quarta-feira, 18 de setembro de 2013
terça-feira, 17 de setembro de 2013
AGENDA - Macro III - Dinâmica macroeconômica
Quinta - 19 de Setembro - Prova 3
Terça - 24 de Setembro - Não vai ter aula
Quinta - 26 de Setembro - Prova de substituição e recuperação
Terça - 1 de Outubro - Última aula - fechamento
Terça - 24 de Setembro - Não vai ter aula
Quinta - 26 de Setembro - Prova de substituição e recuperação
Terça - 1 de Outubro - Última aula - fechamento
segunda-feira, 16 de setembro de 2013
Determinantes da dívida pública
O pesadelo da dívida pública
Determinantes do coeficiente de endividamento
A dívida pública em termos de coeficiente de dívida – a dívida total como porcentagem da produção nacional bruta – irá subir ou cair de acordo com o movimento dos determinantes seguintes.
O coeficiente da dívida pública aumentará com o aumento de:
- Gastos do governo
- Déficit primário
- Taxa de juros reais
- Taxa de deflação de preços
- Acumulação de dívida no passado
O peso da dívida vai cair com o aumento de:
- Receitas fiscais
- Taxa de inflação de preços
- Crescimento econômico
Representando o impacto das variáveis sobre o coeficiente de dívida com um sinal de mais (+) para o aumento e o sinal negativo (-) para a redução, pode-se resumir esses resultados em uma tabela simples.
Tabela 1
O coeficiente de dívida como dívida total como porcentagem do produto interno bruto aumentará (+) e diminuirá (-) com o aumento das seguintes variáveis
| coeficiente da dívidapública | Gastos do governo | Receita do governo | Taxa real de juros | Taxa nominal de juros | Inflação de preços | Taxa real de crescimento econômico | Tamanho da dívida existente |
| Aumenta (+) diminui (-) | + | - | + | + | - | - | + |
Mais
PIB gaúcho cresce
PIB gaúcho cresce 15,0% no segundo trimestre e 8,9% no semestre
O Produto Interno Bruto (PIB) do Rio Grande do Sul cresceu 15,0% no segundo trimestre de 2013, na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior. O principal destaque foi o crescimento de 111,7% da Agropecuária, impulsionada pelo aumento nas produções de soja (114,6%) e de milho (69,6%). A Indústria expandiu-se 3,9%. A Indústria de Transformação cresceu 4,6%, com destaque para as atividades de Máquinas e Equipamentos (11,5%), Borracha e Plástico (15,2%), Bebidas (20,6%) e Veículos Automotores (13,8%). A Construção Civil aumentou 4,0%, e as Demais Indústrias caíram 0,3%. O setor Serviços cresceu 3,4%, com todas as atividades expandindo-se. O Comércio teve acréscimo de 2,5%, com os principais impulsos vindos das vendas de Equipamentos de informática, Materiais de construção e de Combustíveis. A atividade de Transportes aumentou 8,5%, incentivada pelas demandas da Agropecuária e da Indústria de transformação. Aluguéis cresceram 2,8%, Administração pública, 3,3%, e os Demais serviços, 2,9%. Leia Mais
O custo Brasil
El “Costo Brasil”, uno de los principales desafíos de la mayor economía latinoamericana
Excesiva burocracia, elevada presión fiscal, déficit de infraestructura y escasez de mano de obra. ¿Cómo superar los desafíos estructurales?
domingo, 15 de setembro de 2013
Mitos da Grande Depressão
Grandes mitos da Grande Depressão
por Lawrence W. Reed
Muitos livros têm sido escritos sobre a Grande Depressão e seu impacto nas vidas de milhões de americanos. Historiadores, economistas e políticos têm vasculhado os destroços à procura da “caixa preta” que revelará a causa dessa lendária tragédia. Infelizmente, muitos deles decidem abandonar sua busca, talvez achando mais fácil propagar uma série de conclusões falsas e nocivas sobre os acontecimentos de sete décadas atrás.
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por Lawrence W. Reed
Muitos livros têm sido escritos sobre a Grande Depressão e seu impacto nas vidas de milhões de americanos. Historiadores, economistas e políticos têm vasculhado os destroços à procura da “caixa preta” que revelará a causa dessa lendária tragédia. Infelizmente, muitos deles decidem abandonar sua busca, talvez achando mais fácil propagar uma série de conclusões falsas e nocivas sobre os acontecimentos de sete décadas atrás.
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sábado, 14 de setembro de 2013
Princípio da alocação de recursos na telecomunicação
Ronald Coase:
'... the allocation of resources should be determined by the forces of the market rather than a result of government decisions. Quite apart from the misallocations which are the result of political pressures, an administrative agency which attempts to perform this function normally carried out by the pricing mechanism operates under two handicaps. First of all, it lacks the precise monetary measure of benefit and cost provides by the market. Second, it cannot, by the nature of things, be in possession of all the relevant information possessed by the managers of every business which uses or might use radio frequencies, to say nothing of the preferences of consumers for the various goods and services in the production of which radio frequencies could be used." (1959, 18)"
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'... the allocation of resources should be determined by the forces of the market rather than a result of government decisions. Quite apart from the misallocations which are the result of political pressures, an administrative agency which attempts to perform this function normally carried out by the pricing mechanism operates under two handicaps. First of all, it lacks the precise monetary measure of benefit and cost provides by the market. Second, it cannot, by the nature of things, be in possession of all the relevant information possessed by the managers of every business which uses or might use radio frequencies, to say nothing of the preferences of consumers for the various goods and services in the production of which radio frequencies could be used." (1959, 18)"
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sexta-feira, 13 de setembro de 2013
PIB brasileiro recua
O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) recuou 0,33% no mês de julho em relação a junho, após registrar alta de 1,03% em junho ante maio (dado revisado), na série com ajuste sazonal. De acordo com dados divulgados nesta sexta-feira, 13, pelo BC, o número passou de 146,29 pontos em junho para 145,81 pontos em julho, na série dessazonalizada.
quinta-feira, 12 de setembro de 2013
Taxa de juros Brasil
SÃO PAULO – No mês passado, a taxa de juros média geral para pessoa física apresentou avanço de 0,03 ponto percentual, passando de 5,48% ao mês, em julho, para 5,51% ao mês, em agosto. Segundo dados divulgados pela Anefac (Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade), nesta quinta-feira (12), este é o maior resultado desde novembro do ano passado.
