terça-feira, 10 de março de 2009
Krugman quer mais gastos públicos
Paul Krugman escreve:
"President Obama’s plan to stimulate the economy was “massive,” “giant,” “enormous.” So the American people were told, especially by TV news, during the run-up to the stimulus vote. Watching the news, you might have thought that the only question was whether the plan was too big, too ambitious.
Yet many economists, myself included, actually argued that the plan was too small and too cautious. The latest data confirm those worries — and suggest that the Obama administration’s economic policies are already falling behind the curve..."
http://www.nytimes.com/2009/03/09/opinion/09krugman.html?_r=2&ref=opinion&pagewanted=print
Política de demanda agregada
"... Barack Obama’s top economic adviser has urged world leaders to pump more public money into the economy in a co-ordinated effort to boost demand and lift the world out of recession.
In an interview with the Financial Times, Lawrence Summers said the urgent need for a short-term increase in spending by governments temporarily overrode the longer-term goal of tackling the global imbalances many economists believe caused the financial crisis..."
http://www.ft.com/cms/s/0/5d8b5e18-0c14-11de-b87d-0000779fd2ac.html?nclick_check=1
segunda-feira, 9 de março de 2009
"Salvar" a economia pode causar nova onda de inflação
March 9 (Bloomberg) -- Billionaire Warren Buffett, whose Berkshire Hathaway Inc. posted its worst results ever in 2008, said the economy “has fallen off a cliff” and that efforts to stimulate recovery may lead to inflation higher than the 1970s.
Americans are fearful, confused and changing their buying habits, which is showing up at Berkshire’s operating units, Buffett said during an appearance on the CNBC television network today. U.S. stocks fell after Buffett’s comments, following the worst weekly slump in the Standard & Poor’s 500 Index since November.
“We are doing things now that are potentially very inflationary,” Buffett said... FonteSobre bilhões e trilhões
SANTA MONICA, Calif. (MarketWatch) -- There's a $700 trillion elephant in the room and it's time we found out how much it really weighs on the economy.
Derivative contracts total about three-quarters of a quadrillion dollars in "notional" amounts, according to the Bank for International Settlements. These contracts are tallied in notional values because no one really can say how much they are worth.
But valuing them correctly is exactly what we should be doing because these comprise the viral disease that has infected the financial markets and the economies of the world.
Try as we might to salvage the residential real estate market, it's at best worth $23 trillion in the U.S. We're struggling to save the stock market, but that's valued at less than $15 trillion. And we hope to keep the entire U.S. economy from collapsing, yet gross domestic product stands at $14.2 trillion.
Compare any of these to the derivatives market and you can easily see that we are just closing the windows as a tsunami crashes to shore. The total value of all the stock markets in the world amounts to less than $50 trillion, according to the World Federation of Exchanges...."
http://www.marketwatch.com/news/story/The-700-trillion-elephant-room/story.aspx?guid={024DB809-8506-4AA9-83BB-B053FD4E1C11}
Os 25 culpados pela crise (apud Time)
Fuente: Mauricio David"Revista Time elege os 25 culpados pela crise econômica" Após tentar achar as causas e soluções à crise financeira mundial, a busca agora é pelos possíveis responsáveis que levaram empresas a falirem, causando demissões e a ameaça de recessão global. Primeiro, o jornal inglês The Times listou os possíveis dez principais culpados. Nesta quinta-feira, foi a vez da revista Time selecionar 25 empresários, economistas e políticos que levaram a economia mundial às turbulências atuais. Entre os considerados responsáveis está Angelo Mozilo, ex-diretor e fundador da Countrywide (maior financiadora imobiliária dos Estados Unidos). Segundo a Time, a empresa não foi a primeira a fazer "financiamentos exóticos com habilidade questionável", mas o fez. O jornal britânico The Times diz que Mozilo é acusado de empurrar crédito para quem não poderia pagar, enquanto isso recebia um salário anual de US$ 470 milhões. Presidente do Comitê de Bancos do Senado entre 1995 e 2000, Phil Gramm isentou o credit-default swaps (CDS, espécie de seguro para crédito de risco) de regulação. E, segundo a revista, foi exatamente o CDS que levou o AIG à quebra. Ex-presidente do Federal Reserve (FED, banco central americano) Alan Greenspan foi colocado na lista da Time por seu "desprezo" pela regulação de mercado, considerada hoje uma das principais causas da crise. Em outubro de 2008, durante uma audiência no Congresso, Greenspan admitiu que "cometeu um erro ao presumir" que os mercados financeiros poderiam regular a si próprios. Christopher Cox, ex-chefe do Securities