terça-feira, 12 de maio de 2015

A classe média perde de novo

http://www.ft.com/cms/s/0/70f8b4c4-d3e0-11e4-99bd-00144feab7de.html#ixzz3ZyWUu0jX

O legado da Copa

Brazil's World Cup Legacy Includes $550M Stadium-Turned-Parking Lot

It has been almost a year since the World Cup in Brazil. The party is long over, but the country is still dealing with the hangover — in the form of "white elephant" stadiums and unfinished infrastructure projects. They come at a time when the country faces economic woes and the prospect of another expensive mega event: next year's summer Olympics.
The most expensive World Cup stadium — located in the capital, Brasilia, and with a price tag of $550 million — is being used as a parking lot for buses.
The stadium in Cuiaba — which cost some $215 million to build — has made news repeatedly: first for being closed down because of faulty construction, and then recently for the homeless people squatting in its unused locker rooms.
The manager of that facility says the city is looking for a private company to take over the project, because the maintenance has been draining city coffers.
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München

München - Cidade do estilo de vida

Knödel, Strudel, Schmankerl e cerveja – saboreando Munique
Comidas típicas da Baviera nos restaurantes e cervejarias, assim como especialidades de outros países nos Ristorantes, Sushibars e Tavernas, convidam para um tour de descobertas culinárias por Munique.

Antes de partir para uma volta ao mundo pela gastronomia internacional de Munique, é recomendável tomar uma deliciosa cerveja de Munique e testar um tradicional "Schmankerl".
Seis grandes cervejarias fazem a fama da cidade como metrópole da cerveja: Augustiner, Hacker-Pschorr, Löwenbräu, Paulaner, Spaten e Staatliches Hofbräuhaus. Seja em um "Biergarten", ao ar livre, na Oktoberfest, quando é servida a cerveja mais forte "Starkbier", ou nos restaurantes tradicionais da cidade, não faltam oportunidades para provar a variedades de cervejas de Munique durante todo o ano.
Uma típica cervejaria de Munique serve pratos bem servidos em todas as variações. Quem prefere porções menores, pode pedir um "Brotzeit", uma espécie de lanche bávaro: Rettich e Radieschen, dois tipos de rabanete, salsichas e queijo, pão Brezen fresquinho e pão preto, com "Schmalz", um patê com gordura de porco, ou cebolinhas – tudo isso acompanhado de uma cerveja tirada na pressão, ou de um caneco de Radler, uma mistura de cerveja com refrigerante.

Muitos dos mistérios da cozinha internacional também podem ser descobertos em Munique: o amor pela cozinha "exótica" na cidade começou com os primeiros contatos com a Itália e outros países europeus. Hoje, diversas tratorias, restaurantes e bares, além de tavernas e bistrôs, já são considerados casas tradicionais de Munique. Atualmente, a escolha vai desde a costa do Atlântico até o Extremo Oriente, dando uma volta ao mundo pelas cozinhas da Europa até a Ásia ou África.
Slow or Fast – tradicional ou fusion, leve ou pesada, "haute cuisine" ou "Brotzeit" - a oferta abrange especialidades para todos os gostos. O ambiente também pode ser escolhido de acordo com as preferências, seja um templo gastronômico, um restaurante típico ou um café da moda.

É claro que a escolha número um continua sendo o clássico do verão, os "Biergarten", onde os habitantes de Munique dividem com visitantes do mundo inteiro a mesma mesa e o mesmo banco nas cervejarias ao ar livre. À sombras das castanheiras, o cliente não só é servido com bebidas geladas, cerveja e especialidades bávaras, mas pode até mesmo trazer sua própria comida – uma particularidade da Baviera.

