quarta-feira, 16 de abril de 2014

Dinâmica Macroeconômica - Ementa


UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE
PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO
DEPARTAMENTO DE ECONOMIA
 
PLANO DE ENSINO
 
 

IDENTIFICAÇÃO

Disciplina
Dinâmica Macroeconômica
Código
303264
 
 
Carga horária
60
PEL
 
Créditos
4

Professor

ANTONY PETER MUELLER
Semestre
2014/1

Horário

TER 21-23 SEX 21-23

EMENTA

As teorias de Keynes, Kalecki e Schumpeter e as suas diversas escolas e de outras economistas na perspectiva da dinâmica macroeconômica. Teoria pós-keynesiana. Contexto histórico das teorias. Aplicações empíricas. Análise comparativa entre modelagem de equilíbrio e modelos dinâmicos. Novas abordagens da teoria dinâmica macroeconômica. Análises comparativas. Aplicações da atualidade econômica Brasil e o mundo.

OBJETIVOS

1. GERAL
Capacitar o estudante de entender a abordagem dinâmica macroeconômica. Aprender comparar as diversas teorias e as suas aplicações.
2. ESPECÍFICOS
Familiar o estudante com as teorias de Keynes, Kalecki, Schumpeter e dos representantes da teoria pós-keynesiana.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
 
1.        Teoria de equilíbrio versus análise dinâmica
2.        Keynes e a lei de Say
3.        Principio da demanda efetiva
4.        Aspectos dinâmicos do modelo macroeconômico da Teoria Géral
5.        Keynes e o Keynesianismo
6.        Expectativas, incertezas, contingência – Problemas da micro-fundação da macroeconomia
7.        Kalecki – Contextualização da sua obra
8.        Diferenças e semelhanças entre Keynes e Kalecki
9.        O modelo básico de Kalecki
10.     O ciclo de negócios na macroeconomia kaleckiana
11.     Pontos problemáticos do modelo kaleckiano
12.     Schumpeter – contextualização de sua obra
13.     Inovação como “destruição criativa”
14.     O papel empresarial no desenvolvimento econômico
15.                       15. Conhecimento disperso e o problema de incerteza e contingência
16.     Novas abordagens
17.     Discussão final
 
METODOLOGIA
Estudos dirigidos em sala de aula
-              Apresentação de trabalhos de pesquisa e reflexão
-              Exercícios analíticos
-              Leituras reflexivas
-              Analise de exemplos
-              Discussão de temas de atualidade
-           Produção de podcasts e vídeo clips
RECURSOS DIDÁTICOS
- Apresentações
- Trabalhos com os modelos
- Discussões dirigidas
- Apostilas
- Data shows
- Uso de novas mídias
FORMA DE AVALIAÇÃO
Três provas, uma prova de recuperação com todo o conteúdo no final de semestre _______________________________________________________________________________________
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
1.       REFERÊNCIAS BÁSICAS:
Keynes, John Maynard: A teoria geral de emprego, de juro e da moeda http://http//www.scribd.com/doc/6965708/Teoria-geral-do-emprego-do-juro-e-da-moeda-KEYNES
Blanchard, Olivier: Macroeconomia, São Paulo: Pearson Prentice Hall 2007
Artigos Selecionados de Sandroni, Paulo: Novíssimo Dicionário de Economia, Editora Best Seller
 
2.       REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES:
PARTE I
Keynes, os clássicos e a criação da teoria macroeconômica moderna
Artigos “Keynes”, “Keynesianismo”, “Lei de Say”, “Demanda efetiva”, “Macroeconomia”, “Macromodelo”, “Escola Clássica”, e outros relevantes em: Sandroni, Novíssimo Dicionário de Economia
Citações das obras de Keynes: http://pt.wikiquote.org/wiki/John_Maynard_Keynes
Keynes, Minsky e a política econômica da atualidade: Minsky and Economic Policy. “Keynesianism” all over again http://www.levy.org/pubs/wp_547.pdf
 
PARTE II
Michal Kalecki, o princípio da demanda efetiva, investimento e dinâmica
Coelho, Daniel Simões: Os determinantes do investimento. Keynes e Kalecki http://www.ie.ufrj.br/revista/pdfs/demanda_efetiva_investimento_e_dinamica_a_atualidade_de_kalecki.pdf
Recursos adicionais sobre a discussão de Kalecki no Brasil:
PARTE III
Schumpeter, desenvolvimento econômico, empreendedorismo e aprendizagem
J.A. Schumpeter, Capitalismo, Socialismo e Democracia
Mises, Ludwig v.: As Seis Lições (sobre política econômica) http://www.4shared.com/file/60400858/71bbe42b/Ludwig_von_Mises_-_As_Seis_Lies__Livro_.html?s=1
Tecnologia e aprendizagem:
Cortright, Joseph: New Growth Theory. Technology and Learning. A Practicioner’s Guide (US Economic Development Administration) –
 

