Este título do Público (“Economia portuguesa recuou 4% no primeiro trimestre”) é um bom exemplo da falta de rigor com que os temas económicos são tratados na comunicação social portuguesa. Pior: frequentemente a falta de rigor está ao serviço do sensacionalismo ou da transmissão de uma mensagem política com orientação bem definida.
Lendo a notícia, percebe-se que o recuo de 4% não se deu no primeiro trimestre de 2013, mas sim no período de um ano que vai desde o primeiro trimestre de 2012 ao primeiro trimestre de 2013.
Comparando com o trimestre anterior – ou seja, no primeiro trimestre de 2013 propriamente dito, a queda é de 0,4% o que traduz em termos anualizados uma queda de cerca de 1,6%, menos de metade dos 4% anunciados no título.
Fonte
domingo, 9 de junho de 2013
Ordoliberalismo
O segredo da Alemanha? São os ordoliberais
Nascido em Freiburg na década de 1930, o ordoliberalismo continua a influenciar o pensamento econômico dos governantes alemães
Poucas
vezes um movimento intelectual teve um nome menos sexy: ordoliberalismo. Talvez
por isso ele tenha atraído tão pouca atenção ao longo de 70 anos. Mas em 2011,
em meio à crise da zona do euro, finalmente abriu-se a brecha para que ele
saísse de sua imerecida obscuridade. Para aqueles que desejam entender a
conduta do governo alemão nos últimos meses é obrigatório tomar contato com as
ideias e a história dos ordoliberais.
O que provocou a Grande Depressão?
De acordo com Friedman-Schwartz, foi o colapso da oferta monetária - devido à negligência do Fed - que transformou o que seria uma "recessão corriqueira" em uma Grande Depressão. Essa visão da dupla Friedman-Schwartz passou a dominar a macroeconomia tradicional após o colapso do consenso keynesiano na década de 1970. Com efeito, hoje ela representa a explicação convencional para a Grande Depressão, e é a ela que Ben Bernanke - assim como praticamente todos os presidentes dos bancos centrais mundiais - recorre como resposta à atual crise financeira.
Assim, durante décadas, Rothbard e um punhado de economistas misesianos estavam virtualmente sozinhos quando argumentavam que foram as políticas intervencionistas de Hoover, principalmente o impacto delas no mercado de trabalho industrial, as principais responsáveis por transformar o que deveria ter sido uma recessão curta e profunda em uma catástrofe econômica de proporções épicas que hoje conhecemos como a "Grande Depressão".
Eis que surge agora um artigo publicado pelo National Bureau of Economic Research (NBER), escrito por um proeminente economista com impecáveis credenciais acadêmicas - e aceito para publicação pelo influente Journal of Economic Theory -, que desafia a visão da dupla Friedman-Schwartz e dá ampla evidência à posição de Rothbard sobre a gênese da Grande Depressão. Para escrever seu artigo Who - or What - Started the Great Depression (Quem - Ou o Quê - Iniciou a Grande Depressão), o economista Lee E. Ohanian, da UCLA, passou quatro anos examinando e analisando minuciosamente dados salariais e coletando informações de fontes relacionadas a Hoover e ao seu governo.[1]
Com o intuito de quantificar a magnitude dos efeitos do programa trabalhista de Hoover sobre o mercado de trabalho industrial, Ohanian utilizou esses dados e fontes para construir e calcular um modelo de equilíbrio geral da economia sob Hoover. Utilizando esse mesmo modelo, ele comparou dois resultados: um obtido com o programa de Hoover e ou outro, sem.
Ohanian sustenta que a política hooveriana de estimular salários e encorajar a partilha das mesmas funções entre os funcionários de uma mesma empresa "foi especificamente o evento mais importante na precipitação da Grande Depressão" e resultou em "uma significativa distorção do mercado de trabalho".
Dessa forma, "a recessão foi três vezes pior - no mínimo - do que teria sido caso contrário, por causa de Hoover".
A principal razão é que, em setembro de 1931, os salários nominais eram 92% de seu valor de dois anos antes. Mas como havia ocorrido uma significativa deflação de preços durante esses dois anos, os salários reais na verdade aumentaram 10% durante esse mesmo período, ao passo que o Produto Interno Bruto (PIB) havia caído 27%. Em contraste, durante os anos 1920-1921, um período em que também houve uma severa deflação, "alguns salários da indústria haviam caído 30%. O PIB, por sua vez, havia caído apenas 4%".