Já na primavera, começa a "quinta estação do ano", cuja origem é a arte da fabricação de cerveja: a época católica do jejum é também a época da "Starkbier", uma cerveja forte com maior teor de malte e álcool. Seguindo a tradição, durante o mês de março, todas as cervejarias da cidade servem esta cerveja muito nutritiva, que foi justamente criada por monges de Munique para suportar melhor as agruras da fase em jejum. O programa também inclui música e dança, completando a alegria.
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segunda-feira, 11 de maio de 2015

Crise econômica brasileira

A conta chegou


                                A maior recessão em 25 anos é o resultado da inépcia de Lula II e Dilma I na administração da economia

Os sinais de aprofundamento da crise econômica no país se multiplicam. Há duas semanas, o coquetel de más notícias foi especialmente indigesto para o governo, o PT e seus aliados. Depois de afetar as empresas e o governo, que gastou mais do que podia e agora tem de cortar gastos para equilibrar suas contas, a crise chegou ao emprego. Esse era o último pilar da gestão Dilma Rousseff que resistia à desaceleração da economia. Segundo dados do IBGE, o desemprego voltou a subir em março, pelo quarto mês consecutivo, e atingiu o maior nível desde maio de 2011. Além do aumento do desemprego, a renda dos brasileiros teve em março a maior queda mensal desde 2003, quando Lula assumiu a Presidência. 

sábado, 9 de maio de 2015

Integração econômica - Mercosul sem espírito

Mercosul é ‘corpo sem espírito’ e foco deve ser EUA, diz Mangabeira Unger

Ministro defende que bloco deixe de ser uma união aduaneira provisoriamente



Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/economia/mercosul-corpo-sem-espirito-foco-deve-ser-eua-diz-mangabeira-unger-16105668#ixzz3ZeqOxgLI
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Desenvolvimento

The fixed cake fallacy: Why I was wrong to believe that rich countries are rich because poor countries are poor 

At the global level, we believed in the “dependency theory,” which assumes that rich countries acquired their wealth through “exploitation” of poor countries.... So how did countries like South Korea, Chile, and India overcome the dependency they were said to be in? Instead of pursuing protectionist trade and economic policies as suggested by dependency theorists, these economies opened themselves up to foreign trade and supported export-oriented production. Other countries, especially in sub-Saharan Africa, are still trying to catch-up. But they are left behind because of too little—not too much—trade.
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sexta-feira, 8 de maio de 2015

Desemprego aumenta

O Nordeste foi a região que registrou a maior taxa de desempregados, com 9,6%, e o Sul a menor, com 5,1%. Na avaliação por Estados, o Rio Grande do Norte aparece com o maior índice, de 11,5%, e Santa Catarina com o mais baixo, de 3,9%. A pesquisa foi feita em 70.000 domicílios em todas as regiões do país.
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Economistas

Quem seriam os ganhadores do Nobel em Economia, caso ele tivesse sido criado no início do século XX, de acordo com Paul Samuelson:
"One cannot forbear playing the game of might-have-been. Here is the most likely scenario of awards from 1901 on: Bohm-Bawerk, Marshall, J.B. Clark, Walras, and Wicksell; Carl Menger, Pareto, Wicksteed, Irving Fisher, and Edgeworth; Sombart, Mitchell, Pigou, Adolph Wagner, Allyn Young, and Cannan; Davenport, Taussig, Schumpeter, Veblen, and Bortkiewicz; Cassel, J. M. Keynes, Heckscher, J. R. Commons, and J. M. Clark; Hawtrey, von Mises, Robertson, H. L. Moore, and F. H. Knight."

quinta-feira, 7 de maio de 2015

Crise do setor automotivo

Crise no setor automotivo já deixou 12.000 desempregados

São Paulo – Cerca de 12.000 profissionais já foram dispensados de janeiro a abril deste ano com o fechamento de 250 concessionárias de carro do país, estima a Fenabrave.
As demissões são reflexos das más vendas do setor desde o início do ano e são, segundo a federação, maiores que as registradas pelas montadoras até abril, de 3.600 pessoas.
Segundo a entidade, 1,389 milhão de carros foram emplacadas nos quatro primeiros meses, volume 16,63% menor em relação ao mesmo período de 2014.
E a estimativa daqui para frente não é nada animadora.
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terça-feira, 5 de maio de 2015

Macro III - Recursos para Parte 2

Data Shows Patologias Macroeconômicas

- Depressões e Crises


- Inflação e Hiperinflação


Mais recursos

Conjuntura econômica

Mercado amplia baixa do PIB e piora previsão de inflação

Economistas consultados pelo Banco Central elevaram a projeção de recuo da economia para 1,18% neste ano


Economistas de instituições financeiras passaram a ver maior contração do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano e elevaram a projeção para a inflação. Pesquisa Focus do Banco Central divulgada nesta segunda-feira aponta um recuo de 1,18% na economia do País, ante queda de 1,10% na semana anterior. Para 2016 a previsão de crescimento foi mantida em 1%. 