Mais Recursos:




segunda-feira, 14 de abril de 2014

Dez lições de economia

10 lecciones de economía (que los gobiernos quisieran ocultarle) – Bonus
14 Abril, 2014

Bonus 1: Qué es la empresa y por qué tiene un rol social benévolo

Las empresas son el mecanismo (herramienta, institución) más potente que tiene una sociedad para crear riqueza. Y para crear riqueza evidentemente se requiere de equipos humanos, más especializados mientras más valor agregado implique esa creación de riqueza. Es decir, las empresas crean bienestar y empleos.
Las empresas por definición son privadas. Esto porque al asumir riesgos sobre posibles pérdidas propias (con dinero propio), los inversionistas tendrán mucho más cuidado al utilizar recursos buscando maximizar el acierto en sus proyectos. En esto cabe una aclaración: las empresas no maximizan “ingresos monetarios” siempre ni por definición. Esa visión de la “caja maximizadora” es una caricatura neoclásica sobre el auténtico proceso empresarial. Una empresa no busca maximizar ingresos presentes ni siquiera ingresos futuros. Puede tener como prioridad como sucede en países de alta capitalización como Japón de los 60′s o Alemania en los 50′s volverse simplemente más valiosa y así indirectamente volver a su sociedad más rica mientras lo hace también por sus accionistas. Es decir, sus inversionistas pueden poner su valor de largo plazo por encima de los ingresos (dividendos) del momento. No sólo eso: una empresa puede buscar satisfacer objetivos mixtos entre financieros y sociales de muy diversa índole. A un empresario puede importarle más contratar a sus sobrinos aunque no sean los más idóneos pero sentir que genera empleo para gente muy querida o puede preferir cuidar el río aledaño que minimizar costos y maximizar ganancias. Toda generalización como “a los empresarios no les importa el medio ambiente” o “sólo les importa el dinero” es infantil y habla más sobre quien la utiliza que sobre un rol en sociedad que desempeñarán por definición individuos cargados de matices.
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domingo, 13 de abril de 2014

Transformar riqueza em prosperidade - o caso de Noruega

Noruega, o país mais próspero do mundo

Em 100 anos, passou de um dos países mais pobres da Europa para ser sinônimo de riqueza e justiça social com um PIB per capita de US$ 100 mil

Quarenta anos depois da descoberta do petróleo no Mar do Norte, a Noruega conseguiu traduzir esse recurso natural em prosperidade e igualdade. Pela primeira vez em 2014, um país terá um Produto Interno Bruto per capita acima de US$ 100 mil e, segundo a ONU, jamais uma sociedade atingiu nível de desenvolvimento humano igual ao de Oslo. O salário mínimo é de 4,8 mil, cerca de R$ 14 mil, o desemprego é de 2% e, mesmo em uma era de austeridade, o sistema do bem-estar social se manteve intacto.
A Noruega foi um dos poucos países a atravessar a crise global sem grandes impactos e, nas últimas eleições, o único debate era o que fazer com o dinheiro que sobra nos cofres públicos.
Ao contrário do que o petróleo causou no Oriente Médio ou Venezuela, o dinheiro desse recurso natural foi administrado de forma a criar uma situação inédita. Em 100 anos, a Noruega deixou de ser um dos países mais pobres da Europa, convivendo com o gelo e a escuridão por metade do ano, para se transformar em sinônimo de riqueza e justiça social. 

"Para muitos países, a descoberta
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O menor artigo no AER


O Economista que em 1 linha entrou para a história


O artigo (pdf) é um clássico. Philip Cook estava no doutorado estudando Micro e, parecia estar um pouco entediado…
“The Slustky equation relating the price effect to the substitution and income effects can be simply motivated by J. R. Hicks’ graphical presentation, but the usual proof (see Paul Samuelson) is very tedious and non-intuitive.”
Foi aí que ele se mexeu e demonstrou a Equação de Slutsky em uma única linha: pegou a demanda hicksiana, derivou, rearranjou e liquidou o assunto.
Slutsky-equation
Foi o menor artigo já publicado na American Economic Review.
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quarta-feira, 9 de abril de 2014

Ciência com fronteiras

MEC manda 110 bolsistas voltarem do exterior sem estágio

Estudantes do Ciência Sem Fronteiras terão de retornar depois de 6 meses por não terem fluência em inglês

