quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Esqueça a greve - estude a teoria monetária online

All recordings

485 recordings.
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Empirical Macro and Finance
Sep 9 2012 - 11:51:15 AM
1 hour and 13 minutes
Atif Mian
Finance 2012

Banking, Liquidity and Bank Runs
Sep 9 2012 - 10:29:22 AM
1 hour and 9 minutes
Nobuhiro Kiyotaki
Finance 2012

The Fiscal Theory of Money
Sep 9 2012 - 8:57:32 AM
1 hour and 16 minutes
Chris Sims
Finance 2012

A Welfare Criterion for Models with Distorted Beliefs
Sep 8 2012 - 3:36:50 PM
1 hour and 10 minutes
Wei Xiong
Finance 2012

Bubbles and Imbalance
Sep 8 2012 - 2:13:31 PM
1 hour and 7 minutes
Markus Brunnermeier
Finance 2012

Productivity Losses from Financial Frictions
Sep 8 2012 - 11:51:13 AM
1 hour and 24 minutes
Ben Moll
Finance 2012

The I Theory of Money
Sep 8 2012 - 10:12:30 AM
1 hour and 14 minutes
Markus Brunnermeier
Finance 2012

Demand for Liquid Assets
Sep 8 2012 - 9:07:26 AM
1 hour and 1 minute
Markus Brunnermeier
Finance 2012

Default Live and OnDemand 7 Sep 12 4:57 PM
Sep 7 2012 - 4:57:47 PM
17 minutes

Default Live and OnDemand 7 Sep 12 4:06 PM
Sep 7 2012 - 4:06:11 PM
10 minutes
M

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Esqueça a greve – os melhores cursos estão online

Assista aos melhores cursos universitários do mundo, em português!

Acreditamos que o conhecimento deve ser distribuído gratuitamente a qualquer pessoa que se disponha a aprender!
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O "lado grego" da economia brasileira

Fabio Giambiagi

Depois da euforia (V): a demografia


 Hoje iremos abordar o desafio demográfico. As regras de aposentadoria no Brasil são o nosso "lado grego".
O que se disse da Grécia nos últimos 2 ou 3 anos? "Eles não aproveitaram a bonança de anos anteriores para fazer o dever de casa", "continuaram se aposentando muito cedo", "o resto do mundo se cansou de sustentar os gregos" e toda sorte de comentários de teor similar....

O leitor ouviu falar da "crise da Áustria"? Não, porque não houve crise. Menos ainda de "crise da Alemanha", cuja economia teve um desempenho estupendo depois de 2008/2009. Pois bem, quem olha para os dados da tabela pode ter uma pequena pista de por que Portugal entrou em crise e a Alemanha não: em Portugal, as pessoas podem antecipar a aposentadoria já com 55 anos, enquanto que na Alemanha isso só pode ocorrer aos 63.
Ocorre que a tabela mostra também a idade em que, na média, as pessoas se aposentam por tempo de contribuição no Brasil pelo INSS: aos 54 anos os homens e aos 52 as mulheres. Vamos ser francos: dado algum dos que foram tão citados na crise grega nunca foram novidade. 
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Como funciona a UE?


O que está por trás da "crise do euro"?

Giscard: We are the victims of a smear campaign that has its origins in the American banking system. We are in the middle of a communication battle that is fueling speculation.
Former German Chancellor Helmut Schmidt and former French President Valéry Giscard d'Estaing are two of the leading architects of the European Union. In a SPIEGEL interview, the veteran statesmen discuss the causes of the euro crisis and the lack of vision among today's European politicians.

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Backgrounder:
Antony Mueller: What's behind the euro crises and how will it end?

