sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Mapa da riqueza mundial

Em valor acumulado, a riqueza mundial atingiu em 2013 o recorde de todos os tempos: US$ 241 trilhões. Se este número fosse dividido proporcionalmente pela população mundial, a média da riqueza seria de US$ 51.600 por pessoa. No entanto, não é o que acontece. Veja abaixo o gráfico da projeção de cada país se o PIB fosse dividido pela população:

Leia, em inglês, o relatório completo



Leia mais:
Corrupção custa 120 bilhões de euros anuais à União Europeia

A Austrália é o país com a média de riqueza melhor distribuída pela população entre as nações mais ricas do planeta. De acordo com o estudo, os australianos têm média de riqueza nacional de US$ 219 mil dólares.

Apesar de serem o país mais rico do mundo em termos de PIB (Produto Interno Bruto) e capital produzido, os EUA têm um dos maiores índices de pobreza e desigualdade do mundo. Se dividida, a riqueza dos EUA seria, em média, de mais de US$ 110 mil dólares. No entanto, é atualmente de apenas US$ 45 mil dólares - menos da metade.

Entre os países com patrimônio médio de US$ 25 mil a US$ 100 mil, se destacam emergentes como Chile, Uruguai, Portugal e Turquia. No Oriente, Arábia Saudita, Malásia e Coreia do Sul. A Líbia é o único país do continente africano neste grupo. A África, aliás, continua com o posto de continente com a menor riqueza acumulada.

Leia mais:
A Europa danada
Mesmo com o crescimento da riqueza mundial, a desigualdade social continua com índices elevados. Os 10% mais ricos do planeta detêm atualmente 86% da riqueza mundial. Destes 0,7% tem posse de 41% da riqueza mundial.

Veja no gráfico abaixo a pirâmide da riqueza. Apenas 0,7% da população detém US$ 98,7 trilhões de dólares:



Os pesquisadores da Credit Suisse também fizeram uma projeção sobre o crescimento dos milionários ao redor do mundo nos próximos cinco anos. Polônia e Brasil, com 89% e 84% respectivamente, são os países que mais vão multiplicar seus milionários até 2013. No mesmo período, os EUA terão um aumento de 41% do número de milionários, o que representa cerca de 18.618 de pessoas com o patrimônio acima de 1 milhão de dólares.

Leia mais:
Milionário finlandês é multado em R$ 280 mil por dirigir acima do limite de velocidade

Em meados deste ano, a OIT (Organização Internacional do Trabalho) divulgou um estudo sobre o crescimento da desigualdade social nos países desenvolvidos, como consequência da crise financeira.

A organização diz que o número de pobres cresceu entre 2010 e 2011 em 14 das 26 economias desenvolvidas, incluindo EUA, França, Espanha e Dinamarca. Nos mesmos países, houve forte aumento do desemprego de longa duração e a deterioração das condições de trabalho. Atualmente, o número de desempregados no mundo supera os 200 milhões.

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Desenvolvimento econômico

Hoje em dia não é tão raro sermos lembrados que as melhores esperanças do mundo subdesenvolvido estão na propriedade privada, na economia de mercado e no estado de direito. Porém, há pouco tempo, apenas uma sugestão desse tipo, teria escandalizado muitos espectadores. Peter Bauer é um dos protagonistas dessa mudança.
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Política econômica no caminho errado


Brazil’s development banks

A politically inspired surge in lending is weakening state-owned banks in Latin America’s biggest economy


IN 2008 Luiz Inácio Lula da Silva, then Brazil’s president, boasted that by the time the “tsunami” unleashed by Lehman Brothers’ collapse hit his country’s shores it would dwindle to a “little ripple”. The stimulus programme he put in place helped to carry Brazil through the credit crunch relatively unscathed. But five years later public money is still pumping into its economy, with ever more negative consequences. Public debt is rising. State banks are taking more of the credit market. And the government is warping accounting standards in its attempts to disguise all this.
Concerned that consumers are overstretched, private banks have held back on lending in recent years. But since 2008 the corporate loan book of BNDES, the national development bank, has grown by 24% annually, far above nominal-GDP growth of 11%. Caixa Econômica Federal, a state retail bank, has expanded lending by 42% annually for the past three years (see chart). By June state banks had 50.3% of all outstanding credit, up from 33% in 2008—the first time they passed the halfway mark since a wave of bank privatisations in 1999.
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Brasil no caminho da auto-destruição