A tabela a seguir mostra os salários monetários (nominais) e os reais, por hora de trabalho, tomando-se como base 100 o ano de 1929:
Como observa Ohanian, "A Depressão representou a primeira vez na história dos EUA que os salários não caíram durante um período de significativa deflação". Ohanian estima que o severo desequilíbrio no mercado de trabalho causado pelas políticas de Hoover explica 18% desse declínio de 27% ocorrido no PIB dos EUA até o quarto trimestre de 1931. Apenas para esclarecer a linguagem matemática: Ohanian está dizendo que apenas as políticas salariais de Hoover derrubaram o PIB em 18% no período 1929-1931.
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A economia brasileira no círculo vicioso
Governo tenta - e consegue - iniciar círculo vicioso na economia
Intervencionismo petista deu resultados rapidamente: PIB frustrante, inflação alta, indústria estagnada, deterioração fiscal e perda de credibilidade no mercado externo. E o governo segue culpando a crise internacional
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sábado, 8 de junho de 2013
Dilma nas nuvens
Projeto estratégico de Dilma não está claro, diz economist
ELEONORA DE LUCENA
DE SÃO PAULO
DE SÃO PAULO
A avaliação é de Pedro Cezar Dutra Fonseca, 58, professor de economia brasileira da UFRGS e doutor pela USP. Estudioso das experiências desenvolvimentistas no mundo e no Brasil, ele diz que não é correto olhar apenas para o PIB na hora de considerar se uma gestão é desenvolvimentista.
Para ele, apesar do baixo crescimento, Dilma está mais próxima do que Lula do conceito de desenvolvimentismo --que abarca intervenção estatal, industrialização e um projeto nacional.
Nesta entrevista, concedida por telefone desde Porto Alegre, ele analisa os desafios da economia brasileira e comenta os diferentes governos sob o prisma do desenvolvimentismo
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O ciclo de Kondratiev
Kondratiev - a irresistível força gravitacional dos ciclos longos
Há quatro anos acredita-se que os juros deveriam subir, mas, desafiando os especialistas, os juros caem ano após ano. A pergunta é: temos realmente uma bolha de títulos de renda fixa, ou há algum outro fator estrutural que explique tal comportamento paradoxal dos juros? O que isto significa para o mercado de ações nos Estados Unidos e no Brasil?
Nicolai Kondratiev[2] foi um economista russo do princípio do século XX, que se propôs a estudar falhas da economia capitalista. Em livros e estudos, chegou à conclusão de que esta percorre ciclos econômicos longos e razoavelmente regulares. Os principais seguidores atuais da tese dos ciclos de Kondratiev — ou K-wave — acreditam que o ciclo varia de 55 a 80 anos. As variáveis explicadas pelos ciclos longos são principalmente taxas de juros, preços de ações[3], e inflação.
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por Helio Beltrão,
Uma sucessão de bolhas? A bolha da tecnologia, que inflou de 1995 ao estouro em 2000, foi sucedida pela bolha imobiliária, que estourou em 2007-2008. No momento, boa parte dos especialistas defende que há uma bolha dos títulos dos governos ao redor do mundo. De fato, os juros nunca estiveram tão baixos. O Tesouro do governo dos Estados Unidos está pagando apenas 2,09% ao ano para o prazo de dez anos[1], e créditos exóticos, como os Tesouros de Ruanda e Mongólia, aproveitaram o momento para captar dinheiro fácil. Há quatro anos acredita-se que os juros deveriam subir, mas, desafiando os especialistas, os juros caem ano após ano. A pergunta é: temos realmente uma bolha de títulos de renda fixa, ou há algum outro fator estrutural que explique tal comportamento paradoxal dos juros? O que isto significa para o mercado de ações nos Estados Unidos e no Brasil?
Nicolai Kondratiev[2] foi um economista russo do princípio do século XX, que se propôs a estudar falhas da economia capitalista. Em livros e estudos, chegou à conclusão de que esta percorre ciclos econômicos longos e razoavelmente regulares. Os principais seguidores atuais da tese dos ciclos de Kondratiev — ou K-wave — acreditam que o ciclo varia de 55 a 80 anos. As variáveis explicadas pelos ciclos longos são principalmente taxas de juros, preços de ações[3], e inflação.
