segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

BNDES

BNDES liberou R$ 146,8 bi neste ano, até outubro

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) que os desembolsos de janeiro a outubro chegaram a R$ 146,8 bilhões, número que representa alta de 35% na comparação com mesmo período do ano passado. Todos os setores apoiados pelo banco registraram desempenho positivo, com destaque para infraestrutura (+31%), que teve liberados R$ 47,3 bilhões, e comércio e serviços, com alta de 52% e empréstimos equivalentes a R$ 40 bilhões. O setor industrial também registrou crescimento, mas de 19%, com desembolsos de R$ 44,7 bilhões. Os números foram divulgados nesta segunda-feira, 9, por meio de nota do banco.
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Melhoram as principais economias

OCDE vê melhora no cenário das principais economias

PARIS, 9 Dez (Reuters) - O cenário para a maioria das principais economias melhorou, com a zona do euro ganhando ímpeto conforme sua crise de dívida se enfraquece, informou a Organização de Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) nesta segunda-feira.
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Onde moram os superricos?

Os países onde moram os super-ricos

Em 2013, a população super-rica mundial teve um crescimento de mais de 6% em relação ao ano anterior. As 199.235 pessoas com fortunas a partir de US$ 30 milhões somam um total de US$ 28 trilhões, um recorde segundo o relatório realizado pelo banco UBS e pela empresa de pesquisas Wealth-X.

O crescimento da população de milionários e bilionários deve-se à América do Norte e Europa, cujas economias dão sinais de recuperação. A América do Norte tem a maior população de super-ricos no mundo, com mais de 70 mil indivíduos que, somados, têm uma fortuna de US$ 9,6 trilhões. Em seguida, aparece a Europa com 58.065 super-ricos, seguida pela América Latina, com 14 mil milionários e bilionários.

Além das regiões, o estudo mapeou quais países têm a maior população de super-ricos. No topo deles, aparecem os Estados Unidos, com nada menos que 65,5 mil milionários e bilionários. O Brasil também aparece entre os dez mais. Confira abaixo outros países com as maiores populações de super-ricos do mundo.

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domingo, 8 de dezembro de 2013

Crescimento econômico brasileiro

Nem a Copa deve ajudar o PIB em 2014

Economia do País deve piorar no ano do mundial, como ocorreu com México e Japão

08 de dezembro de 2013 |

Fernando Nakagawa - Correspondente para O Estado de S.Paulo
LONDRES -Ao contrário das inúmeras promessas de que os grandes eventos esportivos dariam impulso à economia brasileira, cresce a sensação de que vai dar zebra na economia em 2014. Mesmo com a Copa do Mundo, a já fraca atividade econômica deve desacelerar ainda mais no próximo ano.
Levantamento do Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado, mostra que, nas últimas três décadas, apenas três países que sediaram o mundial de futebol tiveram desaceleração da economia no ano da Copa: México, em 1986, Itália, em 1990 e Japão, em 2002. Pelas previsões cada vez mais pessimistas, tudo indica até o momento que o Brasil corre sério risco de completar o time de países com economia na retranca no ano do mundial.
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Brasil exporta seus consumidores (ricos)

Socorro! Estamos exportando consumidores

postado em Artigos | Istoé

Revista IstoÉ
07/2012
Por Ricardo Amorim


Na semana passada fui a Nova York a trabalho. Como bom brasileiro, aproveitei para fazer umas comprinhas. Fiquei chocado. Em todas as lojas em que entrei, sem exceções, muitos brasileiros também compravam. Políticas econômicas equivocadas estão exportando nossos consumidores. Fico imaginando o que estará acontecendo em Miami…
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sábado, 7 de dezembro de 2013

Debate macroeconômico

'Tripé' macroeconômico deve ser abandonado para retomar o crescimento

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ELEONORA DE LUCENA
DE SÃO PAULO