Educação no Brasil

Educação - tudo legal e tudo muito ruim

11 de setembro de 2012 | 3h 06
Alexandre Barros
O título é de Anísio Teixeira, na década de 1950. E continua na mesma.
A paixão da educação brasileira é a burocracia. Tudo é legalmente correto, mas os resultados são pífios. Os currículos são fixados e fiscalizados pelo Ministério da Educação (MEC) e terminam em exames que medem todos os alunos com a mesma régua. Não importam as suas preferências intelectuais e pretensões profissionais. Bem-sucedido é quem tira as melhores notas em todas as matérias, só que a vida e os progressos não são medidos assim.
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Sistema tributário brasileiro

Para ‘Financial Times, sistema tributário brasileiro é ‘cômico’

6 de setembro de 2012 | 
Sílvio Guedes Crespo
O sistema tributário brasileiro “cada vez mais se parece com as populares telenovelas do País”, por ser “enrolado”, “cômico” e “incrivelmente difícil de seguir”, opina a jornalista Samantha Pearson, do Financial Times.
“Depois de meses de frequentes reduções e aumentos de impostos, o ato final do protecionismo brasileiro pareceu vir na terça à noite, quando do anúncio de maiores tarifas de importações em não menos do que cem produtos”, disse a jornalista no blog BeyondBrics, sobre países emergentes.
Ela afirma que a medida “certamente caiu bem” para as siderúrgicas do País, uma vez que as ações da Usiminas subiram 18% e as da CSN, 8%.
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terça-feira, 11 de setembro de 2012

Portugal no caminho certo

Pedro Passos Coelho, primeiro-ministro de Portugal: "As medidas de austeridade que estamos adotando não são a origem do problema. São parte da solução"
 “Nosso objetivo é tirar o Estado da economia, acabar com o Estado patrão, dono de empresas. Pretendemos atrair capital novo e deixar atuar a livre iniciativa”
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O papel de petróleo para Sergipe

Petróleo e desenvolvimento local em Sergipe

Ricardo Lacerda

O papel da exploração de petróleo no desenvolvimento econômico de Sergipe é bem conhecido. Além do próprio valor gerado na atividade extrativa, a produção petrolífera foi responsável pela formação de um importante pólo de fertilizantes no Estado, a partir do fornecimento de gás natural, essencial para a produção de nitrogênio e do potássio e, consequentemente, fomentou a atração de empresas misturadoras. 

Lei de Goodhart

Lei de Goodhart:
"Uma vez que um indicador social ou econômico adquire status de meta de política econômica, este perde o conteúdo informativo que outrora o qualificara para servir como meta."

A economia não precisa do governo

Thomas Sowell explica:
"... From all this, and much else that is said in the media and on the campaign trail, you might think that the economy requires government intervention to revive and create jobs. It is Beltway dogma that the government has to "do something."
History tells a different story. For the first 150 years of this country's existence, the federal government felt no great need to "do something" when the economy turned down. Over that long span of time, the economic downturns were neither as deep nor as long lasting as they have been since the federal government decided that it had to "do something" in the wake of the stock market crash of 1929, which set a new precedent.
One of the last of the "do nothing" presidents was Warren G. Harding. In 1921, under President Harding, unemployment hit 11.7 percent – higher than it has been under President Obama. Harding did nothing to get the economy stimulated.
Far from spending more money to try to "jump start" the economy, President Harding actually reduced government spending, as the tax revenues declined during the economic downturn.
This was not a matter of absent-mindedly neglecting the economy. President Harding deliberately rejected the urging of his own Secretary of Commerce, Herbert Hoover, to intervene.
The 11.7 percent unemployment rate in 1921 fell to 6.7 percent in 1922, and then to 2.4 percent in 1923. It is hard to think of any government intervention in the economy that produced such a sharp and swift reduction in unemployment as was produced by just staying out of the way and letting the economy rebound on its own...
A great myth has grown up that President Franklin D. Roosevelt saved the American economy with his interventions during the Great Depression of the 1930s. But a 2004 economic study concluded that government interventions had prolonged the Great Depression by several years. Obama is repeating policies that failed under FDR..."
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Veja também: As raízes do intervencionismo

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Greve continua

Sindicato decide manter greve nas universidades federais

O Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes) anunciou neste domingo (9), via comunicado, que a greve nas universidades federais do país se mantém. De acordo com a nota, 30 associações sindicais apresentaram os resultados decididos em assembleias: 17 votaram pela manutenção da paralisação e 13 pela sua suspensão.

Uma nova rodada de assembleias gerais deve ocorrer entre os dias 11 e 13 de setembro, quando o sindicato promete a divulgação de uma nova decisão. O Andes é a entidade de maior representatividade na categoria, presente em 51 das 59 universidades federais.

