segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Delfim Netto


Antônio Delfim Netto

"O apocalipse não está na esquina"
O ex-ministro da Fazenda critica a onda de pessimismo e diz que desconfianças do setor privado em relação ao governo Dilma não se justificam
por Amauri Segalla

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OTIMISMO
Delfim em seu escritório:
“Crise não existe”
O paulista Antônio Delfim Netto é uma voz dissonante do recorrente pessimismo demonstrado por alguns analistas de mercado e empresários a respeito dos rumos da economia brasileira. Aos 85 anos, esse professor emérito da Universidade de São Paulo e ex-artífice do milagre do crescimento durante a ditadura militar não acha que o País vai de mal a pior, como argumentam os críticos do governo Dilma Rousseff, e vê como injustificada a desconfiança do setor privado. “O apocalipse não está na esquina”, diz Delfim. Nesta entrevista, concedida às 8 horas da manhã (horário em que começa a dar expediente) em seu escritório na zona oeste de São Paulo, ele fala também sobre o fracasso dos programas de concessões, compara o estilo da presidenta com o de seu antecessor e elogia a decisão de Dilma de cancelar a visita oficial que faria aos Estados Unidos. E, claro, destilou o veneno de sempre. “Enquanto no PT o aparelhamento do Estado é com o companheiro de passeata, no PSDB é com o companheiro de tertúlias.”
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"O Lula tem uma inteligência intuitiva. No fundo, ele foi 
um grande acidente positivo na história brasileira”
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“Ao cancelar a visita aos EUA, Dilma mandou um recado claro
a Obama: Ok, vocês são mais fortes, mas têm moral duvidosa"
 