Economia sergipana
Um novo site voltado inteiramente para a economia sergipana acaba de ser lançado pelo Núcleo de Informações Econômicas (NIE) da Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES). O endereço é:
Acesse e fique por dentro das notícias econômicas do estado.
terça-feira, 10 de setembro de 2013
Crise de 2008
A origem da crise de 2008
Rodrigo Constantino:
A crise de 2008 completou cinco anos. Várias reportagens têm enfatizado a reação das autoridades, mas não vi nenhuma falando sobre as origens dos problemas. Como muitos ainda culpam o livre mercado pelo ocorrido, vou resgatar um artigo que escrevi no começo de 2009 sobre o assunto, para oferecer ao leitor um contraponto ao “consenso”.
Muitos celebram a retomada da economia americana e, por tabela, o sucesso das medidas adotadas pelo governo. Considero tal comemoração precipitada. A economia americana ainda é refém dos estímulos monetários, que terão de ser retirados em algum momento. Quando isso acontecer… receio que a recuperação não se sustente. A explicação ficará mais clara após o texto.
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Rodrigo Constantino:
A crise de 2008 completou cinco anos. Várias reportagens têm enfatizado a reação das autoridades, mas não vi nenhuma falando sobre as origens dos problemas. Como muitos ainda culpam o livre mercado pelo ocorrido, vou resgatar um artigo que escrevi no começo de 2009 sobre o assunto, para oferecer ao leitor um contraponto ao “consenso”.
Muitos celebram a retomada da economia americana e, por tabela, o sucesso das medidas adotadas pelo governo. Considero tal comemoração precipitada. A economia americana ainda é refém dos estímulos monetários, que terão de ser retirados em algum momento. Quando isso acontecer… receio que a recuperação não se sustente. A explicação ficará mais clara após o texto.
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segunda-feira, 9 de setembro de 2013
Macro III / Dinâmica macroeconômica
As notas das provas I e II estão no sistema. Por favor verifique já.
Austeridade - três tipos
Os três tipos de austeridade
Mais
por Frank Hollenbeck,
Quem lê a imprensa financeira adquire a impressão de que existem apenas dois lados em todo esse debate sobre austeridade: pró-austeridade e anti-austeridade. Na realidade, há três formas de austeridade. Há a forma keynesiana-krugmaniana, que promove mais gastos governamentais e mais impostos; há a forma de Angela Merkel, que advoga menos gastos governamentais e mais impostos; e há a forma austríaca, que defende menos gastos governamentais e menos impostos.Mais
Desenvolvimento e crescimento econômico
Como organizar a economia para o maior (e melhor) bem-estar possível
Em 2006, o Banco Mundial reuniu um grupo de “sábios” para refletir sobre as “receitas certas” para produzir crescimento e desenvolvimento. Em 2008, a Comissão produziu um alentado relatório que repete as banalidades convencionais, mas que, pela sua própria composição (excesso de ex-burocratas), pendeu excessivamente para o lado das soluções do planejamento estatal (quem quiser conferir o right mix of ingredients dos sábios pode ir a este site: www.growthcommission.org/). Sem incorrer nos desvios protecionistas e dirigistas de seus predecessores – como Gunnar Myrdal, por exemplo, que recomendava o velho modelo socialista indiano como a “receita certa” para o desenvolvimento dos países muito pobres – os sábios acham que os países precisam de “líderes que estejam comprometidos com o desenvolvimento e que saibam tirar vantagens das oportunidades abertas pela economia global. Eles também precisam saber sobre os níveis de incentivos e de investimentos públicos que são necessários para que o investimento privado decole e assegure a diversificação a longo prazo da economia e sua integração à economia global”. Ou seja, nada de muito diferente do bullshit econômico tradicional do Banco Mundial.De minha parte, prefiro ficar com as cinco regras aprendidas ao longo de uma vida de estudos dedicada à atenta observação das coisas do Brasil e do mundo, no que se refere às condições básicas para a manutenção de uma taxa sustentada de crescimento econômico e de desenvolvimento social, com transformação produtiva. Aqui vão elas, em formato muito resumido, esperando poder desenvolvê-las adequadamente em ensaios futuros:
Mais
Perspectivas Mexico - Brasil
Tide Reverses in Latin America; Brazil’s Prospects Fall While Mexico’s Rise as Fed Prepares to Ease Bond Buying
Tide Reverses in Latin America
Brazil’s Prospects Fall While Mexico’s Rise as Fed Prepares to Ease Bond Buying
THOMAS CATAN
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A nova política monetária americana
Woodford’s Theories Rooted in Japan Slump Embraced by Bernanke
By Rich Miller
The Federal Reserve is buying mortgage-backed securities and has stated it will keep interest rates low until unemployment falls. The Bank of Canada under Mark Carney likewise made an explicit promise about how long rates would be held down, and Carney is now bringing this practice to the Bank of England. The European Central Bank, led by Mario Draghi, has refined how it communicates its interest-rate intentions. Mais
O desempenho econômico do Brasil na luz da qualidade institucional
Desempenho Econômico do Brasil, Qualidade Institucional e Liberdade Econômica
Sumário Executivo
i. A despeito das recentes más notícias do cenário econômico, de desaceleração econômica do Brasil e mau desempenho em 2012 em relação a países da América Latina, estas más notícias não deveriam causar surpresa pois o país tem tido um desempenho econômico medíocre ao longo das três últimas décadas, estando abaixo da taxa de crescimento média de países da América Latina. A situação é mais preocupante ainda considerando que a região da América Latina tem crescido neste período significativamente menos do que a Ásia.
ii. Por causa de baixo desempenho econômico, países como o Brasil, Argentina e Venezuela não estão convergindo para o produto per capita de países mais ricos, como os EUA. Apenas o Chile consegue fazê-lo por sustentar taxas asiáticas de crescimento. Por outro lado, países asiáticos têm mantido elevadas taxas de crescimento econômico per capita, onde até mesmo países com elevada renda (Hong Kong e Coréia do Sul) conseguem crescer mais rapidamente do que o Brasil.
iii. As diferentes trajetórias destes dois grupos de países podem ser explicadas pelas suas instituições econômicas.
