quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

SELIC

BC deve subir juro para 12,25% ao ano, maior nível em três anos e meio

Essa é a previsão da maior parte dos economistas do mercado financeiro.
Decisão sobre a taxa de juros será anunciada na noite desta quarta-feira.

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central se reúne nesta quarta-feira (21) e deve subir novamente a taxa básica de juros da economia brasileira (Selic), segundo a expectativa dos economistas do mercado financeiro. A decisão sobre a taxa sairá na noite desta quarta.
A previsão da maior parte dos analistas dos bancos é de um aumento de 0,5 ponto percentual, a mesma intensidade da alta promovida em dezembro do ano passado, o que elevaria os juros de 11,75% para 12,25% ao ano. Se confirmada, será a maior taxa básica desde meados de 2011, ou seja, em três anos e meio.
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Emprego

Criação de empregos formais cai 64% em 2014, para 396,9 mil vagas

Trata-se do pior resultado, para um ano fechado, desde 1999, diz governo.
Somente em dezembro, foram fechados 555,5 mil empregos com carteira.

O número de empregos criados em todo ano passado representa uma queda de 64,4% em relação às vagas abertas em 2013 – que somaram 1,11 milhão. O recorde de geração de empregos formais, para um ano fechado, aconteceu em 2010, quando foram criadas 2,54 milhões de vagas.
O resultado de 2014 foi o pior para um ano, considerando a série ajustada do Ministério do Trabalho, que tem início em 2002. Na série sem ajustes, é o pior resultado desde 1999, quando foram fechadas (demissões acima de contratações) 196 mil vagas formais de trabalho, segundo números do Ministério do Trabalho. Mais

Política orçamental - Austeridade chega no Brasil

Pacote de medidas anunciadas por Rollemberg vai pesar no bolso do cidadão

Elas incluem corte de gastos e aumento de impostos. Pacote não foi bem recebido por entidades do setor produtivo

Boa parte das medidas de recuperação econômica anunciadas ontem pelo governador Rodrigo Rollemberg (PSB), batizadas de Pacto por Brasília, pesará no bolso do cidadão. As notícias não são boas. Entre elas, estão o fim da isenção de Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) para carros zero quilômetro, que pode vigorar a partir deste ano, e o reajuste da alíquota do mesmo tributo, a partir de 2016. Também há previsão de atualização dos valores venais dos imóveis, algo que não é feito desde 2008 e que vai influenciar no total a ser pago no Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU) a partir do ano que vem (veja detalhes no quadro). O pacote fiscal, que totaliza 21 ações, pretende aumentar em R$ 400 milhões a capacidade financeira do GDF ainda este ano — entre economia e aumento de receita. No ano que vem, seriam mais R$ 800 milhões.

Preço de petróleo

Preço de petróleo (Brent), 1980-2015 - euro per barrel

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Distribuição de patrimonio

Be careful with that viral statistic about the top 1% owning half the world’s wealth

Oxfam presents the statistic, which is derived from data published in Credit Suisse's Global Wealth Databook (pdf), as a measure of wealth. But it's technically a measure of net worth: assets minus debts. As such, what it's picking up isn't just massive inequality in wealth, but also massive inequality in the ability to access credit.
So for the purposes of Oxfam's calculation, a farmer in China's rural Sichuan province with no debt but also very little money is wealthier than an American who just graduated from medical school with substantial debt but also a hefty, six-figure income. By any sensible standard, the medical student is richer, but because her student debt still outweighs her financial assets, the net worth measure counts her as poorer than the Chinese peasant.

O mundo em termos das populações

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Política social - miséria

Após 10 anos de queda, número de miseráveis volta a subir no Brasil

Aumento de 3,7% é o primeiro desde 2003, quando miséria começou a cair.
Em 2013, país passou a ter 10,45 milhões na extrema pobreza, mostra Ipea.

Após uma década de queda na miséria, o número de brasileiros em condição de extrema pobreza voltou a subir em 2013. O país tinha 10,08 milhões de miseráveis em 2012, contra 10,45 milhões um ano depois, segundo dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). 