Gustavo Franco: Brasil está cada vez mais anticapitalista

Gustavo Franco
Gustavo Franco, em sua fala no evento do Ibmec, citou duas coisas que têm tirado seu sono: o ataque à meritocracia, e a crença de que os recursos caem do céu, como um maná. Esse tipo de mentalidade anticapitalista tem prejudicado bastante a economia brasileira.
Muitos querem apenas fazer concurso público e garantir empregos, sem se importar com a execução de suas funções, uma vez que o mérito não tem sido valorizado. Do ponto de vista do empresário, o modelo acaba incentivando pouco investimento em produtividade, que é o coração do desenvolvimento econômico. Todos querem alguma vantagem do governo.
Outro ponto importante é o que Gustavo Franco chamou de “saque contra o futuro”. Nossa dívida bruta, que é a que importa, já está perto de 70% do PIB! As autoridades têm investido de forma vexatória em malabarismos que não enganam ninguém. Esse endividamento é mais que o dobro da média dos países emergentes, que fica na casa dos 30% do PIB. Isso significa uma hipoteca contra as próximas gerações.
Mas quem dera fosse só isso! Existem as dívidas não reconhecidas. Franco cita como exemplo a “conta petróleo”, que está de volta, mascarando dívida do governo federal, ainda que de forma mais oculta. Muito disso não está incorporado na dívida pública oficial, e são valores enormes.
As obrigações previdenciárias são outro passivo não reconhecido nas contas públicas. Ainda não se constitui como endividamento, mas poderá ser mortal à frente. Será que as autoridades não estão vendo nada disso? A sensação, para Gustavo Franco, é de que não estão vendo.
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Teoria da pobreza

Oxford Economic Papers 35 (1983), 153-169
POOR, RELATIVELY SPEAKING*
By AMARTYA SEN
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Brasil - país dos mega preços

PlayStation 4 chega ao País como o mais caro do mundo

O PlayStation 4, novo videogame da Sony, chegará ao País no dia 29 de novembro ao surpreendente preço de R$ 3.999 - valor mais alto para o aparelho no mundo. Nos Estados Unidos, o aparelho custa US$ 399 (ou R$ 860) e poderá ser comprado a partir do dia 15 de novembro.
Uma simples pesquisa nos sites das companhias aéreas mostra que sai mais barato ir até os Estados Unidos comprar o videogame no dia do lançamento. Passagens de ida e volta, entre São Paulo e Nova York, no dia 15, custam entre US$ 1 mil e US$ 1,3 mil - ou R$ 2,1 mil e R$ 2,8 mil, aproximadamente. Somado ao valor do videogame, a conta fica entre R$ 3.010 e R$ 3.760.

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Brasil - país das maravilhas

Ipea: cada R$ 1 gasto com Bolsa Família adiciona R$ 1,78 ao PIB

Por Camilla Veras Mota | Valor
SÃO PAULO  -  O Bolsa Família tem um dos menores custos entre os chamados programas de transferências sociais, mas é o que tem o maior efeito multiplicador sobre a economia, de acordo com dados apresentados nesta terça-feira, 15, pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), durante balanço dos dez anos da iniciativa.
Para o ministro da Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE) e presidente do Ipea, Marcelo Neri, um dos principais atributos do programa é seu bom custo-benefício. Os gastos com o Bolsa Família representam apenas 0,4% do Produto Interno Bruto (PIB), mas cada R$ 1 gasto com o programa “gira” R$ 2,4 no consumo das famílias e adiciona R$ 1,78 no PIB.


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terça-feira, 15 de outubro de 2013

Mueller's Macro

Video clips de Antony Mueller sobre macroeconomia
Assista

A lei de Say

Apresentação de Antony Mueller sobre a "Lei de Say"
Youtube vídeo clip
Assista

Crescimento econômico

Apresentação de Antony Mueller do modelo neoclássico do crescimento econômico (com progresso tecnológico)
Assista

A crise da dívida americana

Vídeo Clip sobre a dívida americana
de Antony Mueller
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Entrevista com O Visto

Entrevista de Antony Mueller com O Visto
pp. 6
Veja

Efeito da bolsa familia

Ipea: Bolsa Família gera o maior efeito sobre consumo

Além de ser a transferência social que mais contribui para o PIB, o Bolsa Família é também aquela que mais pesa no cálculo do consumo das famílias no País. A cada R$ 1 transferido pelo Bolsa Família, o consumo final do total da economia aumenta R$ 1,98, enquanto que os efeitos no consumo final das famílias é ainda maior: de R$ 2,4.

A conclusão é do livro "Programa Bolsa Família: uma década de inclusão e cidadania", que será lançado no final deste mês pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e pelo Ministério do Desenvolvimento Social (MDS). Alguns dados do trabalho foram apresentados na manhã desta terça-feira,15, em Brasília.










sexta-feira, 11 de outubro de 2013

A vergonha brasileira


Protecionismo brasileiro

The Economist diz que Brasil aperfeiçoou a arte do protecionismo

Publicação destaca adoção de políticas de conteúdo nacional pelo governo para estimular a indústria local como exemplo de um novo tipo de proteção de mercado