09 de abril de 2014 | 3h 00

SÃO PAULO - O governo federal começou a convocar de volta ao Brasil bolsistas do Ciência Sem Fronteiras que nem sequer começaram a exercer atividade na universidade estrangeira, foco do programa federal. Pelo menos 110 bolsistas terão de retornar do Canadá e da Austrália - onde já estão desde setembro de 2013 - por não terem conseguido proficiência em inglês.
Estudantes reclamam que a prova de certificação foi antecipada e que a permanência no país será perdida sem a realização do estágio. Além de interromper os planos dos estudantes, a decisão significa ainda um prejuízo para os cofres públicos: cada aluno já recebeu cerca de US$ 12 mil, além dos valores com passagens aéreas e seguro saúde, para o intercâmbio. Esse investimento não retornará ao País em forma de capacitação profissional e acadêmica, a contrapartida do programa.
Esses estudantes que já receberam aviso para voltar fazem 

Crescimento econômico

FMI reduz perspectiva de crescimento do Brasil em 2014 para 1,8%

No relatório anterior, órgão previa crescimento da economia de 2,3%; projeção para 2015 também foi reduzida 

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Espero que o time brasileiro avança no final

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE

Expediente nos dias dos jogos do Brasil terá horário especial

A ministra de Estado do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG), Miriam Belchior, estabeleceu, através de portaria publicada no Diário Oficial da União no último dia 4, que o horário de expediente nos dias de jogos da seleção brasileira durante a Copa do Mundo FIFA 2014 se encerrará às 12h30 (horário de Brasília).
A decisão vale para órgãos e entidades da Administração Pública Federal direta, autárquica e fundacional, inclusive para a Universidade Federal de Sergipe.
Os dirigentes dos órgãos e entidades deverão observar, entretanto, a manutenção do funcionamento dos serviços considerados essenciais.
Leia aqui, na íntegra, a portaria nº 113 do MPOG, de 3 de abril de 2014.
Assessoria de Imprensa do Gabinete do Reitor
comunica.gr@ufs.br
ter, 08/04/2014 - 20:04

Déficit do setor industrial

Desequilíbrio industrial

O déficit do setor industrial brasileiro acumulado atingiu a incrível marca de US$ 476 bilhões desde 2007. É um buraco que se amplia a cada ano. As exportações de manufaturados estão estagnadas e houve um forte aumento das importações. Este ano, há um agravante a mais: a crise na Argentina produziu uma queda de 32% nas vendas externas de automóveis no primeiro trimestre.

terça-feira, 8 de abril de 2014

Índice de liberdade econômica 2014


Burocratismo

Nossa burocracia é tão mastodôntica que permite haver despachantes milionários


Agregando valor ao cartório
Agregando valor ao cartório
Artigo de Pedro Burgos, editor-chefe do site Oene, publicado em edição impressa da revista Superinteressante
A BALADA DA BUROCRACIA
Nosso país é um dos poucos que podem se dar ao luxo de ter despachantes milionários. Culpa de um labirinto burocrático que “desagrega valor” da nossa economia – e que nos afasta da área VIP do mundo
O rei do camarote gasta de R$ 5 mil “até o infinito” (R$ 70 mil, pela contabilidade do sujeito) em uma noite, boa parte em garrafas de champanhe com pirotecnia. Bom, esbanjadores exibicionistas sempre existiram, e não são exclusividade dos novos-ricos nacionais.
O que realmente intriga aí é outra coisa: de onde vem a fortuna do baladeiro. Alexander de Almeida é despachante. Não que isso seja ilegal ou imoral (ainda que engorde, caso você exagere no champanhe). O problema é termos uma burocracia tão mastodôntica que permite a existência de despachantes milionários.
No fundo, é como se alguém ganhasse dinheiro por vender cobertores para os pacientes largados nos corredores dos hospitais públicos: há um problema que poderia ser solucionado caso o Estado fosse mais eficiente no atendimento à população, mas, enquanto isso não acontece, alguém vê uma oportunidade a ser explorada. O Brasil seria um país melhor se eles não fossem tão necessários. Fato. Mas, infelizmente, eles são.
A burocracia brasileira passa pela necessidade de imensas pilhas de papel, filas em repartições públicas e carimbos de cartório até para procedimentos simples. Gasta-se muito tempo com todas essas necessidades artificiais: são em média 119 dias para abrir uma empresa (contra 20 nos países desenvolvidos).
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Empreendorismo