Afinal, existe ou não uma crise econômica no Brasil?
Antônio Delfim Netto -
Crise não existe. O que existe é um pessimismo muito superior àquele justificado pelos fatos. Dizem que abandonaram-se os fundamentos indispensáveis para a boa condução da economia. Não se abandonou nada. Vamos começar pelo acerto fiscal. Você tem uma dívida bruta de 60% do PIB e um déficit fiscal de 2,5%. É uma situação desconfortável, mas que não representa nenhuma tragédia. Se você olhar bem, verá que o déficit fiscal vem sendo reduzido paulatinamente. 
Istoé -
Muitos especialistas dizem que há um risco inflacionário.
Antônio Delfim Netto -
A inflação vem se mantendo mais ou menos dentro de uma margem aceitável. Hoje, uma inflação de 6% não é baixa. Talvez haja cinco ou seis países importantes com inflação igual a essa. Não é uma inflação fora de controle, mas ela cria dificuldades, principalmente porque você tem alguns preços controlados e um dia vai precisar absorver isso. A questão é que não há nenhum risco de a inflação explodir. Por mais que muita gente diga o contrário, o fato é que o apocalipse não está na esquina. 
Istoé -
O sr. não acha que há certa desconfiança do setor privado em relação ao governo?
Antônio Delfim Netto -
Essa desconfiança nasceu agora, mas não é justificada. Basta olhar o que a presidenta Dilma fez. Por exemplo, a intervenção no setor elétrico. Baixar o custo de energia é fundamental. A medida está certa. Em dois ou três anos, ela vai resultar no aumento da eficiência das empresas. O problema é que se criou a ideia de que o setor privado é muito egoísta, só pensa nele, e que o governo é o único defensor das massas. As pessoas esquecem que, sem massas, o setor privado não funciona.  
Istoé -
O sr. mantém contato com muitos empresários. Que visão eles têm do governo Dilma?
Antônio Delfim Netto -
Muita gente do setor privado enxerga no governo um bando de trotskistas enrustidos, que querem destruir o capitalismo. Nada disso, claro, é verdade. Duvido que Dilma tenha alguma restrição ao setor privado. Ela declarou recentemente, em Nova York, que o governo precisa não só dos recursos, mas da gestão do setor privado, que é mais ágil e eficiente. Alguém que declara isso numa reunião em Nova York para potenciais investidores não pode ser entendida como uma pessoa que queira fazer do Brasil uma Cuba. O que me parece é que o governo precisa acordar de novo o espírito animal dos empresários. 
Istoé -
O sr. está dizendo que falta entusiasmo ao empresariado?
Antônio Delfim Netto -
O homem é um ser cíclico. Um dia estou com grande entusiasmo, noutro tenho preocupações e fico deprimido. O mecanismo do entusiasmo e da depressão se transfere como um vírus. Na economia é assim também, uma coisa contamina a outra. O trabalhador fica com medo de perder o emprego. Ele procura ficar líquido e, assim, reduz o consumo. O empresário, não tendo certeza que vai haver demanda, reduz a produção e reforça o sentimento de que a coisa vai piorar. Ele fica líquido também. O banqueiro acha que o outro banco está pior do que ele. Então os bancos não emprestam mais entre si. Quando está todo mundo líquido, eles morrem afogados na liquidez, que é a recessão. Mas isso não vai acontecer com o Brasil.  
Istoé -
Que comparações o sr. faz entre Lula e Dilma?
Antônio Delfim Netto -
 A presidenta é uma tecnocrata muita preparada. Sem dúvida, trata-se de uma centralizadora, mas é sua forma de ser. Já o Lula tem uma inteligência intuitiva, quase natural, e exerce grande liderança sobre as pessoas. Ele é capaz de participar de uma reunião com dez sujeitos e depois fazer uma síntese, aproveitar o que tinha de bom naquilo e colocar em prática. No fundo, o Lula foi um grande acidente positivo na história brasileira.
Istoé -
Se o País melhorou, por que os brasileiros falam mal do Brasil?
Antônio Delfim Netto -
Porque é assim mesmo. A crítica do mercado é simples de entender. Era muito fácil ganhar a vida com taxa de juro real de 12%. Ganhar a vida com taxa real de 2% é mais difícil. Por isso, a crítica do mercado financeiro é irrelevante, não faz cócega. É uma coisa ridícula, por exemplo, os economistas fixarem as prioridades do governo. Cada economista tem no máximo o seu próprio voto. Não tem nem o da mulher, porque ela desconfia dele.  
Istoé -
Por que os leilões do pré-sal e das rodovais não deram os resultados esperados?
Antônio Delfim Netto -
Não tem nada de misterioso acontecendo. Se o governo quer estradas de certa qualidade, ele precisa fazer leilões competentes, com editais transparentes. Leilão é coisa para profissional e não para amador. O governo estabeleceu a qualidade desejada? O mercado define a partir daí a taxa de retorno. O governo estabeleceu a taxa de retorno? Nesse caso, é o mercado que define a qualidade possível. Pelo caminho correto, você tem a menor tarifa para uma determinada qualidade. Pelo caminho que o governo segue, você tem a menor tarifa com a pior qualidade. Ou seja, não funciona.  
Istoé -
O fracasso dos leilões não pode ter impactos negativos na economia?
Antônio Delfim Netto -
O sucesso dos leilões é fundamental porque é a primeira injeção na veia para aumentar a produtividade do sistema. Se eu melhoro a infraestrutura, o ganho de produtividade é espantoso. Digamos que, para chegar ao porto de Paranaguá, uma tonelada de soja gasta 500 quilos. Se eu melhorar a infraestrutura, uma tonelada de soja vai chegar ao mesmo destino com 900 quilos. Esses 400 quilos de diferença representam ganho líquido de produtividade para o sistema inteiro, simplesmente porque a infraestrutura melhorou.
Istoé -
Parece simples de fazer, mas não se faz. Por quê?
Antônio Delfim Netto -
Porque o Brasil é dominado por corporações que têm seus interesses. Por que estão se criando tantos partidos? Simplesmente porque é um comércio, um negócio. Um partido é um negócio que recebe um fundo partidário. Por que se criam sindicatos todos os dias? Porque tem o fundo dos sindicatos. 
Istoé -
Os interesses próprios resultam também no aparelhamento do Estado.
Antônio Delfim Netto -
O aparelhamento do Estado existe há muito tempo. Não foi só o PT que aparelhou. O PSDB também. A diferença é que o PSDB aparelhava com companheiros de tertúlias. No PT, o aparelhamento é com o companheiro de passeata.  
Istoé -
Um dia o Brasil será um país desenvolvido?
Antônio Delfim Netto -
Não tenho dúvida. O Brasil melhorou dramaticamente nos últimos anos. A Constituição de 1988 mudou tudo para melhor. A Constituição quer uma sociedade em que haja a maior igualdade de oportunidades. Significa que não importa se você foi produzido numa suíte presidencial ou meio por acaso, num sábado à noite, embaixo do Museu do Ipiranga e com os seus pais bêbados. Uma vez produzido, você é senhor de direitos. Não importa. Hoje, não há nenhum país emergente com instituições tão sólidas quanto o Brasil. A prova disso é o Supremo. 
Istoé -
O Supremo trabalhou corretamente no julgamento do Mensalão?
Antônio Delfim Netto -
Quando eu vejo as pessoas ficarem tristes porque o Supremo está tentando fazer justiça, acho apavorante. O Supremo não existe para fazer vingança, mas para fazer justiça. O que aconteceu agora reafirma a minha convicção de que caminhamos para o fortalecimento das instituições.  
Istoé -
A presidenta Dilma acertou ao cancelar a viagem oficial para os EUA depois das denúncias de espionagem?
Antônio Delfim Netto -
Seria muito desconfortável para a presidenta aceitar o convite de Obama. A espionagem diminuiu a nossa soberania. Com o cancelamento da visita, o Brasil mandou um recado claro: Ok, vocês são mais fortes, mas têm moral duvidosa. A força da moral às vezes é maior do que a força das armas.  
Istoé -
Quem faz falta no Brasil de hoje em dia?
Antônio Delfim Netto -
O José Bonifácio (José Bonifácio de Andrada e Silva, o Patriarca da Independência), que estava muito acima de sua geração. Em 1824 ele queria dar instrução gratuita, acabar com a escravidão. Era um cientista, uma mente brilhante. Se o José Bonifácio tivesse sido levado a sério, o Brasil seria os EUA.
Istoé -
O sr. era o terror da esquerda brasileira e depois se aproximou do PT. Que convicções foram deixadas para trás?
Antônio Delfim Netto -
A pretensão de saber. Antes, eu acreditava mais no meu conhecimento do que acredito hoje. Atualmente, sou um sujeito muito mais relativista. 
Istoé -
Qual é o seu papel na construção do pensamento econômico brasileiro?
Antônio Delfim Netto -
Nenhum. Fiz aquilo que me cabia fazer, com o conhecimento e o poder que tinha. Fiz coisas certas, fiz coisas equivocadas. 
Istoé -
O sr. é um homem realizado?
Antônio Delfim Netto -
Muito. Quando você tem sorte, nunca trabalha, porque faz o que gosta. Você vive. Eu tive uma sorte louca. 