Duas semanas após dedicar uma capa ao Brasil, a revista britânica The Economist voltou a falar sobre a economia do país em uma série de reportagens sobre protecionismo, tema em destaque na edição desta semana. A publicação diz que várias nações têm adotado medidas de entrave comercial que prejudicam a globalização. São apontados como principais países protecionistas os emergentes, em particular os Brics (grupo formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul).
A The Economist diz que o Brasil aperfeiçoou a arte de criar medidas de “protecionismo mascarado”, citando como exemplo o Inovar-Auto, novo regime automotivo criado pelo governo de Dilma Rousseff no final do ano passado. Segundo a revista, o governo desenhou o programa para ele ficasse “dentro das regras da OMC” e, ao mesmo tempo, estimulasse o fim das importações. O decreto que criou o Inovar-Auto foi publicado em outubro de 2012. De acordo com a nova regra, são beneficiadas as montadoras que têm investimento em produção e em inovação no país. Também foram estabelecidas cotas de importação, dificultando a vida das empresas que não têm fábrica no país.
A publicação afirma que o Brasil tem recorrido constantemente à política de "conteúdo nacional", adotada no início da década de 2000 para estimular o desenvolvimento de fornecedores da Petrobras no setor petrolífero. Mas a The Economist critica tal medida, dizendo que a produção da Petrobras é prejudicada por não haver produção de tecnologia suficiente no país que atenda às exigências do governo.

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quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Modelo da estagflação


Inflação

Inflação oficial acelera em setembro, mostra IBGE



A inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ficou em 0,35% em setembro, ante 0,24% em agosto, informou, nesta quarta-feira, 9, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado veio dentro do intervalo das estimativas dos analistas ouvidos pelo AE Projeções, que esperavam uma taxa entre 0,30% e 0,46%, com mediana de 0,34%. No ano até setembro o IPCA acumula alta de 3,79%. No acumulado de 12 meses, o índice subiu 5,86%.

Emprego

Emprego na indústria cai 0,6% em agosto ante julho--IBGE

RIO DE JANEIRO, 10 Out (Reuters) - O emprego na indústria brasileira caiu 0,6 por cento em agosto sobre julho e recuou 1,3 por cento na comparação com igual mês de 2012, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira.
A queda é a quarta consecutiva e a mais intensa desde abril de 2009.
"Foi um conjunto de resultados negativos, uma queda generalizada; em todas as comparações que você olha tem um comportamento de queda", disse o economista do IBGE André Macedo. "Isso é reflexo do comportamento de uma indústria que mostra claramente um comportamento negativo."
Nos últimos quatro meses a produção industrial acumula perda de 2 por cento.
(Reportagem de Rodrigo Viga Gaier)
Fonte

Produção industrial

Emprego na indústria cai 0,6% em agosto ante julho--IBGE

RIO DE JANEIRO, 10 Out (Reuters) - O emprego na indústria brasileira caiu 0,6 por cento em agosto sobre julho e recuou 1,3 por cento na comparação com igual mês de 2012, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira.
l de 2009.
"Foi um conjunto de resultados negativos, uma queda generalizada; em todas as comparações que você olha tem um comportamento de queda", disse o economista do IBGE André Macedo. "Isso é reflexo do comportamento de uma indústria que mostra claramente um comportamento negativo."
Nos últimos quatro meses a produção industrial acumula perda de 2 por cento.
(Reportagem de Rodrigo Viga Gaier)
Fonte

Política econômica


quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Selic 9,5 %

Brasília – O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) elevou hoje (9) a taxa básica de juros (Selic) de 9% para 9,5% ao ano. Foi o quinto aumento seguido desde abril, dos quais quatro com variação de 0,5 ponto percentual, em linha com as expectativas dos analistas financeiros, como mostra o boletim Focus divulgado na última segunda-feira (7) pelo BC.
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O dilema do capital

Peter Bauer: “If all conditions for development other than capital are present, capital will soon be generated locally, or will be available to the government or to private businesses on commercial terms from abroad, the capital to be serviced out of higher tax revenues or from the profits of the enterprise. If, however, the conditions for development are not present, then aid -- which in these circumstances will be the only source of external capital -- will be necessarily unproductive and therefore ineffective.”

O dilema da política brasileira

NYT sobre o Brasil: mais estado ainda para curar os males causados… pelo excesso de estado!


Não tinha como esperar nada diferente. O editorial do NYT, ícone da esquerda americana, resolveu falar sobre o Brasil. Larga reconhecendo “grandes avanços” sociais, por meio do crescimento de renda dos mais pobres e das esmolas estatais (nada diz sobre crescer renda só com transferências, sem aumento de produtividade, o que é insustentável). Depois aborda o lado ruim: inflação alta, educação capenga e infraestrutura ruim.
Soluções propostas? Ora, mais estado, claro! Nem uma única palavra sobre reduzir gastos públicos e crédito estatal para conter a inflação ou dar mais espaço para o setor privado investir. Nem uma única palavra sobre reformas estruturais, como a flexibilização das leis trabalhistas, a redução e simplificação da carga tributária, o enfrentamento do crescente rombo previdenciário. Nada.
O que o jornal propõe é mais gasto público em educação e mais investimento em infraestrutura. Simples assim. Basta o governo jogar mais dinheiro e pronto, tudo se resolve. Ainda que nosso governo gaste o mesmo que a média da OECD em educação, só que de forma muito ineficiente. Ainda que o PAC não decole, permaneça repleto de escândalos, e as prioridades do governo pareçam estranhas, como estádios de futebol em vez de estradas.
A elite americana de esquerda sempre fez um tremendo mal aos países em desenvolvimento, pregando suas bandeiras estatizantes que espalham miséria e autoritarismo pelo mundo. Não foi isso que tornou os Estados Unidos essa potência rica. Que tal pregar o capitalismo liberal, responsável pelo sucesso relativo da América, aos outros países também?
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NYT

