quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Desigualdade global

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Macro III - Recursos para prova 3

Análise da dívida pública e do déficit público
Parte I
Parte II

Califórnia supera Brasil

Sacramento e Nova York - A Califórnia caminha para superar o Brasil como sétima maior economia do mundo, puxada pelo aumento do emprego, do valor dos imóveis e da renda pessoal e das empresas ...
O produto interno bruto da Califórnia, que era de US$ 2,20 trilhões em 2013, se expandiu no ano passado segundo quase todas as métricas, de acordo com dados compilados pela Bloomberg.
Já o PIB do Brasil caiu 1 por cento em relação ao total de US$ 2,25 trilhões nos três primeiros trimestres de 2014 devido à queda nas exportações de matérias-primas.

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Política orçamental

SÃO PAULO (Reuters) - A presidente Dilma Rousseff vetou a correção de 6,5% sobre a tabela de Imposto de Renda para pessoas físicas no ano-calendário de 2015, conforme despacho publicado nesta terça-feira no Diário Oficial da União.
"A proposta levaria à renúncia fiscal na ordem de 7 bilhões de reais, sem vir acompanhada da devida estimativa do impacto orçamentário-financeiro, violando o disposto no art. 14 da Lei de Responsabilidade Fiscal", afirmou trecho do despacho.
A proposta de ajuste de 6,5% havia sido aprovada pelo Congresso em dezembro. O Executivo chegou a enviar uma medida provisória ao Congresso propondo um reajuste de 4,5 por cento, mas a MP não foi analisada no prazo e perdeu a validade.

Se o reajuste de 6,5% tivesse sido aprovado, pessoas que ganham até R$ 1.903,98 ficariam isentas de Imposto de Renda. Atualmente, o teto de isenção é de R$ 1.787,77. 

sábado, 17 de janeiro de 2015

Mundo de negócios

6 costumes brasileiros no trabalho que estrangeiros não entendem

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Empresas estrangeiras estão cada vez mais comuns no Brasil, assim como as companhias nacionais que já têm como objetivo atingir um mercado internacional e, consequentemente, mais amplo. Tais modificações têm suscitado um maior grau de convivência entre os brasileiros e os estrangeiros, seja quando os gringos chegam ao nosso país ou quando nós é que vamos trabalhar nas terras deles.
A interculturalidade está presente, fazendo com que eles tenham que aprender um pouco mais sobre os nossos hábitos e vice-versa. Para termos noção, o número de carteiras de trabalho que foram emitidas para estrangeiros cresceu 50% entre os anos de 2012 e 2013 (dados do G1) – um aumento maciço. Vendo esses dados, é fácil perceber que conviver com os estrangeiros no ambiente de trabalho está se transformando em algo comum nos grandes polos do país.
O conflito cultural é algo comum quando as pessoas de uma mesma empresa possuem costumes completamente diferentes. Mesmo que os estereótipos dos brasileiros no exterior não valham para todos nós (nem todos gostamos de comer feijão com arroz, de sambar ou de jogar futebol), existem aspectos culturais que estão gravados em praticamente todos os brasileiros. Veja abaixo algumas dessas atitudes listadas com base nas experiências de três especialistas no assunto:

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Política orçamental

O Congresso Nacional há doze anos cruza os braços na fiscalização dos gastos dos governos Lula e Dilma. Nenhum relatório de prestação de contas do PT foi julgado, segundo o TCU. Agora a presidente terá seis meses para explicar por que escondeu rombo de mais de dois trilhões.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Previdência quebrada

Deficit é maior na previdência do setor público

Segundo o TCU, despesa com INSS, servidores e militares chegou a R$ 446 bilhões no ano passado
Gasto é o dobro do que o país destinou a saúde, educação e assistência social juntas, diz relatório do tribunal
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sábado, 3 de janeiro de 2015

Tristeza econômica

Refinaria Abreu e Lima é símbolo da crise na Petrobras


O momento anunciado como um marco histórico para a Petrobras - o início da produção na primeira
refinaria de petróleo construída no Brasil em 30 anos - não contou com discursos nacionalistas, mãos manchadas de óleo ou qualquer cerimônia oficial. Uma foto no celular de um operador é o registro da primeira mostra de diesel produzida na Refinaria Abreu e Lima (Rnest) - após quase dez anos e US$ 18,8 bilhões escoados em projetos superfaturados, obras inacabadas e contratos investigados no mais grave caso de corrupção do País.  Mais

segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Política orçamental

Governo tem pior deficit primário desde 1997, para o mês de novembro

Do UOL, em São Paulo
O governo central registrou deficit primário de R$ 6,7 bilhões em novembro, informou o Tesouro Nacional nesta segunda-feira (29). Neste ano, até o mês passado, o resultado acumulado é negativo em R$ 18,3 bilhões.
O valor do deficit de novembro é o pior registrado para o mês e no acumulado do ano desde o início da série, em 1997. O deficit primário é a diferença registrada entre o que o governo arrecada e gasta, sem levar em conta gastos com juros. Esse valor é para reduzir as dívidas públicas.
Em outubro, o Tesouro tinha registrado um resultado positivo de R$ 4,1 bilhões.
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Déficit pública perto de 6 %
http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2014/12/1568233-deficit-publico-dobra-e-atinge-quase-6-do-pib-maior-patamar-desde-2003.shtml

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

A verdade sobre a economia brasileira

Why Brazil Is Its Own Worst Enemy
Many common perceptions foreign investors have about Brazil are misplaced. By all rights, given its size, location, and natural resource base, Brazil should be an economic juggernaut. But the truth is that Brazil should never have been designated a BRIC because it is a poorly managed economy that has rarely lived up to its potential. In 2001, when the country was designated a BRIC, it was $200 billion in debt and spent 38% of its GDP servicing that debt. The following year Brazil took out of $40 billion loan from the IMF. The country's average GDP growth rate since 2000 has been under 2%, and Brazil has consistently underperformed its BRIC counterparts. So, what's all the fuss about?
Not a Great Place to do Business
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