Campeões de desastres

Elio Gaspari
As campeãs nacionais de desastres
O sonho petista de criar um bloco de empresas financiadas pelo BNDES reeditou um pesadelo

Em 2007, o BNDES ressuscitou o zumbi da anabolização de empresários amigos e anunciou que o governo queria criar um núcleo de "campeões nacionais", inserindo-o no mundo das grandes empresas mundiais. Nesse lance, botou perto de R$ 20 bilhões em empresas companheiras.
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PIB brasileiro

Focus eleva para 2,47% previsão de alta do PIB em 2013


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sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Pre-capitalismo e capitalismo

A ascensão do capitalismo
O sistema pré-capitalista de produção era restritivo.  Sua base histórica era a conquista militar.  Os reis vitoriosos cediam a terra conquistada aos seus paladinos.  Esses aristocratas eram lordes no sentido literal da palavra, uma vez que eles não dependiam de satisfazer consumidores; seu êxito não dependia de consumidores consumindo ou se abstendo de consumir seus produtos no mercado....
Mas então surgiu o capitalismo.  É costume ver as inovações radicais que o capitalismo produziu ao substituir os mais primitivos e menos eficientes métodos dos artesãos pelas fábricas mecanizadas.  No entanto, esta é uma visão bastante superficial.  A feição característica do capitalismo que o distinguiu dos métodos pré-capitalistas de produção era o seu novo princípio de distribuição e comercialização de mercadorias.
O capitalismo não é simplesmente produção em massa, mas sim produção em massa para satisfazer as necessidades das massas.
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Brasil na fragilidade externa

Fragilidade externa do Brasil já está evidente, diz economista

RAQUEL LANDIM
DE SÃO PAULO

Um dos economistas mais conectados com o dia a dia das empresas, José Roberto Mendonça de Barros faz um alerta: o Brasil voltou a ser um país "frágil" por causa do expressivo deficit em conta-corrente. "É isso que pressiona o real e evidencia a nossa fragilidade externa."
Ele não prevê crise cambial, por causa das reservas internacionais, mas está preocupado com a mudança de percepção do mercado, que incluiu o Brasil no grupo "cinco países frágeis", junto com Índia, Indonésia, África do Sul e Turquia.
Mendonça de Barros, que foi secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda e hoje é sócio da MB Associados, lembra a frase do ex-ministro Mario Henrique Simonsen: "A inflação incomoda, mas o câmbio mata".
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Se o governo escolha empresas