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Incerteza política

The Uncertainty Debate: Now a Hot Research Topic

The impact of uncertainty—in particular policy uncertainty—is a hot topic of debate in the press and the blogosphere.  So the Dallas Fed decided to hold a conference last week to explore the issue. Nick Bloom of Stanford, Tom Fomby of SMU, and Evan Koenig of the Dallas Fed organized it.  Many economists who have been doing serious academic research on the topic came. They presented papers, answered questions and listened to criticism. At lunch, Richard Fisher and I gave talks and discussed policy uncertainty with Nick Bloom before a larger audience from the Dallas community which was open to and  covered by the press. Richard Fisher summarized the issue succinctly in his informative remarks: “Uncertainty matters. A lot.”  I added that the recent increase in policy uncertainty was like a climate change rather than a few isolated storms here than there due, say, to the shutdown and debt limit hikes.
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Como curar a pobreza

Nueve claves para "curar la pobreza" en el mundo

La ayuda exterior no da los resultados buscados; la globalización y la extensión del comercio mundial, detrás de los éxitos de los últimos años.

Nueve ideas

Poverty cure ofrece nueve "ideas básicas para crear riqueza". Es su catálogo de consejos para los países que todavía están atrapados en esa trampa de la que, hasta hace unos años, parecía imposible salir. En realidad, siguiendo su nombre es posible "curar la pobreza". Éstas son sus nueve claves:
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Ronald Coase

Ronald Coase, the Unexpected Economist

Pedro Schwartz*
"... Even Coase was sometimes heard to say that it had taken him years fully to understand his theorem. This must be so, because towards the end of his life, when he wrote his book on how China became capitalist with Ning Wang, he tacitly relied on an interpretation of the Coase theorem which does not assume perfect competition nor zero transaction costs nor well defined property rights!
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Enade 2013

Sim Schwartzman explica
As “novidades” do ENADE e a curva normal
Para quem não acompanha de perto, vale a pena explicar: as provas do ENADE são testes de conhecimento aplicados aos alunos que estão terminando os cursos superiores nas diversas áreas de conhecimento.  Conforme a média dos resultados dos alunos de um curso, o curso recebe uma pontuação. Mas o Ministério da Educação não informa quantos pontos são necessários para dizer que o curso é bom. O que ele faz é pegar todas as pontuações e colocar em uma curva que divide os cursos em duas partes iguais, os que estão acima da média e os que estão abaixo, aproximando os resultados do que os estatísticos chamam de “curva normal” (veja o gráfico ao lado).  Depois os dados são divididos em 5 categorias de 1 a 5, de tal maneira que a média de todos os cursos de cada área é sempre 3.  E como se pode ver na curva, quanto mais próximo da média, mais cursos existem, e quanto mais afastados, menos.
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segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Mercado de trabalho

The missing millions

Rising disability claims may explain America’s shrinking labour force

IN THE early 1980s the distressing persistence of high unemployment in Europe was labelled “Eurosclerosis”. Some now wonder whether “Amerisclerosis” is the right word to describe America’s labour market. It is true that unemployment has slowly dropped from a peak of 10% in late 2009, to 7.3% at present. But this decline overstates the health of the jobs market.
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Estatistica

A biologist, a chemist, and a statistician are out hunting. The biologist shoots at a deer and misses 5ft to the left, the chemist takes a shot and misses 5ft to the right, the statistician yells “We got ‘em!”

Delfim Netto


Antônio Delfim Netto

"O apocalipse não está na esquina"
O ex-ministro da Fazenda critica a onda de pessimismo e diz que desconfianças do setor privado em relação ao governo Dilma não se justificam
por Amauri Segalla

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OTIMISMO
Delfim em seu escritório:
“Crise não existe”
O paulista Antônio Delfim Netto é uma voz dissonante do recorrente pessimismo demonstrado por alguns analistas de mercado e empresários a respeito dos rumos da economia brasileira. Aos 85 anos, esse professor emérito da Universidade de São Paulo e ex-artífice do milagre do crescimento durante a ditadura militar não acha que o País vai de mal a pior, como argumentam os críticos do governo Dilma Rousseff, e vê como injustificada a desconfiança do setor privado. “O apocalipse não está na esquina”, diz Delfim. Nesta entrevista, concedida às 8 horas da manhã (horário em que começa a dar expediente) em seu escritório na zona oeste de São Paulo, ele fala também sobre o fracasso dos programas de concessões, compara o estilo da presidenta com o de seu antecessor e elogia a decisão de Dilma de cancelar a visita oficial que faria aos Estados Unidos. E, claro, destilou o veneno de sempre. “Enquanto no PT o aparelhamento do Estado é com o companheiro de passeata, no PSDB é com o companheiro de tertúlias.”
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"O Lula tem uma inteligência intuitiva. No fundo, ele foi 
um grande acidente positivo na história brasileira”
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“Ao cancelar a visita aos EUA, Dilma mandou um recado claro
a Obama: Ok, vocês são mais fortes, mas têm moral duvidosa"
 
