sábado, 17 de dezembro de 2011
Demografia
As The Economist reports this week, many women in the richer parts of Asia have gone on “marriage strike”, preferring the single life to the marital yoke. That is one reason why their fertility rates have fallen. And they are not alone. In 83 countries and territories around the world, according to the United Nations, women will not have enough daughters to replace themselves, unless fertility rates rise. In Hong Kong, for example, a cohort of 1,000 women would be expected to give birth to just 547 daughters, at today’s fertility rates. (That gives Hong Kong a “net reproduction rate” of just 0.547, in the language of demographers.) If nothing changed, those 547 daughters would be succeeded by just 299 daughters of their own, and so on. Mais
Crescimento econômico em estagnação
Economia brasileira entra na estagnação
- Economia brasileira sofre estagnação vista como passageira pelo Govern …
- Economia brasileira tem estagnação no 3o tri, diz IBGE
- Mantega diz que PIB de 3,8% em 2011 'não é mais alcançável'
- Brasil tem crescimento nulo no 3T afetado por crise da dívida na Europ …
- Mantega: estagnação da economia vista no 3o tri é temporária
- Governo brasileiro percebe estagnação da economia no 3º trimestre
- Mantega: temos mais mecanismos para estimular consumo
Política cambial
Rio de Janeiro, 17 dez (EFE).- O Governo Federal "não vai permitir" que o real volte a se valorizar nos níveis máximos registrados entre janeiro e agosto, que deixaram a indústria em alerta, afirmou neste sábado o ministro da Fazenda, Guido Mantega.
"Todos os países estão desesperados para exportar mais. E usam todas as armas que têm. E arma cambial é a principal. É por isso que nós tomamos várias medidas no campo cambial e continuaremos tomando", disse Mantega em entrevista ao grupo Estado.
Mantega, principal responsável da política econômica do governo, indicou que a cotação atual (R$1,85) é "mais propícia" para a indústria do que a dos meses anteriores.
Desde agosto de 2010, a moeda brasileira se valorizou constantemente até chegar em julho a uma cotação de R$ 1,53, um nível que teve forte impacto na balança comercial do país, sobretudo no setor industrial.
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"Todos os países estão desesperados para exportar mais. E usam todas as armas que têm. E arma cambial é a principal. É por isso que nós tomamos várias medidas no campo cambial e continuaremos tomando", disse Mantega em entrevista ao grupo Estado.
Mantega, principal responsável da política econômica do governo, indicou que a cotação atual (R$1,85) é "mais propícia" para a indústria do que a dos meses anteriores.
Desde agosto de 2010, a moeda brasileira se valorizou constantemente até chegar em julho a uma cotação de R$ 1,53, um nível que teve forte impacto na balança comercial do país, sobretudo no setor industrial.
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Perspectivas da economia mundial para 2012
The Continental Economics Institute Currency Review
World Economic Outlook 2012
The year 2011 will be remembered as the year of the European sovereign crisis.
This crisis is not yet over. On the contrary:
The risk for 2012 is that the European crisis will spread across the globe.
The stagnation in Europe and the United States will continue.
Along with Japan the major world economies are in crisis.
Step by step this crisis is also affecting
emerging markets...
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World Economic Outlook 2012
The year 2011 will be remembered as the year of the European sovereign crisis.
This crisis is not yet over. On the contrary:
The risk for 2012 is that the European crisis will spread across the globe.
The stagnation in Europe and the United States will continue.
Along with Japan the major world economies are in crisis.
Step by step this crisis is also affecting
emerging markets...
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quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
A cidade mais rica do Brasil
JOURNAL NACIONAL
Cidade tem maior PIB per capita do país, mas enfrenta muitas dificuldades
A cidade com o maior PIB per capita do Brasil está na Bahia. Mas, na prática, esse resultado não significa muita coisa na vida dos cidadãos.
Em São Francisco do Conde, a 65 quilômetros de Salvador, está a refinaria Landulfo Alves, uma das maiores do Brasil. São os impostos recolhidos pela Relan que dão à cidade de 32 mil habitantes o mais alto PIB per capita do país, mais de R$ 360 mil. Em 2009, o PIB local foi de R$ 11,4 bilhões, o terceiro maior do estado.
São os impostos recolhidos pela refinaria Landulfo Alves que dão a São Francisco do Conde (BA), de 32 mil habitantes, PIB per capita de mais de R$ 360 mil. Em 2009, o PIB local foi de R$ 11,4 bilhões, o 3º maior do estado.