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sexta-feira, 7 de junho de 2013
Economia da paquera bayesina
Pegação Bayesiana, por Pedro Santana no MIT
Pedro Santana concluiu o mestrado no LARA, depois seguiu para doutorado no MIT junto com o grupo MERS do CSAIL. Nesse vídeo, Pedro mostra como usar decisão bayesiana para convidar uma menina para sair. Eu pedi para gravar isso depois de ele ter auxiliado um colega que estava em dúvida se convidava uma menina para sair no valentine's day. E funcionou! Quem disse que teoria e prática estão dissociados é porque não conhece suficiente de teoria.
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Pedro Santana concluiu o mestrado no LARA, depois seguiu para doutorado no MIT junto com o grupo MERS do CSAIL. Nesse vídeo, Pedro mostra como usar decisão bayesiana para convidar uma menina para sair. Eu pedi para gravar isso depois de ele ter auxiliado um colega que estava em dúvida se convidava uma menina para sair no valentine's day. E funcionou! Quem disse que teoria e prática estão dissociados é porque não conhece suficiente de teoria.
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Sobreviver no Brasil
O salário mínimo do trabalhador brasileiro deveria ter sido de R$ 2.873,56 em maio para que ele suprisse suas necessidades básicas e da família, segundo estudo divulgado nesta sexta-feira, 7, pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). A constatação foi feita por meio dos números da Pesquisa Nacional da Cesta Básica do mês passado, realizada pela instituição em 18 capitais do País.
Globo transmissão sob crítica
"Economist" critica a Globo pela transmissão de Brasil e Inglaterra
Mauricio Stycer
Do UOL, em Porto Alegre
Do UOL, em Porto Alegre
Irônico, o texto publicado no blog de esportes da revista começa com a seguinte observação. "O Maracanã reconstruído, apesar dos temores, não desabou. Ainda assim, a partida entre Brasil e Inglaterra no último dia 2, um ensaio para a Copa do Mundo no ano que vem, não correu sem alguns problemas".
O texto observa que espectadores britânicos, vendo o jogo pela ITV, inundaram o Twitter de reclamações, mas a emissora alegou que não tinha culpa. O perfil oficial da ITV disse que a responsabilidade pela transmissão era da Globo.
Assim como muitos espectadores brasileiros também notaram, a transmissão da Globo no primeiro tempo estava com "delay", fazendo com que o som da narração chegasse segundos depois da imagem. Também houve protestos quanto à qualidade da imagem. E, especialmente, sobre a publicidade móvel.
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O GULAG soviético
Na entrevista Anne Applebaum fala do livro GULAG -
Assista a entrevista com a autora - em português
https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=TtxDlCOA09Q
"Quanto mais formos capazes de entender como as diferentes sociedades transformaram seu próximo e seu semelhante em objetos quanto mais conhecermos as circunstâncias específicas que orientaram cada episódio de tortura e execução em massa, mais entenderemos o lado sombrio de nossa natureza humana. Este livro não foi escrito para que "a história não se repita", como diz um velho clichê. Este livro foi escrito porque é quase certo que a história se repetirá. As filosofias totalitaristas tiveram, e continuarão a ter, um grande apelo sobre milhões de pessoas. A destruição do "inimigo impessoal", como Hannah Arendt disse certa vez, continua sendo um objetivo fundamental de muitas ditaduras. Precisamos saber por quê - e todas as histórias, todas as memórias, todos os documentos da história do Gulag são uma parte do quebra-cabeça, uma parte da explicação. Sem eles, vamos acordar um dia e perceber que não sabemos quem somos."
Uma História dos Campos de Prisioneiros Soviéticos, ganhador do Prêmio Pulitzer 2004 Não-Ficção. Leia: http://www.libertarianismo.org/livros...
Assista a entrevista com a autora - em português
https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=TtxDlCOA09Q
"Quanto mais formos capazes de entender como as diferentes sociedades transformaram seu próximo e seu semelhante em objetos quanto mais conhecermos as circunstâncias específicas que orientaram cada episódio de tortura e execução em massa, mais entenderemos o lado sombrio de nossa natureza humana. Este livro não foi escrito para que "a história não se repita", como diz um velho clichê. Este livro foi escrito porque é quase certo que a história se repetirá. As filosofias totalitaristas tiveram, e continuarão a ter, um grande apelo sobre milhões de pessoas. A destruição do "inimigo impessoal", como Hannah Arendt disse certa vez, continua sendo um objetivo fundamental de muitas ditaduras. Precisamos saber por quê - e todas as histórias, todas as memórias, todos os documentos da história do Gulag são uma parte do quebra-cabeça, uma parte da explicação. Sem eles, vamos acordar um dia e perceber que não sabemos quem somos."