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Ensino de matemática no Brasil



0,1% dos estudantes brasileiros de 15 anos conseguiram acertar todas as questões.
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Sistema monetário em debate

Sistema bancária de reservas fracionárias - o debate de décadas
Revisão da literatura

Quanto se gasta com carro?

Com custos ocultos, carro de R$ 70 mil gera despesa de R$ 3.800 por mês

Estudo realizado por consultor contabiliza gastos com compra, juros, seguro, manutenção, impostos, combustível, depreciação e custo de oportunidade

Por Fabiana Pimentel 
A A A
SÃO PAULO - O preço dos carros no Brasil é um assunto que sempre gera discussão. Mas não é só o preço do veículo pago à concessionária que pode assustar muita gente. O consultor automotivo pessoal Leandro Mattera calculou o custo total de um veículo, considerando, além do preço do carro, gastos com juros, seguro, manutenção, impostos, combustível, depreciação e custo de oportunidade, entre outros.
Como base para montar a planilha de gastos, ele utilizou como exemplo um Honda Civic 0 km e chegou à conclusão que as despesas podem chegar a R$ 3.844 por mês. Mesmo para o veículo obtido sem financiamento, o gasto mensal é apenas 8% menor que o do carro financiado, de R$ 3.538,52. Os cálculos podem ser usados como referência para a compra de qualquer veículo, levando em consideração as especificidades de cada modelo, gerando impactos diferentes no resultado.

Fraqueza da economia brasileira


Expansão esperada caiu de 1,64% para 1,62% na passagem semanal; índices de inflação voltam a subir nas projeções dos analistas de mercado

Por Carolina Gasparini 
A A A

SÃO PAULO - O mercado reduziu pela 6ª semana consecutiva sua projeção de crescimento para o PIB (Produto Interno Bruto) de 2012, segundo relatório Focus do Banco Central, que compila a opinião de mais de 100 analistas do setor financeiro do país, divulgado nesta segunda-feira (10). A expectativa é que a economia brasileira apresente expansão de 1,62%, frente à estimativa de alta de 1,64% apurada na semana anterior. O cenário vislumbrado para a produção industrial continua em deterioração. Segundo o Focus, a atividade do segmento tende a fechar o ano em retração de 1,89%, contra a queda de 1,78% projetada na semana anterior. Os analistas de mercado também prevêem um cenário pior para os preços da economia. A inflação medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) deve encerrar 2012 em alta de 5,24%. Na semana passada, a expectativa era de um índice a 5,20%. Essa já é a nona semana que o IPCA apresenta aumento. Por fim, a perspectiva para a taxa Selic permaneceu em 7,25% ao ano, mas para 2013 já é esperada uma taxa de 8,25% ao ano, contra a projeção anterior de 8,50% ao ano.
Backgrounder:

domingo, 9 de setembro de 2012

O paradoxo do prognóstico

We live in a world full of contradiction and paradox, a fact of which
perhaps the most fundamental illustration is this: that the existence
of a problem of knowledge depends on the future being different
from the past, while the possibility of the solution of the problem
depends on the future being like the past.
—Frank Knight, Risk, Uncertainty and Profit, p. 313.

3 ou 4?


Bancos centrais

Aumento de poder dos bancos centrais suscita críticas

Debate sobre limites de atuação dos BCs no mundo deve tomar conta da reunião do BIS na Basileia, Suíça, que começa hoje

O BIS, banco central dos bancos centrais, já deixou claro que vê com preocupação o poder - e principalmente a responsabilidade - que os bancos centrais ganharam nos últimos quatro anos. Em seu relatório em meados do ano, o BIS admitiu que os BCs agiram de forma decisiva para evitar o que seria uma "grande depressão". Mas alerta que aqueles que "esperavam por soluções fáceis continuarão decepcionados, pois elas não existem".
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Sindicalismo universitário

O paralelogramo universitário

Na universidade da greve, qualquer arranjo em que o topo seja menor que a base e admita distinções é visto como 'aristocrático'

