sexta-feira, 3 de janeiro de 2020

Reservas internacionais

O jornalista Lauro Jardim, reverberando o temor de muitos maus analistas e jornalistas, escreveu hoje a seguinte nota, sobre as reservas internacionais do país (link no primeiro comentário):
"O Brasil segue lançando mão de suas reservas cambiais.
Quando Jair Bolsonaro assumiu o governo em 1º de janeiro de 2019, as reservas internacionais eram de US$ 374,715 bilhões. A partir daí, elas subiram até alcançar o recorde histórico de US$ 390,510 bilhões no dia 25 de junho.
A partir daí, o BC começou a vender seus dólares. E o Brasil chegou a 31 de dezembro, com US$ 365,481 bilhões em reservas. Em seis meses, elas ficaram US$ 34 bilhões mais magras. Dá uma média diária de US$ 181 milhões."
Alguma mentira ali? Nenhuma. Mas é uma informação incompleta, pois foca no estoque bruto de reservas, desconsiderando outros fatores importantes para uma boa análise dos fatos.
Vejam abaixo uma tabela do próprio Banco Central com a nossa posição cambial líquida, que inclui, além das reservas mencionadas, o estoque de Swaps cambiais e outras variáveis que influenciam o estoque líquido de divisas.
Reparem que a queda das reservas nominais, desde junho, ocorreu na mesma proporção da queda das operações de Swaps, que eram de US$ 67 bi em junho e hoje são de "apenas" US$ 35 bi.
Reparem ainda que as reservas líquidas ($327 bi) são hoje maiores que as de dezembro de 2018 ($315 bi) e praticamente iguais as de junho, mês em que as reservas nominais atingiram seu ápice, conforme indicado pelo jornalista Jardim.
A propósito, a queda das reservas nominais também não tem nada a ver com o aumento do déficit em transações correntes, e muito menos com a redução do saldo da balança comercial. O déficit da conta financeira (viagens, fretes aluguéis, juros e lucros, menos o saldo comercial) foi coberto com folga pela entrada líquida de capitais (IED). (link no segundo comentário).
Que tal nos preocuparmos com o que realmente interessa?

Exportações brasileiras


quinta-feira, 2 de janeiro de 2020

Sistema de saúde

Dívida pública americana

“First it was the generals who took control over U.S. foreign policy, preventing President Trump from bringing the troops home from the Middle East and Afghanistan, as he said he was going to do.
“And now, it’s the federal bureaucracy that has absorbed Trump. According to the Washington Post, Trump has just “signed off on 12 weeks of paid leave for new parents, a generous raise, and a midweek vacation day before Christmas against the recommendatio...
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Bolsas

Embaixada da Alemanha Brasília is feeling excited.
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OPORTUNIDADES na #Alemanha 🇩🇪‼️Aberta seleção de pesquisadores nas áreas de engenharia, direito, economia, saúde ou ciências sociais cuja temática de pesquisa esteja relacionada à mudança do clima DAAD Brasil

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