Uma História dos Campos de Prisioneiros Soviéticos, ganhador do Prêmio Pulitzer 2004 Não-Ficção. Leia: http://www.libertarianismo.org/livros...
Belluzo sobre a Escola Austríaca
Luiz Gonzaga Belluzzo, economista e colunista de CartaCapital, responde ao espectador Alexandre Ferreira acerca de seus questionamentos sobre a Escola austríaca de economia e um pouco de seu grande pensador, Friedrich Hayek.
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Por onde vai o dinheiro?
TRES se antecipam ao STF e pagam benefício que pode ser derrubado
- Somente um analista judiciário recebeu R$ 505 mil em parcela única. Planejamento estima que passivo trabalhista passe de R$ 21 bilhões
- RIO - Às vésperas de o Supremo Tribunal Federal (STF) decidir se os servidores públicos que exerceram cargo comissionado ou função gratificada entre 1998 e 2001 têm direito ao “quinto”, benefício extinto há mais de uma década mas que está no centro de uma batalha judicial que se arrasta há anos, os Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) de todo o país, por iniciativa própria, abriram os cofres para quitar o passivo trabalhista contestado pela União no STF. Só o TRE do Rio gastou R$ 25 milhões com 111 servidores e pagou R$ 398 mil, em parcela única, a um técnico judiciário no contracheque de dezembro. Já o TRE-SP gastou R$ 5 milhões com 81 servidores, tendo pago R$ 300 mil a um deles. Mas o tribunal que desembolsou o maior valor a um só servidor foi o do Acre, que depositou R$ 505 mil a título de “vantagens eventuais” para um analista judiciário.
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/pais/tres-se-antecipam-ao-stf-pagam-beneficio-que-pode-ser-derrubado-8615712#ixzz2VY6uMI6T
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S&P rebaixa dívida brasileira para "negativa"
Brasília, 7 jun (EFE).- A agência de qualificação de risco Standard & Poor's (S&P) rebaixou a qualificação dos títulos da dívida brasileira de "estável" para "negativa" e alertou que o crescimento do país pode ser menor nos próximos dois anos se as reformas ainda pendentes não forem aceleradas.
Em comunicado divulgado na noite desta quinta-feira, a S&P disse que o ritmo de crescimento da economia brasileira, que foi fraco já nos últimos anos, se manterá em 2013, para quando previu uma expansão de 2,5%.
No ano passado, a economia brasileira pisou com força no freio e cresceu apenas 0,9%, após 2,7% em 2011.
Segundo a agência de classificação de riscos, "se o crescimento econômico continuar lento, os fundamentos fiscais e externos ficarem mais débeis, junto com uma certa perda de credibilidade da política econômica, isto poderia reduzir a capacidade do Brasil de administrar um choque externo".Leia mais
Brasil precisa monitorar risco
FMI propõe que País crie comitê para monitorar riscos
Estadão Conteúdo –
rnacional (FMI) divulgou, na quinta-feira, 6, nota técnica avaliando o setor financeiro brasileiro e o conjunto de medidas adotadas em 2010 para garantir a estabilidade do sistema. O documento foi concluído em janeiro e traz sete recomendações. Uma das sugestões é para que o País crie um comitê para monitorar o risco sistêmico e coordenar a reação a crises. O comitê seria formado por representantes do setor financeiro.
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quinta-feira, 6 de junho de 2013
Seleção rebaixada
Brasil cai para 22º no ranking da Fifa, pior posição da história
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S&P rebaixa perspectiva do Brasil para negativa
S&P revisa perspectiva da economia brasileira para negativa
- Agência de classificação de risco cita baixo crescimento e expansionismo fiscal
- Chance de nota do Brasil ser rebaixada é de 'uma em três'
Atualizado:
RIO e BRASÍLIA – Uma combinação de fraco crescimento da economia, pressão inflacionária, política fiscal expansionista e perda de credibilidade na política econômica brasileira levaram nesta quinta-feira a agência de classificação de risco Standard & Poor's (S&P) a colocar a nota dos títulos da dívida brasileira em perspectiva negativa, o primeiro passo para cortá-la. É a primeira vez que isso acontece desde 2002, quando a expectativa de vitória de Lula nas eleições provocou forte turbulência no mercado financeiro e o dólar chegou próximo dos R$ 4. O Brasil tem atualmente classificação de risco (o chamado rating) de “BBB” pela S&P, o chamado “grau de investimento”, referência usada pelo mercado para avaliar se o país é seguro para investir.
