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quinta-feira, 12 de setembro de 2013
Economia sergipana
Um novo site voltado inteiramente para a economia sergipana acaba de ser lançado pelo Núcleo de Informações Econômicas (NIE) da Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES). O endereço é:
terça-feira, 10 de setembro de 2013
Crise de 2008
A origem da crise de 2008
Rodrigo Constantino:
A crise de 2008 completou cinco anos. Várias reportagens têm enfatizado a reação das autoridades, mas não vi nenhuma falando sobre as origens dos problemas. Como muitos ainda culpam o livre mercado pelo ocorrido, vou resgatar um artigo que escrevi no começo de 2009 sobre o assunto, para oferecer ao leitor um contraponto ao “consenso”.
Muitos celebram a retomada da economia americana e, por tabela, o sucesso das medidas adotadas pelo governo. Considero tal comemoração precipitada. A economia americana ainda é refém dos estímulos monetários, que terão de ser retirados em algum momento. Quando isso acontecer… receio que a recuperação não se sustente. A explicação ficará mais clara após o texto.
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Rodrigo Constantino:
A crise de 2008 completou cinco anos. Várias reportagens têm enfatizado a reação das autoridades, mas não vi nenhuma falando sobre as origens dos problemas. Como muitos ainda culpam o livre mercado pelo ocorrido, vou resgatar um artigo que escrevi no começo de 2009 sobre o assunto, para oferecer ao leitor um contraponto ao “consenso”.
Muitos celebram a retomada da economia americana e, por tabela, o sucesso das medidas adotadas pelo governo. Considero tal comemoração precipitada. A economia americana ainda é refém dos estímulos monetários, que terão de ser retirados em algum momento. Quando isso acontecer… receio que a recuperação não se sustente. A explicação ficará mais clara após o texto.
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segunda-feira, 9 de setembro de 2013
Macro III / Dinâmica macroeconômica
As notas das provas I e II estão no sistema. Por favor verifique já.
Austeridade - três tipos
Os três tipos de austeridade
Mais
por Frank Hollenbeck,
Quem lê a imprensa financeira adquire a impressão de que existem apenas dois lados em todo esse debate sobre austeridade: pró-austeridade e anti-austeridade. Na realidade, há três formas de austeridade. Há a forma keynesiana-krugmaniana, que promove mais gastos governamentais e mais impostos; há a forma de Angela Merkel, que advoga menos gastos governamentais e mais impostos; e há a forma austríaca, que defende menos gastos governamentais e menos impostos.Mais
Desenvolvimento e crescimento econômico
Como organizar a economia para o maior (e melhor) bem-estar possível
Em 2006, o Banco Mundial reuniu um grupo de “sábios” para refletir sobre as “receitas certas” para produzir crescimento e desenvolvimento. Em 2008, a Comissão produziu um alentado relatório que repete as banalidades convencionais, mas que, pela sua própria composição (excesso de ex-burocratas), pendeu excessivamente para o lado das soluções do planejamento estatal (quem quiser conferir o right mix of ingredients dos sábios pode ir a este site: www.growthcommission.org/). Sem incorrer nos desvios protecionistas e dirigistas de seus predecessores – como Gunnar Myrdal, por exemplo, que recomendava o velho modelo socialista indiano como a “receita certa” para o desenvolvimento dos países muito pobres – os sábios acham que os países precisam de “líderes que estejam comprometidos com o desenvolvimento e que saibam tirar vantagens das oportunidades abertas pela economia global. Eles também precisam saber sobre os níveis de incentivos e de investimentos públicos que são necessários para que o investimento privado decole e assegure a diversificação a longo prazo da economia e sua integração à economia global”. Ou seja, nada de muito diferente do bullshit econômico tradicional do Banco Mundial.De minha parte, prefiro ficar com as cinco regras aprendidas ao longo de uma vida de estudos dedicada à atenta observação das coisas do Brasil e do mundo, no que se refere às condições básicas para a manutenção de uma taxa sustentada de crescimento econômico e de desenvolvimento social, com transformação produtiva. Aqui vão elas, em formato muito resumido, esperando poder desenvolvê-las adequadamente em ensaios futuros:
