that must be foreseen." Frederic Bastiat

What is free banking? – Interview with George Selgin

Lucas Rentschler entrevistó a George Selgin, especialista en teoría e historia bancaria, acerca de la siguiente pregunta: ¿Qué es el free banking?
La entrevista dura unos 30 minutos y repasa lo más esencial de esta teoría. Selgin aclara que este modelo no es hipotético, sino que está basado en numerosos estudios históricos que muestran cómo un sistema de banca libre y privada sería competitivo y sería ajeno a las crisis bancarias y financieras que hoy sufrimos en distintas partes del mundo.
El caso más interesante para analizar es el de Escocia que perduró entre mediados del siglo XVIII y mediados del siglo XIX, pero también podemos encontrar otros casos exitosos.
Gracias al esfuerzo de José Antonio de Aguirre, el Cato Institute y Editorial Aosta, disponemos hoy de uno de sus libros traducidos al español bajo el título: “La Libertad de Emisión de Dinero Bancario. Crítica del monopolio del Banco Emisor Central“.
Acceda a la entrevista completa.
Acceda a la página web personal de George Selgin.
Acceda a su blog sobre free banking.
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USSA - United Socialist States of America


Presidenta forte - economia fraca


Brasil cresce menos até do que os Estados Unidos

O Brasil fechou seu terceiro trimestre consecutivo na lanterna do crescimento entre os Brics, o grupo formado pelo País e pela Rússia, China, Índia e África do Sul (este último foi incluído no grupo político, embora não fizesse parte na concepção original do economista britânico Jim O'Neill).

Com crescimento de 0,5% no segundo trimestre, ante o mesmo período de 2011, o Brasil ficou atrás da África do Sul (3,2%), da Rússia (4%), da Índia (5,5%) e da China (7,6%). No último trimestre de 2001 e no primeiro de 2012, o Brasil também foi o Bric que menos cresceu.

O fraco desempenho do Brasil no primeiro semestre, quando cresceu apenas 0,6%, deve confirmar o recuo do País para a sétima posição no ranking das maiores economias, como já está previsto pelas projeções do Fundo Monetário Internacional (FMI) para este ano. Apesar da recessão britânica, o Reino Unido deve recuperar a sexta posição perdida para o Brasil no fim do ano passado.
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