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/economia/sp-revisa-perspectiva-da-economia-brasileira-para-negativa-8614995#ixzz2VUXEmnbA
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Dilma na (própria) lama
Brazil’s disappointing economy
Stuck in the mud
Feeble growth has forced a change of course. But the government’s room for manoeuvre is more limited than it was
FAILING to meet low expectations is becoming a habit for Brazil’s economy. Figures published on May 29th showed that in the first quarter of this year it grew by just 0.6% (2.4% annualised), well short of the recovery analysts had expected. For the first time in years the country is running a trade deficit. Its primary fiscal surplus (ie, before interest payments) is shrinking and government debt is growing. Other emerging economies are also cutting growth forecasts, as China slows and the euro zone slumps. But Brazil’s woes started earlier than most and seem to be home-grown. Inflation close to 6.5% despite low growth suggests domestic rigidities are the main problem, rather than weak foreign demand.
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PIB e inflação no Brasil - o que cresce?
Brazil’s mediocre economy
A fall from grace
How to squander an inheritance—and how easily it could be restored
ALMOST exactly 20 years ago, in May 1993, Fernando Henrique Cardoso was named as Brazil’s 13th finance minister in as many years, a seemingly hopeless job in a country trapped in hyperinflation, debt and an anachronistic economic statism. Mr Cardoso’s Real Plan swiftly tamed inflation and took him to the presidency. There he laid the foundations for a new Brazil, of stability and liberal economic reform. This success was reinforced by his successor, Luiz Inácio Lula da Silva, a left-wing former union leader, whose government saw 30m Brazilians get out of poverty.
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Liberalismo e neoliberalismo - onde fica o Brasil?
Neoliberalismo - O Brasil é neoliberal ?
- Em algum momento na história do Brasil existiu Liberalismo econômico ou neoliberalismo ? - Sobre o neoliberalismo. - Se não é liberal o que o Brasil é ? - Sistemas econômicos. - A sociedade ocidental e as diversas formas de relações sociais e econômicas que existiram no Ocidente. - Capitalismo - o que é isso ? - Acumulação de capital. - Comentário sobre "a mão invisível".
Em algum momento na história do Brasil existiu Liberalismo econômico ou neoliberalismo ?
A esquerda marxista gosta de apregoar que o Brasil é “neoliberal” ...
Isso é apenas mais um dos chavões do marxismo tal como “burguês”, “capitalista”, “imperialista”, “fascista”, etc.
Se compararmos um país liberal como a Inglaterra e o Brasil que jamais foi liberal, e muito menos “neoliberal", temos o seguinte:
Isso é apenas mais um dos chavões do marxismo tal como “burguês”, “capitalista”, “imperialista”, “fascista”, etc.
Se compararmos um país liberal como a Inglaterra e o Brasil que jamais foi liberal, e muito menos “neoliberal", temos o seguinte:
Petrobras e Eletrobras com perspectivas rebaixados
Em linha com o rebaixamento da perspectiva de rating do Brasil, a Standard & Poor's (S&P) também divulgou revisões das perspectivas para as classificações de Petrobras e Eletrobras. Na noite desta quinta-feira, 6, a S&P anunciou que a perspectiva do rating brasileiro, tanto em moeda estrangeira (BBB) quanto em local (A-), foi rebaixada para negativa, de estável.
De acordo com a agência de classificação de risco, a perspectiva do rating BBB, em moeda local e estrangeira, da Petrobras foi rebaixada para negativa, de estável. No caso da Eletrobras, a perspectiva do rating BBB em moeda estrangeira também foi rebaixada para negativa, de estável.
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De acordo com a agência de classificação de risco, a perspectiva do rating BBB, em moeda local e estrangeira, da Petrobras foi rebaixada para negativa, de estável. No caso da Eletrobras, a perspectiva do rating BBB em moeda estrangeira também foi rebaixada para negativa, de estável.