 O Estado de S.Paulo

"... De qualquer forma, a progressiva desconstrução da identidade intelectual dos professores universitários em prol de uma identidade de "trabalhadores do setor público" foi, por assim dizer, uma conquista da direção da política sindical para o setor, definida nas últimas décadas. Trata-se de uma ressignificação do papel desse corpo profissional, cada vez mais refratário em fazer de seus marcadores específicos parte de uma estratégia de valorização corporativa. Ao contrário, a cultura sindical, por ranço que associa trabalho intelectual a parasitismo e a privilégio, valoriza uma cultura obreirista de chão de fábrica e de "unidade de todos os trabalhadores" contra os malefícios do capital. Não deixa de ser perturbadora a constatação de que o sindicalismo dos professores universitários federais seja ligado a uma central sindical controlada por partidos que, além de fartamente minoritários no cenário eleitoral e por qualquer critério de representatividade mais rigoroso, são possuídos pela crença de que a universidade é um aparelho de reprodução do capital e de bestificação das massas. É duro associar a sofisticação exigida, e por muitas vezes atingida, pela universidade em suas práticas usuais - ensino, pesquisa e extensão - com os enunciados toscos e sectários das "análises de conjuntura" que informam decisões, digamos, da categoria...
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Expansão do setor público

Orçamento prevê 61 mil novos servidores em 2013

Projetos encaminhados pelos três poderes ao Orçamento de 2013, incluindo uma pequena parte de cargos que já foram criados mas ainda não preenchidos, preveem a contratação no ano que vem de 61.682 novos servidores públicos federais, o que dever gerar um impacto na folha de pessoal da União de R$ 5,1 bilhões. Na esteira das negociações feitas pelo governo que resultaram em aumentos salariais para o servidor federal, meia centena de projetos foi encaminhada ao Congresso por Executivo, Legislativo e Judiciário prevendo mais despesas com a criação no total de 63.075 cargos.

Mercado de trabalho mais exigente

Até 2020, mercado de trabalho vai precisar de 40 milhões de profissionais altamente qualificados

Por Larissa Alberti | Redação wPos – 09/08/2012 18:41:00


Uma pesquisa feita pelo McKinsey Global Institute aponta que, até 2020, o mercado global vai precisar de pelo menos 45 milhões de pessoas com grau de instrução médio e de 38 a 40 milhões de pessoas com alto grau de instrução. No entanto, a mesma pesquisa afirma que, daqui oito anos, entre 90 e 95 milhões de pessoas serão inúteis para o mercado de trabalho, o equivalente a 2,6% de toda a mão de obra mundial.
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sábado, 8 de setembro de 2012

Baixa produtividade - problema fundamental da economia brasileira

Brazil’s productivity failure: hurting
Another Monday, another gloomy outlook from the Brazilian central bank’s weekly survey of market economists. GDP growth this year is seen at just 1.64 per cent, down from 1.73 per cent predicted last week and 1.85 per cent four weeks ago (and 4 per cent targeted by the government).
That is a fast adjustment. But hardly surprising. As the puff goes out of commodity prices and domestic consumption, the seriousness of Brazil’s failure to improve productivity is becoming increasingly apparent.
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O capitalismo como um sistema de cooperação global

OrdemLivre lança versão de “Eu, o Lápis” em vídeo

Nessa semana, um vídeo de animação contendo uma nova versão para a fábula “Eu, o Lápis“, de Leonard Read, foi lançado pelos parceiros da Atlas Economic Research Foundation no mundo inteiro.
Os vídeos são narrados por Milton Friedman e aparecem legendados em 11 línguas diferentes.
A versão em português, preparada pela equipe do OrdemLivre, pode ser assistida abaixo.
Veja vídeo "Eu, o Lápis"

Modelo de crescimento econômico brasileiro esgotado

Para economista, Brasil de Dilma está fadado a crescimento medíocre

PATRÍCIA CAMPOS MELLO
DE SÃO PAULO
O Brasil está fadado a ter crescimento medíocre no governo Dilma Rousseff, porque o modelo econômico dos últimos anos está esgotado. Esse é o argumento do economista Samuel Pessôa, pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia da FGV, no artigo "O Contrato Social da Redemocratização e seus Limites", publicado na revista "Interesse Nacional".
Pacto social tornou possível a alta dos impostos, diz economista
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Hoje é um bom dia para organizar as suas coisas

Uma boa organização das coisas segue de só um princípio: Cada coisa no seu lugar. Veja e 
aprenda como

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Brasil - crescimento econômico parou

