quinta-feira, 3 de julho de 2014

Universidade em crise

UNIVERSITY STUDENTS ON GRADUATION DAY UK

'Students need a reality check – university is not school'

Students must take responsibility for their own learning, irrespective of how many 'contact hours' they have, argues lecturer Joanna Williams

Academics, students and parents need to reassess the concept of value in relation to HE Photo: Alamy
With an average price tag just shy of £27,000, a degree from an English university doesn’t come cheap nowadays. Increases in tuition fees have triggered hand-wringing over the value of higher education.
Debates continue as to whether the value of a degree should be measured in potential future earnings or the immediacy of the student experience. Meanwhile, there is a growing consensus that students do not think they are getting value for money.
The results of a survey conducted last month by the Higher Education Policy Institute and the Higher Education Academy suggest one-third of students feel they are receiving poor, or very poor, value for money.
Which?, the consumer rights group familiar to many a confused shopper, finds students even more dissatisfied. Their recently published report claims nearly half of all students do not think their degree is worth the money.
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quarta-feira, 2 de julho de 2014

Europa - terra de tribus

HelenaMatos

Europa, terra de tribos

Autor
Fazer da construção europeia a caminhada para um admirável mundo novo, onde os símbolos e as funções dos pretéritos estados perdem relevância, enfraquecendo-os, fará da Europa um território de tribos
Em Espanha, o novo rei terminou o seu discurso de investidura saudando em castelhano, basco, catalão e galego. O gesto não foi suficiente para que os líderes dos governos basco e catalão, Iñigo Urkullu e Artur Mas, presentes na cerimónia, aplaudissem o novo monarca: os seus braços imóveis impressionavam tanto ou ainda mais que a longa ovação prestada a Felipe VI pelos outros governantes, deputados e dirigentes que assistiam à cerimónia.
Artur Mas prepara um referendo independentista na Catalunha e Urkullu faz contas aos resultados que uma tal iniciativa poderia ter no País Basco e também às reservas de gás de xisto aí existentes e que, a serem exploradas, farão do rico País Basco ainda mais rico, o que quer dizer mais nacionalista pois em Espanha os nacionalismos têm uma forte componente de proteccionismo económico.
Como de costume nos actos solenes, o hino de Espanha foi tocado mas não cantado porque os espanhóis não se põem de acordo no que à respectiva letra respeita – porque não é laica, porque tem referências bélicas, porque pode ser interpretada como franquista ou qualquer outra coisa acabada em “ista”… E portanto alguns mexem os lábios e os outros nem isso.
Depois, naturalmente, os mesmos espanhóis escrevem parágrafos emocionados sobre o fervor patriótico dos brasileiros que apesar de a FIFA ter imposto versões abreviadas dos hinos no Mundial fizeram questão de, mesmo sem música, cantar até ao último todos os versos do seu muito bélico, nacionalista e religioso hino que, em cima de tudo isso, é gigantesco e tem expressões maravilhosas como “raios fúlgidos”.
Em França, o sonho da multiculturalidade transformou-se num pesadelo para patrões, trabalhadores, empresas, vizinhos… Casos como os dos candidatos à habitação social que apresentam queixa por serem identificados etnicamente mas que depois também se queixam por os mesmos serviços não promoverem a diversidade étnica ou as mulheres que nunca usaram lenço na vida mas que na hora de se despedirem resolvem passar a usá-lo para depois alegarem despedimento por discriminação, como sucedeu na creche Baby Loup, confrontam quotidianamente a França com a imagem de um país a braços com uma crise muito mais profunda que a económica.
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Alerta para o Brasil


Banco central dos bancos centrais alerta País, e a China também, de que boom de empréstimos e custo de dívidas pode causar graves tensões
LONDRES - O crescimento bem acima da média histórica do crédito e o aumento da exposição ao serviço da dívida são os principais pontos vulneráveis do sistema bancário no Brasil. O alerta foi feito pelo Banco de Compensações Internacionais (BIS, na sigla em inglês). Em relatório anual divulgado ontem, a entidade diz que o boom de empréstimos visto em mercados como o brasileiro e o chinês geralmente indicam "a materialização de graves tensões bancárias em prazo de três anos".
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Entrevista com Walter Williams

Entrevista de Walter Williams Para A Globo News (Legendado)


Walter Williams acredita que o livre mercado é o melhor instrumento regulador de qualquer tipo de relação. É o melhor caminho para o progresso tanto individual como coletivo. Ele defende sua teoria com aplicações em questões políticas, econômicas e sociais.

O economista nasceu pobre, e hoje é um homem bem sucedido. Sua trajetória de vida só reforça suas convicções.

terça-feira, 1 de julho de 2014

20 anos Plano Real

A retrospectiva em fotos dos 20 anos de Plano Real

Em 1 de julho de 1994, começava a circular no país o Real (R$), a nova moeda brasileira fomentada pelo Plano Real, lançado, oficialmente, no dia anterior. CR$ 2.750,00 passava a valer então R$ 1,00.

O programa foi a mais ampla medida econômica já implementada no Brasil e tinha como objetivo principal o controle da hiperinflação que assolava os brasileiros até então. Naquele 1994, a inflação acumulada até julho foi de 815,60%; a primeira inflação registrada sob efeito da nova moeda foi de 6,08%, mínima recorde em muitos anos.

A idealização do projeto e sua execução contaram com a contribuição de vários economistas, reunidos pelo então Ministro da Fazenda, Fernando Henrique Cardoso.

