quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Dívida pública - mapa global interativa da dívida dos países

World debt comparison

The global debt clock

Our interactive overview of government debt across the planet

The clock is ticking. Every second, it seems, someone in the world takes on more debt. The idea of a debt clock for an individual nation is familiar to anyone who has been to Times Square in New York, where the American public shortfall is revealed. Our clock (updated September 2012) shows the global figure for almost all government debts in dollar terms.
Does it matter? After all, world governments owe the money to their own citizens, not to the Martians. But the rising total is important for two reasons. First, when debt rises faster than economic output (as it has been doing in recent years), higher government debt implies more state interference in the economy and higher taxes in the future. Second, debt must be rolled over at regular intervals. This creates a recurring popularity test for individual governments, rather as reality TV show contestants face a public phone vote every week. Fail that vote, as various euro-zone governments have done, and the country (and its neighbours) can be plunged into crisis.

Brasil e Portugal. Taxa de juros debentures de 10 anos 2008-2014


Crise da dívida soberana da Argentina

Argentina corre risco de se isolar ainda mais dos mercados


A estratégia argentina de pagar em Buenos Aires a seus credores de títulos da dívida soberana busca evitar o bloqueio judicial aos pagamentos nos Estados Unidos, mas a medida ameaça deixar o país ainda mais isolado dos mercados de capitais e piorar seus problemas internos.

Com uma economia em recessão e ávida por divisas, a Argentina se encontra em moratória parcial (default seletivo, segundo as agências de classificação de risco) por uma decisão a favor dos fundos especulativos que obriga o país a pagar sua dívida simultaneamente ao cumprimento de suas obrigações com os credores que aceitaram a reestruturação de 2005 e 2010.

Emprego Brasil

Brasil registra pior geração de vagas para julho desde 1999

Por Lucas Marchesini e Lorenna Rodrigues | Valor
BRASÍLIA  -  O mercado de trabalho brasileiro registrou em julho a criação  de 11.796 postos de trabalho, uma queda de 71,5% quando comparado ao mesmo mês de 2013 quando foram criadas 41.463 vagas. Os dados estão sem ajuste sazonal. É o pior resultado para julho desde 1999. Na comparação com o número ajustado de julho de 2013, de 73.217 novos empregos, a geração do sexto mês deste ano foi 83% menor.
Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho divulgado nesta quinta-feira.
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Índice da liberdade econômica do Brasil

Posição 100 do Brasil na categoria "mostly unfree" - em maior grão não livre
http://www.heritage.org/index/ranking

Política monetária

GNews - Banco Central (Foto: globonews)BC muda regras para bancos e injeta mais R$ 25 bilhões na economia

BC liberou R$ 10 bi de compulsórios e R$ 15 bi de 'reserva para calote'.
Em julho, Banco Central já havia liberado R$ 45 bilhões para bancos.

Alexandro Martello Do G1, em Brasília

BC quer ampliar crédito (Foto: GloboNews)
Com o mercado já esperando que a economia brasileira cresça menos de 1% este ano, o Banco Central anunciou nesta quarta-feira (20) duas medidas que vão liberar cerca de R$ 25 bilhões para os bancos emprestarem aos seus clientes. A intenção é estimular o crescimento com a maior oferta de crédito.
Uma das medidas, que vai liberar R$ 10 bilhões, altera novamente as regras dos depósitos compulsórios (recursos que têm de ser mantidos pelos bancos no próprio BC). A alteração reduz os valores que deverão ser mantidos em reserva, liberando mais recursos para os bancos emprestarem.
"Dando continuidade às medidas de distribuição da liquidez na economia, o Banco Central do Brasil alterou normas relativas ao recolhimento compulsórios sobre recursos a prazo, com impacto adicional estimado em R$ 10 bilhões", informou a instituição. A liquidez é a disponibilidade de dinheiro ou de títulos que podem ser convertidos em moeda rapidamente.
Em julho, o BC já havia liberado R$ 45 bilhões para os bancos emprestarem. As alterações acontecem em um momento em que a economia dá sinais de fraqueza. O chamado Índice de Atividade Econômica do BC (o IBC-Br), que busca ser um antecedente do Produto Interno Bruto (PIB), registrou retração de 1,2% no segundo trimestre – o maior recuo do indicador desde 2009.
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Efeitos da expansão monetária

     O efeito no curto prazo da expansão monetária é o de deslocar a curva LM para baixo. A taxa de juros é menor e o produto é maior.
Ao longo do tempo, o nível de preços aumenta, o estoque nominal de moeda diminui e a curva LM retorna para onde estava antes do aumento da moeda nominal.

No médio prazo, o estoque real de moeda e a taxa de juros não se alteram. 

Efeitos da diminuição do déficit orçamentário

Uma diminuição do déficit orçamentário leva inicialmente a uma diminuição do produto. Ao longo do tempo, contudo, o produto retorna ao nível natural de produto.

Determinantes do coeficiente da dívida


O coeficiente de dívida como dívida total como porcentagem do produto interno bruto aumentará (+) e diminuirá (-) com o aumento das seguintes variáveis
coeficiente da dívida pública
Gastos do governo
Receita do governo
Taxa real de juros
Taxa nominal de juros
Inflação de preços
Taxa real de crescimento econômico
Tamanho da dívida existente
Aumenta (+) diminui (-)
+
-
+
+
-
-
+

Além desses determinantes numéricos, uma série de outros fatores econômicos está no trabalho, bem como em determinantes que resultam das condições gerais sociais do país, do ambiente doméstico e da política internacional.
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Dívida pública

O pesadelo da dívida pública


Análise da dívida pública
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Carga tributária

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Quem paga os impostos no Brasil?