The Brazilian Ego Falters Along With Country’s Economy

Just a few months ago, Brazil's government dreamed of a 4 percent economic expansion for 2012. With second-quarter statistics in -- GDP grew just 0.4 percent over the first quarter -- theCentral Bank now says expectations are that the year will close on a figure of 1.64 percent.
That would be a comedown even from last year's disappointing 2.7 percent and a staggering drop from 2010's impressive 7.5 percent.
This is despite recent tax breaks for industry, interest-rate cuts to the lowest level ever (7.5 percent), and an ambitious investment plan for the country's faltering roads and railways.
The news deflated hopes that Brazil had pulled out of the doldrums. Beyond that, it was a blow to the nation's collective ego. Ordinary Brazilians are unusually obsessed with their economy, until recently a source of great pride. The euphoria felt in December when Brazil overtook the UK to become the world’s sixth-largest economy turned to disappointment when the Economist Intelligence Unit wrote that the countries had again swapped positions.

Independência

"Continuamos a ser a colônia, um país não de cidadãos, mas de súditos, passivamente submetidos às 'autoridades' - a grande diferença, no fundo, é que antigamente a 'autoridade' era Lisboa. Hoje é Brasília."
Roberto Campos

Sim, chora Argentina

Sí, lloro por ti Argentina

Por Mario Vargas Llosa
Argentina, un país que era democrático cuando tres cuartas partes de Europa no lo eran, un país que era uno de los más prósperos de la Tierra cuando América Latina era un continente de hambrientos, de atrasados.
El primer país del mundo que acabó con el analfabetismo no fué Estados Unidos, no fué Francia, fué la Argentina con un sistema educativo que era un ejemplo para todo el mundo. Ese país que era un país de vanguardia.
¿Cómo puede ser que séa el país empobrecido, caótico, subdesarrollado que es hoy? ¿Qué pasó? ¿Alguien lo invadió? ¿Estuvieron enfrascados en alguna guerra terrilble?.
No, los argentinos se hicieron eso ellos mismos. Los argentinos eligieron a lo largo de medio siglo las peores opciones..Eso es. El peronismo es elegir el error, es el partido de los resentidos más aberrantes, llenos de odio, de rencores viscerales, fascistas, enfermos de rabia inexplicable hacia todo lo bueno que sea diferente a su manera radical y fanática de ver las cosas, son por lo general incultos, ignorantes, mediocres de mediocres!. El peronismo es perseverar en el error a pesar de manera masoquista, enfermiza, en las catástrofes que se le han ido sucediendo en la historia moderna del país.

¿Cómo se entiende eso? Un país con gentes cultas, absolutamente privilegiado, una minoría de habitantes en un enorme territorio que concentra todos los recursos naturales. ¿Por qué no son el primer país de la Tierra? ¿Por qué no tienen el mismo nivel de vida que Suecia, que Suiza?.

Porque los argentinos no han querido. Han querido en cambio ser pobres.Seguir a "caudillos" de pacotilla, "salvadores" de porquería, locos, desquiciados por su mismo odio a todo lo que sea diferente a su locura. Han querido vivir bajo dictaduras, han querido vivir dentro del mercantilismo mas espantoso...

Dia da Independência


quinta-feira, 6 de setembro de 2012

A realidade do sonho americano

O Soho Americano é uma animação de 30 minutos , que mostra como você foi enganado pelos elementos mais básicos do nosso sitema de governo. Todos nós, americanos, nos esforçamos para o sonho americano, e esse filme mostra por que seu sonho está ficando cada vez mais distante. Você sabe como o dinheiro é criado? Ou como funciona os bancos? A inflação? Você sabe o que a Resaerva Federal é e como ela afeta você todos os dias? O Sonho Americano tem um olhar divertido, mas mostra como os problemas de hoje não são nenhuma novidade, e por que os nosso líderes ao longo da história, nos alertou e lutou contra o sistema financeiro que temos na América de hoje. Você será desafiado a investigar algumas das instituições mais arragiadas e poderosas desse país, e espero encorajá-los a colocar nossa nação de volta aos trilhos.
Assista

Gastos dos ricos

Mega-Rich Spend More on Vacations, Less on Bling

The spending of the super-rich is no longer just about stuff and status. It's more about memories and moments. And lots of home renovations.
A new study from Spectrem Group, the Lake Forest, Ill.-based research group, shows that people with a net worth of $25 million spend far more on vacations and home renovations than they do on clothing, cars and jewelry.
The survey showed that nearly half of the respondents spent more than $25,000 a year on vacations or leisure travel. More than a third spent more than $25,000 on home improvements. Vacations and home improvement were among the top categories for the spending of the ultra-wealthy.