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Perspectivas Mexico - Brasil
Tide Reverses in Latin America; Brazil’s Prospects Fall While Mexico’s Rise as Fed Prepares to Ease Bond Buying
Tide Reverses in Latin America
Brazil’s Prospects Fall While Mexico’s Rise as Fed Prepares to Ease Bond Buying
THOMAS CATAN
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A nova política monetária americana
Woodford’s Theories Rooted in Japan Slump Embraced by Bernanke
By Rich Miller
The Federal Reserve is buying mortgage-backed securities and has stated it will keep interest rates low until unemployment falls. The Bank of Canada under Mark Carney likewise made an explicit promise about how long rates would be held down, and Carney is now bringing this practice to the Bank of England. The European Central Bank, led by Mario Draghi, has refined how it communicates its interest-rate intentions. Mais
O desempenho econômico do Brasil na luz da qualidade institucional
Desempenho Econômico do Brasil, Qualidade Institucional e Liberdade Econômica
Sumário Executivo
i. A despeito das recentes más notícias do cenário econômico, de desaceleração econômica do Brasil e mau desempenho em 2012 em relação a países da América Latina, estas más notícias não deveriam causar surpresa pois o país tem tido um desempenho econômico medíocre ao longo das três últimas décadas, estando abaixo da taxa de crescimento média de países da América Latina. A situação é mais preocupante ainda considerando que a região da América Latina tem crescido neste período significativamente menos do que a Ásia.
ii. Por causa de baixo desempenho econômico, países como o Brasil, Argentina e Venezuela não estão convergindo para o produto per capita de países mais ricos, como os EUA. Apenas o Chile consegue fazê-lo por sustentar taxas asiáticas de crescimento. Por outro lado, países asiáticos têm mantido elevadas taxas de crescimento econômico per capita, onde até mesmo países com elevada renda (Hong Kong e Coréia do Sul) conseguem crescer mais rapidamente do que o Brasil.
iii. As diferentes trajetórias destes dois grupos de países podem ser explicadas pelas suas instituições econômicas.
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Sumário Executivo
i. A despeito das recentes más notícias do cenário econômico, de desaceleração econômica do Brasil e mau desempenho em 2012 em relação a países da América Latina, estas más notícias não deveriam causar surpresa pois o país tem tido um desempenho econômico medíocre ao longo das três últimas décadas, estando abaixo da taxa de crescimento média de países da América Latina. A situação é mais preocupante ainda considerando que a região da América Latina tem crescido neste período significativamente menos do que a Ásia.
ii. Por causa de baixo desempenho econômico, países como o Brasil, Argentina e Venezuela não estão convergindo para o produto per capita de países mais ricos, como os EUA. Apenas o Chile consegue fazê-lo por sustentar taxas asiáticas de crescimento. Por outro lado, países asiáticos têm mantido elevadas taxas de crescimento econômico per capita, onde até mesmo países com elevada renda (Hong Kong e Coréia do Sul) conseguem crescer mais rapidamente do que o Brasil.
iii. As diferentes trajetórias destes dois grupos de países podem ser explicadas pelas suas instituições econômicas.
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Crescimento econômico
O crescimento econômico deverá perder força no Brasil, na Índia e em alguns outros países em desenvolvimento nos próximos meses, enquanto as economias desenvolvidas continuarão se recuperando, segundo pesquisa da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE).
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Taxa de emprego - taxa de desemprego - o casos dos EUA
Unemployment Falling for Wrong Reason Creates Fed Predicament
By Rich Miller
The good news may be bad news for the Federal Reserve as it considers when to begin scaling back its stimulus. While unemployment dropped last month to 7.3 percent, the lowest level since December 2008, the decline occurred because of contraction in the workforce, not because more people got jobs. Labor-force participation -- the share of working-age people either holding a job or looking for one -- stands at a 35-year low.