and Exchange Commission (SEC), é culpado por nunca ter percebido ou agido nas acusações contra o investidor Bernard Madoff , que realizou fraude de US$ 50 bilhões com vítimas em todo o mundo. Além disso, é acusado pela revista de não ter regulado instituições para tentar impedir o colapso. A Time também culpa os consumidores americanos pela crise. Segundo a publicação, os empréstimos e gastos excessivos foram alguns dos principais responsáveis pela situação econômica atual. Secretário do Tesouro dos EUA de 2006 até o fim do governo de George W. Bush, Henry Paulson é um dos responsáveis citados por ter demorado para agir em meio aos primeiros sinais de crise, por permitir a falência do Lehman Brothers e por causa do pacote de US$ 750 bilhões, que foi uma "grande bagunça". John Cassano é um dos fundadores da unidade de produtos financeiros da AIG e administrou o grupo até o início de 2008 - pouco antes de a empresa pedir ajuda do governo para não falir. Por esse motivo, ele é citado como um dos responsáveis pela crise. Até hoje, o governo americano já investiu US$ 150 bilhões para evitar a quebra da empresa. Ian McCarthy, CEO da imobiliária Beazer Homes, é acusado de usar táticas agressivas para vendas e inclusive mentir sobre as qualificações de consumidores para ajudá-los a conseguir empréstimos, tendo participado ativamente do que iniciou a crise. Presidente da Fannie Mae até 2004, Franklin Raines deixou a companhia em meio a um escândalo administrativo e o início dos grandes investimentos em subprime. As agências de classificação de riscos, que deram notas máximas "em grandes proporções" e até a companhias de risco, também são citadas pela Time. Kathleen Corbet, que comandou a Standard & Poor's foi considerada uma das culpadas pela crise. Conhecido como o "gorila de Wall Street", Dick Fuld direcionou o Lehman Brothers diretamente ao subprime. "Por sua incompetência", Fuld foi selecionado para a lista. Herb e Marion Sandler foram os primeiros a oferecer empréstimos imobiliários "perigosos", por meio do World Savings Bank. O Goldman Sachs estima que cerca de metade dos dois milhões de consumidores que possuem esse tipo de financiamento não vão conseguir pagar o valor total. A administração do ex-presidente americano Bill Clinton foi caracterizada por prosperidade econômica e por desregular o mercado financeiro, que podem ter influenciado os excessos das empresas dos últimos anos. Também é listado como um dos responsáveis o ex-presidente George W. Bush, também acusado de não incentivar a regulação do mercado. Mas Bush também foi colocado na lista pelo simples fato de a crise ter desencadeado durante sua administração. O CEO do Merrill Lynch até 2007, Stan O'Neal, foi responsável por transformar o negócio da empresa, mas apoiando-se em subprime e empréstimos. O primeiro-ministro chinês, Wen Jiabao, também é relacionado na lista da Time. O motivo é a China ser a principal credora dos Estados Unidos. Segundo a revista, o crédito baixo é o grande causador da crise. David Lereah era o economista-chefe da associação americana de corretores quando disse que o mercado imobiliário iria crescer por muito tempo. Por esse motivo, ele foi considerado um dos culpados pela crise. Os fundos de investimentos do tipo hedge funds são responsáveis pela má administração de empréstimos por comprarem crédito hipotecário. John Devaney tornou rentável empresas de crédito por fazer empréstimos questionáveis. O americano Bernard Madoff é acusado de uma fraude de US$ 50 bilhões a investidores, tornando-se o maior fraudador de todos os tempos dos Estados Unidos. Seu golpe foi descoberto em meio à crise, quando seus clientes tentaram resgatar seus investimentos. Considerado o pai do sistema de crédito hipotecário, Lew Ranieri também está na lista da publicação. Foi quando consumidores pararam de pagar seus empréstimos deste tipo que os bancos de investimentos entraram na crise. Burton Jablin criou programas de TV que ajudaram a inflar a bolha do mercado imobiliário americano, ao ensinar os espectadores a valorizar suas casas ao máximo. Segundo a revista, economistas consideram Fred Goodwin, ex-chefe do Royal Bank of Scotland (RBS), "o pior banqueiro do mundo". Sua "ganância" fez o banco adquirir outras 20 instituições. O pior, segundo a Time, foi ele não ter parado aí e liderou a compra do ABN Amro por US$ 100 bilhões, prejudicando as reservas do RBS. Sandy Weill, dono do Citigroup, está na lista pelas aquisições do Smith Barney e Travelers. Segundo a revista, bancos muito grandes são os piores problemas econômicos dos Estados Unidos. Cada instituição financeira parece muito grande para falir, levando o governo a gastar bilhões de dólares para evitar quebras. David Oddsson foi primeiro-ministro da Islândia e, depois, presidente do banco central, levando o país a uma nova era de mercados livres e privatizando três dos principais bancos. As instituições financeiras não resistiram a crise e lutam para não quebrar. A má administração do Bear Stearns levou Jimmy Cayne a integrar a lista. Segundo a publicação, Cayne tinha finais de semana prolongados para jogar golfe, saía da cidade para torneios esportivos e é acusado de fumar maconha (o que nega). ______________________