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Brasil: estagflação piora

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PIB = GDP, IPCA = CPI. Black lines = 2015, red lines = 2016. Source: central bank

Poder de compra em termos de cerveja

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Política cambial


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Os planos econômicos do Brasil

O vídeo tem duração de 58 minutos e faz um passeio pelos diversos planos de estabilização da economia brasileira nas últimas décadas, começando com o Plano Cruzado e seguindo até o Plano Real.
As opiniões de vários economistas são intercaladas com informações e imagens sobre cada período histórico e a opinião de cidadãos que conheceram os efeitos e as consequências de cada Plano.
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Veja também:
http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=42

sábado, 24 de janeiro de 2015

Palestra sobre Ciclo de Negócios


Palestra do Prof. Antony Mueller sobre "A Teoria Austríaca dos Ciclos de Negócios - uma Nova Abordagem" apresentada
na I. Semana de Economia UFABC São Bernardo de Campo
2 de Outubro de 2014
Vídeo youtube
http://www.youtube.com/watch?v=6vILCENjcCM&feature=youtu.be

Taxa de juros - Brasil


Política monetária europeia

Taxa de juros do Banco Central Europeu 2012-15



Política orçamental

Giovani Feltes diz ser 'irresponsável' descartar atrasos em outros meses.
Secretário da Fazenda afirma que 'medidas bastante duras serão tomadas'.

Estêvão Pires Do G1 RS
Giovani Feltes também cogita prorrogar parte de
decreto do governador (Foto: Estêvão Pires/G1)
Em um cenário de contenção de gastos nos caixas do estado, o secretário da Fazenda do Rio Grande do Sul, Giovani Feltes, afirmou nesta terça-feira (20) que  só pode garantir salários em dia de servidores para os meses de janeiro e fevereiro. Questionado sobre o risco de atrasos ainda no primeiro semestre deste ano, o titular da pasta enfatizou que seria "irresponsável" fazer qualquer previsão.
"Volto a reafirmar o que nós temos no horizonte mais imediato: há garantia dos salários de janeiro e fevereiro. Posteriormente a isso seria tão irresponsável fazer qualquer afirmação prematura de que pudesse faltar recursos para poder pagar salário ou que eu pudesse garantir que no primeiro semestre deste ano nós teríamos, com certeza, enfrentado isso com tranquilidade", declarou Feltes ao G1.
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Política orçamental

Corte de verba do governo já atinge universidades federais 

PAULOSALDANA

22 Janeiro 2015 | 21:04
O contingenciamento orçamentário adotado pelo governo federal já tem refletido em falta de recursos nas universidades e causado preocupação na comunidade acadêmica. Com a decisão de congelar um terço das despesas de todo o governo, a pasta mais atingida foi a da Educação, com um corte de R$ 600 milhões por mês.
A Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) divulgou nota sobre o orçamento. “A situação financeira das universidades federais, que em 2014 foi sofrida, passa a ser ainda mais difícil, principalmente no caso da Unifesp, em que o orçamento está aquém do porte da instituição”, diz a nota.

Crescimento econômico

Brasil, Argentina e Venezuela atrapalham crescimento da América Latina


Bogotá, 21 jan (EFE).- As economias da Argentina, do Brasil e da Venezuela estão na contramão da "tendência crescente" que a América Latina registrou em 2014, com um avanço econômico de 0,6% e um crescimento do PIB regional de 1%, alertou um estudo da consultoria espanhola FocusEconomics.
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sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Gastos públicos

 Estádio da Copa já está fechado e cheio de problemas de construção - InfoMoney
Veja mais em: http://www.infomoney.com.br/negocios/grandes-empresas/noticia/3823422/estadio-copa-esta-fechado-cheio-problemas-construcao

Política comercial

País teve rombo recorde de US$ 90,9 bilhões nas contas externas em 2014

É o quinto ano seguido de piora no resultado; e o pior desempenho desde 1947



Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/economia/pais-teve-rombo-recorde-de-us-909-bilhoes-nas-contas-externas-em-2014-15129657#ixzz3PhVud4ei
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quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Política monetária

BC eleva juro básico pela terceira vez seguida e Selic vai a 12,25% ao ano

Célia Froufe - O Estado de S. Paulo
21 Janeiro 2015 | 19h 25

Aumento de 0,5 ponto porcentual faz a taxa básica de juros chegar ao maior patamar desde julho de 2011