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Nova fase da política monetária e cambial internacional
Russia to Brazil Intervention Adds to U.S. Debt Distress
By Wes Goodman & Candice Zachariahs
Investors suffering the worst losses in Treasuries since at least 1978 can add dollar sales by emerging-market central banks to their list of challenges. Speculation that the Federal Reserve, the biggest buyer of Treasuries, will reduce its purchases sent U.S. debt down 4.1 percent this year and boosted the dollar against developing-nation currencies for four straight months, matching the longest streak since 2001, according to Bloomberg data. India, Brazil, Russia and Indonesia have intervened in foreign-exchange markets, and dollar sales mean liquidating Treasuries, according to bond traders at Scotiabank and Bank of America Corp.Mais
domingo, 8 de setembro de 2013
Legislação tributária brasileira
Advogado reúne toda a legislação tributária do Brasil e publica livro de 6 toneladas
De tão ousada e inusitada, a ideia chegou a ser tachada como uma “verdadeira insanidade” pelos colegas, mas o advogado mineiro Vinícios Leôncio ignorou os descrentes e iniciou há quase duas décadas um projeto para reunir em livro as legislações tributárias do País. Movido pela inconformidade com o que considera um excesso de normas, o tributarista queria, a princípio, apenas mostrar de forma simbólica o peso dessa legislação no custo das empresas brasileiras. Porém, ao agrupar numa publicação toda a legislação nacional, Leôncio acabou por credenciar sua obra ao ingresso no Guinness World of Records como a mais volumosa e com o maior número de páginas do mundo. A obra pesa 6,2 toneladas e tem um total de 43.216 páginas (cada uma delas com 2,2 m de altura por 1,4 m de largura) que, se enfileiradas, alcançariam uma distância de 95 km!
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De tão ousada e inusitada, a ideia chegou a ser tachada como uma “verdadeira insanidade” pelos colegas, mas o advogado mineiro Vinícios Leôncio ignorou os descrentes e iniciou há quase duas décadas um projeto para reunir em livro as legislações tributárias do País. Movido pela inconformidade com o que considera um excesso de normas, o tributarista queria, a princípio, apenas mostrar de forma simbólica o peso dessa legislação no custo das empresas brasileiras. Porém, ao agrupar numa publicação toda a legislação nacional, Leôncio acabou por credenciar sua obra ao ingresso no Guinness World of Records como a mais volumosa e com o maior número de páginas do mundo. A obra pesa 6,2 toneladas e tem um total de 43.216 páginas (cada uma delas com 2,2 m de altura por 1,4 m de largura) que, se enfileiradas, alcançariam uma distância de 95 km!
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sábado, 7 de setembro de 2013
sexta-feira, 6 de setembro de 2013
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
Dinâmica Macroeconômica - Recursos parte parte 3
Temas da parte 3
- A teoria pós-keynesiana
- A teoria dinâmica de Schumpeter
- Novas abordagens
Recursos básicos
Pós-Keynesianismo - Posicões básicas
A teoria "moderna" monetária kaleckiana
Schumpeter's teoria dinâmica do desenvolvimento econômico
O capitalismo como sistema da inovação permanente
Schumpeter's teoria dinâmico do capitalismo
Mais recursos
Recursos Pós-Keynesianismo
Página Dinâmica
Página Schumpeter
- A teoria pós-keynesiana
- A teoria dinâmica de Schumpeter
- Novas abordagens
Recursos básicos
Pós-Keynesianismo - Posicões básicas
A teoria "moderna" monetária kaleckiana
Schumpeter's teoria dinâmica do desenvolvimento econômico
O capitalismo como sistema da inovação permanente
Schumpeter's teoria dinâmico do capitalismo
Mais recursos
Recursos Pós-Keynesianismo
Página Dinâmica
Página Schumpeter
Macro III - Recursos para parte 3
Data Shows
Restrições da Política Macroeconômica
Política Monetária
Política Fiscal e Orçamental
História da Teorias Macroeconômicas
Temas:
Política macroeconômica do crescimento econômico
Política macroeconômica da estabilidade monetária e financeira
Política fiscal e orçamental
Técnicas da análise macroeconômica
Temas da atualidade:
- crise da dívida soberana
- política monetária quantitativa
- crescimento brasileiro
- conjuntura nacional e internacional
BRICs criam fundo próprio
Brics terão fundo de US$ 100 bilhões
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Entrevista com Walter Williams
Entrevista concedida pelo economista Walter Williams, professor universitário na Virgínia (EUA) a Luís Fernando Silva Pinto, do programa Milênio, no dia 21 de março de 2011. É uma conversa inteligente, apesar do jornalista estar claramente, e totalmente enviesado pela mentalidade impregnada nos meios de comunicação do país.