Afinal, existe ou não uma crise econômica no Brasil?
Antônio Delfim Netto -
Crise não existe. O que existe é um pessimismo muito superior àquele justificado pelos fatos. Dizem que abandonaram-se os fundamentos indispensáveis para a boa condução da economia. Não se abandonou nada. Vamos começar pelo acerto fiscal. Você tem uma dívida bruta de 60% do PIB e um déficit fiscal de 2,5%. É uma situação desconfortável, mas que não representa nenhuma tragédia. Se você olhar bem, verá que o déficit fiscal vem sendo reduzido paulatinamente. 
Istoé -
Muitos especialistas dizem que há um risco inflacionário.
Antônio Delfim Netto -
A inflação vem se mantendo mais ou menos dentro de uma margem aceitável. Hoje, uma inflação de 6% não é baixa. Talvez haja cinco ou seis países importantes com inflação igual a essa. Não é uma inflação fora de controle, mas ela cria dificuldades, principalmente porque você tem alguns preços controlados e um dia vai precisar absorver isso. A questão é que não há nenhum risco de a inflação explodir. Por mais que muita gente diga o contrário, o fato é que o apocalipse não está na esquina. 
Istoé -
O sr. não acha que há certa desconfiança do setor privado em relação ao governo?
Antônio Delfim Netto -
Essa desconfiança nasceu agora, mas não é justificada. Basta olhar o que a presidenta Dilma fez. Por exemplo, a intervenção no setor elétrico. Baixar o custo de energia é fundamental. A medida está certa. Em dois ou três anos, ela vai resultar no aumento da eficiência das empresas. O problema é que se criou a ideia de que o setor privado é muito egoísta, só pensa nele, e que o governo é o único defensor das massas. As pessoas esquecem que, sem massas, o setor privado não funciona.  
Istoé -
O sr. mantém contato com muitos empresários. Que visão eles têm do governo Dilma?
Antônio Delfim Netto -
Muita gente do setor privado enxerga no governo um bando de trotskistas enrustidos, que querem destruir o capitalismo. Nada disso, claro, é verdade. Duvido que Dilma tenha alguma restrição ao setor privado. Ela declarou recentemente, em Nova York, que o governo precisa não só dos recursos, mas da gestão do setor privado, que é mais ágil e eficiente. Alguém que declara isso numa reunião em Nova York para potenciais investidores não pode ser entendida como uma pessoa que queira fazer do Brasil uma Cuba. O que me parece é que o governo precisa acordar de novo o espírito animal dos empresários. 
Istoé -
O sr. está dizendo que falta entusiasmo ao empresariado?
Antônio Delfim Netto -
O homem é um ser cíclico. Um dia estou com grande entusiasmo, noutro tenho preocupações e fico deprimido. O mecanismo do entusiasmo e da depressão se transfere como um vírus. Na economia é assim também, uma coisa contamina a outra. O trabalhador fica com medo de perder o emprego. Ele procura ficar líquido e, assim, reduz o consumo. O empresário, não tendo certeza que vai haver demanda, reduz a produção e reforça o sentimento de que a coisa vai piorar. Ele fica líquido também. O banqueiro acha que o outro banco está pior do que ele. Então os bancos não emprestam mais entre si. Quando está todo mundo líquido, eles morrem afogados na liquidez, que é a recessão. Mas isso não vai acontecer com o Brasil.  
Istoé -
Que comparações o sr. faz entre Lula e Dilma?
Antônio Delfim Netto -
 A presidenta é uma tecnocrata muita preparada. Sem dúvida, trata-se de uma centralizadora, mas é sua forma de ser. Já o Lula tem uma inteligência intuitiva, quase natural, e exerce grande liderança sobre as pessoas. Ele é capaz de participar de uma reunião com dez sujeitos e depois fazer uma síntese, aproveitar o que tinha de bom naquilo e colocar em prática. No fundo, o Lula foi um grande acidente positivo na história brasileira.
Istoé -
Se o País melhorou, por que os brasileiros falam mal do Brasil?
Antônio Delfim Netto -
Porque é assim mesmo. A crítica do mercado é simples de entender. Era muito fácil ganhar a vida com taxa de juro real de 12%. Ganhar a vida com taxa real de 2% é mais difícil. Por isso, a crítica do mercado financeiro é irrelevante, não faz cócega. É uma coisa ridícula, por exemplo, os economistas fixarem as prioridades do governo. Cada economista tem no máximo o seu próprio voto. Não tem nem o da mulher, porque ela desconfia dele.  
Istoé -
Por que os leilões do pré-sal e das rodovais não deram os resultados esperados?