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Sumário Executivo
i. A despeito das recentes más notícias do cenário econômico, de desaceleração econômica do Brasil e mau desempenho em 2012 em relação a países da América Latina, estas más notícias não deveriam causar surpresa pois o país tem tido um desempenho econômico medíocre ao longo das três últimas décadas, estando abaixo da taxa de crescimento média de países da América Latina. A situação é mais preocupante ainda considerando que a região da América Latina tem crescido neste período significativamente menos do que a Ásia.
ii. Por causa de baixo desempenho econômico, países como o Brasil, Argentina e Venezuela não estão convergindo para o produto per capita de países mais ricos, como os EUA. Apenas o Chile consegue fazê-lo por sustentar taxas asiáticas de crescimento. Por outro lado, países asiáticos têm mantido elevadas taxas de crescimento econômico per capita, onde até mesmo países com elevada renda (Hong Kong e Coréia do Sul) conseguem crescer mais rapidamente do que o Brasil.
iii. As diferentes trajetórias destes dois grupos de países podem ser explicadas pelas suas instituições econômicas.
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Crescimento econômico
O crescimento econômico deverá perder força no Brasil, na Índia e em alguns outros países em desenvolvimento nos próximos meses, enquanto as economias desenvolvidas continuarão se recuperando, segundo pesquisa da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE).
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Taxa de emprego - taxa de desemprego - o casos dos EUA
Unemployment Falling for Wrong Reason Creates Fed Predicament
By Rich Miller
The good news may be bad news for the Federal Reserve as it considers when to begin scaling back its stimulus. While unemployment dropped last month to 7.3 percent, the lowest level since December 2008, the decline occurred because of contraction in the workforce, not because more people got jobs. Labor-force participation -- the share of working-age people either holding a job or looking for one -- stands at a 35-year low.
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Nova fase da política monetária e cambial internacional
Russia to Brazil Intervention Adds to U.S. Debt Distress
By Wes Goodman & Candice Zachariahs
Investors suffering the worst losses in Treasuries since at least 1978 can add dollar sales by emerging-market central banks to their list of challenges. Speculation that the Federal Reserve, the biggest buyer of Treasuries, will reduce its purchases sent U.S. debt down 4.1 percent this year and boosted the dollar against developing-nation currencies for four straight months, matching the longest streak since 2001, according to Bloomberg data. India, Brazil, Russia and Indonesia have intervened in foreign-exchange markets, and dollar sales mean liquidating Treasuries, according to bond traders at Scotiabank and Bank of America Corp.Mais
domingo, 8 de setembro de 2013
Legislação tributária brasileira
Advogado reúne toda a legislação tributária do Brasil e publica livro de 6 toneladas
De tão ousada e inusitada, a ideia chegou a ser tachada como uma “verdadeira insanidade” pelos colegas, mas o advogado mineiro Vinícios Leôncio ignorou os descrentes e iniciou há quase duas décadas um projeto para reunir em livro as legislações tributárias do País. Movido pela inconformidade com o que considera um excesso de normas, o tributarista queria, a princípio, apenas mostrar de forma simbólica o peso dessa legislação no custo das empresas brasileiras. Porém, ao agrupar numa publicação toda a legislação nacional, Leôncio acabou por credenciar sua obra ao ingresso no Guinness World of Records como a mais volumosa e com o maior número de páginas do mundo. A obra pesa 6,2 toneladas e tem um total de 43.216 páginas (cada uma delas com 2,2 m de altura por 1,4 m de largura) que, se enfileiradas, alcançariam uma distância de 95 km!
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De tão ousada e inusitada, a ideia chegou a ser tachada como uma “verdadeira insanidade” pelos colegas, mas o advogado mineiro Vinícios Leôncio ignorou os descrentes e iniciou há quase duas décadas um projeto para reunir em livro as legislações tributárias do País. Movido pela inconformidade com o que considera um excesso de normas, o tributarista queria, a princípio, apenas mostrar de forma simbólica o peso dessa legislação no custo das empresas brasileiras. Porém, ao agrupar numa publicação toda a legislação nacional, Leôncio acabou por credenciar sua obra ao ingresso no Guinness World of Records como a mais volumosa e com o maior número de páginas do mundo. A obra pesa 6,2 toneladas e tem um total de 43.216 páginas (cada uma delas com 2,2 m de altura por 1,4 m de largura) que, se enfileiradas, alcançariam uma distância de 95 km!
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sábado, 7 de setembro de 2013
sexta-feira, 6 de setembro de 2013
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
Dinâmica Macroeconômica - Recursos parte parte 3
Temas da parte 3
- A teoria pós-keynesiana
- A teoria dinâmica de Schumpeter
- Novas abordagens
Recursos básicos
Pós-Keynesianismo - Posicões básicas
A teoria "moderna" monetária kaleckiana
Schumpeter's teoria dinâmica do desenvolvimento econômico
O capitalismo como sistema da inovação permanente
Schumpeter's teoria dinâmico do capitalismo
Mais recursos
Recursos Pós-Keynesianismo
Página Dinâmica
Página Schumpeter
- A teoria pós-keynesiana
- A teoria dinâmica de Schumpeter
- Novas abordagens
Recursos básicos
Pós-Keynesianismo - Posicões básicas
A teoria "moderna" monetária kaleckiana
Schumpeter's teoria dinâmica do desenvolvimento econômico
O capitalismo como sistema da inovação permanente
Schumpeter's teoria dinâmico do capitalismo
Mais recursos
Recursos Pós-Keynesianismo
Página Dinâmica
Página Schumpeter
Macro III - Recursos para parte 3
Data Shows
Restrições da Política Macroeconômica
Política Monetária
Política Fiscal e Orçamental
História da Teorias Macroeconômicas
Temas:
Política macroeconômica do crescimento econômico
Política macroeconômica da estabilidade monetária e financeira
Política fiscal e orçamental
Técnicas da análise macroeconômica
Temas da atualidade:
- crise da dívida soberana
- política monetária quantitativa
- crescimento brasileiro
- conjuntura nacional e internacional
BRICs criam fundo próprio
Brics terão fundo de US$ 100 bilhões
Mais
Entrevista com Walter Williams
Entrevista concedida pelo economista Walter Williams, professor universitário na Virgínia (EUA) a Luís Fernando Silva Pinto, do programa Milênio, no dia 21 de março de 2011. É uma conversa inteligente, apesar do jornalista estar claramente, e totalmente enviesado pela mentalidade impregnada nos meios de comunicação do país.