 "É necessário pôr de lado o modelo macroeconômico vigente desde 1999, baseado no tripé câmbio flutuante, metas de superavit primário e metas (rígidas) de inflação." A visão é de José Luis Oreiro, professor de economia da Universidade de Brasília.
Para ele, o rompimento com as "velhas ideias é fundamental para o desenvolvimento do Brasil".
Sua proposta de mudança defende: 1) flexibilização do regime de metas de inflação; 2) mudança do regime de política fiscal em direção a um sistema baseado na obtenção de metas de superavit em conta-corrente do governo; 3) adoção de uma política de administração da taxa de câmbio por intermédio da constituição de um fundo de estabilização cambial; e 4) uma reforma geral do sistema financeiro.
Para Oreiro, "o atual modelo econômico manteve uma combinação perversa entre juros elevados em termos nominais e reais, câmbio apreciado e baixo investimento público em obras de infraestrutura econômico-social".
Sua análise é um dos destaques de "O Que Esperar do Brasil?", coletânea organizada por Luiz Carlos Bresser-Pereira lançada pela FGV. No livro, 14 artigos de 18 autores avaliam a economia e a política nos últimos anos no país.
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OMC Acordos comerciais

Acordos são muito positivos para o Brasil, diz Itamaraty

O Itamaraty comemorou a aprovação dos acordos negociados na Organização Mundial de Comércio (OMC), um resultado considerado pelo governo uma vitória da diplomacia brasileira. O ministro das Relações Exteriores, Luiz Alberto Figueiredo, acompanhou de perto as negociações e desempenhou papel estratégico para chegar a um consenso com Cuba, Venezuela e Nicarágua, que apresentaram resistência durante as discussões.
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sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

A moeda fraca mata

"Consta também que os lugares que usam uma boa moeda são poderosos nas artes e no trabalho dos artesãos, além de terem grande afluência de bens. Ao contrário, onde circula uma moeda fraca, a fraqueza, a preguiça e a indolência dominam, e negligenciam-se as artes e a cultura, ao passo que há carência de todas as coisas" Nicolau Copérnico
Nikolaus Kopernikus (1473-1543)

O time alemão pratica português brasileiro

http://tv.dfb.de/index.php?view=6812

Grupos da Copa


quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Fraqueza da economia brasileira

The Economist destaca fraqueza da economia brasielira

A revista The Economist que chega às bancas neste fim de semana publica reportagem sobre a recente contração da economia brasileira. Com o título "A deterioração", o texto chama atenção para o atual cenário econômico que conta com fraco crescimento, inflação persistente e déficit público crescente. Ao ouvir economistas, a publicação diz que a recessão técnica não é descartada e que, quanto mais o governo insistir em adiar medidas para corrigir o rumo da economia, mais forte terá de ser a dose do remédio.

Socialismo cubano

Fidel Castro entra na lista dos mais ricos do mundo da "Forbes" 

da Folha Online

A lista das pessoas mais ricas do mundo elaborada pela revista "Forbes" inclui neste ano o ditador cubano Fidel Castro, que teria acumulado uma fortuna de US$ 550 milhões.
Segundo a "Forbes", Fidel teria acumulado a fortuna a partir de "uma rede de negócios pertencentes ao Estado".
Entre esse negócios, a revista cita o Palácio de Convenções, um centro de convenções próximo a Havana (capital do país); o conglomerado do setor de varejo Cimex; e o Medicuba, que vende vacinas e outros produtos farmacêuticos produzidos no país.
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Cálculo da Copa


Geração de 720 mil empregos, atração de 600 mil turistas estrangeiros e impactos econômicos de até R$ 142 bilhões. Esses são alguns dos benefícios citados por representantes do governo brasileiro para justificar a realização da Copa do Mundo de 2014 no país. Os números constam de estudos feitos por consultorias renomadas, a Ernst & Young e a Value Partners, que estimaram em 2010 os efeitos do Mundial da Fifa sobre a economia nacional.
Três anos depois, entretanto, esses dados estão sendo contestados por economistas de importantes universidades brasileiras. Dois trabalhos, um feito na Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) e outro na UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), debruçaram-se sobre as projeções otimistas já divulgadas e chegaram a uma conclusão comum: os benefícios da Copa de 2014 foram superestimados.
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OMC