Nesses últimos 20 anos, o país enfrentou três grandes crises mundiais, teve dois nomes a frente do Ministério da Fazenda e três presidentes. Atualmente, em ano de Copa e eleição, o país vive a expectativa de um crescimento econômico mais baixo e inflação acima do teto da meta.

Entenda a implementação do Plano Real e os maiores acontecimentos econômicos até este 1 de julho de 2014.

domingo, 29 de junho de 2014

Crescimento econômico

Em ano de copa, PIB do país fica na retranca

Se confirmada a previsão do mercado no último boletim Focus do Banco Central, o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro fechará o ano na retranca: crescerá apenas 1,16% no ano da Copa do Mundo. É um desempenho mais fraco que o de 2013, quando o País cresceu 2,5%.
Entre os países-sede dos últimos nove mundiais apenas México (1986), Itália (1990) e Japão (2002) fecharam o ano do evento com a atividade em ritmo menor que no ano anterior. Apesar de estar realizando em campo a “Copa das Copas”, o Brasil caminha para engrossar essa estatística.
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sexta-feira, 27 de junho de 2014

Escolas da economia

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Rating do Brasil

Brasil precisa corrigir rumo para manter rating, diz Moody's

(Reuters) - A agência de classificação de risco Moody's alertou nesta quarta-feira que a perspectiva do rating do Brasil, depende do sucesso ou fracasso dos esforços do próximo governo em reverter as tendências econômicas negativas e elevar o crescimento para próximo do potencial.
O alerta da agência vem menos de quatro meses antes das eleições presidenciais de outubro, quando a presidente Dilma Rousseff disputará um novo mandato em uma eleição cada vez mais acirrada. Embora Dilma ainda seja a favorita, pesquisas mostram que sua popularidade entre os eleitores tem caído.
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quinta-feira, 26 de junho de 2014

Como eliminar dívida

Sete etapas simples para pagar suas dívidas

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Brasil recebe o mundo


http://media.economist.com/sites/default/files/pdfs/the_world_comes_to_brazil.pdf?fsrc=bz14/pdf/fb/pr/5

Economia americana

Economia dos EUA se contraiu 2,9% no primeiro trimestre de 2014

.- A atividade econômica dos Estados Unidos se contraiu a um ritmo anual de 2,9% entre janeiro e março, em lugar do 1% calculado de forma preliminar, sendo a redução maior desde começos de 2009, informou nesta quarta-feira o Departamento de Comércio.
Em seu ajuste de números, o governo informou que a despesa dos consumidores - que nos EUA equivale a mais de dois terços do Produto Interno Bruto - aumentou 1% no primeiro trimestre, em vez dos 3% calculados inicialmente.
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terça-feira, 10 de junho de 2014

Burocracia brasileira - peso e preço

Painel EconômicoDanilo Ucha | ucha@jornaldocomercio.com.br

Painel Econômico
Coluna publicada em 09/06/2014

O peso e o preço da burocracia no Brasil

A burocracia, segundo empresários de todos os setores econômicos, é um dos piores obstáculos ao desenvolvimento das empresas e das atividades do Brasil, em geral. Além de exigir tempo para a realização dos atos necessários a qualquer empreendimento, custa dinheiro para ser atendida e gera prejuízos trancando os processos. Há empresas que tiveram que criar departamentos só para atender as exigências burocráticas. Um dos setores que mais sofre com ela é a indústria da construção civil. De acordo com estudo da Booz & Company, divulgado pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção, o consumidor chega a pagar até 12% a mais do valor final do imóvel, o que corresponde a cerca de R$ 18 bilhões por ano no País, devido à burocracia. Este custo extra onera toda a cadeia do setor, além de ser pago pela sociedade. O estudo, que deveria ser mais divulgado, analisa os gargalos burocráticos que oneram e atrasam os empreendimentos imobiliários, revela o custo extra pago pelos proprietários dos imóveis, devido aos entraves, que se estendem desde a aquisição do terreno até a entrega da casa própria e envolvem instituições públicas e privadas. Dos cinco anos que um imóvel financiado pelo FGTS pode levar para sair do papel, ou seja, do projeto à entrega, dois anos são consumidos apenas pelos processos burocráticos.
Burocracia II
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Impostos sobre alimentos


quinta-feira, 5 de junho de 2014

quarta-feira, 4 de junho de 2014

F. A. v. Hayek - vida e pensamentos

A vida e o pensamento de Friedrich Hayek

O século 20 experimentou uma expansão do poder governamental sobre a vida das sociedades e indivíduos sem paralelo na história humana. Muito disso foi o resultado de duas guerras mundiais devastadoras e as ideologias totalitárias que desafiaram diretamente a liberdade individual e as instituições livres de uma sociedade aberta. Outras formas de expansão na provisão de bem estar social e a regulação da economia, enquanto mais benigna em seus objetivos, nunca se posicionaram como um auxílio a liberdade pessoal.

Poucos indivíduos fizeram mais para extender nosso entendimento dos processos econômicos de uma sociedade livre e nos alertar para os perigos inerentes no crescimento do poder político do que Hayek. Em meio século de produção acadêmica e palestras, ele mostrou porque o nacional socialismo foi a completa antítese do Capitalismo, porque o comunismo foi uma filosofia econômica e política em última análise fadada ao fracasso, e porque nós devemos estar alerta da intervenção governamental se nós queremos preservar a liberdade que torna a prosperidade, paz e convivência pacífica possível.

Friedrich A. Hayek ganhou o prêmio Nobel de economia e é reconhecido como muitos como o maior pensador do século 20 e até mesmo das últimas 5 décadas.
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terça-feira, 3 de junho de 2014

Análise crítica de Keynes por Hayek