quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Como ajudar sem bla, bla, bla

31/03/2016 15h39 - Atualizado em 31/03/2016 15h49

Projeto VerBem doa óculos para quem não tem condições de pagar

A ONG Renovatio, de São Paulo, produz óculos de baixo custo para quem precisa. Doação de empresas ajuda a tonar esses óculos gratuitos.

No mundo todo, 150 milhões de pessoas não enxergam os mínimos detalhes do dia a dia. Pensando nisso, o Projeto VerBem passou a produzir óculos de baixo custo para quem precisa, mas não tem condições de pagar por um. A iniciativa da ONG Renovatio conta com doações de pessoas comuns e empresas parceiras.
Os óculos resistentes, baratos e de fácil montagem foram invenção de um professor alemão que cansou de reclamar da desigualdade social e resolveu agir para mudar o que estava ao alcance dele. Ele criou a One Dollar Glasses e um par de óculos que custa um dólar. Hoje, a ONG treina pessoas de países de extrema pobreza a confeccionar os óculos e distribui entre os que precisam.
Depois de receber o aval do inventor, a Renovatio trouxe o modelo para o Brasil, onde a versão dos óculos custa R$ 25, por causa dos impostos e custos de produção. Mas a ideia alemã ganhou um tempero brasileiro. A cada R$ 25 doados, pela internet ou por empresas que investem no projeto, um par de óculos é doado.
A ONG tem um ponto fixo no Instituto da Visão, em São Paulo. Com receita médica do Sistema Único de Saúde, é possível receber um par de óculos no mesmo dia. A Renovatio também atende de forma itinerante, fazendo ações pelo Brasil. Mas o projeto vai além disso. A ONG contrata pessoas em situação de vulnerabilidade social para fazer o trabalho de produção e atendimento. Os beneficiados participam de cursos e programas culturais. E a remuneração varia de acordo com o engajamento de cada um.

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Produtividade da economia brasileira

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COMPETITIVIDADE BRASIL

Canuto: falta de concorrência no Brasil favorece empresas ineficientes e com baixa produtividade

publicado 05/04/2016 15h59, última modificação 12/04/2016 16h12
Otaviano Canuto
Otaviano Canuto, do FMI: concorrência obriga empresas a se aperfeiçoarem
Uma das causas da baixa competitividade brasileira é a falta de condições concorrenciais, de acordo com o diretor executivo do Fundo Monetário Internacional (FMI) para as Américas do Sul e Central, Otaviano Canuto. “No Brasil, a economia de mercado [onde os agentes econômicos sofrem pouca interferência governamental] não opera eficientemente. É por isso que muitas empresas ineficientes sobrevivem e a dispersão de produtividade é maior”, afirma o economista, no evento ‘A Competitividade e o Ambiente de Negócios no Brasil’ realizado na terça-feira (5/4) pela Americas Society/ Council of the Americas  (AS/COA) e Amcham.
Além da existência de mercados protegidos e baixa exposição do Brasil ao comércio exterior, Canuto menciona um estudo do FMI que revela que a escassez de infraestrutura é outro agravante para a economia brasileira. “O Brasil é campeão na dispersão de preços em seu território por falta de acesso a produtos básicos.”
Em comparação com a América Latina, o Brasil tem os piores indicadores de produtividade. Usando dados do FMI, o economista menciona que o desvio padrão estatístico da produtividade do trabalhador brasileiro é em torno de 0,24 no Brasil. “No caso do Chile é 0,18, assim como na Colômbia, México e Peru (três dos países mais competitivos da região)”, compara.

Fábrica do futuro

Fábrica do trabalho zero
Mais
Assista o vídeo "Race against the machine"
https://www.youtube.com/watch?v=QfMGyCk3XTw

terça-feira, 2 de agosto de 2016

Sowell sobre política


Efeito da globalização sobre emprego



Op-Ed 

Globalization isn't killing factory jobs. Trade is actually why manufacturing is up 40%.



Daniel Griswold
Foreign trade took a beating at both major party conventions, with speakers blaming free-trade agreements for all but wiping out U.S. manufacturing and eliminating millions of middle-class jobs. Both Donald Trump and Hillary Clinton have promised to renegotiate or abandon trade agreements with key U.S. trading partners such as Mexico and Canada. That would be a colossal mistake.
The number of manufacturing jobs in the United States has indeed been in a long decline since the late 1970s, but that disguises the true story of American manufacturing. Nostalgia for a bygone era blinds politicians and voters alike to the reality of a revitalized sector of the American economy that is thriving in a global market.

Protecionismo para os ricos


Capacidade de inovação

"You don't need college degrees to be innovative. Germany may be one of Europe's most innovative countries, but it has far fewer college graduates than other E.U. countries that perform worse overall. The share of college graduates among the total workforce is only about half of the E.U. average in most German regions."

Overall, the continent is becoming less innovative.
WASHINGTONPOST.COM

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Estatais


O homem mais rico de toda a história

Africano que comercializava escravos pode ter sido a pessoa mais rica da história.

The 14th century African king of the Mali Empire was "richer than anyone could describe."
BUSINESSINSIDER.COM

Moradia

Judiciário e MPF pagam moradia até de quem tem casa própria 
 Ministros de cortes superiores ganham R$ 4,3 mil mensais, 
apesar de serem proprietários de um ou mais imóveis na capital federal
 MAIS


Salários dos professores na comparação internacional


















Salários dos professores na comparação internacional


















Milton Friedman sobre comércio internacional

Friedman's "O lápis" explica o princípio da cooperação inerente no comércio, o papel do mercado e de preços
https://www.youtube.com/watch?v=R5Gppi-O3a8

domingo, 31 de julho de 2016