Governos já buscam alternativas à OMC

O governo da Índia se recusa a aceitar o acordo que se negocia na conferência ministerial da Organização Mundial do Comércio (OMC), em Bali, Os indianos ameaçam todo o processo de negociação, e a OMC vive o momento mais crítico de seus quase 20 anos.
Na quarta-feira, 04, a Índia deixou claro que não vai abrir mão de sua posição em relação ao setor agrícola e à segurança alimentar de seus produtores, e era apoiada por Argentina, Venezuela, Equador e Cuba. Já Brasil e China adotaram um posicionamento menos radical, tentando encontrar soluções e salvar a OMC. Mas o G-20, grupo de exportadores agrícolas que havia moldado a OMC nos últimos anos, sofreu uma séria fissura.
Enquanto a crise se instaura, governos de diferentes países já começam a discutir nos bastidores o que será feito da OMC no caso de um fracasso. Para países ricos, chegou o momento de a entidade assumir que a Rodada Doha fracassou e que novos temas precisam entrar na agenda. Para os emergentes, não há como falar de novos temas enquanto as distorções na agricultura continuarem. 

PISA 2012


quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Brasil na armadilha da renda média


LINK para data show

PIB brasileiro

Investimento afeta PIB do Brasil, diz Financial Times

O jornal britânico Financial Times publica na edição desta quarta-feira, 4, texto sobre o fraco desempenho da economia brasileira no terceiro trimestre. Com o título "Queda do investimento atinge economia brasileira", a reportagem destaca a volatilidade do ritmo da economia nacional e comenta que a atividade ainda pode prejudicar a popularidade do governo Dilma Rousseff.
"A economia do Brasil sofreu a maior queda trimestral em quase cinco anos como resultado da queda do investimento e da fraqueza do setor agrícola", diz o texto, que destaca a volatilidade recente da atividade no País. "O Produto Interno Bruto teve contração de 0,5% em três meses até setembro na comparação com o segundo trimestre, continuando uma trajetória volátil em que o crescimento acelerou e desacelerou de trimestre para trimestre."

Uma nova forma de medir a economia

By Mark Skousen
“A balanced Input-Output framework…provides a more accurate and consistent picture of the U. S. economy.”
– Survey of Current Business
Starting in spring 2014, the Bureau of Economic Analysis will release a breakthrough new economic statistic on a quarterly basis.  It’s called Gross Output, a measure of total sales volume at all stages of production. GO is almost twice the size of GDP, the standard yardstick for measuring final goods and services produced in a year.
This is the first new economic aggregate since Gross Domestic Product (GDP) was introduced over fifty years ago.
It’s about time. Starting with my work The Structure of Production in 1990 and Economics on Trial in 1991, I have made the case that we needed a new statistic beyond GDP that measures spending throughout the entire production process, not just final output.  GO is a move in that direction – a personal triumph 25 years in the making.
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Facilidade de fazer negócios no Brasil - No. 116 entre 189 países



Doing business in Brazil - position 116 among 189 countries
http://www.doingbusiness.org/data/exploreeconomies/brazil/

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Petrobras

"O que o governo fez com a Petrobras foi uma tragédia", diz Delfim Netto - InfoMoney
Veja mais em: http://www.infomoney.com.br/onde-investir/acoes/noticia/3086396/que-governo-fez-com-petrobras-foi-uma-tragedia-diz-delfim

Eleições paradoxiais

“Rational” in this context simply means consistent or transitive preferences: If you prefer X to Y, and Y to Z, you will also prefer X to Z. The Condorcet paradox says that even with rational electors, a majority that prefers X to Y and Y to Z can prefer Z to X.

Read more: http://www.fee.org/the_freeman/detail/the-paradox-of-voting#ixzz2mSt4PGDl

Déficit comercial

Brasil acumula até novembro maior déficit comercial em 13 anos

Rio de Janeiro, 2 dez (EFE).- O Brasil acumulou entre janeiro e novembro deste ano um déficit de US$ 89 milhões na balança comercial, o pior saldo para esse período nos últimos treze anos, segundo o relatório divulgado nesta segunda-feira pelo Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.
O país não registrava um saldo negativo tão elevado para esse período desde o medido entre janeiro e novembro de 2000, quando o déficit foi de US$ 519 milhões.
As importações somaram US$ 221,422 bilhões nos 11 primeiros meses de 2013 e superaram as exportações, de US$ 221,333 milhões no mesmo período.
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Revisão do PIB 2012

Revisão do PIB de 2012 não ajuda na credibilidade do Brasil--S&P

RIO DE JANEIRO, 2 Dez (Reuters) - A confiança do investidor não vai melhorar caso a revisão do crescimento da economia em 2012 mostre um desempenho mais forte porque a credibilidade do país está desgastada por problemas fiscais, inflação elevada e falta de transparência, afirmou nesta segunda-feira a presidente no Brasil da agência de classificação de riscos Standard & Poor's, Regina Nunes.