Walter Williams acredita que o livre mercado é o melhor instrumento regulador de qualquer tipo de relação. É o melhor caminho para o progresso tanto individual como coletivo. Ele defende sua teoria com aplicações em questões políticas, econômicas e sociais.
O economista nasceu pobre, e hoje é um homem bem sucedido. Sua trajetória de vida só reforça suas convicções.
Assista
Walter Williams acredita que o livre mercado é o melhor instrumento regulador de qualquer tipo de relação. É o melhor caminho para o progresso tanto individual como coletivo. Ele defende sua teoria com aplicações em questões políticas, econômicas e sociais.
O economista nasceu pobre, e hoje é um homem bem sucedido. Sua trajetória de vida só reforça suas convicções.
Assista
quarta-feira, 4 de setembro de 2013
Como investir
As today's preeminent doomsday investor Mark Spitznagel describes his Daoist and roundabout investment approach, “one gains by losing and loses by gaining.” This is Austrian Investing, an archetypal, counterintuitive, and proven approach, gleaned from the 150-year-old Austrian School of economics, that is both timeless and exceedingly timely.
Review
“At last, a real book by a real risk-taking practitioner. You cannot afford not to read this!”
—Nassim Nicholas Taleb, Author of The Black Swan
“Investors of all kinds will find immeasurable value in this convincing and thoroughly researched book where Mark champions the roundabout.”
—Paul Tudor Jones II, Founder, Tudor Investment Corporation
“A timely, original, right-economic principles and history-based approach to investing. Drawing on impressive philosophical building blocks, The Dao of Capital illuminates the wellsprings of capital creation, innovation and economic progress. Dazzling!”
—Steve Forbes, Chairman and Editor-in-Chief, Forbes Media
“This is a magnificent, scintillating book that I will read over and over again. Every page is eye-opening, with numerous areas for testing and profits in every chapter. Here’s an unqualified, total, heartfelt recommendation, which coming from me is a rarity, and possibly unique.”
—Victor Niederhoffer, Author of The Education of a Speculator
“The Dao of Capital is an impressive work. Spitznagel’s approach is refreshing—scholarly without being tedious. What a broad look at economic history it provides!”
—Byron Wien, Vice Chairman, Blackstone Advisory Partners LP
“Wall Street gamblers who believe the Fed has their back need to read this book. Mark Spitznagel provides a brilliant demonstration that the gang of money printers currently resident in the Eccles Building have not repealed the laws of sound money nor have they rescinded the historical lessons on which they are based.”
—David Stockman, Former U.S. Congressman, Budget Director under Ronald Reagan, and Author of The Great Deformation
“Mark Spitznagel assembles the best insights in human nature and economics to bring order out of the chaos of our world. Economists, investors and lay persons alike will find abundant treasures in The Dao of Capital, one remarkably useful and exciting book!”
—Lawrence Reed, President, Foundation for Economic Education and President Emeritus, Mackinac Center for Public Policy
“Spitznagel’s excellent book is a powerful presentation of how monetary policy deceives entrepreneurs and investors into making poor investing decisions. I highly recommend The Dao of Capital as a guide to avoiding these deceptions and thus to better investment results.”
—Marc Faber, Publisher of The Gloom, Boom & Doom Report
“Spitznagel’s sound analytical foundations combined with shrewd strategic thinking provide the reader with a broad philosophy for long run success in wealth creation—where understanding the process that puts you in a position to win is more important than simply stating the goal of winning. I greatly recommend this book.”
—Peter Boettke, Professor of Economics and Philosophy, George Mason University
“Mark Spitznagel has done a remarkable job summarizing, synthesizing, and extending the great Austrian tradition, and weaving it into a wonderful set of practical lessons. What’s more, he is a great writer and storyteller in the tradition of Bastiat, Hazlitt, and Rothbard, bringing subtle and sometimes complex ideas to life with memorable examples and sparkling prose. Highly recommended!”
—Peter Klein, Professor of Applied Economics, University of Missouri and Carl Menger Fellow, Ludwig von Mises Institute
“A highly successful investor, Mark brings Austrian economics from the ivory tower to the investment portfolio.”
—Ron Paul, Former U.S. Congressman (from the Foreword)
"For readers eager to understand why the markets and the economy are both a shadow of what they could be, Spitznagel has written an essential new book. Indeed, The Dao of Capital: Austrian Investing in a Distorted World might be one of the most important books of the year, or any year for that matter."
—Forbes
Mais
—Nassim Nicholas Taleb, Author of The Black Swan
“Investors of all kinds will find immeasurable value in this convincing and thoroughly researched book where Mark champions the roundabout.”
—Paul Tudor Jones II, Founder, Tudor Investment Corporation
“A timely, original, right-economic principles and history-based approach to investing. Drawing on impressive philosophical building blocks, The Dao of Capital illuminates the wellsprings of capital creation, innovation and economic progress. Dazzling!”
—Steve Forbes, Chairman and Editor-in-Chief, Forbes Media
“This is a magnificent, scintillating book that I will read over and over again. Every page is eye-opening, with numerous areas for testing and profits in every chapter. Here’s an unqualified, total, heartfelt recommendation, which coming from me is a rarity, and possibly unique.”
—Victor Niederhoffer, Author of The Education of a Speculator
“The Dao of Capital is an impressive work. Spitznagel’s approach is refreshing—scholarly without being tedious. What a broad look at economic history it provides!”
