sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Crescimento econômico




2012- O ano em retrospectiva

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2012 – O ano em retrospectiva

Antony Mueller

Quando nos aproximamos o final do ano verificamos que 2012 foi um ano em que muito aconteceu na economia e na política, mas pouco mudou. Houve uma campanha feroz nas eleições presidenciais nos Estados Unidos e depois tudo ficou como …
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Commodities - preços 2012



China - custos de trabalho


Genealogia da teoria econômica


Desemprego brasileiro

Desemprego cai para 4,9%, menor taxa da história para meses de novembro

Rio de Janeiro - A taxa de desemprego em novembro deste ano no país ficou em 4,9%, a menor taxa registrada para novembro na série histórica iniciada em 2002. Também a segunda menor taxa, entre todos os meses, desde 2002, sendo superior apenas à observada em dezembro do ano passado (4,7%).

Os dados foram divulgados esta sexta-feira (21) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O índice é, portanto, inferior aos registrados em outubro deste ano (5,3%) e em novembro de 2011 (5,2%).

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Inflação brasileira

Inflação perto de 4,5% em 2013 é factível, diz Hamilton
Estadão Conteúdo
O diretor de política econômica do Banco Central, Carlos Hamilton Araújo, disse nesta quinta-feira, que uma taxa inflação em torno de 4,5% em 2013 é um cenário factível para a autoridade monetária. Pelas projeções do BC apresentadas nesta quinta-feira no Relatório Trimestral de Inflação, o IPCA fechará todos os anos do governo Dilma Rousseff acima do centro da meta de inflação, de 4,5%. "A projeção não está dizendo que não vai chegar, está mostrando tendência. Entendemos que inflação vai recuar no próximo ano", argumentou.
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Crescimento econômico brasileiro

BC reduz para 1,0% previsão de alta do PIB em 2012

O Banco Central revisou para baixo sua projeção para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2012, de 1,6% para 1,0%. A informação foi divulgada nesta quinta-feira pela autoridade monetária por meio do Relatório Trimestral de Inflação (RTI). De acordo com o BC, a nova estimativa incorpora os resultados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para os três primeiros trimestres deste ano e as estatísticas disponíveis sobre o terceiro trimestre do ano.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Keynes e Hayek - a batalho continua

Peter Foster: Santa Keynes and the Hayekian Grinch


Peter Foster | Dec 18, 2012 8:03 PM ET | Last Updated: Dec 18, 2012 8:07 PM ET
More from Peter Foster
Corbis-Bettmann/UPI
Corbis-Bettmann/UPIEconomist John Maynard Keynes
Keynesianism has extended ­downturn, despite recent praise
We are now approaching the fourth Christmas of the great debate between the benign supporters of Santa Keynes and the walnut-hearted acolytes of the Hayekian Grinch. Or at least that’s how Keynesians seem to see it.
Prominent statist fans of John Maynard Keynes such as Nobel laureates Paul Krugman and George Stiglitz, and Keynes’ biographer Lord Robert Skidelsky, tend to be moralists who castigate their opponents as flinty-eyed masochists rather than level-headed students of immutable laws. Their indignant question is “Would you have us do nothing?” The response from supporters of Friedrich Hayek and his “Austrian” free-market economics is: “Yes, since what you are doing is making things worse. Moreover, it’s your policies that cause crises in the first place.”

Mais um pacote de estímulo

Mantega anuncia nesta 4a novo pacote de estímulo

Por Luciana Otoni
BRASÍLIA, 19 Dez (Reuters) - O ministro da Fazenda, Guido Mantega, anuncia nesta quarta-feira novo pacote com reduções de tributos como parte de uma desoneração de 40 bilhões de reais prevista para 2013, em mais um esforço para fomentar o crescimento em um momento em que a economia mostra dificuldade de recuperação.
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Competitividade brasileira

Análise: Relatórios mostram que o ambiente no país é hostil para a competitividade