Walter Williams acredita que o livre mercado é o melhor instrumento regulador de qualquer tipo de relação. É o melhor caminho para o progresso tanto individual como coletivo. Ele defende sua teoria com aplicações em questões políticas, econômicas e sociais.
O economista nasceu pobre, e hoje é um homem bem sucedido. Sua trajetória de vida só reforça suas convicções.
Assista
Walter Williams acredita que o livre mercado é o melhor instrumento regulador de qualquer tipo de relação. É o melhor caminho para o progresso tanto individual como coletivo. Ele defende sua teoria com aplicações em questões políticas, econômicas e sociais.
O economista nasceu pobre, e hoje é um homem bem sucedido. Sua trajetória de vida só reforça suas convicções.
Assista
quarta-feira, 4 de setembro de 2013
Como investir
As today's preeminent doomsday investor Mark Spitznagel describes his Daoist and roundabout investment approach, “one gains by losing and loses by gaining.” This is Austrian Investing, an archetypal, counterintuitive, and proven approach, gleaned from the 150-year-old Austrian School of economics, that is both timeless and exceedingly timely.
Review
“At last, a real book by a real risk-taking practitioner. You cannot afford not to read this!”
—Nassim Nicholas Taleb, Author of The Black Swan
“Investors of all kinds will find immeasurable value in this convincing and thoroughly researched book where Mark champions the roundabout.”
—Paul Tudor Jones II, Founder, Tudor Investment Corporation
“A timely, original, right-economic principles and history-based approach to investing. Drawing on impressive philosophical building blocks, The Dao of Capital illuminates the wellsprings of capital creation, innovation and economic progress. Dazzling!”
—Steve Forbes, Chairman and Editor-in-Chief, Forbes Media
“This is a magnificent, scintillating book that I will read over and over again. Every page is eye-opening, with numerous areas for testing and profits in every chapter. Here’s an unqualified, total, heartfelt recommendation, which coming from me is a rarity, and possibly unique.”
—Victor Niederhoffer, Author of The Education of a Speculator
“The Dao of Capital is an impressive work. Spitznagel’s approach is refreshing—scholarly without being tedious. What a broad look at economic history it provides!”
—Byron Wien, Vice Chairman, Blackstone Advisory Partners LP
“Wall Street gamblers who believe the Fed has their back need to read this book. Mark Spitznagel provides a brilliant demonstration that the gang of money printers currently resident in the Eccles Building have not repealed the laws of sound money nor have they rescinded the historical lessons on which they are based.”
—David Stockman, Former U.S. Congressman, Budget Director under Ronald Reagan, and Author of The Great Deformation
“Mark Spitznagel assembles the best insights in human nature and economics to bring order out of the chaos of our world. Economists, investors and lay persons alike will find abundant treasures in The Dao of Capital, one remarkably useful and exciting book!”
—Lawrence Reed, President, Foundation for Economic Education and President Emeritus, Mackinac Center for Public Policy
“Spitznagel’s excellent book is a powerful presentation of how monetary policy deceives entrepreneurs and investors into making poor investing decisions. I highly recommend The Dao of Capital as a guide to avoiding these deceptions and thus to better investment results.”
—Marc Faber, Publisher of The Gloom, Boom & Doom Report
“Spitznagel’s sound analytical foundations combined with shrewd strategic thinking provide the reader with a broad philosophy for long run success in wealth creation—where understanding the process that puts you in a position to win is more important than simply stating the goal of winning. I greatly recommend this book.”