Antônio Delfim Netto -
Não tem nada de misterioso acontecendo. Se o governo quer estradas de certa qualidade, ele precisa fazer leilões competentes, com editais transparentes. Leilão é coisa para profissional e não para amador. O governo estabeleceu a qualidade desejada? O mercado define a partir daí a taxa de retorno. O governo estabeleceu a taxa de retorno? Nesse caso, é o mercado que define a qualidade possível. Pelo caminho correto, você tem a menor tarifa para uma determinada qualidade. Pelo caminho que o governo segue, você tem a menor tarifa com a pior qualidade. Ou seja, não funciona.  
Istoé -
O fracasso dos leilões não pode ter impactos negativos na economia?
Antônio Delfim Netto -
O sucesso dos leilões é fundamental porque é a primeira injeção na veia para aumentar a produtividade do sistema. Se eu melhoro a infraestrutura, o ganho de produtividade é espantoso. Digamos que, para chegar ao porto de Paranaguá, uma tonelada de soja gasta 500 quilos. Se eu melhorar a infraestrutura, uma tonelada de soja vai chegar ao mesmo destino com 900 quilos. Esses 400 quilos de diferença representam ganho líquido de produtividade para o sistema inteiro, simplesmente porque a infraestrutura melhorou.
Istoé -
Parece simples de fazer, mas não se faz. Por quê?
Antônio Delfim Netto -
Porque o Brasil é dominado por corporações que têm seus interesses. Por que estão se criando tantos partidos? Simplesmente porque é um comércio, um negócio. Um partido é um negócio que recebe um fundo partidário. Por que se criam sindicatos todos os dias? Porque tem o fundo dos sindicatos. 
Istoé -
Os interesses próprios resultam também no aparelhamento do Estado.
Antônio Delfim Netto -
O aparelhamento do Estado existe há muito tempo. Não foi só o PT que aparelhou. O PSDB também. A diferença é que o PSDB aparelhava com companheiros de tertúlias. No PT, o aparelhamento é com o companheiro de passeata.  
Istoé -
Um dia o Brasil será um país desenvolvido?
Antônio Delfim Netto -
Não tenho dúvida. O Brasil melhorou dramaticamente nos últimos anos. A Constituição de 1988 mudou tudo para melhor. A Constituição quer uma sociedade em que haja a maior igualdade de oportunidades. Significa que não importa se você foi produzido numa suíte presidencial ou meio por acaso, num sábado à noite, embaixo do Museu do Ipiranga e com os seus pais bêbados. Uma vez produzido, você é senhor de direitos. Não importa. Hoje, não há nenhum país emergente com instituições tão sólidas quanto o Brasil. A prova disso é o Supremo. 
Istoé -
O Supremo trabalhou corretamente no julgamento do Mensalão?
Antônio Delfim Netto -
Quando eu vejo as pessoas ficarem tristes porque o Supremo está tentando fazer justiça, acho apavorante. O Supremo não existe para fazer vingança, mas para fazer justiça. O que aconteceu agora reafirma a minha convicção de que caminhamos para o fortalecimento das instituições.  
Istoé -
A presidenta Dilma acertou ao cancelar a viagem oficial para os EUA depois das denúncias de espionagem?
Antônio Delfim Netto -
Seria muito desconfortável para a presidenta aceitar o convite de Obama. A espionagem diminuiu a nossa soberania. Com o cancelamento da visita, o Brasil mandou um recado claro: Ok, vocês são mais fortes, mas têm moral duvidosa. A força da moral às vezes é maior do que a força das armas.  
Istoé -
Quem faz falta no Brasil de hoje em dia?
Antônio Delfim Netto -
O José Bonifácio (José Bonifácio de Andrada e Silva, o Patriarca da Independência), que estava muito acima de sua geração. Em 1824 ele queria dar instrução gratuita, acabar com a escravidão. Era um cientista, uma mente brilhante. Se o José Bonifácio tivesse sido levado a sério, o Brasil seria os EUA.
Istoé -
O sr. era o terror da esquerda brasileira e depois se aproximou do PT. Que convicções foram deixadas para trás?
Antônio Delfim Netto -
A pretensão de saber. Antes, eu acreditava mais no meu conhecimento do que acredito hoje. Atualmente, sou um sujeito muito mais relativista. 
Istoé -
Qual é o seu papel na construção do pensamento econômico brasileiro?
Antônio Delfim Netto -
Nenhum. Fiz aquilo que me cabia fazer, com o conhecimento e o poder que tinha. Fiz coisas certas, fiz coisas equivocadas. 
Istoé -
O sr. é um homem realizado?
Antônio Delfim Netto -
Muito. Quando você tem sorte, nunca trabalha, porque faz o que gosta. Você vive. Eu tive uma sorte louca. 