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A guerra diária do Brasil - e nem inclui as mortes nas estradas
Brasil tem taxa de homicídios maior que a do Afeganistão
Mapa da Violência, divulgado nesta quarta, mostra que país teve quase 50.000 mortes violentas em 2010. Norte e Nordeste concentram aumento
O Brasil teve 49.932 homicídios no ano de 2010. De acordo com o Mapa da Violência, divulgado nesta quarta-feira pelo Instituto Sangari com informações dos ministério da Saúde e da Justiça, a taxa de homicídios no ano passado ficou em 26, 2 mortes para 100.000 habitantes. O número significa uma pequena redução em relação a 2009, quando a taxa foi de 27 mortes. Mas a taxa é superior à de conflitos armados em países como o Afeganistão, a Somália, ou o Sudão. Qualquer taxa acima de 10 mortes por 100.000 pessoas é considerada epidêmica por organismos internacionais. Uma epidemia que, no Brasil, tirou 1 milhão de vidas nos últimos 30 anos.
O maior índice de homicídios é o de Alagoas, com 66, 8 mortes por 100.000 habitantes. Em seguida, vêm o Espírito Santo (50, 1), Pará (45, 9), Pernambuco (38,8) e Amapá (38,7). Os menores números são os de Santa Catarina (12,9), Piauí (13,7), São Paulo (13,9), Minas Gerais (18,1), Rio Grande do Sul (19,3) e Acre (19,6). Entre as capitais, Maceió é a que tem o maior número de homicídios por habitante. São Paulo possui a menor taxa. A trajetória da capital paulista, aliás, chama a atenção: em 2000, a cidade tinha a 4ª maior taxa entre as capitais. De lá para cá, o índice de homicídios no município caiu cerca de 80%.
"A grande novidade é que há um processo de nivelamento nacional da violência que não existia dez anos atrás. Há dez anos, ela estava concentrada nas regiões metropolitanas. Agora se espalhou. As taxas dos sete estados que em 2000 eram os líderes de violencia cairam, e os sete que tinha as taxas menores subiram", diz Julio Jacobo, coordenador da pesquisa.
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
Macro II - Macro III - Último encontro 2011
Nosso último encontro deste semestre vai ter lugar na quinta, 15 de Dezembro as 15:00 horas no DID IV, Sala 10 para Macro II e Macro III
A última oportunidade para pegar provas, esclarecer dúvidas, acertar notas, faltas, etc.
A última oportunidade para pegar provas, esclarecer dúvidas, acertar notas, faltas, etc.
Perspectivas econômicas para 2012
2012 - Perspectivas da Economia Mundial
Antony Mueller
O ano 2011 vai ser lembrado como o ano da crise soberana europeia. Esta crise ainda não está superada. Ao contrário. O risco para 2012 é que a crise europeia vai se espalhar por contágio e afetar também os países emergentes. A estagnação na Europa e nos Estados Unidas vai continuar. Junto com o Japão as grandes economias mundiais estarão na crise. Passo a passo esta crise está afetando também os países emergentes...
Dívida macroeconômica - Mapa interativa
THE headlines are all about sovereign debt at the moment. But that is only part of the problem. Debt rose across the rich world during the boom, from consumers maxing out credit cards to financial firms taking on more leverage, and the process of reducing it is still at a very early stage.
The interactive graphic above shows the overall debt levels for a wide range of countries, based on data supplied by the McKinsey Global Institute. In theory there is no maximum level for debt relative to GDP, but Ireland and Iceland (not on this map) found the limit in practice when they hit eight-to-ten times GDP. The debt is also broken down by sector. Note the huge size of Britain’s banks relative to its economy, and the high level of Spanish corporate debt. Note, too, Japan's vast amount of government debt, not yet a problem but an obvious reason for jitters over the longer term.
Mapa interativa
The interactive graphic above shows the overall debt levels for a wide range of countries, based on data supplied by the McKinsey Global Institute. In theory there is no maximum level for debt relative to GDP, but Ireland and Iceland (not on this map) found the limit in practice when they hit eight-to-ten times GDP. The debt is also broken down by sector. Note the huge size of Britain’s banks relative to its economy, and the high level of Spanish corporate debt. Note, too, Japan's vast amount of government debt, not yet a problem but an obvious reason for jitters over the longer term.
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