Eleitas pelo governo se tornam fracassos

Autor(es): » SIMONE KAFRUNI
Correio Braziliense - 04/10/2013
"... Para o ex-presidente do Cade Ruy Coutinho, economista da Latin Link Consultoria, o caso Oi é apenas um exemplo do equívoco que é eleger campeões nacionais em detrimento de outras empresas. "É uma política anticoncorrencial, que surgiu na década de 1970, com vários exemplos que não deram certo, e foi retomada agora com mais insucessos", explicou. Coutinho disse que a eleição de "campeões" teve seu auge no governo Geisel (1974-1979). Na época, foram criadas três subsidiárias no BNDES, que depois se fundiram na BNDESPar. "Elas investiram fortemente nas campeãs, o que resultou em alguns desastres, como Máquinas Piratininga, Grupo Villares, Grupo Bardella e Santa Matilde Locomotivas", lembrou.
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Lições em macroeconomia

Lectures on Macroeconomics

by Arnold Kling
Acesso 

Sergipe - país do petróleo

Brasil deve anunciar grande descoberta de petróleo em semanas


Por Jeb Blount
RIO DE JANEIRO, 3 Out (Reuters) - Autoridades brasileiras pretendem anunciar a descoberta de uma gigantesca reserva de petróleo no mar, situada perto do Estado de Sergipe, nas próximas semanas, no que poderia ser a maior do país fora da grande região do "pré-sal", informou o governo estadual.
O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, vai "anunciar oficialmente a descoberta" durante uma visita à capital do Estado, Aracaju, disse à Reuters um porta-voz do governador em exercício, Jackson Barreto, nesta quinta-feira.
Uma campanha exploratória na costa de Sergipe mostra que uma área controlada pela Petrobras e um parceiro indiano possivelmente possui mais de 1 bilhão de barris de petróleo, disseram à Reuters fontes do governo e da indústria, em reportagem publicada no dia 26 de setembro.
Esse volume é mais do que suficiente para suprir todas as necessidades de petróleo dos Estados Unidos, o maior consumidor de petróleo do mundo, por quase dois meses.
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quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Brasil caro

The Economist explica:
Por que o Brasil é tão caro
The custo Brasil has many ingredients, including high taxes (36% of GDP, way out of line with the 21% average for upper-middle-income countries), swingeing import duties and rigid labour laws that make it hard to use workers efficiently. Poor roads and a limited rail network push up freight costs. High interest rates mean firms must spend a packet on financing; high crime adds heavy security costs to their overheads. A terrible education system makes Brazil the world’s second-hardest place for firms to find the skills they need, according to Manpower Group, behind only ageing Japan. Soaring labour costs, which have doubled in a decade as big hikes to the minimum wage set the tone for pay negotiations across the board, have added a new ingredient to the old recipe
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Horas de trabalho e produtividade

The Greeks are some of the most hardworking in the OECD, putting in over 2,000 hours a year on average. Germans, on the other hand, are comparative slackers, working about 1,400 hours each year. But German productivity is about 70% higher.
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Dívida soberana brasileira

ABr

Moody's reduz perspectiva da nota de crédito do Brasil, para estável

 Valor Econômico.

Por Valor
SÃO PAULO  -  A agência de classificação de risco de crédito Moody’s anunciou, na noite desta quarta-feira, redução na perspectiva da nota de crédito da dívida soberana do Brasil (Baa2), de positiva para estável.
Segundo a agência, a alteração da perspectiva teve três motivos. O primeiro deles, na avaliação da Moody´s, é o de que as principais métricas de crédito estão se deteriorando no país, especialmente a relação dívida pública/PIB  e a relação entre investimento e PIB, com desempenhos mais fracos do que os de outros países incluídos na categoria de rating Baa.


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Análise Mensal

ANÁLISE MENSAL
A RET também publica a Análise Mensal, cujo objetivo é tratar de forma aprofundada um ou dois temas relevantes e que estejam em evidência nas agendas nacional e internacional.


  • Indicadores de Solvência Fiscal
  • O Crescimento de Deméter e o de Prometeu
  • Para onde vai o câmbio brasileiro?
  • O efeito persiana no IDH dos municípios
  • Mercosul ou Aliança do Pacífico?
  • Política fiscal como válvula de escape
  • 20 anos de discricionariedade cambial
  • Retrato fiscal dos municípios brasileiros
  • Inflação, Consumo e Investimento: respostas para 
    os determinantes do crescimento econômico
  • Crescimento sem stop-and-go II
  • Investimento, crescimento e inflação sem stop-and-go
  • Crescimento com oferta limitada de mão de obra
  • Persistências Inflacionárias: quais as causas?
  • Um ajuste mundial de salários relativos pode estar em curso
  • Três simulações para o crescimento em 2013
  • Opções de política monetária: instrumentos convencionais ou surpresas?
  • Vai ter PIB em 2013?
  • Cambio: Inflação, Competitividade ou protecionismo disfarçado?