Entrepreneurship: The Driving Force of the Economy

Mises Daily: Tuesday, April 08, 2014 by
Author of The Capitalist and the Entrepreneur, Peter Klein has published numerous books and articles on entrepreneurship from an Austrian perspective. Dr. Klein, who is executive director and Carl Menger Research fellow at the Mises Institute, was interviewed in late 2013 by eTalk’s Niaz Uddin on the topic of entrepreneurship:
Niaz Uddin: Tell us about entrepreneurship. What are the different contexts of entrepreneurship?
Peter Klein: The terms “entrepreneur,” “entrepreneurship,” and “entrepreneurial” are used in many ways, not always consistently! On the one hand, entrepreneurship is often used to mean self-employment: an entrepreneur is a person who starts or operates a small business. On the other hand, we also use the term “entrepreneurial” to refer to something broader, a mindset or way of thinking that emphasizes novelty, creativity, and initiative. Obviously one can be entrepreneurial in this sense without being a small-business owner.
In the academic literature, things get even more confusing. Originally the word entrepreneur was identified with decision-making, risk-bearing, and responsibility: entrepreneurs were the business people who organized production, transforming resources into valuable products and services for consumers. That usage goes back to the eighteenth century. More recently, scholars have identified entrepreneurship with narrower activities or functions such as alertness to profit opportunities or the introduction of new goods and services or new ways to make existing products. In my academic writing I adopt the concept developed by the American economist Frank Knight and the Austrian economist Ludwig von Mises which emphasizes judgmental decision-making under uncertainty.
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Taxa de câmbio

BC, o melhor amigo da Petrobras?

Graça Foster
Com o dólar “amassado” a R$2,22 e portanto sem nenhuma aparente necessidade de intervenção, cresce no mercado a tese de que o Governo continua a vender swaps cambiais para ajudar a Petrobras sem ter que dar o aumento na gasolina — altamente impróprio em ano eleitoral.
Ao desvalorizar o dólar por meio da oferta de proteção cambial, o Governo diminui o prejuízo da empresa na importação de combustível.
“Eles contam com a apreciação do real para fechar as contas do capex (investimento) da empresa daqui para frente”, diz um analista.
Um gestor de fundos que faz apostas macroeconômicas acha que o foco do BC não é a Petrobras em particular, mas a inflação como um todo. “Acho que estão mais focados na inflação, o cobertor está curto”, diz este gestor. O dólar mais baixo reduz o preço dos importados e ajuda no controle da inflação.

Economia brasileira

Sino da morte ecoa para estratégia econômica brasileira, sentencia o Financial Times - InfoMoney
Veja mais em: http://www.infomoney.com.br/mercados/noticia/3277807/sino-morte-ecoa-para-estrategia-economica-brasileira-sentencia-financial-times

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Hayek e Keynes

Luta do século - Keynes x Hayek legendado português
Embate animado entre dois célebres economistas com duas teorias bastante conhecidas e opostas.
Assista

F. A. v. Hayek

A vida e o pensamento de Hayek
O século 20 experimentou uma expansão do poder governamental sobre a vida das sociedades e indivíduos sem paralelo na história humana. Muito disso foi o resultado de duas guerras mundiais devastadoras e as ideologias totalitárias que desafiaram diretamente a liberdade individual e as instituições livres de uma sociedade aberta. Outras formas de expansão na provisão de bem estar social e a regulação da economia, enquanto mais benigna em seus objetivos, nunca se posicionaram como um auxílio a liberdade pessoal.
Poucos indivíduos fizeram mais para extender nosso entendimento dos processos econômicos de uma sociedade livre e nos alertar para os perigos inerentes no crescimento do poder político do que Hayek. Em meio século de produção acadêmica e palestras, ele mostrou porque o nacional socialismo foi a completa antítese do Capitalismo, porque o comunismo foi uma filosofia econômica e política em última análise fadada ao fracasso, e porque nós devemos estar alerta da intervenção governamental se nós queremos preservar a liberdade que torna a prosperidade, paz e convivência pacífica possível.
Friedrich A. Hayek ganhou o prêmio Nobel de economia e é reconhecido como muitos como o maior pensador do século 20 e até mesmo das últimas 5 décadas.

Transcrição, tradução e legendas de Lia Defendi.
Revisão de Juliano Torres.
Assista

domingo, 6 de abril de 2014

Política econômica deu errada


  

‘Deu errado o ensaio desenvolvimentista’

Para o economista Samuel Pessoa, atual modelo econômico é um desastre que precisa ser revisto

06 de abril de 2014 | 2h 05
ALEXA SALOMÃO, RICARDO GRINBAUM - O Estado de S.Paulo
Samuel Pessoa, um físico que leciona economia, estreitou as relações com o PSDB na campanha presidencial deste ano. O senador Aécio Neves, candidato dado como certo para a legenda, anunciou que ele é um de seus assessores. Pessoa faz duras críticas à atual política econômica: "eu chamo de ensaio nacional desenvolvimentista - foi uma tragédia para o País e tem de ser revertido", diz. Na sua avaliação, a reversão deve ser seguida reformas que possam dar eficiência ao Estado sem que seu tamanho seja reduzido: "A sociedade quer educação, sistema de aposentadoria, programas sociais - é impossível reduzir o Estado", disse na entrevista que segue. 
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