sexta-feira, 1 de junho de 2012

Os preços sobem


Indústria diz que reajuste de bebida pode ser de até 10%

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Preço dos pães pode ficar 5% mais caro a partir de hoje


Estagnação


Brasil cresce menos que esperado e reduz previsões para 2012

Rio de Janeiro, 1 jun (EFE).- A economia brasileira, a primeira da América Latina e a sétima mundial, praticamente se estagnou de janeiro a março deste ano com um crescimento de apenas dois décimos, um índice muito abaixo que o esperado pelo Governo e pelos economistas, segundo dados oficiais publicados nesta sexta-feira.
O crescimento de 0,2% do Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre do ano, em comparação com o último de 2011, foi inferior às últimas previsões dos economistas de instituições públicas e privadas, que esperavam uma expansão entre 0,3 e 0,5%.
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Fragilidades da economia brasileira surgem de novo

Crise evidencia problemas domésticos da economia brasileira

A festa acabou

Desaceleração econômica estoura 'bolha' de entusiasmo com o Brasil no exterior

Atualizado em 1 de junho, 2012
A desaceleração da economia brasileira estourou o que muitos analistas acreditam ter sido uma "bolha" de entusiasmo pelo Brasil no exterior.

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Dívida pública e crescimento econômico

Mais dívida - menos crescimento econômico
Menos dívida - maior crescimento econômico
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Brasil cai na competitividade econômica


Brasil cai duas posições em ranking de competitividade

O Brasil caiu duas posições no Índice de Competitividade Mundial 2012, o World Competitiveness Yearbook (WCY), divulgado nesta quinta-feira pelo International Institute for Management Development (IMD). De acordo com o levantamento, o País desceu dois degraus, para a 46.ª colocação no ranking geral, formado por 59 países. A queda do Brasil não foi tão expressiva quanto a do ano passado. Em 2010, o País ocupava o 38.º lugar, mas foi para 44.º em 2011.
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O caminho do desastre


quarta-feira, 30 de maio de 2012

Copom reduz SELIC

Copom reduz Selic a 8,50% ao ano, novo recorde de baixa
Por Luciana Otoni e Tiago Pariz
BRASÍLIA, 30 Mai (Reuters) - O Comitê de Política Monetária (Copom) decidiu, por unanimidade nesta quarta-feira, reduzir a Selic em 0,50 ponto percentual, para 8,50 por cento ao ano, batendo novo recorde histórico de baixa. Até então, o menor nível alcançado pela taxa era de 8,75 por cento e, na avaliação dos agentes econômicos, ainda haverá mais cortes daqui para frente.
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Cálculo de impostos

São Paulo - Em nenhum país do mundo, uma empresa perde tanto tempo – e por conseguinte, gasta tanto – quanto no Brasil apenas para estar “ok” com a legislação tributária. São 2.600 horas – ou 108 dias corridos - para conseguir calcular e quitar impostos e contribuições.
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Endividamento e impostos

Stephen Kanitz:

A Crise Keynesiana

A causa principal e o motor desta crise não foram a ganância e a super alavancagem dos bancos, mas sim uma política econômica de inspiração neo-Keynesiana, um estímulo governamental e fiscal que permite a todo americano deduzir da renda tributável os juros da compra da casa própria, da casa de campo e até de um veleiro. Até o limite de 1 milhão de dólares de dívida.
Este deve ser o incentivo fiscal mais equivocado da história econômica, porque obriga os americanos a se endividar até o teto: quem compra a vista não tem benefício fiscal.

Quem trabalha mais?

O mito:


A realidade:
http://www.bbc.co.uk/news/magazine-18144320
Leia mais:
http://www.economist.com/blogs/graphicdetail/2012/05/greeks-say-they-are-hardest-working-european-nation

A crisa da dívida - coleção de dados

THE ECONOMIST
AS WE approach the five-year anniversary of the debt crisis (subprime lenders were getting into trouble from the end of 2006 onwards, but the big shock came in August 2007) it seems worth reviewing the impact on various financial and economic indicators. As this is a blog post, I've taken a short cut; looking at the table that appeared in the Economist of August 4th 2007* and comparing it with the table that will appear in tomorrow's edition. Let's start with unemployment and inflation.
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IT SEEMS right to add figures on GDP to yesterday's post on inflation and unemployment. So here are the numbers from the OECD. The change is in real GDP from the second quarter of 2007 to the first quarter of 2012, except for Greece (where the data is up to the first quarter of 2011).
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"Juntos num só ritmo"