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Dilma e Obama


Estagnação industrial continua

Produção industrial no Brasil fica estagnada em agosto--IBGE


SÃO PAULO, 2 Out (Reuters) - A produção industrial brasileira ficou estagnada em agosto frente a julho, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira.
Na comparação com agosto de 2012, a produção diminuiu 1,2 por cento.
De acordo com pesquisa da Reuters junto a 22 analistas, a expectativa era de que a produção industrial subisse 0,15 por cento em agosto ante julho. As estimativas variaram de queda de 0,50 por cento a alta de 0,90 por cento.
Na comparação anual, a expectativa era de queda de 0,75 por cento, sendo que as 18 projeções variaram de recuo de 1,80 por cento a alta de 0,30 por cento.
(Por Rodrigo Viga Gaier e Felipe Pontes)

Inflação brasileira

A tragédia da inflação brasileira - e se tivéssemos ouvido Mises? (Final)
por , segunda-feira, 22 de junho de 2009




asa_sul2.jpgNo artigo anterior, mostrou-se como que a depravação monetária praticada pelo Banco Central brasileiro durante o período 1980-1994 foi a principal responsável pelo aumento das desigualdades de renda no país.
Nesse artigo, veremos o que teria ocorrido se, na reforma monetária de julho de 1994, o país tivesse seguido os conselhos de Ludwig von Mises.
A TEORIA MISESIANA
Em seu livro The Theory of Money and Credit, Mises sugeriu um regime monetário diametralmente oposto àquele que se tornou o padrão monetário atual vigente em todos os países.  Aliás, quando se conhece a natureza do estado e seus interesses próprios, torna-se mais fácil entender que o fato de todos os governos mundiais adotarem em uníssono o mesmo sistema não é coincidência alguma.
Mises escreveu extensamente sobre a maneira correta de se implementar e preservar um sistema monetário que fosse compatível com os ideais de uma sociedade livre.  Vale notar também que, da perspectiva misesiana, a ideia de se manter uma "moeda sólida" não era um fim em si - e tampouco um princípio defendido em temos ideológicos ou mesmo morais (como o faz a ala rothbardiana) - mas simplesmente uma pré-condição necessária para se manter uma ordem de livre mercado.  Disse ele:
...
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O Brasil do "rent-seeking"

Brasil supera EUA e Alemanha em número de cargos comissionados

1 de outubro de 2013
De acordo com dados do Portal da Transparência do Governo Federal, somente em 2013, o Senado contratou 588 funcionários para cargos de Direção e Assessoramento Superior (DAS), os cargos de confiança ou comissionados. A contratação de não concursados não se limita ao Legislativo. O Executivo conta com cerca de 22,5 mil funcionários ocupando cargos comissionados, contra, aproximadamente, 4 mil nos Estados Unidos, 300 no Reino Unido e 500 na Alemanha e na França.

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Governo americano fechado

Sem acordo sobre orçamento, governo dos EUA 'para' nesta terça

Congresso não aprovou legislação, e gastos federais são bloqueados.
Em memorando, Casa Branca orienta agências a paralisarem serviços.

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sábado, 28 de setembro de 2013

Crescimento econômico - Brasil com problemas

In Brazil, many economists say the declining value of the country’s iron ore and soybeans has revealed that Brazil’s leaders failed to invest in infrastructure when the money was pouring in.
Silvésio de Oliveira, a soybean farmer in the midwestern state of Mato Grosso and a vice president of his state soy and corn farmers’ association, said years of insufficient investment in highways and ports finally caused a crisis this year.
Mr. Oliveira said an “infrastructure collapse” drove up freight costs and led several big foreign purchasers, tired of waiting for deliveries that never came, to cancel their orders.
Carlos Langoni, a former governor of Brazil’s central bank, said that infrastructure had become a significant constraint on growth. But he also noted that some of the country’s problems are similar to those in other developing economies.

Global Business

Economies Rise as Growing Markets Begin to Falter


In Brazil, many economists say the declining value of the country’s iron ore and soybeans has revealed that Brazil’s leaders failed to invest in infrastructure when the money was pouring in.
Silvésio de Oliveira, a soybean farmer in the midwestern state of Mato Grosso and a vice president of his state soy and corn farmers’ association, said years of insufficient investment in highways and ports finally caused a crisis this year.
Mr. Oliveira said an “infrastructure collapse” drove up freight costs and led several big foreign purchasers, tired of waiting for deliveries that never came, to cancel their orders.
Carlos Langoni, a former governor of Brazil’s central bank, said that infrastructure had become a significant constraint on growth. But he also noted that some of the country’s problems are similar to those in other developing economies.
“Expectations were too high,” said Mr. Langoni, who is now the director of the Global Economics Center at the Fundação Getúlio Vargas. “The new emerging countries are no different from the old ones: once you reach a certain income level, it becomes harder to grow.”
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sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Endividamento de familias brasileiras