Mais da metade da arrecadação tributária do país é sustentada pelos mais pobres

Segundo estudo divulgado pelo Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação, 53,8% do total arrecadado no país é pago por brasileiros com renda de até 3 salários mínimos 
Estudo realizado pelo Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT) aponta que mais da metade da carga tributária brasileira é cobrada justamente daqueles que possuem menos, os mais pobres. Segundo o instituto, 53,8% do total arrecadado é pago por brasileiros com renda de até 3 salários mínimo, que representam 79% da população. Outros 28,5% da arrecadação possuem origem nos impostos pagos por brasileiros com renda entre 3 e 10 salários mínimos.
Para o presidente do IBPT, João Eloi Olenike, isto se deve à forma como a arrecadação brasileira é feita, incidindo principalmente sobre o consumo de bens e serviços. Como os mais pobres utilizam maior parte da sua renda para consumir, acabam se tornando mais vulneráveis à tributação do governo.

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Economia brasileira sofre do protecionismo

  1. "Não deixa de ser paradoxal que uma indústria superprotegida, como a brasileira, que atua em uma das economias mais fechadas do planeta, esteja perdendo competitividade, até mesmo aqui no Brasil, transformado hoje em mercado cativo ..."
    http://blogs.estadao.com.br/celso-ming/2014/08/19/a-industria-sangra/

Estados Unidos PIB per capita 1870-2011


Mexico avança como produtor de automóveis

America's Car Capital Will Soon Be ... Mexico

Seemingly overnight Mexico’s automotive output has soared, bolstered by a flood of investment from foreign-based carmakers, including Nissan, Honda, Volkswagen and Mazda. With $19 billion in new investment, production has doubled in the past five years to an estimated 3.2 million vehicles in 2014.
The reason is simple: Mexico has some of the most liberal free trade arrangements in the world, and it’s making the most of them.

Mises global

Ludwig von Mises: Inspiring Think Tanks Across The Globe

The free enterprise system within a rule of law is the best engine for prosperity. Ludwig von Mises (1881-1973) is recognized by many as its greatest advocate. His name was largely ignored for decades, today, however, more than 20 think tanks around the world are named after him. No other famous economist comes close.
Helio Beltrão, President and Founder of Instituto Mises Brazil with a copy of the first volume of their journal.Those who started these “Mises Institutes” were inspired mostly by the theoretical work of this Austrian scholar, books such as “Socialism,” “Theory of Money and Credit,” and “Human Action.” When I studied economics at Grove City College under Dr. Hans F. Sennholz (1922-2007), one of Mises’ disciples, these three books were required reading.
The clear logic, impeccable analysis, and consistency of Mises analysis captivated not only some economists disillusioned with Keynesianism and other interventionist dogmas, but especially businessmen. Both the Spanish and Portuguese versions of “Human Action” were translated by businessmen. I do not mean that they paid for it, they actually translated the large book (1000 pages). Joaquin Reig Albiol did the Spanish edition in 1960 and Donald Stewart Jr., founder of the Instituto Liberal in Rio de Janeiro, translated the Brazilian edition in 1990. Talented young businessmen and entrepreneurs, such as Helio Beltrão in Brazil, continue to play key roles in the Mises Institutes peppered around the globe.
Helio Beltrão, President and Founder of Instituto Mises Brazil with a copy of the first volume of their journal.
Ludwig von Mises knew the importance of theory, but he also thought it was essential that “the eminent citizens, the intellectual leaders of the community,” be “in a position to form their own opinion on the basic social, economic, and political principles of policies.” For that they also need access to facts, and statistical information and analysis. There is considerable truth in the famous Kurt Lewin statement that “there is nothing more practical than a good theory,” but these theories should guide applied research and applied research should create incentives for theoretical refinements.
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Os custos do protecionismo

A indústria sangra

CELSO MING
Terça-Feira 19/08/14

Não deixa de ser paradoxal que uma indústria superprotegida, como a brasileira, que atua em uma das economias mais fechadas do planeta, esteja perdendo competitividade, até mesmo aqui no Brasil, transformado hoje em mercado cativo

Macro I: Recursos para OADA

O Modelo de Oferta e Demanda Agregada (OA/DA)

- 
Apostila: Derivação das curvas
- Áudio Podcast: Introdução OA/DA
- Demanda e Oferta Agregada Resumo

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Efeitos econômicos da Copa: a realidade de 2014 x a projeção de 2010

Copa do Mundo puxou economia para baixo, diz Mantega 

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirma que o primeiro semestre deste ano não teve "um bom resultado" na economia e joga parte da responsabilidade sobre a Copa do Mundo. "[A Copa] foi um sucesso do ponto de vista de organização. Do ponto de vista da produção e do comércio, prejudicou. Tivemos muito poucos dias úteis", diz. Guido Mantega, ministro da Fazenda, concedeu entrevista ao programa "Poder e Política", do UOL e da Folha, em 14.ago.2014. A gravação ocorreu no estúdio do Grupo Folha em Brasília. Leia a entrevista e acesse a página do programa Poder e Política. 

Assista Mais

Veja aqui as projeções do do governo e,2010 da expansão econômica devida a Copa 2014
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Política macroeconômica - Reconsiderações

INTERNATIONAL MONETARY FUND
Research Department
Rethinking Macroeconomic Policy
Prepared by Olivier Blanchard, Giovanni Dell’Ariccia, and Paolo Mauro

The great moderation lulled macroeconomists and policymakers alike in the belief that we
knew how to conduct macroeconomic policy. The crisis clearly forces us to question that
assessment. In this paper, we review the main elements of the pre-crisis consensus, we
identify where we were wrong and what tenets of the pre-crisis framework still hold, and take
a tentative first pass at the contours of a new macroeconomic policy framework.
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