—Byron Wien, Vice Chairman, Blackstone Advisory Partners LP
“Wall Street gamblers who believe the Fed has their back need to read this book. Mark Spitznagel provides a brilliant demonstration that the gang of money printers currently resident in the Eccles Building have not repealed the laws of sound money nor have they rescinded the historical lessons on which they are based.”
—David Stockman, Former U.S. Congressman, Budget Director under Ronald Reagan, and Author of The Great Deformation
“Mark Spitznagel assembles the best insights in human nature and economics to bring order out of the chaos of our world. Economists, investors and lay persons alike will find abundant treasures in The Dao of Capital, one remarkably useful and exciting book!”
—Lawrence Reed, President, Foundation for Economic Education and President Emeritus, Mackinac Center for Public Policy
“Spitznagel’s excellent book is a powerful presentation of how monetary policy deceives entrepreneurs and investors into making poor investing decisions. I highly recommend The Dao of Capital as a guide to avoiding these deceptions and thus to better investment results.”
—Marc Faber, Publisher of The Gloom, Boom & Doom Report
“Spitznagel’s sound analytical foundations combined with shrewd strategic thinking provide the reader with a broad philosophy for long run success in wealth creation—where understanding the process that puts you in a position to win is more important than simply stating the goal of winning. I greatly recommend this book.”
—Peter Boettke, Professor of Economics and Philosophy, George Mason University
“Mark Spitznagel has done a remarkable job summarizing, synthesizing, and extending the great Austrian tradition, and weaving it into a wonderful set of practical lessons. What’s more, he is a great writer and storyteller in the tradition of Bastiat, Hazlitt, and Rothbard, bringing subtle and sometimes complex ideas to life with memorable examples and sparkling prose. Highly recommended!”
—Peter Klein, Professor of Applied Economics, University of Missouri and Carl Menger Fellow, Ludwig von Mises Institute
“A highly successful investor, Mark brings Austrian economics from the ivory tower to the investment portfolio.”
—Ron Paul, Former U.S. Congressman (from the Foreword)
"For readers eager to understand why the markets and the economy are both a shadow of what they could be, Spitznagel has written an essential new book. Indeed, The Dao of Capital: Austrian Investing in a Distorted World might be one of the most important books of the year, or any year for that matter."
—Forbes
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Teoria monetária da Escola de Salamanca - válida até hoje
"“Just as an abundance of goods causes prices to fall (the quantity of money and number of merchants being equal), so does an abundance of money cause them to rise (the quantity of goods and number of merchants being equal). The reason is that the money by itself becomes less valuable for the purpose of buying and comparing goods. Thus we see that in Spain the purchasing-power of money is far lower, on account of its abundance, than it was eighty years ago. A thing that could be bought for two ducats at that time is nowadays worth five, six, or even more. Wages have risen in the same proportion, and so have dowries, the price of estates, the income from benefices, and other things.”
~ Luís de Molina (1535-1601)
~ Luís de Molina (1535-1601)
Saída de dólares
O Brasil registrou em agosto a maior saída de dólares líquida desde dezembro de 2012. No mês passado, o fluxo cambial ficou negativo em US$ 5,850 bilhões. As operações financeiras responderam por uma saída líquida de US$ 3,992 bilhões, diferença entre entradas de US$ 36,621 bilhões e saídas de US$ 40,613 bilhões. No comércio exterior, o saldo foi negativo em US$ 1,858 bilhão, com importações de US$ 19,697 bilhões e exportações de US$ 17,839 bilhões, de acordo com dados do Banco Central.
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Competitividade internacional
Os 10 países mais competitivos
1º Suíça
2º Cingapura
3º Finlândia
4º Alemanha...
5º Estados Unidos
6º Suécia
7º Hong Kong
8º Holanda
9º Japão
10º Reino Unido
O Brasil, que nos dois anos anteriores havia ganhado cinco posições, perdeu oito este ano, ficando em 56º.
1º Suíça
2º Cingapura
3º Finlândia
4º Alemanha...
5º Estados Unidos
6º Suécia
7º Hong Kong
8º Holanda
9º Japão
10º Reino Unido
O Brasil, que nos dois anos anteriores havia ganhado cinco posições, perdeu oito este ano, ficando em 56º.
Petrobras
'Petrobrás era subimperialista'
Para Gilberto Carvalho, algumas empresas agem nos países vizinhos de forma impositiva
GUILHERME WALTENBERG - O Estado de S.Paulo
O ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto
Carvalho, afirmou ontem que o Brasil tem de repensar seu modelo de
desenvolvimento nacional e também as relações das empresas transnacionais
brasileiras em outros países. Segundo ele, algumas empresas brasileiras, como a
Petrobrás, reproduzem nos países vizinhos um comportamento impositivo que
empresas de nações desenvolvidas teriam exercido no Brasil.
"Temos de ter a autocrítica de reconhecer, por exemplo, que a presença da Petrobrás na Bolívia era sim um modelo que dava corpo, dava razão, para aquilo que chamavam de comportamento subimperialista. O Brasil reproduz, em relação aos seus vizinhos, o mesmo comportamento do grande imperialismo de primeiro mundo a nosso respeito", avaliou. Em maio de 2006, o presidente Evo Morales anunciou a estatização do setor de hidrocarbonetos, que impactou diretamente a petroleira brasileira.
Mais
"Temos de ter a autocrítica de reconhecer, por exemplo, que a presença da Petrobrás na Bolívia era sim um modelo que dava corpo, dava razão, para aquilo que chamavam de comportamento subimperialista. O Brasil reproduz, em relação aos seus vizinhos, o mesmo comportamento do grande imperialismo de primeiro mundo a nosso respeito", avaliou. Em maio de 2006, o presidente Evo Morales anunciou a estatização do setor de hidrocarbonetos, que impactou diretamente a petroleira brasileira.
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Ibovespa
Ibovespa: um índice que não faz mais sentido
Os investidores do Brasil e do mundo acabam usando o Ibovespa como indicador do desempenho das ações nacionais. Mas cada vez isso faz menos sentido. A BM&FBOVESPA precisa rever a fórmula e os critérios com urgência, pois o formato atual gera muita confusão.