Campeões de desastres

Elio Gaspari
As campeãs nacionais de desastres
O sonho petista de criar um bloco de empresas financiadas pelo BNDES reeditou um pesadelo

Em 2007, o BNDES ressuscitou o zumbi da anabolização de empresários amigos e anunciou que o governo queria criar um núcleo de "campeões nacionais", inserindo-o no mundo das grandes empresas mundiais. Nesse lance, botou perto de R$ 20 bilhões em empresas companheiras.
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PIB brasileiro

Focus eleva para 2,47% previsão de alta do PIB em 2013


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sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Pre-capitalismo e capitalismo

A ascensão do capitalismo
O sistema pré-capitalista de produção era restritivo.  Sua base histórica era a conquista militar.  Os reis vitoriosos cediam a terra conquistada aos seus paladinos.  Esses aristocratas eram lordes no sentido literal da palavra, uma vez que eles não dependiam de satisfazer consumidores; seu êxito não dependia de consumidores consumindo ou se abstendo de consumir seus produtos no mercado....
Mas então surgiu o capitalismo.  É costume ver as inovações radicais que o capitalismo produziu ao substituir os mais primitivos e menos eficientes métodos dos artesãos pelas fábricas mecanizadas.  No entanto, esta é uma visão bastante superficial.  A feição característica do capitalismo que o distinguiu dos métodos pré-capitalistas de produção era o seu novo princípio de distribuição e comercialização de mercadorias.
O capitalismo não é simplesmente produção em massa, mas sim produção em massa para satisfazer as necessidades das massas.
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Brasil na fragilidade externa

Fragilidade externa do Brasil já está evidente, diz economista

RAQUEL LANDIM
DE SÃO PAULO

Um dos economistas mais conectados com o dia a dia das empresas, José Roberto Mendonça de Barros faz um alerta: o Brasil voltou a ser um país "frágil" por causa do expressivo deficit em conta-corrente. "É isso que pressiona o real e evidencia a nossa fragilidade externa."
Ele não prevê crise cambial, por causa das reservas internacionais, mas está preocupado com a mudança de percepção do mercado, que incluiu o Brasil no grupo "cinco países frágeis", junto com Índia, Indonésia, África do Sul e Turquia.
Mendonça de Barros, que foi secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda e hoje é sócio da MB Associados, lembra a frase do ex-ministro Mario Henrique Simonsen: "A inflação incomoda, mas o câmbio mata".
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Se o governo escolha empresas

Eleitas pelo governo se tornam fracassos

Autor(es): » SIMONE KAFRUNI
Correio Braziliense - 04/10/2013
"... Para o ex-presidente do Cade Ruy Coutinho, economista da Latin Link Consultoria, o caso Oi é apenas um exemplo do equívoco que é eleger campeões nacionais em detrimento de outras empresas. "É uma política anticoncorrencial, que surgiu na década de 1970, com vários exemplos que não deram certo, e foi retomada agora com mais insucessos", explicou. Coutinho disse que a eleição de "campeões" teve seu auge no governo Geisel (1974-1979). Na época, foram criadas três subsidiárias no BNDES, que depois se fundiram na BNDESPar. "Elas investiram fortemente nas campeãs, o que resultou em alguns desastres, como Máquinas Piratininga, Grupo Villares, Grupo Bardella e Santa Matilde Locomotivas", lembrou.
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Lições em macroeconomia

Lectures on Macroeconomics

by Arnold Kling
Acesso 

Sergipe - país do petróleo

Brasil deve anunciar grande descoberta de petróleo em semanas


Por Jeb Blount
RIO DE JANEIRO, 3 Out (Reuters) - Autoridades brasileiras pretendem anunciar a descoberta de uma gigantesca reserva de petróleo no mar, situada perto do Estado de Sergipe, nas próximas semanas, no que poderia ser a maior do país fora da grande região do "pré-sal", informou o governo estadual.
O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, vai "anunciar oficialmente a descoberta" durante uma visita à capital do Estado, Aracaju, disse à Reuters um porta-voz do governador em exercício, Jackson Barreto, nesta quinta-feira.
Uma campanha exploratória na costa de Sergipe mostra que uma área controlada pela Petrobras e um parceiro indiano possivelmente possui mais de 1 bilhão de barris de petróleo, disseram à Reuters fontes do governo e da indústria, em reportagem publicada no dia 26 de setembro.
Esse volume é mais do que suficiente para suprir todas as necessidades de petróleo dos Estados Unidos, o maior consumidor de petróleo do mundo, por quase dois meses.
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quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Brasil caro

The Economist explica:
Por que o Brasil é tão caro
The custo Brasil has many ingredients, including high taxes (36% of GDP, way out of line with the 21% average for upper-middle-income countries), swingeing import duties and rigid labour laws that make it hard to use workers efficiently. Poor roads and a limited rail network push up freight costs. High interest rates mean firms must spend a packet on financing; high crime adds heavy security costs to their overheads. A terrible education system makes Brazil the world’s second-hardest place for firms to find the skills they need, according to Manpower Group, behind only ageing Japan. Soaring labour costs, which have doubled in a decade as big hikes to the minimum wage set the tone for pay negotiations across the board, have added a new ingredient to the old recipe
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Horas de trabalho e produtividade

The Greeks are some of the most hardworking in the OECD, putting in over 2,000 hours a year on average. Germans, on the other hand, are comparative slackers, working about 1,400 hours each year. But German productivity is about 70% higher.
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Dívida soberana brasileira

ABr

Moody's reduz perspectiva da nota de crédito do Brasil, para estável

 Valor Econômico.