Crescimento econômico - Brasil 3. trim

Economia brasileira recua 0,5% no 3º trimestre

O Produto Interno Bruto (PIB) registrou baixa de 0,5% no terceiro trimestre deste ano ante o segundo trimestre. O número foi divulgado nesta terça-feira, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nos resultados das Contas Nacionais Trimestrais. 
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Veja meu vídeo clip sobre Emergentes na armadilha da renda média
Parte I
Parte II
Artigos
Por que o Brasil não cresce mais

Crescimento econômico - Modelo sem e com progresso tecnológico

Aulas de crescimento econômico
Crescimento econômico
Parte I
https://drive.google.com/file/d/0B5mc8YCJMY-_am94dktwakg1aEk/edit?usp=sharing
Parte II
https://drive.google.com/file/d/0B5mc8YCJMY-_NGZ5bXdRYjdqMDg/edit?usp=sharing
Parte III
https://drive.google.com/file/d/0B5mc8YCJMY-_dFJVTEhMWkdsVGs/edit?usp=sharing

Históra do dinheiro

Entenda dinheiro com este víde clip
Welcome to the 5th episode of Michael Maloney's Hidden Secrets Of Money. In this instalment, we travel to Berlin and Frankfurt, where we were able to film the money museum inside the Bundesbank...one of the world's largest Central Banks.

This episode serves as an ideal primer for those waking up to the monetary matrix around them, as it clearly shows the history of true money and why it so important to our freedom. The quality of a society is directly proportional to the quality of its money. Debase a currency for long enough, and you end up with dangerous deficits, debt driven disasters, and eventually...delusional dictators. History proves this to be true.

For further insight on what it was like to film inside a central bank, check out the Exclusive Presentation that goes along with this episode at our website. In it, Mike tells what it was like to look at the displays and explanations from an Austrian Economics perspective. He also shows where he believes we are in the following cycles:

Inflation/Deflation
Quality Money/Quantity Currency
Capitalism/Collectivism
Assista o vídeo clip
It's a fantastic 30+ minute presentation which also reports on personal freedom, gold and silver, the US dollar, and economic freedom.
More: http://www.hiddensecretsofmoney.com

Macro III - não tem aulas esta semana

O Brasil na armadilha da renda média


Seminários Cedeplar - Economia
Palestrante: Antony Peter Müller (UFS)
Data:  4 de dezembro de 2013 - quanta-feira
Horário: 16 horas
Local: Auditório 3 - FACE-UFMG
FACEUniversidade Federal de Minas Gerais

Fim do euro ou fim da crise?

Vídeo Clip de Antony Mueller sobre
A crise econômica europeia - fim do euro ou fim da crise?
Assista

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Roberto Campos

Participação de Roberto Campos no programa Roda Viva de 4 de Maio de 1997, ocasião na qual fez uma análise crítica da política e da economia brasileira, rebatendo críticas à "Revolução de 64".

Apresentação: Matinas Suzuki Jr.

Entrevistado: Roberto Campos

Entrevistadores: Augusto Nunes, Miguel Jorge, Maílson da Nóbrega, Eleonora de Lucena, Gilberto Dupas, Marco Aurélio Garcia.

Roberto Campos aos 80 anos nesta entrevista de 1997, já participou várias vezes do programa Roda Viva, e mostrou com transparência o pensador que é: um idealista cheio de inimigos e admiradores, mas reconhecido pela sua inteligência e coerência intelectual e ideológica. Economista e deputado federal ele é um defensor do livre mercado, da redução do tamanho do estado e da privatização. Por sua afinidade com idéias americanas recebeu de seus adversários o apelido de Bob Fields. Ex-seminarista, ex-diplomata, político e um dos economistas e intelectuais mais influentes do Brasil, ele é o principal representante do pensamento liberal clássico no país.
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Quem é o boss?