BC: dívida financeira do brasileiro em julho é recorde



O endividamento das famílias brasileiras com o sistema financeiro voltou a crescer e fechou o mês de julho na marca de 45,10% da renda do trabalhador nos últimos 12 meses. O dado foi divulgado nesta sexta-feira, 27, pelo Banco Central e representa um novo recorde. Em junho, o nível de endividamento era de 44,89%; e em maio, de 44,59%. Em julho do ano passado, era 43,41%. O critério utilizado pelo BC considera o endividamento das famílias com o Sistema Financeiro Nacional em relação à renda acumulada dos últimos doze meses.
Se forem descontadas as dívidas imobiliárias, o endividamento ficou em 30,42% da renda em julho, ante 30,49% em junho e 30,51% em maio. Em julho do ano passado, o indicador era de 31,40%. O recorde, porém, continua sendo os 31,49% registrados em agosto de 2012. Nesse caso, o BC considera o critério de endividamento das famílias com o Sistema Financeiro Nacional, exceto crédito habitacional, em relação à renda acumulada dos últimos doze meses.
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The Economist e o Brasil

Esse vídeo esculhamba a revista The Economist. Essa revista falou enormes besteiras sobre o Brasil nos últimos anos. Agora, que o cenário está ficando sombrio, tenta tirar sua responsabilidade e culpar "os outros".

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Educação brasileira

Acertou a mosca verbalmente - onde fica a prática?

O futuro do Brasil

O Brasil estragou tudo, afirma a revista britânica 'The Economist'


As capas da ' The Economist' - a  de 2009 e, à direita, a atual (Foto: Reprodução/The Economist)
RIO - No início dos anos 2000, o Brasil decolava e recebia elogios mundo afora. Com economia estável, o país sofreu pouco durante a crise econômica mundial - registrando crescimento de 7,5% no ano de 2010 enquanto grande parte dos países estavam em recessão. Porém, ao que tudo indica, o crescimento está minguando, segundo a revista britânica "The Economist". Reportagem de 14 páginas, intitulada "Has Brazil Blown it?" (O Brasil estragou tudo?, em tradução livre), questiona se a presidente Dilma Rousseff vai conseguir reiniciar os motores do crescimento.

Educação financeira

63% dos jovens brasileiros admitem não ter um bom conhecimento financeiro

SÃO PAULO – A maioria dos jovens brasileiros (63%) acredita que não tem um bom conhecimento financeiro. Mas eles não são os únicos, 67% das pessoas com idade entre 18 e 30 anos da América Latina e Caribe compartilham da mesma opinião, segundo um levantamento realizado pela MasterCard.
Para as pessoas nesta faixa etária, a educação financeira é um fator importante para alcançar a estabilidade financeira, porém, 60% da população latino-americana não tem conta em banco e 74% acham que a falta de entendimento é uma barreira para se relacionar com instituições financeiras.
A diretora de comunicação corporativa da empresa, Andrea Denadai, lembra que este segmento representa grande parte da força de trabalho atual e futura que está neste momento iniciando sua vida financeira. "Conforme os jovens iniciam suas carreiras e começam a obter renda, acabam se endividando e, às vezes, optando por investimentos financeiros duvidosos. Por isso a importância da educação financeira nesta fase.”
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O futuro do Brasil

Brazil’s future

Has Brazil blown it?

A stagnant economy, a bloated state and mass protests mean Dilma Rousseff must change course

Redeemer ascending like a rocket from Rio de Janeiro’s Corcovado mountain, under the rubric “Brazil takes off”. The economy, having stabilised under Fernando Henrique Cardoso in the mid-1990s, accelerated under Luiz Inácio Lula da Silva in the early 2000s. It barely stumbled after the Lehman collapse in 2008 and in 2010 grew by 7.5%, its strongest performance in a quarter-century. To add to the magic, Brazil was awarded both next year’s football World Cup and the summer 2016 Olympics. On the strength of all that, Lula persuaded voters in the same year to choose as president his technocratic protégée, Dilma Rousseff.
Since then the country has come back down to earth with a bump. In 2012 the economy grew by 0.9%. Hundreds of thousands took to the streets in June in the biggest protests for a generation, complaining of high living costs, poor public services and the greed and corruption of politicians. Many have now lost faith in the idea that their country was headed for orbit and diagnosed just another voo de galinha (chicken flight), as they dubbed previous short-lived economic spurts.
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Veja também
Mueller, voo de galinha

 