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The Economist sobre Mantega
A revista britânica The Economist usa a ironia para reforçar o descontentamento com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, em sua edição que chegou nesta quinta-feira, 6, às bancas. A publicação diz que a economia brasileira tem apresentado desempenho "medíocre" e, com a lembrança de que Mantega ficou no cargo mesmo após a revista pedir a saída do ministro, a publicação diz que "mudou de estratégia". Apesar da brincadeira, reconhece que, após seguidas frustrações com medidas e o desempenho da economia, o governo de Dilma Rousseff parece voltar a tomar decisões para reconquistar a admiração dos mercados.
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Brasil reprovado
Brasil é reprovado em 41 de 57 itens considerados essenciais para atrair investimento
- Relatório do Boston Consulting Group mostra problemas na infraestrutura, nas telecomunicações, na burocracia e na falta de mão de obra qualificada
Sérgio Vieira
Publicado:
Atualizado:
RIO – O Brasil foi reprovado em 41 dos 57 itens avaliados em sete pilares econômicos analisados no relatório Charting a Steady Course (Traçando um Curso Estável, em tradução livre) realizado pela consultoria americana Boston Consulting Group. Obtido com exclusividade pelo GLOBO, o levantamento analisa a capacidade brasileira de atrair empresas internacionais e se estabelecer como um importante ponto de fluxo de investimentos estrangeiros em relação a outros 13 países – divididos em Hubs Internacionais (Hong Kong, Cingapura, Reino Unido e Estados Unidos), Nações Desenvolvidas (França, Alemanha, Japão e Coreia do Sul) e Nações em Desenvolvimento (Chile, China, Índia, México e Rússia).
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/economia/brasil-reprovado-em-41-de-57-itens-considerados-essenciais-para-atrair-investimento-8609417#ixzz2VTKgoBSU
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Recursos Dinâmica Macroeconômica
Hoje não tem aulas. Enquanto aproveita de investigar os recursos do programa:
Data shows, gravações, apostilas e mais recursos
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Data shows, gravações, apostilas e mais recursos
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Estado de bem-estar
Why does a large portion of the population choose not to work when there are many jobs available? The answer is simple. If you can receive 2-3 times as much money from unemployment, disability, and/or welfare benefits (subsidized housing, food stamps, free cellphones, etc.) as you can from a temporary or part-time job, and live a life of leisure, why work? In 2011, the U.S. government spent over $800 billion[1] on this “welfare,” exceeding expenditures on Social Security or Medicare.
The High Cost of “Free”
Mises Daily: Wednesday, June 05, 2013 by Loyd S. Pettegrew and Carol A. Vance
Mudança da política econômica
A Mão Visivel:
Assim, caso o país pretenda sair da armadilha de baixo crescimento (com inflação acima da meta) precisa mudar radicalmente seu conjunto de políticas, deixando de lado a ênfase atual na promoção da demanda, na prática embarcando num conjunto ambicioso de reformas pelo lado da oferta, liberalizando mercados e simplificando procedimentos (em especial do lado tributário). O apetite para isto, porém, tem sido mínimo, a despeito de uma coalizão de tamanho inédito. Não é difícil concluir que a aceleração decisiva do crescimento permanece uma possibilidade bastante remota.
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Assim, caso o país pretenda sair da armadilha de baixo crescimento (com inflação acima da meta) precisa mudar radicalmente seu conjunto de políticas, deixando de lado a ênfase atual na promoção da demanda, na prática embarcando num conjunto ambicioso de reformas pelo lado da oferta, liberalizando mercados e simplificando procedimentos (em especial do lado tributário). O apetite para isto, porém, tem sido mínimo, a despeito de uma coalizão de tamanho inédito. Não é difícil concluir que a aceleração decisiva do crescimento permanece uma possibilidade bastante remota.
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Brasil em confrontação no OMC
Estados Unidos e Canadá, dois dos maiores responsáveis por subsidiar seus fazendeiros, questionam na Organização Mundial do Comércio (OMC) o apoio do governo brasileiro à produção agrícola no País e chegam a alertar que programas como o Brasil Maior poderiam estar sendo usados para tornar irregularmente a agricultura brasileira mais competitiva.
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Brasil - país de advogados e juizes
Número de advogados no Brasil: 755 000 (158 000 na Alemanha)
Número de juízes no Brasil: 14 000 (em comparação: na Inglaterra tem menos de 2 000 juízes)
Número de juízes no Brasil: 14 000 (em comparação: na Inglaterra tem menos de 2 000 juízes)
O Congresso Nacional promulgou, nesta quinta-feira, 6, a Emenda à Constituição de número 73, que cria Tribunais Regionais Federais (TRFs) nos Estados de Minas Gerais, da Bahia, do Amazonas e Paraná. Eles vão se desmembrar dos cinco tribunais já existentes, sediados atualmente em Brasília, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e São Paulo.
quarta-feira, 5 de junho de 2013
O fim do Mercosul?