O estado brasileiro gasta porque a sociedade quer

  • "A sociedade brasileira tem uma relação esquizofrênica com o Estado e espera demais dele, afirma Filipe Campante, professor de políticas públicas de Harvard, ao destacar que não é correto dizer que o governo é ineficiente."
https://www.youtube.com/user/fecomerciosp

https://www.youtube.com/watch?v=x9XzCLMWd7o&feature=youtu.be

Ser político na Suécia

Um dos países menos corruptos do mundo – Esse é o perfil da Suécia, o país em que emprego público e mandatos políticos não dão direito a mordomia nem luxo.
Carros com motorista, auxílio moradia, foro privilegiado, imunidade, auxílio saúde, verbas de representação, apartamento funcional. NADA DISSO, Na Suécia não.
“Luxo pago com dinheiro do contribuinte é imoral” – Göran Lambertz, Juiz da Suprema Corte da Suécia
Conheça um pouco da rotina dos magistrados e dos políticos daquele país, que com certeza é um exemplo, não só para o Brasil, mas para o mundo.
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segunda-feira, 4 de maio de 2015

Marx' lei da queda da taxa de lucro

Apresentação do Antony Mueller sobre Marx' lei da tendência à queda da taxa de lucro e o colapso do capitalismo
Assista:
https://www.youtube.com/watch?v=TxiZ4nm1piU&feature=youtu.be&hd=1

Nova matriz macroeconômica

O custo de erros passados

Affonso Celso Pastore - O Estado de S.Paulo
Nova matriz. Se nos últimos anos o Banco Central não tivesse se associado ao governo na aventura da "nova matriz" macroeconômica, e tivesse usado a elevação de juros para combater a inflação em vez de beneficiar-se do controle de preços e das vendas de swaps cambiais para conter a depreciação cambial, estaria atualmente com as expectativas de inflação muito mais próximas da meta, o que diante da recessão que se aprofunda lhe abriria o espaço para a redução da taxa Selic. Infelizmente, contudo, erodiu a confiança na sua capacidade de entregar a meta. Na busca de reconquistar a credibilidade perdida vê-se diante do paradoxo de ter que elevar a taxa de juros mesmo diante do aprofundamento da recessão. O resultado é a manutenção dos juros reais elevados, o que combinado com a queda dos riscos atrai capitais de curto prazo e valoriza o real. Poderia, pelo menos, usar o paliativo da recompra dos swaps cambiais. Não tenho a ilusão de que isso teria um efeito muito grande sobre a taxa cambial, mas pelo menos estaria dando um sinal na direção correta.
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domingo, 3 de maio de 2015

Investimentos financeiros

Megainvestidor faz alerta preocupante: "Não invistam no Brasil"

Para Arif Naqvi, da Abraaj Capital, intervencionismo do governo sacrifica retorno sobre os investimentos nas empresas do país

Por: Ana Clara Costa, de St Gallen
Perante um público de mais de 600 pessoas composto por banqueiros, investidores, empresários, premiês europeus e a chefe do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, um megainvestidor paquistanês fez um alerta, no mínimo, frustrante: "Não recomendo investir no Brasil", disse Arif Naqvi, presidente do fundo de private equity Abraaj Capital. Naqvi, que administra 7,5 bilhões de dólares aplicados em ativos em países da África, Ásia e América Latina, participava de um painel de discussões sobre mercados emergentes promovido pela Universidade de St Gallen, na Suíça, na semana passada. Quando questionado pelo vice-presidente do banco Goldman Sachs, Lord Griffith, sobre quais mercados eram considerados menos interessantes para se investir, Naqvi disse, sem hesitar: o Brasil.
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