terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Moeda chinesa

China’s Renminbi Is Approved by I.M.F. as a Main World Currency

HONG KONG — The Chinese renminbi was anointed as one of the world’s elite currencies on Monday, a milestone decision by the International Monetary Fund that underscores the country’s rising financial and economic heft.
The move will help pave the way for broader use of the renminbi in trade and finance, securing China’s standing as a global economic power. Just four other currencies — the dollar, the euro, the pound and the yen — have the I.M.F. designation.
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domingo, 29 de novembro de 2015

Governo anuncia parar


A evoluão de dinheiro, bancos e bancos centrais

The Evolution of Money, Banking, and Central Banking |
Lawrence H. White

Política econômica na América Latina

Economistas e cientistas políticos têm na América Latina um rico laboratório de experiências em escala real — infelizmente, as vítimas do experimentalismo excessivo no continente, em termos de política econômica e modelo político, também são reais.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/opiniao/brasil-adotou-modelo-que-faliu-argentina-18161641#ixzz3ssxbBHOG 

Entrevista com Douglass C. North sobre desenvolvimento

Douglass Cecil North - Entrevista à Revista Veja Revista Veja (Edição 1830 . 26 de novembro de 2003) Entrevista: Douglass North Para um país enriquecer Prêmio Nobel de Economia afirma que só vão progredir os países que desenvolverem instituições sólidas Monica Weinberg "O Brasil largou em desvantagem na corrida porque herdou de Portugal um modelo ineficiente de país" Várias correntes de pensamento já explicaram por que alguns países enriqueceram e outros permanecem no atraso. Para o professor americano Douglass North, 83 anos, vencedor do Nobel de Economia em 1993, as nações prosperam quando seus governantes se guiam por duas preocupações fundamentais. Uma delas é garantir a competição entre as empresas. A outra é fortalecer as instituições. Para North, a competição e as instituições são fatores de desenvolvimento mais importantes que as riquezas naturais, o clima favorável ou a agricultura. Nesta entrevista, North conta que nos tempos do faroeste os Estados Unidos já tinham leis claras para assegurar o direito de propriedade e o cumprimento dos contratos. Em países como o Brasil até hoje há falhas nesse sistema. Para ele, a única chance que os países têm de dar um salto é transformando suas instituições. Douglass North estará no Brasil no mês que vem. 

sábado, 28 de novembro de 2015

Brasil perto do calote

GOVERNO VAI BLOQUEAR R$ 10,7 BILHÕES E ENTRAR EM ESTADO DE "CALOTE"
SEM DINHEIRO, FISCALIZAÇÃO DA RECEITA E POLÍCIA FEDERAL VAI PARAR
Publicado: 27 de novembro de 2015 Alô, alô, servidores públicos! Será que o décimo terceiro vai sair? E as bolsas? É bom dar uma espiada na história recente de Portugal, Grécia ... Governo que não tem mais dinheiro em caixa corta até pensões. Se não em 2015, em 2016.
Até a viagem da presidente para Japão e Vietnã foi cancelada, apesar de o Planalto negar que tenha qualquer relação com o bloqueio que está por vir. A…
DIARIODOPODER.COM.BR

Roberto Campos sobre economistas brasileiros

https://www.youtube.com/watch?v=slrnSWtT1lo&feature=share

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Politica orçamentária

Governo deverá cortar ainda mais despesas e serviços podem ser afetados

Por | Yahoo Notícias Com pouco mais de um mês para o fim do ano, a gestão Dilma Rousseff poderá realizar mais cortes orçamentários "naquilo que for possível" para atender o Tribunal de Contas de União (TCU), afirmou na última quinta-feira (26) o secretário do Tesouro, Marcelo Saintive.
Em entrevista à Folha de S. Paulo, Saintive afirmou que os cortes poderão afetar serviços públicos e serão "passíveis de questionamentos jurídicos". O valor é estimado em até R$ 105 bilhões.

O governo caminha para fechar 2015 com déficit em suas contas, uma vez que o Congresso ainda não aprovou a mudança na meta fiscal. Ela prevê oficialmente uma economia de R$ 55,3 bilhões para abatimento da dívida pública. O déficit fiscal, porém, acabou acumulado em R$ 33 bilhões neste cenário (até o mês de outubro).