LUCIANA YEUNG
ESPECIAL PARA A FOLHA
Em outubro, o Banco Mundial divulgou o relatório "Doing Business 2013", que faz uma avaliação do ambiente de negócios em 185 países. Desde o primeiro relatório (2004), o Brasil está entre os países avaliados, e mal --e cada vez pior-- avaliados.
Apenas nos últimos anos, em 2010, ficamos em 124º lugar; depois passamos para 127º, 128º e, finalmente, 130º em 2013. Mais do que uma análise das dificuldades com que potenciais firmas podem se deparar caso decidam se instalar no país, o "Doing Business" mostra as barreiras concretas que todas as empresas brasileiras enfrentam diariamente para alcançar mais competitividade.
Esse ranking é calculado baseado em dez subitens. No item "mais bem" avaliado, "Conseguindo eletricidade", o Brasil está em mero 60º lugar (no país que tem uma das matrizes energéticas mais ricas do planeta).
No item com pior avaliação, "Pagando impostos", estamos em nada menos do que 156º lugar. Ou seja, existem no mundo 155 países, do total de 185, em que é mais fácil pagar impostos do que aqui. Cada empresa brasileira gasta, em média, 2.600 horas para lidar com impostos e paga o equivalente a 69,3% dos lucros (a média na América Latina é de 47,2%; na OCDE, 42,7%; e na Ásia, 34,5%).
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Quantas firmas têm competitividade suficiente para sobreviver num ambiente de negócios como esse?

Política monetária

Monetary policy

Making better institutions, in America and Europe

LAST Thursday, your correspondent attended the Cato Institute’s 30th annual Monetary Conference. A previous post covered the first portion of the conference, which was about understanding the causes of the crisis and how to (or whether we should) prevent future crises. This post will cover the remainder of the conference, which concentrated on current events in the United States and the euro zone. The underlying theme was how to create institutions based on transparent rules rather than the whims of individual policymakers—a noble goal difficult to execute in practice when there is so little agreement on what the rules should be.
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terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Nordeste feliz

Nordeste é a região mais feliz do Brasil, diz Ipea

Segundo o Ipea, se a região fosse um país, seria a 9ª com maior índice de satisfação de vida

Por Heraldo Marqueti Soares
SÃO PAULO – O nordestino é o povo que obteve o melhor desempenho na avaliação elaborada pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada). A nota média da região Nordeste ficou em 7,38. Segundo relatou o instituto, se fosse um país, a região estaria em 9º lugar na classificação global, entre belgas e finlandeses.
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Khan Academy em Português

Milhares de vídeos educativos de todas as áreas de conhecimento
http://www.youtube.com/user/khanacademyportugues

Argentina - estatísticas falsificadas

Lagarde entrega relatório ao FMI sobre estatísticas argentinas


A diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, entregou nesta segunda-feira um relatório ao diretório executivo da instituição sobre o caso das estatísticas da Argentina, revela um comunicado do Fundo.
"Hoje a gerente do FMI apresentou ao diretório executivo um relatório sobre a resposta da Argentina às preocupações levantadas pelo Fundo sobre a qualidade das estatísticas oficiais entregues ao FMI", tal como estava previsto.
O FMI não emitirá qualquer comentário "sobre o relatório ou seu conteúdo", e o diretório "fará a devida análise deste documento até o final de janeiro", explicou o Fundo.

Preços

“Um governo não pode determinar preços, pela mesma razão que uma gansa não pode botar ovos de galinha”
Ludwig von Mises

O governo criou a crise

Our Government-Created Financial Crisis

Walter E. Williams

Suppose you saw a building on fire. Would you seek counsel from the arsonist who set it ablaze for advice on how to put it out? You say, "Williams, you'd have to be a lunatic to do that!" But that's precisely what we've done: turned to the people who created our fiscal crisis to fix it. I have never read a better account of our doing just that than in John A. Allison's new book, "The Financial Crisis and the Free Market Cure."
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China - crescimento econômico

Riscos externos impedem recuperação da China, pode haver afrouxamento

PEQUIM, 18 Dez (Reuters) - O Banco Central da China pode ter que adotar medidas de afrouxamento para impulsionar a recuperação econômica ao longo do próximo ano, uma vez que investidores estrangeiros reduzem os compromissos de gastos frente a um panorama externo pessimista que ofusca as perspectivas para o maior exportador do mundo.
A pesquisa sobre expectativas econômicas do Banco do Povo da China (PBOC, na sigla em inglês) para o quarto trimestre, publicada nesta terça-feira, vê um salto no número de banqueiros que esperam um afrouxamento monetário no primeiro trimestre de 2013, mesmo que dados recentes tenham indicado uma leve recuperação nos últimos três meses do ano.
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