A própria bolsa explica que o Ibovespa é o principal indicador do desempenho de nossas empresas no mercado de capitais:
Sua relevância advém do fato do Ibovespa retratar o comportamento dos principais papéis negociados na BM&FBOVESPA e também de sua tradição, pois o índice manteve a integridade de sua série histórica e não sofreu modificações metodológicas desde sua implementação em 1968.
A tradição se encontra ameaçada. A metodologia do cálculo do índice leva em conta a “negociabilidade” das ações, sua liquidez em bolsa e o valor de mercado. Coisas muito estranhas podem ocorrer, todavia, quando uma ação acaba com grande liquidez, mas despenca em valor de mercado.
Pelo próprio fator benchmark que o Ibovespa possui, muitos investidores precisam seguir sua carteira. Fundos passivos, ou vários fundos ativos que calculam sua performance em cima do Ibovespa, devem levar em conta sua composição.
Isso acaba gerando um círculo vicioso, em que ações que deveriam perder relevância, pois valem cada vez menos, continuam sendo negociadas e com forte impacto no desempenho do índice. Isso confunde os investidores, e retrata de forma inadequada o desempenho geral das empresas brasileiras.
O caso recente mostra bem esse risco. A OGX, principal empresa do grupo EBX, de Eike Batista, chegou a valer bilhões de reais, passou a ser bastante negociada, mas desabou e praticamente “virou pó”. Não obstante, continua como a terceira ação mais importante no índice!
Mais
A própria bolsa explica que o Ibovespa é o principal indicador do desempenho de nossas empresas no mercado de capitais:
Sua relevância advém do fato do Ibovespa retratar o comportamento dos principais papéis negociados na BM&FBOVESPA e também de sua tradição, pois o índice manteve a integridade de sua série histórica e não sofreu modificações metodológicas desde sua implementação em 1968.
A tradição se encontra ameaçada. A metodologia do cálculo do índice leva em conta a “negociabilidade” das ações, sua liquidez em bolsa e o valor de mercado. Coisas muito estranhas podem ocorrer, todavia, quando uma ação acaba com grande liquidez, mas despenca em valor de mercado.
Pelo próprio fator benchmark que o Ibovespa possui, muitos investidores precisam seguir sua carteira. Fundos passivos, ou vários fundos ativos que calculam sua performance em cima do Ibovespa, devem levar em conta sua composição.
Isso acaba gerando um círculo vicioso, em que ações que deveriam perder relevância, pois valem cada vez menos, continuam sendo negociadas e com forte impacto no desempenho do índice. Isso confunde os investidores, e retrata de forma inadequada o desempenho geral das empresas brasileiras.
O caso recente mostra bem esse risco. A OGX, principal empresa do grupo EBX, de Eike Batista, chegou a valer bilhões de reais, passou a ser bastante negociada, mas desabou e praticamente “virou pó”. Não obstante, continua como a terceira ação mais importante no índice!
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Preços imóveis
Valor do m²Considerando o valor médio do m², este foi de R$ 6.979 em agosto, sendo o Rio de Janeiro o metro quadrado mais caro do Brasil, conforme mostra a tabela abaixo:
| Capital | Preço | |||||||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Fonte: Fipe/Zap Imóveis | MAIS | |||||||||||||
| Rio de Janeiro | R$ 9.534 | |||||||||||||
| Brasília | R$ 8.486 | |||||||||||||
| São Paulo | R$ 7.451 | |||||||||||||
| Niterói | R$ 6.845 | |||||||||||||
| Recife | R$ 5.546 | |||||||||||||
| Fortaleza | R$ 5.118 | |||||||||||||
| Belo Horizonte | R$ 5.023 | |||||||||||||
| São Caetano do Sul | R$ 5.016 | |||||||||||||
| Florianópolis | R$ 4.798 | |||||||||||||
| Porto Alegre | R$ 4.637 | |||||||||||||
| Curitiba | R$ 4.575 | |||||||||||||
| Santo André | R$ 4.397 | |||||||||||||
| Salvador | R$ 4.335 | |||||||||||||
| Vitória | R$ 4.266 | |||||||||||||
| São Bernardo do Campo | R$ 4.158 | |||||||||||||
| Vila Velha | R$ 3.697 | |||||||||||||
| Média Nacional | R$ 6.979 | |||||||||||||
Consolidação do mercado de educação
RIO DE JANEIRO/SÃO PAULO, 3 Set (Reuters) - O setor de educação no Brasil começa a ser um frequentador assíduo do mercado de capitais, tanto na bolsa de valores quanto em fusões e aquisições, em meio à expectativa de receber dezenas de bilhões de reais em investimentos públicos nos próximos anos.
A participação do segmento no pregão da Bovespa --que já conta com a Kroton, Anhanguera, Estácio e Abril Educação-- engordará nos próximos meses com a chegada da Ser Educacional, que atua nas regiões Norte e Nordeste, e da Anima Educação, grupo formado por instituições de São Paulo e Minas Gerais.
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A participação do segmento no pregão da Bovespa --que já conta com a Kroton, Anhanguera, Estácio e Abril Educação-- engordará nos próximos meses com a chegada da Ser Educacional, que atua nas regiões Norte e Nordeste, e da Anima Educação, grupo formado por instituições de São Paulo e Minas Gerais.
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Conjuntura global
BERLIM, 4 Set (Reuters) - As economias desenvolvidas, com os Estados Unidos à frente, irão cada vez mais liderar o crescimento global, com os países emergentes sob risco de desaceleração devido ao aperto da política monetária norte-americana, afirmou o FMI em um texto preparado para o encontro do G20 em São Petersburgo, na Rússia.
Em sua nota de supervisão, obtida pela Reuters, o Fundo Monetário Internacional fez um apelo para uma ação global para revitalizar o crescimento e melhorar o gerenciamento de riscos, alertando que alguns riscos se tornaram mais proeminentes.
As economias emergentes estão particularmente vulneráveis ao aperto da política monetária dos Estados Unidos, e o FMI recomendou que as autoridades estejam prontas para lidar com um aumento da instabilidade financeira.