Diagnose da economia brasileira

Sete nóbeis da economia sobre o Brasil:

a)     Gary Becker, Nobel de 1972: “Há ainda o que eu chamaria decapitalismo de compadrio – algumas famílias ou setores privilegiados do governo... Eu diria que esse compadrio é uma das principais causas do atraso econômico da região”;
b) James Heckman, Nobel de 2000: “O maior obstáculo ao crescimento sustentável brasileiro é o excesso de burocracia eregulamentação... Faltam incentivos para que as pessoassejam mais competitivas... No Brasil esses estímulos são muito tímidos, predomina um pensamento que lembra o mercantilismo, de viver em um mundo de castas e protegê-lo do jeito que ele é. Não há uma economia competitiva e flexível, na qual as pessoas abram empresas, fechem empresas, contratem bons funcionários, demitam maus funcionários, contratem bons professores, demitam os ruins”.
c)  Douglas North, Nobel de 1993: “O Brasil é um país cheio de promessas e possibilidades, mas que foi tomado de assalto por grupos de interesses que souberam se aproveitar do Estado para seus próprios benefícios. E ainda se aproveitam. Esses grupos de interesse se protegem da competição, numa ação que tende a fechar a economia ebarrar a eficiência”.
d) Robert Solow, Nobel de 1987: “A renda per capita brasileira poderia experimentar um salto se boas políticas fossem perseguidas... Se os investidores suspeitarem que haverá mudanças, eles tenderão a refrear novos investimentos... Por essa razão, o desafio do Brasil não é imitar a China, mas manter a estabilidade. Não imagino que outros países possam imitar o modelo chinês”.
e)   Edward Prescott, Nobel de 2004: “É fundamental que o Brasil estimule a criação de uma sociedade privada. Esse é o motor de qualquer ciclo de expansão sustentável. Já o combustível é a formação de poupança. Nenhum país cresce sem um sistema que induza a formação de poupança. É condição vital, no entanto, que os recursos sejam bem geridos. Eles não podem ser desperdiçados nas mãos degovernos incompetentes. A única esperança que vislumbro é que o Brasil se descentralize. Tenho algumas sugestões.Livrem-se da centralização de poder em Brasília e reduzam drasticamente os impostos federais. Deixem que os estados da federação ganhem autonomia e compitam entre si por investimentos”.
f)    Robert Mundell, Nobel de 1999: “O sistema tributário brasileirodesestimula os investimentos... conseguir atrair o investimento estrangeiro de longo prazo direto é fundamental para o crescimento porque traz consigo capital, tecnologia e mercados. O Brasil é um dos países mais fechados do mundo. A característica comum a todos os países fechados, é que eles têm baixa renda per capita. Não há como ter crescimento sem empresários, sem pessoas que iniciem novos negócios. O Brasil adotou uma política de desenvolvimento protecionista num momento em que o restante do mundo estava se abrindo internacionalmente”.
g)   Paul Samuelson, Nobel de 1970: “A história do nosso tempo é que você pode até não gostar do mercado, mas não apareceu nenhum modelo alternativo capaz de organizar grandes populações... o padrão político de democracias populistas parece ter sido um fator que inibiu o desenvolvimento do mercado”

Previsão 2016

Dólar a R$ 5 em 2017, PIB caindo 3,5% em 2016: o que um banco espera do Brasil

SÃO PAULO - Em relatório, a equipe econômica do banco Credit Suisse traçou um cenário bastante assustador para a economia brasileira e que deve se prolongar até 2017.
Se 2015 promete ser desolador (os economistas preveem uma queda do PIB de 3,6% para este ano), 2016 não deve ser muito diferente. O banco prevê que a economia caia 3,5% em 2016 e 0,5% em 2017, o que deve tornar a contração provavelmente a mais longa e de maior magnitude desde a década passada.
Como em 2015, o declínio do PIB em 2016 será devido à contração global da demanda interna, com uma acentuada redução nos investimentos e no consumo das famílias.
Além disso, a queda de 12,6% dos investimentos prevista para 2016 vai continuar refletindo a elevada incerteza na economia, a baixa confiança dos investidores, as condições desfavoráveis do mercado de crédito, a menor demanda doméstica e a redução dos investimentos públicos.

2017: desemprego em 12,6% e dólar a R$ 5

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Bancos centrais podem imprimir prosperidade?

Central Banks Can Print Prosperity

Central banks all around the world have been printing money. This policy, known as quantitative easing in banker jargon, has driven up the price of stocks and bonds. But will it lead to real and sustainable increases in global growth, or is it sowing the seeds of future inflation?
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