Petrobras encontra mais petróleo na costa de Sergipe

Petrobras pode ter reservas de 1 bilhão de barris de petróleo em Sergipe, diz agência

DENISE LUNA
DO RIO
Ouvir o texto
O primeiro óleo da província petrolífera descoberta pela Petrobras na bacia Sergipe-Alagoas, uma das maiores apostas da Petrobras na costa brasileira, está previsto para 2018, informou hoje (26) a companhia.
Mais cedo, uma reportagem da agência Reuters disse que fontes do governo e da indústria informaram que esta província possivelmente possui mais de 1 bilhão de barris de petróleo em reservas, um campo do porte de Marlim e Roncador, na bacia de Campos, os maiores campos produtores do Brasil.
Marlim produz diariamente 252 mil barris de petróleo e Roncador, 252 mil. A descoberta ajudaria a empresa no seu plano de dobrar a produção até 2020.
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Economia brasileira


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quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Origem da crise financeira americana

Como ocorreu a crise financeira americana
por , quarta-feira, 25 de setembro de 2013

              
Segundo a imprensa mundial, este mês de setembro de 2013 marca o aniversário de 5 anos da crise financeira americana.  Mas a crise, no entanto, começou realmente um ano antes, em agosto de 2007, quando correntistas correram ao banco britânico Northern Rock para sacar seu dinheiro, levando o banco à falência.  Esta foi a primeira corrida bancária em grande escala ocorrida desde 1930. 

Economia chinesa continua crescer

Economia chinesa deve crescer 7,7%, diz economista

A economia chinesa deve crescer 7,8% no terceiro trimestre
e 7,6% entre outubro e dezembro deste ano, disse Fan Jianping, economista-chefe no Centro de Informações do Estado, órgão de análise do governo.
De acordo com o jornal China News, Fan estima que o produto interno bruto (PIB) da China seja de 7,7% em 2013, acima da meta estabelecida pelo governo para este ano, que esperava crescimento de 7,5%. Fonte: Dow Jones Newswires.
Fonte

Alemanha atrás da aparência


No. 39, September 22, 2013

Germany – Heading for Meltdown?

Oskar Kurer
Institute of Economics
University of Erlangen-Nuremberg

Abstract: Germany looks prosperous, yet it suffers from low productivity growth and fiscal imbalances. These weaknesses could escalate in the future as the population continues to age. Measures to cut some entitlements and limit budget deficits have been taken, but it is doubtful that they will be implemented. German politicians are known to ignore such regulations and voters who should punish fiscal irresponsibility are in the throes of a mentalité that denigrates business activities, competitive markets, economic change and innovation. German politicians and voters extol the virtues of political action, social control, economic regulation, redistribution, and a life unsullied by commerce. Short of a radical change in such attitudes, voters will continue to call for productivity-reducing economic policies and an unsustainable level of welfarism. In the absence of a conjunction of contingent events favoring reforms, Germany could follow the well-trodden path of Southern Europe that ends inevitably in a fiscal meltdown.
Mais

Bolha de imóveis

6 Castelos mais baratos que imóveis no Rio de Janeiro
Leia mais

Além do ISLM

Palestra de Antony Mueller na II. Semana Acadêmica de Economia. UDESC. Florianópolis. 24 de Setembro de 2013
"Além do ISLM. A crise atual na luz de modelos macroeconômicos"
Data Show

Advertência quando se fala na próxima vez sobre "desregulamento" do setor financeiro

O sistema financeiro é entre os setores mais severamente regulados da economia
 "The financial system is among the most heavily regulated sectors of the economy."
Frederick Mishkin: "The Economics of Money, Banking & Financial Markets". 9. ed., p. 212

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

PIB mundial 2007-2013


História da inflação

Mais

O começao da globalização

Economic history

When did globalisation start?

“GLOBALISATION” has become the buzzword of the last two decades. The sudden increase in the exchange of knowledge, trade and capital around the world, driven by technological innovation, from the internet to shipping containers, thrust the term into the limelight.
Some see globalisation as a good thing. According to Amartya Sen, a Nobel-Prize winning economist, globalisation “has enriched the world scientifically and culturally, and benefited many people economically as well”. The United Nations has even predicted that the forces of globalisation may have the power to eradicate poverty in the 21st century.
Others disagree.

domingo, 22 de setembro de 2013

O novo atraso já comeceu

Fuga da América Latina mostra avanço dos países ricos

No curto prazo, isso significa menos liquidez para a região, menos possibilidade de emissão de bônus para empresas, além de um financiamento mais caro