A Fifa e o Comitê Organizador Local (COL) anunciaram na noite desta terça-feira o slogan da Copa do Mundo de 2014, que acontecerá no Brasil. A frase "Juntos num só ritmo" foi criação da agência de comunicação brasileira Aktuell, que trabalhou em parceria com a TV Globo, responsável pelo vídeo oficial de lançamento.
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Somos ricos todos, diz o governo


Classe média tem renda per capita de R$ 291 a R$ 1.019, diz governo

MARIA PAULA AUTRAN
DE SÃO PAULO

As pessoas com renda familiar per capita entre cerca de R$ 291 e R$ 1.019 são as que formam a classe média brasileira, segundo uma nova definição aprovada ontem por uma comissão da SAE (Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República).
De acordo com a secretaria, essa classe representa 54% da população brasileira e é a maior do país.
Dentro da classe média, foram definidos três grupos: a baixa classe média, com renda familiar per capita entre R$ 291 e R$ 441, a média, com renda familiar per capita de R$ R$ 441 a R$ 641 e a alta classe média, cuja renda familiar per capita fica entre R$ 641 e R$ 1.019.
A classe alta estaria acima de R$ 1.019 e também foi dividida em dos grupos. A baixa classe alta ficaria entre R$ 1.019 e R$ 2.480 e a alta, que fica acima deste valor.
Os extremamente pobres têm renda per capita familiar até R$ 81 e os pobres, de R$ 81 a R$ 162.
Para definir os grupos de consumidores, foi usado o critério de vulnerabilidade, que considera a chance do brasileiro de determinada classe social voltar à condição de pobreza.
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Os clubes mais endividados com impostos


Clubes brasileiros que mais devem impostos

A Pluri Consultoria divulgou a lista dos clubes brasileiros mais endividados com impostos. Para se chegar à dívida total com o governo, foram contados Timemania e outros impostos ou contribuições a recolher.

Botafogo: R$ 318 milhões de dívida com Timemania e impostos. O valor representa 540% da receita anual do clube. Outros clubes que não aparecem na lista vêm na sequência (11º Palmeiras - R$ 61 milhões, 12º Cruzeiro - R$ 57 milhões, 13º Coritiba R$ 56 milhões e 14º Atlético-PR - R$ 6 milhões)

terça-feira, 29 de maio de 2012

Os custos da Copa

A copa do dinheiro público

Por
Em setembro do ano passado, a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, afirmou não saber quanto a realização da Copa do Mundo custaria aos cofres públicos. A diferença entre os custos dos orçamentos e das obras executadas começava a crescer. Agora, a pouco mais de dois anos do início do mundial, alguns dados começam a aparecer.
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Maior o governo - menor o crescimento econômico



New Study from UK Think Tank Shows How Big Government Undermines Prosperity



It seems I was put on the planet to educate people about the negative economic impact of excessive government. I must be doing a bad job, because the burden of the public sector keeps rising.
But hope springs eternal. To help make the case, I’ve cited research from international bureaucracies such as the Organization for Economic Cooperation and Development, International Monetary Fund, World Bank, and European Central Bank. Since most of those organizations lean to the left, these results should be particularly persuasive.
I’ve also cited the work of academic scholars from all over the world, including the United States, Australia, and Sweden. The evidence is very persuasive that big government is associated with weaker economic performance.
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Resumo da III. Conferência de Escola Austríaca no Brasil

Notas sobre a III Conferência de Escola Austríaca

"Épico!", disse um participante ao final do evento. "Inesquecível!", acrescentou outro. "Quando você chora na palestra do Tucker e não é chamada de maluca, você sabe que está entre irmãos", confessou uma participante. "Emocionante mesmo", concluiu mais um. "Surreal", finalizou outro.
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segunda-feira, 28 de maio de 2012

Autobloqueio


Autarquia, estatismo e sindicalismo automotivo 

Marcelo de Paiva Abreu
É herança comum das economias dos Brics - Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul - a ênfase na autarquia, entendida como posição reticente em relação ao comércio externo e ao capital estrangeiro; e no estatismo, isto é, a crença nas virtudes da mão visível do Estado. Mas os exemplos de sucesso recente nesse grupo heterogêneo, China e Índia, são enfáticos quanto ao abandono gradual desses antigos pilares de suas estratégias de crescimento. Nos demais, certamente no Brasil e na Rússia, ainda há grande relutância em fazer o mesmo, a despeito das "lições da História".
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Impostos Brasil - 600 bilhões para que?