O IDH e outros indicadores
Ricardo
Lacerda
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terça-feira, 28 de agosto de 2012
UFPE continua com a greve
Há mais de três meses em greve, os professores da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) decidiram continuar com a paralisação, após assembleia realizada na tarde desta segunda-feira (27), no auditório do Centro de Ciências Sociais Aplicadas (CCSA), Campus do Recife. De acordo com o presidente da Associação dos Docentes da UFPE (Adufepe), cerca de 300 professores estiveram presentes na reunião. Destes, 196 votaram a favor da continuação da greve, iniciada em 17 de maio. Apenas 42 docentes votaram contra a decisão.
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Como sair da depressão
“It should be clear that any governmental interference with the depression process can only prolong it, thus making things worse from almost everyone’s point of view. Since the depression process is the recovery process, any halting or slowing down of the process impedes the advent of recovery. The depression readjustments must work themselves out before recovery can be complete. The more these readjustments are delayed, the longer the depression will have to last, and the longer complete recovery is postponed.”
–Murray N. Rothbard, Man, Economy, and State with Power and Market
–Murray N. Rothbard, Man, Economy, and State with Power and Market
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
Os limites da pesquisa economêtrica
Statistical
and applied probabilistic knowledge is the core of knowledge;
statistics is what tells you if something is true, false, or merely
anecdotal; it is the "logic of science"; it is the instrument of
risk-taking; it is the applied tools of epistemology; you can't be a
modern intellectual and not think probabilistically—but... let's not be
suckers. The problem is much more complicated than it seems to the
casual, mechanistic user who picked it up in graduate school. Statistics
can fool you. In fact it is fooling your government right now. It can
even bankrupt the system (let's face it: use of probabilistic methods
for the estimation of risks did just blow up the banking system).
THE FOURTH QUADRANT: A MAP OF THE LIMITS OF STATISTICS [9.15.08]
By Nassim Nicholas Taleb
By Nassim Nicholas Taleb
Bolsas
Oportunidade para grupos estudantis
Grupos como think tanks também podem concorrer, contanto que possuam programas diretamente focados em estudantes universitários. A maioria dos grants é de menos de US$5.000, mas projetos mais ambiciosos podem ser enviados.
Para inscrever o seu grupo ou organização, preencha o formulário aqui (em inglês). Para mais informações visite a página do programa da Atlas Network.
Perguntas podem ser enviadas para Elisa.Martins@AtlasNetwork.org.
Dia do capital
domingo, 26 de agosto de 2012
Concorrência monetária
Private Currency Competition Is The Monetary Answer
By Wendy Milling
The push for monetary reform is on, and intellectuals seeking to reform the monetary system in accordance with free market principles are seriously debating two alternative solutions. One is a return to the gold standard in some fashion. The other is a free market in currency, i.e., private currency competition. Toward the latter end, Rep. Ron Paul has sponsored a bill repealing legal tender law.
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Sobre Paul Krugman
From his perch in the New York Times he says one ridiculous thing after another. In the British context Krugman's risible thesis is that the economy is struggling because the government isn't spending enough money, that austerity is driving us back into recession, and that the solution to our debt crisis is to borrow and spend even more money.
But there is no austerity. British government spending has fallen from record highs by only about 1 per cent since the coalition took office. This has tipped us back into recession? Most private sector companies could save that by switching to cheaper copier paper.
Krugman argues that we need vast government spending to get us out of the recession. But Britain is running a budget deficit of more than 8 per cent of GDP, one of the highest in the developed world. The government is spending more than 400 million borrowed pounds every day; the national debt is increasing by more than £5,000 every second.
And yet, with all this extra borrowing and all this spending Britain's economy is still tanking. Perhaps this suggests that massive deficit spending isn't the answer. That's one interpretation. Not for Krugman. To him the problem is that even the record levels of borrowing which will see Britain's national debt increase by 60 per cent, from £1 trillion to £1.6 trillion, by the next election, are not enough. We need to borrow more. That, he claims, would solve our debt crisis.
sábado, 25 de agosto de 2012
Política monetária - tese de doutorado
Assimetria de informação,
intermediação financeira e o mecanismo de transmissão da política
monetária : evidências teóricas e empíricas para o canal do empréstimo
bancário no Brasil (1995-2006)
Nesta tese investigaremos se os bancos, em geral, e se os empréstimos bancários, em particular, desempenham alguma função especial na economia brasileira, especificamente, no que se refere em explicar a performance da atividade produtiva. Procuramos averiguar as evidências teóricas e empíricas que visam desvendar a relevância do canal do crédito, em especial, do canal do empréstimo bancário, enquanto um canal adicional para a transmissão da política monetária. Isso é feito levando em conta o ambiente institucional em que a economia brasileira está inserida, cujo caráter específico, supõem-se de grande relevância para o melhor entendimento das reais condições apresentadas pelo mercado financeiro e, em especial, pelo mercado de crédito. A hipótese central considerada é que, além do impacto promovido pelo tradicional canal da taxa de juros (custo do capital) - através do efeito que exerce sobre as obrigações (depósitos) dos intermediários financeiros e sobre as decisões de investimento dos agentes - a política monetária afeta a atividade econômica através do mercado de crédito, em especial, através do canal do empréstimo bancário, devido ao efeito que exerce sobre a composição dos ativos das instituições financeiras, em particular, sobre as decisões dos bancos em relação ao volume e as condições em que os empréstimos serão ofertados.