Por Valor
SÃO PAULO  -  A agência de classificação de risco de crédito Moody’s anunciou, na noite desta quarta-feira, redução na perspectiva da nota de crédito da dívida soberana do Brasil (Baa2), de positiva para estável.
Segundo a agência, a alteração da perspectiva teve três motivos. O primeiro deles, na avaliação da Moody´s, é o de que as principais métricas de crédito estão se deteriorando no país, especialmente a relação dívida pública/PIB  e a relação entre investimento e PIB, com desempenhos mais fracos do que os de outros países incluídos na categoria de rating Baa.


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Análise Mensal

ANÁLISE MENSAL
A RET também publica a Análise Mensal, cujo objetivo é tratar de forma aprofundada um ou dois temas relevantes e que estejam em evidência nas agendas nacional e internacional.


  • Indicadores de Solvência Fiscal
  • O Crescimento de Deméter e o de Prometeu
  • Para onde vai o câmbio brasileiro?
  • O efeito persiana no IDH dos municípios
  • Mercosul ou Aliança do Pacífico?
  • Política fiscal como válvula de escape
  • 20 anos de discricionariedade cambial
  • Retrato fiscal dos municípios brasileiros
  • Inflação, Consumo e Investimento: respostas para 
    os determinantes do crescimento econômico
  • Crescimento sem stop-and-go II
  • Investimento, crescimento e inflação sem stop-and-go
  • Crescimento com oferta limitada de mão de obra
  • Persistências Inflacionárias: quais as causas?
  • Um ajuste mundial de salários relativos pode estar em curso
  • Três simulações para o crescimento em 2013
  • Opções de política monetária: instrumentos convencionais ou surpresas?
  • Vai ter PIB em 2013?
  • Cambio: Inflação, Competitividade ou protecionismo disfarçado?

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Dilma e Obama


Estagnação industrial continua

Produção industrial no Brasil fica estagnada em agosto--IBGE


SÃO PAULO, 2 Out (Reuters) - A produção industrial brasileira ficou estagnada em agosto frente a julho, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira.
Na comparação com agosto de 2012, a produção diminuiu 1,2 por cento.
De acordo com pesquisa da Reuters junto a 22 analistas, a expectativa era de que a produção industrial subisse 0,15 por cento em agosto ante julho. As estimativas variaram de queda de 0,50 por cento a alta de 0,90 por cento.
Na comparação anual, a expectativa era de queda de 0,75 por cento, sendo que as 18 projeções variaram de recuo de 1,80 por cento a alta de 0,30 por cento.
(Por Rodrigo Viga Gaier e Felipe Pontes)

Inflação brasileira

A tragédia da inflação brasileira - e se tivéssemos ouvido Mises? (Final)
por , segunda-feira, 22 de junho de 2009




asa_sul2.jpgNo artigo anterior, mostrou-se como que a depravação monetária praticada pelo Banco Central brasileiro durante o período 1980-1994 foi a principal responsável pelo aumento das desigualdades de renda no país.
Nesse artigo, veremos o que teria ocorrido se, na reforma monetária de julho de 1994, o país tivesse seguido os conselhos de Ludwig von Mises.
A TEORIA MISESIANA
Em seu livro The Theory of Money and Credit, Mises sugeriu um regime monetário diametralmente oposto àquele que se tornou o padrão monetário atual vigente em todos os países.  Aliás, quando se conhece a natureza do estado e seus interesses próprios, torna-se mais fácil entender que o fato de todos os governos mundiais adotarem em uníssono o mesmo sistema não é coincidência alguma.
Mises escreveu extensamente sobre a maneira correta de se implementar e preservar um sistema monetário que fosse compatível com os ideais de uma sociedade livre.  Vale notar também que, da perspectiva misesiana, a ideia de se manter uma "moeda sólida" não era um fim em si - e tampouco um princípio defendido em temos ideológicos ou mesmo morais (como o faz a ala rothbardiana) - mas simplesmente uma pré-condição necessária para se manter uma ordem de livre mercado.  Disse ele:
...
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O Brasil do "rent-seeking"

Brasil supera EUA e Alemanha em número de cargos comissionados

1 de outubro de 2013
De acordo com dados do Portal da Transparência do Governo Federal, somente em 2013, o Senado contratou 588 funcionários para cargos de Direção e Assessoramento Superior (DAS), os cargos de confiança ou comissionados. A contratação de não concursados não se limita ao Legislativo. O Executivo conta com cerca de 22,5 mil funcionários ocupando cargos comissionados, contra, aproximadamente, 4 mil nos Estados Unidos, 300 no Reino Unido e 500 na Alemanha e na França.

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Governo americano fechado

Sem acordo sobre orçamento, governo dos EUA 'para' nesta terça

Congresso não aprovou legislação, e gastos federais são bloqueados.
Em memorando, Casa Branca orienta agências a paralisarem serviços.

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