Competitividade brasileira
Brasil cai oito posições em ranking de competitividade internacional
Wellton Máximo
Repórter da Agência Brasil
Brasília – A piora de indicadores macroeconômicos, o aperto no crédito e a falta de reformas estruturais fizeram o Brasil cair oito posições no ranking de competitividade internacional. De acordo com o Relatório de Competitividade Global de 2013–2014, divulgado hoje (3) pelo Fórum Econômico Mundial, o Brasil ficou na 56ª posição entre 148 países analisados.
No relatório anterior, o país tinha subido cinco posições e ficado em 48º lugar. Entre os membros do Brics, grupo que reúne as cinco principais economias emergentes do planeta, o Brasil perdeu a segunda posição para a África do Sul, que ficou em 53º lugar. Em 29º, a China continua o país mais competitivo do bloco.
De acordo com o documento, o Brasil precisa melhorar a qualidade das instituições, quesito em que está em 80º lugar, uma posição atrás do resultado do ano passado. Entre os principais desafios do Brasil nessa área, o relatório cita a queda na eficiência do governo, cujo indicador caiu da 111ª para a 124ª posição, o combate à corrupção (114ª posição) e a baixa confiança nos políticos, que passou do 121º para o 136º lugar de um ano para outro.
Além do ambiente institucional, o Brasil precisa avançar nos principais gargalos econômicos. O documento cita a baixa qualidade da infraestrutura, em cujo ranking o país caiu da 107ª para a 114ª posição, e da educação, que passou do 116º para o 121º lugar. O relatório também considera o país fechado à competição estrangeira, atribuindo a 144ª posição na abertura de mercado ao exterior.
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Repórter da Agência Brasil
Brasília – A piora de indicadores macroeconômicos, o aperto no crédito e a falta de reformas estruturais fizeram o Brasil cair oito posições no ranking de competitividade internacional. De acordo com o Relatório de Competitividade Global de 2013–2014, divulgado hoje (3) pelo Fórum Econômico Mundial, o Brasil ficou na 56ª posição entre 148 países analisados.
No relatório anterior, o país tinha subido cinco posições e ficado em 48º lugar. Entre os membros do Brics, grupo que reúne as cinco principais economias emergentes do planeta, o Brasil perdeu a segunda posição para a África do Sul, que ficou em 53º lugar. Em 29º, a China continua o país mais competitivo do bloco.
De acordo com o documento, o Brasil precisa melhorar a qualidade das instituições, quesito em que está em 80º lugar, uma posição atrás do resultado do ano passado. Entre os principais desafios do Brasil nessa área, o relatório cita a queda na eficiência do governo, cujo indicador caiu da 111ª para a 124ª posição, o combate à corrupção (114ª posição) e a baixa confiança nos políticos, que passou do 121º para o 136º lugar de um ano para outro.
Além do ambiente institucional, o Brasil precisa avançar nos principais gargalos econômicos. O documento cita a baixa qualidade da infraestrutura, em cujo ranking o país caiu da 107ª para a 114ª posição, e da educação, que passou do 116º para o 121º lugar. O relatório também considera o país fechado à competição estrangeira, atribuindo a 144ª posição na abertura de mercado ao exterior.
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O que o capitalismo não é
O que o capitalismo não é
Por Diogo Costa ·O capitalismo não é exclusivamente “capitalista”. A acumulação de capital é um fato existente em qualquer sociedade, independentemente de sua estrutura política e econômica. Max Weber já dizia em A ética protestante e o espírito do capitalismo que “a ganância pelo ouro é tão antiga quanto a história do homem”. E que onde o capitalismo era mais atrasado encontrava-se “o reino universal da absoluta falta de escrúpulos na busca dos próprios interesses por meio do enriquecimento”. No entanto, as pessoas ainda encaram o capitalismo como um ordenamento moral, um modo de vida em que a acumulação de riqueza é o bem superior. Mas a defesa do capitalismo não significa a defesa de um homo economicus cuja única preocupação na vida é ganhar dinheiro. Há muitas coisas mais importantes do que a acumulação de capital, como a família, a religião, a arte e a cultura. E isso realça a importância da economia de mercado. É verdade que no livre mercado há mais oportunidade para aquele que pretende enriquecer, mas nele o filósofo também tem mais oportunidade de aprender e o artista tem mais oportunidade de se expressar. E é por meio do livre mercado que o filantropo, a pessoa que deseja ajudar o próximo, dispõe de mais recursos para fazer assistência social, e, através do sistema de preços livres, pode utilizar seus recursos de forma mais eficienteMais
Taxa de câmbio
A arte de flutuar e intervir Ilan Goldfajn * - O Estado de S.Paulo
Dizem que inventaram a taxa de câmbio para nos manter humildes. Se até o
passado é difícil de explicar, imagine projetar o futuro. Menos de 18 meses
atrás o real caiu abaixo de 1,70 por dólar e no mês passado alcançou 2,45, após
uma depreciação intensa. O Banco Central anunciou novo mecanismo de intervenção,
o que colocou um pouco de água fria na fervura, mas manteve aceso o (eterno)
debate. Para onde vai o real? Qual a melhor forma de atuar nesta situação?
Divido o atual debate sobre ....
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Divido o atual debate sobre ....
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terça-feira, 3 de setembro de 2013
Exportando consumidores
Socorro! Estamos exportando consumidores.
07/2012
Por Ricardo Amorim
Por Ricardo Amorim
Na semana passada fui a Nova York a trabalho. Como bom brasileiro, aproveitei para fazer umas comprinhas. Fiquei chocado. Em todas as lojas em que entrei, sem exceções, muitos brasileiros também compravam. Políticas econômicas equivocadas estão exportando nossos consumidores. Fico imaginando o que estará acontecendo em Miami…
Há tempos se afirma que as dificuldades da nossa indústria são causadas por um real excessivamente forte. Com esse diagnóstico, o governo taxou investimentos estrangeiros e gastos em viagens, dificultou a entrada de produtos importados por meio de mais impostos e medidas regulatórias, e acumulou muitos bilhões de dólares em reservas internacionais. Sozinha, a última medida custará mais de R$ 50 bilhões só neste ano. Somadas a uma conjuntura internacional, que reduziu nossas exportações e levou multinacionais europeias e americanas a repatriarem capitais, tais ações impulsionaram a cotação do dólar de R$ 1,50 a pouco mais de R$ 2 nos últimos meses.
