quarta-feira, 4 de março de 2020
Saúde
terça-feira, 3 de março de 2020
Crescimento econômico
Maior crescimento econômico só virá com reformas que melhorem substancialmente o ambiente de negócios, reduzam custos de transação e promovam mercados competitivos. Para tal, são essenciais as reformas administrativa e tributária e a abertura comercial, todas elas sem desidratação pelo congresso. Acreditar que é possível produzir ganhos significativos de produtividade e crescimento acelerado sem modificar as estruturas econômicas do país é o nosso terraplanismo econômico.
Que ganha que
PIAUI.FOLHA.UOL.COM.BR
O ministro da Economia, Paulo Guedes, comparou o funcionário público a “um parasita” e o Estado brasileiro a um “hospedeiro” que “está morrendo” – um retrato generalizado e estereotipado de uma realidade muito diversa. O Brasil tem 11,4 milhões de postos de trabalho no setor públi...
Krugman's fake economics
John Goodman: “Where do you find these zombies? You can’t. They don’t exist. Like the creatures of fiction, they are the product of a vivid imagination. Krugman delights in creating straw men. He verbally beats them about the head and shoulders and then walks away thinking he has won the Golden Gloves.
"But wait a minute. Aren’t there serious public policy issues over which economists disagree? Isn’t Krugman outside the mainstream on many of them? And on some issues, hasn’t Krugman’s been embarrassingly wrong?
"The answers are: yes, yes and yes. But you won’t learn about any of that by reading Krugman’s columns. Or by reading his book.
"What you will learn is that Krugman hates Republicans and hates economists who advise them. His specialty in trade is the argument ad hominem. He doesn’t just disagree with people; he psychoanalyses them. He attacks their character, their motives, their honesty and their morality."
segunda-feira, 2 de março de 2020
Concentração de renda
"Os concentradores de renda de que se trata aqui são os que ficam com a maior parte dos recursos do Estado por força das leis que fazem aprovar em seu favor. Descrevem a si próprios como “povo”. Acusam as “elites”. Mas na hora de dividir a riqueza nacional ficam com quase tudo para si próprios."
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Crescimento econômico
Marcos Lisboa: “País não vai crescer só com juro baixo”
Por Geraldo Samor e Pedro Arbex
Marcos Lisboa continua pregando o evangelho das reformas no deserto da complacência brasileira.
Marcos Lisboa continua pregando o evangelho das reformas no deserto da complacência brasileira.
Hoje o economista de fora do Governo com maior trânsito em Brasília, Marcos insiste há anos na necessidade de uma agenda estrutural que nos leve ao crescimento sustentável e acabe com os vôos de galinha na economia.
Foi o primeiro a apontar a ‘meia-entrada’ — a pulsão dos grupos de interesse em exigir tratamento diferenciado — como o problema político fundamental que separa o Brasil que temos daquele que juramos desejar. (A meia-entrada transfere o custo do ajuste para ‘o outro’.)
Com uma cabeça que funciona a mil e uma língua corajosa (não importa quem esteja no Poder), Marcos ganhou o apelido de ‘Diabo Loiro’. E de tanto desconstruir as sucessivas ondas de otimismo infundado desde o Governo Dilma, também ganhou fama de pessimista.
“Minha fala não é para dizer que o Brasil não vai dar certo. É o contrário! É uma fala de profundo otimismo com o Brasil. Temos como crescer e nos desenvolver. Temos como voltar a ser um País com redução na pobreza, melhoria da renda e emprego,” diz o economista que também preside o Insper em São Paulo.
Mas para ele, o setor privado e a classe política estão se iludindo com uma análise superficial dos problemas nacionais.
“Existe uma certa esquizofrenia: de um lado há euforia porque o juro caiu e por essa promessa de uma agenda liberal; de outro, muito desconhecimento dos problemas reais a ser enfrentados.”
Nesta conversa com o Brazil Journal, ele destrincha os três pilares de uma agenda mínima para o crescimento sustentável e faz um alerta: nos últimos meses, setores do Executivo e do Legislativo começaram a ter ideias que podem prejudicar o avanço fiscal que a sociedade conquistou a duras penas.
Abaixo, os principais trechos da entrevista divididos em tópicos:
“Existe uma certa esquizofrenia: de um lado há euforia porque o juro caiu e por essa promessa de uma agenda liberal; de outro, muito desconhecimento dos problemas reais a ser enfrentados.”
Nesta conversa com o Brazil Journal, ele destrincha os três pilares de uma agenda mínima para o crescimento sustentável e faz um alerta: nos últimos meses, setores do Executivo e do Legislativo começaram a ter ideias que podem prejudicar o avanço fiscal que a sociedade conquistou a duras penas.
Abaixo, os principais trechos da entrevista divididos em tópicos:
Judy Shelton
Por onde vai nosso dinheiro?
O governo brasileiro é uma máquina de transferir renda dos mais pobres para os mais ricos.
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