O poder da economia informal

Robert Neuwirth spent four years among the chaotic stalls of street markets, talking to pushcart hawkers and gray marketers, to study the remarkable "System D," the world's unlicensed economic network. Responsible for some 1.8 billion jobs, it's an economy of underappreciated power and scope.
Veja
Para tradução veja:
http://www.ted.com/translate.

Antony Mueller: As raízes do intervencionismo

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As raízes do estado intervencionista moderno

Desde o fim do padrão-ouro, que foi abandonado com o início da Primeira Guerra Mundial, a posição intervencionista teve a mão superior na política econômica. A tese que a economia e a sociedade precisem de correção tem sido a crença …
Leia mais...

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

A inovação não cresce no Brasil

Danilo Ucha lamenta 
"... Apesar dos esforços que o governo federal vem fazendo para incentivar a inovação no País, a economia brasileira não apresenta sinais de inovação mais consistentes. Os dados revelam índices muito preocupantes, afirma Paulo Afonso Pereira, ex-presidente do INPI e especialista em propriedade intelectual. Mesmo com leve crescimento no comparativo com 2010, o INPI revela que em 2011 foram feitos apenas 31,7 mil pedidos de depósitos de patentes, sendo que no mesmo ano apenas 3,8 mil (pouco mais que 10%) foram concedidos pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial. “Preocupa mais ainda o fato de não dispormos de dados sobre o aproveitamento pelas empresas ou instituições das poucas patentes anualmente concedidas. E uma coisa é certa: inovação que não gera recursos é apenas papel”, diz Paulo Afonso. O esforço do governo brasileiro terá de ser ainda muito maior e concentrado, se quiser atingir seu objetivo de promover a inovação. Entre outras medidas, é importante manter uma relação direta entre pesquisadores, cientistas, acadêmicos e empresas, em especial a indústria de transformação, se quisermos avançar em inovação...."

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UFPE termina greve

Paralisação »Professores decidem pelo fim da maior greve da história da UFPE 
Atividades serão retomadas no próximo dia 17.

Publicação: 05/09/2012 17:12Atualização: 05/09/2012 17:40
Em assembleia realizada nesta tarde, os docentes da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) aprovaram o fim da maior greve que a instituição já viveu. Após 112 dias de paralisação, 241 professores votaram pelo fim da greve, 134 foram contrários a decisão e ainda foram registradas oito abstenções. Ao todo, 362 profissionais participam da reunião.

A categoria ainda está reunida, foi deliberado que as atividades serão retomadas no próximos dia 17. A decisão foi tomada com 199 votos a favor e 20 abstenções.

Mais informações em instantes

Salvando Wall Street

Banks and Sociopaths

bailout
Oceans of taxpayer money and patience have been devoted to propping up the banking system. Why? So that when we go to retrieve our money from an ATM our money will actually come out. At least that’s what then-Treasury Secretary Hank Paulson told us when the big banks were on the verge of hitting the fan in 2008 and 2009.
The implication was that if the banks failed — “poof” — our money would go with them. Nobody wanted to lose their cash, not at the same time many people’s 401(k)s were being turned into 201(k)s.
The government wasn’t going to let that happen. In the heat of the crisis the federal government committed $23.7 trillion — yes, with a “t” — to make sure bank depositors could sleep at night and bank executives had a place to work during the day.
That big, scary, impossible-to-comprehend number was calculated by Kevin Puvalowski, who worked directly for Neil Barofsky, the special inspector general for TARP (SIGTARP) and author of an illuminating new book about his experience, Bailout: An Inside Account of How Washington Abandoned Main Street While Rescuing Wall Street.
Barofsky writes that the alphabet soup of programs actually maxed out funding at only $4.7 trillion. But again, that number, $4.7 trillion, is $4,700 billion, or $4,700,000 million, or $4,700,000,000,000.
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