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Funcionalismo privilegiado
Greve do funcionalismo: leis a favor da minoria
24 de agosto de 2012 | 3h 08
Jorge Peixoto Vasquez
Quando o governo compra serviços de um grupo de pessoas,
ou seja, de uma empresa, é obrigado a seguir uma série de procedimentos
para obter o menor preço, resguardada a qualidade. Quando o fornecedor é
um indivíduo, um servidor público, tudo muda: a contratação passa a
seguir regras que, aplicadas a uma entidade privada, seriam consideradas
escandalosas. No primeiro caso há uma tentativa de respeitar o dinheiro
da população. No segundo essa preocupação desaparece. Observando as
notícias da greve de funcionários públicos que ora se desenrola, fica
evidente que boa parte do Estado brasileiro serve a indivíduos em
detrimento da população em geral.Mais
Socialismo científico
“Nem eu nem meus alunos acreditamos no Partido Comunista. Então, em vez de gastar tempo repetindo teorias idiotas que não servem para absolutamente nada, prefiro ter uma discussão aberta com os meus alunos sobre os problemas do país, principalmente a corrupção existente entre nossos governantes.”
Professor chinês da disciplina "Socialismo Científico"
Dinheiro privado
Private Currency Competition Is The Monetary Answer
By Wendy MillingMais
Banco públicos brasileiros em risco
Bancos públicos brasileiros podem estar em risco, afirmam especialistas em seminário na Câmara dos Deputados
Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil estão muito alavancados, apontam especialistas em seminário realizado ontem (22) na Câmara dos Deputados. Segundo Adolfo Sachsida, técnico de planejamento e pesquisa da Diretoria de Estudos Macroeconômicos do IPEA, diversas ações do Governo podem ter enfraquecido a saúde financeira das duas maiores instituições financeiras do País.
Sachsida aponta como um primeiro fator de risco a flexibilização de garantias dada pelo governo em 2010. “Essa flexibilização permitiu fundos de pensão e estatais, ao contraírem empréstimos financeiros para investimentos, oferecerem bens reais como garantia, dispensando, assim, a contratação de seguro”, explica.
Adolfo diz que essa medida teve por objetivo estimular os investimentos, principalmente na casa própria. Até 2009, as empresas estatais tinham de contratar seguros para oferecer como garantia, algo que na prática encarecia o empreendimento. Em 2010 o Conselho Monetário Nacional autorizou a inclusão de ativos reais nas garantias, dispensando os serviços das seguradoras. Para o técnico do IPEA, diferentemente dos contratos de seguro, os preços de ativos reais, como, por exemplo, terrenos e prédios, flutuam livremente no mercado, embutindo um enorme risco no adimplemento da obrigação.
A segunda medida que contribui para o risco de insolvência dessas instituições financeiras foi noticiada em maio de 2010, quando a Caixa Econômica Federal anunciou que realizaria a emissão do primeiro pacote de securitização de sua carteira de crédito imobiliário para levantar recursos. Sachsida aponta que a securitização é a transformação da carteira de crédito em um ativo financeiro. “A instituição divide a carteira em partes e as vende como títulos no mercado. O comprador é remunerado no longo prazo com uma taxa de juros que varia de acordo com o papel. O banco, por sua vez, consegue, ao vender esses títulos, antecipar o recebimento dos recursos financeiros - essa emissão é realizada por Certificados de Recebíveis Imobiliários”, explica o técnico.
Fernando Ulrich, representante do Instituto Ludwig von Mises Brasil, que também participou da mesa de debates do evento promovido no âmbito da Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara, compartilha da preocupação de Sachsida. Segundo Ulrich, a securitização levada adiante pela Caixa fornece uma fonte alternativa de recursos para o crédito habitacional, que até então vinham basicamente da poupança e do FGTS. “Isso é um estímulo excessivo no consumo. Uma política Keynesiana nos mesmos moldes da aplicada no mercado de hipotecas norte-americano antes da crise de 2008”, assevera o especialista.
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Uma curta história de "Feito na Alemanha"
Assim funciona a imposta inflacionária no Brasil
Correção da tabela do IR faria contribuinte pagar até 44% menos
Defasagem tira poder de compra, principalmente, da classe média, apontam números da consultoria Ernst & Young Terco
24 de agosto de 2012 | 10h 38
Bianca Pinto Lima, de O Estado de S.Paulo
SÃO PAULO - O contribuinte teria uma redução de até 44% no valor do Imposto de Renda (IR) devido caso a tabela da Receita Federal tivesse sido corrigida ano a ano pela inflação oficial, aponta estudo exclusivo da consultoria Ernst & Young Terco para o Estado.
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