Uruguay ‘can’t ignore (Mercosur) reality’ and is applying for full Pacific Alliance membership
Vice-president and acting president Danilo Astori strongly defended the Uruguayan government’s intention of joining the Pacific Alliance, next to Chile, Colombia, Peru and Mexico, claiming that Mercosur has fallen into a state of ‘inactivity’ but also rejected point blank statements from Brazilian diplomacy contrary to such a move.
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O futuro bolivariano da América Latina
Carreras, golpes y empujones para comprar alimentos en Venezuela
Las estanterías vacías en los supermercados son ya una imagen habitual en Venezuela. El Estado es culpable del desabastecimiento
Los graves problemas de desabastecimiento que sufre Venezuela han dado la vuelta al mundo en las últimas semanas. La falta de papel higiénico, hasta el punto de tener que importar 50 millones de rollos para poder paliar su escasez, o el establecimiento de cartillas de racionamiento -al estilo cubano, solo que empleando las nuevas tecnologías- son dos claros ejemplos del caos económico que sufre el régimen bolivariano, presidido ahora por el chavista Nicolás Maduro.
Sin embargo, estas dificultades vienen de lejos. El desabastecimiento no ha surgido por arte de magia, de un día para otro, sino que es consecuencia directa de la agresiva y creciente política intervencionista y expropiadora llevada a cabo por el chavismo durante la última década. El fallecido expresidente de la RepúblicaHugo Chávez no sólo nacionalizó de forma progresiva grandes empresas e industrias privadas pertenecientes a los llamados”sectores estratégicos”, tales como petróleo, banca o construcción, sino que también entró de lleno en la producción y distribución de alimentos.
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Las estanterías vacías en los supermercados son ya una imagen habitual en Venezuela. El Estado es culpable del desabastecimiento
Los graves problemas de desabastecimiento que sufre Venezuela han dado la vuelta al mundo en las últimas semanas. La falta de papel higiénico, hasta el punto de tener que importar 50 millones de rollos para poder paliar su escasez, o el establecimiento de cartillas de racionamiento -al estilo cubano, solo que empleando las nuevas tecnologías- son dos claros ejemplos del caos económico que sufre el régimen bolivariano, presidido ahora por el chavista Nicolás Maduro.
Sin embargo, estas dificultades vienen de lejos. El desabastecimiento no ha surgido por arte de magia, de un día para otro, sino que es consecuencia directa de la agresiva y creciente política intervencionista y expropiadora llevada a cabo por el chavismo durante la última década. El fallecido expresidente de la RepúblicaHugo Chávez no sólo nacionalizó de forma progresiva grandes empresas e industrias privadas pertenecientes a los llamados”sectores estratégicos”, tales como petróleo, banca o construcción, sino que también entró de lleno en la producción y distribución de alimentos.
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Monetarismo e a realidade política
The Friedmanite Corruption of Capitalism
Mises Daily: Friday, May 31, 2013 by Thomas J. DiLorenzo
However, if Friedmanite monetarism was anything, it was naïve about political reality. The fatal flaw of Friedman’s famous “monetary rule” of constant growth of the money supply in the 3-4 percent range was premised on the assumption that a machine-like Fed chairman would selflessly pursue the public interest by enforcing Friedman’s monetary rule. According to Friedman, Stockman writes, “inflation would be rapidly extinguished if money supply was harnessed to a fixed and unwavering rate of growth, such as 3 percent per annum.” This was the fundamental assumption behind monetarism, and it flew in the face of everything the Chicago Schoolers purported to know about political reality. In other words, Friedmanite monetarism was never a realistic possibility, for as Friedman himself frequently said of all other governmental institutions besides the Fed, a government institution that is not political is as likely as a cat that barks like a dog. Friedman’s monetary rule, Stockman concludes, was “basically academic poppycock.” He mocks the idea of a “monetary rule” as the “idea that the FOMC [Federal Reserve Open Market Committee] would function as faithful monetary eunuchs, keeping their eyes on the M1 gauge and deftly adjusting the dial in either direction upon any deviation from the 3 percent target.” This was “sheer fantasy,” says Stockman, and an extreme example of “political naivete.”Mais
Política de saúde
Ministro da Saúde demite responsável por campanha favorável à prostituição
Decisão foi tomada após veiculação de peça publicitária que combatia preconceito contra profissionais do sexo
Lígia Formenti - O Estado de S. Paulo
BRASÍLIA - O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, exonerou nesta
terça-feira, dia 4, o diretor do departamento de DST, Aids e Hepatites Virais,
Dirceu Greco. A decisão foi tomada três dias depois da divulgação de uma
campanha para combater o preconceito contra profissionais do sexo, que incluía
uma peça com os dizeres: “Eu sou feliz sendo prostituta”.