“There is only one boss. The customer. And he can fire everybody in the company from the chairman on down, simply by spending his money somewhere else.” -Sam Walton

Pessimismo sobre Brasil

Pessimismo sobre Brasil bate recorde, diz pesquisa da Bloomberg

Por Raymond Colitt | Bloomberg
Marcos Issa/Bloomberg
Os investidores nunca foram tão pessimistas em relação às políticas da presidente Dilma Rousseff: apenas 10% dos entrevistados pela Pesquisa Global Bloomberg dizem que o país será capaz de evitar um corte na nota de crédito no próximo ano.
Dos consultados, 51% se dizem pessimistas em relação às políticas de Dilma, em comparação com 22% quando ela tomou posse em janeiro de 2011, segundo pesquisa feita com 750 analistas, investidores e operadores que são assinantes da Bloomberg. O segundo maior mercado emergente do mundo oferecerá uma das piores oportunidades ao longo do próximo ano em relação a EUA, Reino Unido, União Europeia, Japão, Índia, Rússia e China, dizem os consultados.


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Leia mais em:
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Palestra de Antony Mueller


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O Brasil na armadilha da renda médiaPDFImprimirE-mail
Seminários Cedeplar - Economia
Palestrante: Antony Peter Müller (UFS)
Data:  4 de dezembro de 2013 - quanta-feira
Horário: 16 horas
Local: Auditório 3 - FACE-UFMG
Ver lista completa dos Seminários de Economia e Demografia.
FACEUniversidade Federal de Minas Gerais

China luta contra burocracia

China pune 20 mil autoridades por serem burocráticas demais

Empresas desobedeceram a regras para reduzir a burocracia e as pompas cerimoniais, informou o governo

Pequim - A China puniu quase 20 mil autoridades públicas no ano passado por desobediência a regras para reduzir a burocracia e as pompas cerimoniais, informou o governo nesta segunda-feira...
Xi exigiu que reuniões fossem reduzidas, cerimônias de boas-vindas canceladas e abandonada a prática de longos discursos sem sentido, num esforço para tornar a burocracia do país mais eficiente e menos suscetível a subornos...
Mais de 5 mil das autoridades violaram normas referentes ao uso de carros oficiais, enquanto 903 foram consideradas culpadas por organizar comemorações sofisticadas demais, informou o órgão por meio de um comunicado publicado em sua página na Internet.
Jinping já disse que a corrupção endêmica ameaça a própria sobrevivência do partido e prometeu perseguir tanto "tigres" do alto-escalão como as "moscas" que voam baixo.
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Veja também o vídeo de Antony Mueller sobre A China na armadilha da renda média

Mané Garrincha

O estádio Mané Garrincha, construído em Brasília pelo governo do Distrito Federal para a Copa de 2014, já custa aos cofres públicos a soma de R$ 1,778 bilhão. É o que aponta novo relatório do TC-DF (Tribunal de Contas do Distrito Federal) finalizado esta semana. A arena já era a mais cara dentre as 12 nas cidades-sede do Mundial.
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Brasil isolado

Brasil pode ficar isolado com acordo entre EUA e UE

A conclusão de um acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia (UE) é mais urgente do que nunca para o Brasil, que corre o risco de ficar isolado no cenário mundial se o bloco europeu fechar o tratado de livre comércio que está negociando com os Estados Unidos, afirmam analistas ouvidos pela BBC Brasil.
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Lei econômica


Macro III - Crescimento econômico com progresso tecnológico

Para as próximas partes de Macro III
https://www.youtube.com/watch?v=DZhwLSc0zsw

Bolsa


Empresa pública

“No Brasil, empresa privada é aquela que é controlada pelo governo, e empresa pública é aquela que ninguém controla" ―Roberto Campo

domingo, 1 de dezembro de 2013

Lógico

Estudantes desonestos querem emprego no governo, diz pesquisa


SÃO PAULO - Pesquisadores da Universidade de Harvard e da Universidade da Pennsylvania, ambas dos Estados Unidos, constataram que estudantes desonestos são mais propensos a almejar um emprego no setor público.
O estudo, divulgado no site The Independent, ainda mostrou que os estudantes com interesse em seguir pela carreira pública foram menos propensos a não demonstrar um comportamento pró-social, que beneficia outras pessoas ou a sociedade como um todo.
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