Marie-Christine LACOSTE, CNRS, Information Scientifique Coordinadora de "RUMBOS" Lista de Informacion y Red de Investigadores sobre y de America Latina (Ciencias Sociales - Politicas, Economicas, Desarrollo Urbano y Rural...)Idiomas circulando en la Lista : Espanol, Ingles, Portugues, FrancesDireccion Postal : Maison de la Recherche, Université de Toulouse-le-Mirail5, Allées Antonio Machado - 31058 Toulouse Cedex 9 (France)e.mail : lacoste@univ-tlse2.fr Telefono oficina : 05 61 50 47 34
Detroit, EU, casas para um dólar e menos
domingo, 8 de março de 2009
Empobrecimento súbito
Folha Online: "Os norte-americanos estão enfrentando um súbito processo de empobrecimento que já destruiu cerca de US$ 16,5 trilhões da riqueza disponível entre as famílias nos últimos 15 meses. Os números são do IIF (Instituto de Finanças Internacionais), que reúne 380 grandes bancos, e foram divulgados em antecipação a dados semelhantes a serem publicados pelo Fed (o banco central dos EUA) nos próximos dias..."
Leia mais: http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u531248.shtml
sábado, 7 de março de 2009
sexta-feira, 6 de março de 2009
Petrobras
Argentina
Por mais de 50 anos este país toma os passos errados na política econômica e ainda não para:
"O governo da Argentina deu mais um passo ontem em sua escalada protecionista e impôs entraves à importação de 60 grupos de produtos do Mercosul, entre têxteis, eletrodomésticos e móveis, informa THIAGO GUIMARÃES em reportagem na Folha (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal). ---
http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u530301.shtml
No começo do século 20, Argentina era um dos países mais rícos do mundo, e ainda nos anos 50 era mais rico de Italia. A destruição de Argentina não foi feito por fora. Foi feito por os seus propios líderes politicos. Argentina é o caso prominente das conseqüencias do "populismo econômico".
A tarefa do economista
quinta-feira, 5 de março de 2009
Política fiscal expansiva em consideração
March 5 (Bloomberg) -- Brazil’s government has room to cut taxes and increase public works spending to spur economic growth, Finance Minister Guido Mantega said.
The finance minister said the government can undertake “expansionary fiscal policy, with tax cuts and increasing public investment” to buttress Latin America’s biggest economy against the global financial crisis.
Against the backdrop of slowing growth and declining tax revenue, the finance minister’s remarks raise questions about the government’s commitment to maintaining its budget targets, Nick Chamie, head of emerging market research at RBC Capital Markets in Toronto, said. --
http://www.bloomberg.com/apps/news?pid=20601086&sid=aLDvc0fX6Wq8&refer=news
Gráfico interativo das taxas de juros dos Estados Unidos, Japão, Euro e Grã-Bretanha
1970 - 2009
http://www.handelsblatt.com/homepage/entwicklung_leitzinsen/
Bailout
March 5 (Bloomberg) -- U.S. Treasury Secretary Timothy Geithner told Congress the Obama administration will act to make sure the nation’s largest financial companies can get government help if needed to avoid collapse.
“It is very important -- and we will do this -- to make sure that the major institutions in our country have the resources and the funding and the ability to play their continuing role in our markets going forward,” he said in testimony today before the House Budget Committee when asked about Citigroup Inc., which received a new round of federal aid last month. “That’s a very important commitment.” --
http://bloomberg.com/apps/news?pid=20601087&sid=aFaMsyWaYsX4&refer=home
Veja o "Bailout Reader": http://mises.org/story/3128
A queda do Citigroup
-- March 5 (Bloomberg) -- Citigroup Inc. dropped below $1 in New York trading for the first time, the latest sign that stock investors are losing confidence in a company that was once the world’s biggest bank by market value.
The stock fell to 99 cents at 11:22 a.m. on the New York Stock Exchange, marking an 85 percent decline this year and giving the company a market value of $5.5 billion. At its peak in late 2006, Citigroup stock was worth $55.70, giving the company a market value of $277.2 billion.
Citigroup has reported more than $37.5 billion in net losses during the last five quarters and the U.S. government has provided the company with $45 billion. Last week, the government agreed to convert the preferred stock it owned in Citigroup to common shares, gaining a 36 percent stake in the company and boosting its buffer against future losses..."
http://www.bloomberg.com/apps/news?pid=20601087&sid=aKLJO8S5nFaU&refer=home
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