—Peter Boettke, Professor of Economics and Philosophy, George Mason University
“Mark Spitznagel has done a remarkable job summarizing, synthesizing, and extending the great Austrian tradition, and weaving it into a wonderful set of practical lessons. What’s more, he is a great writer and storyteller in the tradition of Bastiat, Hazlitt, and Rothbard, bringing subtle and sometimes complex ideas to life with memorable examples and sparkling prose. Highly recommended!”
—Peter Klein, Professor of Applied Economics, University of Missouri and Carl Menger Fellow, Ludwig von Mises Institute
“A highly successful investor, Mark brings Austrian economics from the ivory tower to the investment portfolio.”
—Ron Paul, Former U.S. Congressman (from the Foreword)
"For readers eager to understand why the markets and the economy are both a shadow of what they could be, Spitznagel has written an essential new book. Indeed, The Dao of Capital: Austrian Investing in a Distorted World might be one of the most important books of the year, or any year for that matter."
—Forbes
Mais
—Nassim Nicholas Taleb, Author of The Black Swan
“Investors of all kinds will find immeasurable value in this convincing and thoroughly researched book where Mark champions the roundabout.”
—Paul Tudor Jones II, Founder, Tudor Investment Corporation
“A timely, original, right-economic principles and history-based approach to investing. Drawing on impressive philosophical building blocks, The Dao of Capital illuminates the wellsprings of capital creation, innovation and economic progress. Dazzling!”
—Steve Forbes, Chairman and Editor-in-Chief, Forbes Media
“This is a magnificent, scintillating book that I will read over and over again. Every page is eye-opening, with numerous areas for testing and profits in every chapter. Here’s an unqualified, total, heartfelt recommendation, which coming from me is a rarity, and possibly unique.”
—Victor Niederhoffer, Author of The Education of a Speculator
“The Dao of Capital is an impressive work. Spitznagel’s approach is refreshing—scholarly without being tedious. What a broad look at economic history it provides!”
—Byron Wien, Vice Chairman, Blackstone Advisory Partners LP
“Wall Street gamblers who believe the Fed has their back need to read this book. Mark Spitznagel provides a brilliant demonstration that the gang of money printers currently resident in the Eccles Building have not repealed the laws of sound money nor have they rescinded the historical lessons on which they are based.”
—David Stockman, Former U.S. Congressman, Budget Director under Ronald Reagan, and Author of The Great Deformation
“Mark Spitznagel assembles the best insights in human nature and economics to bring order out of the chaos of our world. Economists, investors and lay persons alike will find abundant treasures in The Dao of Capital, one remarkably useful and exciting book!”
—Lawrence Reed, President, Foundation for Economic Education and President Emeritus, Mackinac Center for Public Policy
“Spitznagel’s excellent book is a powerful presentation of how monetary policy deceives entrepreneurs and investors into making poor investing decisions. I highly recommend The Dao of Capital as a guide to avoiding these deceptions and thus to better investment results.”
—Marc Faber, Publisher of The Gloom, Boom & Doom Report
“Spitznagel’s sound analytical foundations combined with shrewd strategic thinking provide the reader with a broad philosophy for long run success in wealth creation—where understanding the process that puts you in a position to win is more important than simply stating the goal of winning. I greatly recommend this book.”
—Peter Boettke, Professor of Economics and Philosophy, George Mason University
“Mark Spitznagel has done a remarkable job summarizing, synthesizing, and extending the great Austrian tradition, and weaving it into a wonderful set of practical lessons. What’s more, he is a great writer and storyteller in the tradition of Bastiat, Hazlitt, and Rothbard, bringing subtle and sometimes complex ideas to life with memorable examples and sparkling prose. Highly recommended!”
—Peter Klein, Professor of Applied Economics, University of Missouri and Carl Menger Fellow, Ludwig von Mises Institute
“A highly successful investor, Mark brings Austrian economics from the ivory tower to the investment portfolio.”
—Ron Paul, Former U.S. Congressman (from the Foreword)
"For readers eager to understand why the markets and the economy are both a shadow of what they could be, Spitznagel has written an essential new book. Indeed, The Dao of Capital: Austrian Investing in a Distorted World might be one of the most important books of the year, or any year for that matter."
—Forbes
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