Problema resolvido, certo? Não, muito pelo contrário. Este ano, a produção da nossa indústria até agora foi 3,5% menor do que no mesmo período do ano passado. Os desafios para a indústria são muitos, começando pela concorrência com produtos chineses e passando pela contração dos mercados de consumo nos EUA e na Europa e, consequentemente, excesso de capacidade industrial instalada no mundo após a crise de 2008. Some-se a isso uma enorme mudança socioeconômica no País desde 1994 que se acelerou nos últimos anos.
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Ronald Coase (1910-2013)
"Em minha juventude, dizia-se que o que era muito tolo para ser dito poderia ser cantado. Na economia moderna, pode ser expresso em forma matemática." ~ Ronald Coase
Coase became a famous economic thinker based on his "Nature of the Firm" (1937) and "The Problem of Social Cost" (1960). While many younger readers will associate Coase with the University of Chicago and what they understand the field of Law and Economics to be, Ronald Coase didn't join the staff at the University of Chicago Law School until 1964. His formative intellectual background was at the London School of Economics in the 1930s, where Hayek loomed as a large intellectual influence (along with Robbins and Arnold Plant). The ideas behind Coase's examination of the nature of the firm, he told us on numerous ocassions, were born in contemplation of Plants discussion of the socialist calculation controversy and his everyday observations of the organization of business activities during his study trip to the US. As he began teaching, he had to present a lecture on the firm and these ideas clicked.
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
Ronald Coase + 2013
O grande economista Ronald Coase (1910-2013) faleceu hoje
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Aprfundizar:
http://api.ning.com/files/pwva2Uz3vQSpq50UStPG3D4yeECvvcyQTHrQsSiGUaeFiziwh0IT0p7lujUhc7o6kF*iqT9EP36wlaJ9lySyh9cKKJg*RG-F/OproblemadocustosocialCoase.PDF
ainda mais:
http://direitasja.files.wordpress.com/2012/05/laws-order-what-economics-has-to-do-with-law-and-why-it-matters-david-d-friedman.pdf
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Tem uma bolha de imóveis no Brasil?
"Suspeito que haja uma bolha imobiliária no Brasil", diz Robert Shiller
Suspeito que haja uma bolha imobiliária no Brasil. Os imóveis mais que dobraram de preço no Rio de Janeiro e em São Paulo nos últimos cinco anos [segundo números da pesquisa FipeZAP]. O que aconteceu em cinco anos de tão dramático para os preços subirem assim? A inflação não foi muito menor? Os preços caíram 25% em Los Angeles e Nova York no mesmo período. E por que os preços no Brasil foram para cima ininterruptamente? Eu não posso cravar que exista uma bolha no Brasil porque não conheço a fundo as características do mercado local. Mas comparando os dados brasileiros com os de outros países, posso dizer que a alta sugere cautela. Os preços dos imóveis no Japão tiveram o mesmo movimento na década de 1980 e depois, no início dos 1990, começaram a cair sem parar e perderam dois terços do valor até agora. São pessoas que investem em imóveis, não são “hedge funds”. Você acha que os preços dobraram por fundamentos econômicos ou por um movimento psicológico?
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Sobre Jean-Baptiste Say
Jean-Baptiste Say: o que realmente pensava este grande economista
1. Introdução
por Ubiratan Jorge Iorio, sexta-feira, 30 de agosto de 2013
Imagine que você jamais tenha escrito ou dito a frase "os eleitores brasileiros são idiotas" e que você não pense desta forma, mas que, por diversos motivos, venha a ficar famoso, quase dois séculos depois de sua morte, exatamente por terem afirmado repetidamente que você pronunciou essa frase. Pois é o que acontece com a Lei de Say, que jamais escreveu que "a oferta cria a sua própria procura", mas que é inevitavelmente conhecido por ter escrito algo que nunca escreveu.
Poucos postulados da economia deram margem a tantas interpretações equivocadas, algumas por incapacidade de entender as coisas simples, outras por solércia, quanto o que se tornou conhecido como Lei de Say. Principalmente depois que Keynes a deturpou na Teoria Geral (porque precisava, em conformidade com seus padrões éticos, proceder desse modo para construir sua "nova economia"), gerações sucessivas de estudantes, que depois se tornam professores e economistas, repetem qual papagaios o refrão "a oferta cria a sua própria procura", sem jamais terem lido uma página sequer de Say. É constrangedor quando uma mentira se transforma em um apotegma.
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Veja também:
https://www.youtube.com/watch?v=Ut2xpEx2LrQ
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Veja também:
https://www.youtube.com/watch?v=Ut2xpEx2LrQ
domingo, 1 de setembro de 2013
Bolha de imóveis?
CAMPOS DO JORDÃO, 31 Ago (Reuters) - Há uma boa probabilidade de que exista uma bolha imobiliária no Brasil neste momento, tomando como exemplo o comportamento do mercado em outros países, na visão do professor de Economia na Yale University, Robert Shiller, conhecido por ser cocriador do índice de preço de imóveis S&P/Case-Shiller.
O principal indicador da existência da bolha, segundo ele, é o fato de os preços no Rio e em São Paulo terem dobrado nos últimos cinco anos.
"Suspeito que exista uma bolha no Brasil", disse durante o 6o Congresso Internacional de Mercados Financeiro e de Capitais, em Campos do Jordão (SP).
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O principal indicador da existência da bolha, segundo ele, é o fato de os preços no Rio e em São Paulo terem dobrado nos últimos cinco anos.
"Suspeito que exista uma bolha no Brasil", disse durante o 6o Congresso Internacional de Mercados Financeiro e de Capitais, em Campos do Jordão (SP).
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Mais liquidez
CAMPOS DO JORDÃO, 31 Ago (Reuters) - O Banco Central poderá ofertar liquidez a diversos segmentos do mercado caso seja necessário, pois conta com um "colchão" superior a 370 bilhões de dólares, afirmou neste sábado o presidente da instituição, Alexandre Tombini, referindo-se às reservas internacionais do país, que foram ampliadas em quase 90 bilhões de dólares nos últimos dois anos.
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