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A Grande Depressão
Rodrigo Constantino
Lições da Grande Depressão
Smoot-Hawley Tariff Act. National Credit Corporation. Reconstruction Finance Corporation. Farm Credit Act. Banking Act. National Industry Recovery Act. Farm Mortgage Refinancing Act. Export-Import Bank. Home Owners Loan Act. Securities and Exchange Act. Communications Act. National Housing Act. Emergency Relief Appropriation Act. Works Progress Administration. Rural Electrification Administration. Wagner Act. Fair Labor Standards Act. Social Security Act. Revenue Act. Essas são apenas algumas medidas adotadas por Roosevelt (à exceção das duas primeiras, de Hoover) durante a Grande Depressão. O New Deal foi um programa de enorme hiperatividade e crescimento do papel do governo na economia. O resultado, ao contrário do que muitos acreditam, foi péssimo.O livro The Forgotten Man, de Amity Shales, relata com detalhes a história dessa complicada fase americana. Durante uma nova crise de proporções assustadoras, resgatar na história os erros do passado pode servir para evitá-los no presente. A arrogância dos políticos em Washington, confiantes de que poderiam resolver a crise com canetadas e aumento de gastos públicos, ajudou muito a postergar a recuperação da economia. Havia uma sensação bastante disseminada de que somente enormes intervenções estatais poderiam reanimar a economia. No mundo, a Itália de Mussolini e a União Soviética de Stalin conquistavam muitos adeptos do dirigismo estatal, intelectuais e economistas que acreditavam no planejamento central do governo como locomotiva do desenvolvimento. Eles estavam errados, naturalmente.
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FMI peça discupas sobre Grécia
Em uma avaliação crítica da sua própria forma de lidar com a crise financeira na zona do euro, o Fundo Monetário Internacional (FMI) deve divulgar um documento oficial admitindo publicamente lapsos grandes no resgate à Grécia, que recebeu uma das maiores ajudas financeiras já concedidas pelo FMI. Em um documento interno marcado como "estritamente confidencial", visto pelo Wall Street Journal, o Fundo afirma que subestimou os danos que suas exigências de austeridade causariam à economia da Grécia, mas frisou que a resposta à crise grega concedeu tempo à zona do euro para limitar o contágio para o resto da Europa.
Uma versão do documento deve ser divulgada na quinta-feira e será a mais significativa de uma série de análises do FMI nos últimos meses, que tentam avaliar o envolvimento da instituição na crise da zona do euro.
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Uma versão do documento deve ser divulgada na quinta-feira e será a mais significativa de uma série de análises do FMI nos últimos meses, que tentam avaliar o envolvimento da instituição na crise da zona do euro.
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Dinâmica macroeconômica
Aula de Dinâmica Macroeconômica da quinta, 6 de Junho, 21-23 horas, será cancelada
por causa da minha participação obrigatória na celebração da formatura da turma 2012 onde sou o prof. hon.
Veja aqui material para as aulas:
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por causa da minha participação obrigatória na celebração da formatura da turma 2012 onde sou o prof. hon.
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Fim da festa - contas externa no déficit
O déficit externo é mais embaixo
| Autor(es): Marcelo Carvalho |
| Valor Econômico - 05/06/2013 |
Por muitos anos, foi uma festa. As contas externas do Brasil se beneficiaram de um cenário global extremamente favorável ao longo da última década... Mais |
terça-feira, 4 de junho de 2013
Ciclos de negócios
"After more than a quarter-century as a professional economist, I have a confession to make: There is a lot I don't know about the economy. Indeed, the area of economics where I have devoted most of my energy and attention -- the ups and downs of the business cycle -- is where I find myself most often confronting important questions without obvious answers..."
Greg Mankiw
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