segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Investimentos públicos

Segundo pesquisador, investimento público não gera crescimento sustentável

Para o pesquisador Andrew Warner, do Fundo Monetário Internacional, ciclos de investimento baseados em gastos do governo não são sustentáveis a longo prazo 
Nas faculdades de economia é comum os alunos aprenderem em suas primeiras aulas de macroeconomia que o investimento público eleva o PIB. Com essa mentalidade, inúmeros governantes justificam um aumento de gastos com base em cálculos matemáticos e estatísticas complicadas. Entretanto, segundo um estudo de um pesquisador do Fundo Monetário Internacional, não há relação entre booms econômicos e crescimento dos gastos estatais.
Andrew Warner, economista e autor do artigo em questão, afirma que os ciclos de investimento baseados em gastos do governo não são sustentáveis a longo prazo, uma vez que são sustentados, em sua maioria, por emissão de dívida e estudos técnicos pobres. Dessa forma, os custos e prazos dos projetos acabam não sendo definidos com alto grau de certeza, o que compromete a eficiência desses planos. Além disso, ainda segundo Warner, há problemas de incentivo em investimentos públicos e estes, muitas vezes, seguem os desejos de grupos de interesse.
Outro fato apontado pelo pesquisador é o efeito crowding out. Tal efeito ocorre quando o aumento dos gastos públicos possuem maior relevância na composição do PIB em detrimento do investimento privado, consumo das famílias e exportações líquidas. Em outras palavras, o crescimento dos gastos públicos faz com que os gastos privados sejam reduzidos.
Com isso, o autor do estudo concluiu que:
“Essas avaliações mostram que os investimentos públicos estão mais propensos ao sucesso se os governos não agirem como no passado, levarem a sério as questões técnicas e protegerem o processo de decisão do interesse de agentes que distorcem a alocação de investimento.”
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sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Phillips curve loops



Brasil na "recessão técnica"?

dilmaEconomia brasileira pode estar em recessão técnica, segundo Banco Central

Para entrar em recessão, uma economia necessita ter no mínimo 2 semestres de recessão, o que segundo o relatório do Banco Central, pode já ser o cenário brasileiro.
O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-br), criado para tentar antecipar o resultado do Produto Interno Bruto (PIB), registrou queda de 1,48% no mês de junho e 1,2% no trimestre abril-junho, sendo a maior contração econômica desde o primeiro trimestre de 2009, quando o Brasil entrava na crise de 2008, deflagrada pela crise do Subprime nos Estados Unidos.
Para entrar em recessão, uma economia necessita ter no mínimo 2 semestres de recessão, o que segundo o relatório do Banco Central, pode já ser o cenário brasileiro. Este seria o terceiro semestre de queda de acordo com o IBC-Br, dado que no quarto trimestre de 2013 foi registrada queda de 0,28%, e no primeiro trimestre deste ano a queda foi de 0,03%. No acumulado de 12 meses a economia ainda mantém uma leve alta de 1,4%.
Segundo o Banco Central, a Copa do Mundo contribuiu para a diminuição da atividade industrial, que caiu 1,4% no mês de junho, afetada diretamente pelo número de dias úteis. Outro fator de peso nesse cenário, tem sido a alta na taxa de juros promovida pelo Banco Central, que subiu de 7,5% em abril de 2013 para 11% em maio de 2014. O endividamento das famílias e a queda na confiança de famílias e empresários, seguem preocupando

Piora o clima de negócios no Brasil

Brazil, Worse Than Paraguay


In recent survey on Latin American economies, Brazil at bottom of the heap. It’s one thing to be worse than Argentina, Brazil’s long-time rival.  But Paraguay, too? That country is practically non-existent in the South American economies.  But it’s true. Other than post-Chavez Venezuela, Brazil is the worst out of 11 countries ranked by a joint study conducted by Brazilian and German economic think tanks.
Germany’s Ifo Institute and Brazil’s Getulio Vargas Foundation (FGV) released their World Economic Survey on Wednesday revealing that the Latin American economic outlook has dropped from 90 to 84 between April and July. The numbers look high, but don’t be fooled.  It’s the lowest they’ve been for the region since July 2009, when the U.S. and Europe were deep in the throes of the Great Recession.  Back then, it was 80 points.
All three economic indicators created by FGV and Ifo to review the Latin American economies are on the decline.
After Venezuela, Brazil is the worst of the bunch.
In recent survey on Latin American economies, Brazil at bottom of the heap.
Brazil dropped from a high of 89 in January to a low of 55 in July. Venezuela was worse off, but remaining stable at 20 all year.
Even Argentina was better, with an economic climate indicator of 57. Paraguay is booming, at 105.
Compared to the rest of the world, the economic climate in Brazil is worse than Russia — which is facing increasing pressure from sanctions levied by both the U.S. and European Union — as well as China — which is facing a fragile economic recovery. India and South Africa are also doing better than Brazil, the survey showed.
Within the other two indices ranked by Ifo and FGV, Brazil also scores at the bottom.
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quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Impostos

Brasileiros com renda menor pagam 53% dos impostos no país, diz IBPT

Eles representam, no entanto, fatia maior (79%) no total da população.
Gastos com habitação geram 42,43% do montante arrecadado.

Do G1, em São Paulo

Renda
(em salários mínimos)
Fatia no total da população Fatia no total dos impostos pagos
Até 3 79,02% 53,79%
De 3 a 5 10,14% 12,65%
De 5 a 10 7,6% 16,63%
De 10 a 20 2,4% 9,63%
Mais de 20 0,84% 7,3%
Os brasileiros com renda até três salários mínimos mensais contribuem com a maior fatia dos impostos pagos no país, segundo levantamento do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT). De acordo com a pesquisa, essa parcela da população paga 53,79% do total de impostos arrecadados. O grupo, no entanto, representa 79% do total de brasileiros.
Nos demais grupos avaliados pelo IBPT, a participação no total da população é menor que a participação no total de impostos arrecadados. Os 7,6% cujo rendimento mensal fica entre cinco e dez salários mínimos pagam 16% dos impostos arrecadados, enquanto 20 milhões de pessoas (10,14%) que recebem de três a cinco salários mínimos são responsáveis por 12,5% do total de tributos.
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Previdência

Rombo na Previdência deve atingir R$ 55 bilhões em 2014

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Brasil: um quinto dos jovens "nem-nem"


IBGE: um quinto dos jovens no Brasil é "nem-nem", que não estuda nem trabalha

Hanrrikson de Andrade

Produção industrial - Brasil e o mundo

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Como classificar um economista


Macro I - novos áudio podcasts das aulas

Áudio Podcasts Macro I 2014
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Introdução ao Modelo de Demanda Agregada e  
Oferta Agregada DAOA


Introdução a Teoria Quantitativa da Moeda

Macro III - Política macroeconômica

Áudio Podcasts Política Macroeconômica 2014
Assista:
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Política Macoeconômica - Introdução

Alemanha x Brasil 11 x 1

Alemanha vence o Brasil por 11 a 1 em Copa do Mundo de robôs na Paraíba

Goleada entre máquinas consegue ser maior do que o vexame sofrido pela seleção brasileira no Mundial de futebol, quando os brasileiros perderam por 7 a 1 Se os brasileiros achavam que a goleada sofrida para a Alemanha por 7 a 1, na Copa do Mundo 2014, era o pior resultado do Brasil no futebol, é porque não sabiam o que estava por vir no mundial de futebol de robôs, que está acontecendo em João Pessoa. 

O time nacional foi derrotado pelos alemães por incríveis 11 a 1. O mais curioso ainda é que o gol de honra foi marcado também pelo time alemão. 

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