São Paulo, 21 set (EFE).- A América Latina passa por uma transição econômica devido a fuga de capital dos países emergentes para os avançados, circunstância com efeitos negativos a curto prazo, mas que indica a recuperação dos países ricos, afirmou à Agência Efe, Ilan Goldfajn, economista-chefe do Itaú Unibanco.
A mudança atual no fluxo do dinheiro acaba com uma situação iniciada em 2003, em que os investidores buscavam as maiores rentabilidades dos países em desenvolvimento, explicou o especialista.
No curto prazo, isso significa menos liquidez para a região, menos possibilidade de emissão de bônus para empresas, além de um financiamento mais caro, acrescentou Goldfajn.
A volta do dinheiro às economias que estavam em crise, no entanto, por suas melhores perspectivas de crescimento e a consequente alta dos juros nos Estados Unidos, é um sinal de reabilitação.
'A crise está terminando. Após cinco anos, já era hora', disse o economista-chefe do Itaú Unibanco.
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sábado, 21 de setembro de 2013

Teoria austríaca do cíclo econômico

La teoría austríaca del ciclo económico

Se nos ha pedido muchas veces que recomendemos un artículo simple que exponga la teoría austriaca del ciclo económico. De mi parte, creo que Richard Ebeling ha ofrecido una buena síntesis en este artículo que compartimos, publicado originalmente por FEE como Freedom Daily, traducido al español por Verena Wachnitz.

La teoría austríaca del ciclo económico fue desarrollada por primera vez por Ludwig von Mises, quien se basó en las contribuciones de su profesor austríaco Eugen von Böhm-Bawerk y los escritos del economista sueco Knut Wicksell.
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Munich- Oktoberfest 2013

A festa começou
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Petrobras - como ruinar uma empresa


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sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Macro III - NOTAS lançadas

As notas da terceira avaliação estão na SIGAA - verifique!
O próximo encontro para SUBSTIUIÇÃO e RECUPERAÇÃO estará na próximo quinta, 26 de Setembro
Lembrete: na terça que vem não vai ter aula
Recursos para prova de substituição e recuperação estão aqui:
http://continentaleconomics.com/AulasOnlineMacroIII.html
Temas:
- Crescimento econômico
- Depressões e crises (patologias macroeconômicas)
- Politica macroeconômica

Dinâmica Macroeconômica - NOTAS lançadas

As notas da terceira avaliação já estão no sistema SIGAA - verifique!
Temos provas de SUBSTUIÇÃO e RECUPERAÇÃO na próxima quinta, 26 de Setembro com todo o conteúdo, seja
Posições principais da
- teoria keynesiana (em comparação com a teoria clássica e Say em especial)
- teoria kaleckiana (modelo)
- teoria pós-keynesiana (teses)
- teoria schumpeteriana (teses e modelo)
Recursos se encontra no site:
http://continentaleconomics.com/AulasOnlineDinamicaMacroeconomica.html
Lembrete: não vai ter aula na terça que vem

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Palestra UdESC


O caminho pelo ruim - a história do banco RBS

A BBC Documentary about the hubris at the heart of The Royal Bank of Scotland during the boom. And the ensuing demise under Sir Fred Goodwin.

Unfortunately less than an hour after I uploaded this film I received notification from youtube that EMI are claiming ownership of some of the soundtrack. I believe this has been done in error as the soundtrack parts in question are so brief as to inconsequential. As a result of this the video cannot be viewed in the US. I have disputed EMI's claim and hopefully this will be cleared up soon.
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quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Messi em adidas futebol propaganda

Leo Messi - The New Speed of Light - adidas Football
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O que fazer na crise?


•      Dado que a crise atual na Europa e nos Estados Unidos se manifesta em altas taxas de desemprego com baixa inflação, os modelos convencionais (cruz keynesiana, hiato inflacionário e deflacionário igual como o modelo OA/DA) demandam expansão monetária e fiscal – exatamente as mesmas políticas que causaram a crise

•      No caso do Brasil – que está na estagnação inflacionária (estagflação) – os modelos convencionais não tem nenhuma resposta (o que explica a paralise e confusão do governo brasileiro)

•      Quais são agora as recomendações do modelo clássico-austríaco?


Rei de Holanda declara o fim do estado de bem-estar

Dutch King Willem-Alexander declares the end of the welfare state
Youngest monarch in Europe says people must take responsibility for their own future and create their own social and financial safety nets.
King Willem-Alexander delivered a message to the Dutch people from the government in a nationally televised address: the welfare state of the 20th century is gone.
In its place a "participation society" is emerging, in which people must take responsibility for their own future and create their own social and financial safety nets, with less help from the national government. .. "The classic welfare state of the second half of the 20th century in these areas in particular brought forth arrangements that are unsustainable in their current form."
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