segunda-feira, 21 de março de 2016

Prejuízo de Petrobras

Petrobras registra prejuízo recorde de R$ 34,836 bilhões em 2015


No 4º trimestre, estatal teve prejuízo de R$ 36,938 bilhões.
Resultado foi impactado por revisão de ativos na ordem de R$ 47,6 bilhões.

A Petrobras teve prejuízo líquido de R$ 34,836 bilhões em 2015, informou a estatal nesta segunda-feira (21). Trata-se do maior prejuízo anual registrado pela companhia, segundo dados da Economatica, superando as perdas de R$ 21,587 bilhões de 2014. A maior parte veio do ajuste, para baixo, no valor dos ativos (reservas, plataformas, campos etc) da companhia.
Mais
Petrobras tem prejuízo líquido de R$ 36,9 bilhões no 4° trimestre - InfoMoney 
Veja mais em: http://www.infomoney.com.br/petrobras/noticia/4775750/petrobras-tem-prejuizo-liquido-bilhoes-trimestre
BTG Pactual diz que ações da Petrobras deveriam valer zero - InfoMoney 
Veja mais em: http://www.infomoney.com.br/petrobras/noticia/4616898/btg-pactual-diz-que-acoes-petrobras-deveriam-valer-zero

Inserção internacional Mercosul

Entrevista - Vera Thorstensen

"Ficar atrelado ao Mercosul é afundar o Brasil"

Para Vera Thorstensen, da FGV, o Mercosul hoje é a prova da incompetência brasileira no comércio internacional
por Carlos Drummond — publicado 19/05/2014 05h14, última modificação 30/05/2014 15h55
Pedro Presotto
As maiores apostas do Brasil no setor comercial são a Organização Mundial do Comércio e o Mercosul, mas a primeira é um foro ultrapassado para a ampliação do comércio internacional e o segundo não passa de um acordo para proteger montadoras multinacionais. Esse é o diagnóstico de Vera Thorstensen, coordenadora do Centro de Comércio Global e Investimento da FGV-SP, sobre a posição internacional do País. Nesta entrevista a CartaCapital, Thorstensen critica o que chama de "escândalo" do Mercosul, a proteção dada pelo bloco às multinacionais automobilísticas, as "maiores exportadores de recursos daqui", e defende acordos comerciais com países desenvolvidos, como os Estados Unidos e os da União Europeia. "Não adianta casar com pobre", diz ela.

O escândolo dos escândolos

BNDES recorre ao STF para não revelar dados de empréstimos secretos

O BNDES entrou com mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal (STF) contra a decisão do Tribunal de Contas da União (TCU) que determinou o envio de informações, pelo banco, sobre operações realizadas com o grupo JBS. A alegação do banco é que as informações estão protegidas por sigilo bancário. O pedido do BNDES é para que, em medida cautelar, o Supremo suspenda a decisão do TCU, para que o tribunal se abstenha de fazer novas cobranças ou impor sanções pela não entrega dos documentos. Ao final da análise do caso, o BNDES quer que seja declarado nulo o ato que determinou a entrega das informações.

Escolas Austríaca - 1871-2016

The History of a Tradition: Austrian Economics from 1871 to 2016


Peter J. Boettke


George Mason University - Department of Economics

Christopher J. Coyne


George Mason University - Department of Economics

Patrick Newman


George Mason University

March 18, 2016

Research in the History of Economic Thought and Methodology, Forthcoming

Abstract:    

This paper provides a comprehensive survey of the contributions of the Austrian school of economics, with specific emphasis on post-WWII developments. We provide a brief history and overview of the original theorists of the Austrian school in order to set the stage for the subsequent development of their ideas by Ludwig von Mises and F.A. Hayek. In discussing the main ideas of Mises and Hayek, we focus on how their work provided the foundations for the modern Austrian school, which included Ludwig Lachmann, Murray Rothbard and Israel Kirzner. These scholars contributed to the Austrian revival in the 1960s and 1970s, which, in turn, set the stage for the emergence of the contemporary Austrian school in the 1980s. We review the contemporary development of the Austrian school and, in doing so, discuss the tensions, alternative paths, and the promising future of Austrian economics.

terça-feira, 15 de março de 2016

Teoria austríaca dos ciclos econômicos

A TEORIA AUSTRÍACA DOS CICLOS ECONÔMICOS
por Ubiratan J. Iorio
No início dos anos trinta, o Prof. Hayek foi convidado a proferir uma série de três conferências na London School of Economics. O material daquelas palestras, então publicado sob o título de “Prices and Production” (1) , representa sua primeira tentativa de elaborar uma teoria dos ciclos econômicos, combinando a análise de Knut Wicksell das relações entre moeda e taxa de juros com a teoria do capital de Eugene von Böhm-Bawerk, na tradição iniciada em 1912 por Mises, no capítulo 19 de sua “Theorie des Geldes und der Umlaufsmittel”. As palestras de Hayek foram pontuadas por triângulos, de uma espécie que sua platéia - que incluía, entre outros, John Hicks, Nicolas Kaldor e Joan Robinson - jamais tinha visto anteriormente e que, talvez por esse motivo, não tenha compreendido. Este texto tem os objetivos de, primeiro, explicar o que Hayek pretendia representar com seus triângulos e, segundo, apresentar de maneira mais conceitualizada a alternativa dos economistas que adotam a metodologia austríaca às teorias da inflação dos modelos macroeconômicos convencionais, o que será feito seguindo a linha desenvolvida por Mark Skousen em seu instigante livro “The Structure of Production”, publicado em 1990 pela editora da Universidade de New York. Adicionalmente, procuraremos especular sobre a relevância da teoria hayekiana para os dias de hoje (2) . A teoria austríaca dos ciclos, atribuída a Hayek, procura explicar de que maneira os distúrbios monetários provocam descoordenações intertemporais nas atividades econômicas (os “booms” artificiais), como essas descoordenações, ao serem descobertas, provocam recessão (os “busts”) e que ajustamentos elas desencadeiam no sentido da reestruturação da economia. Trata-se de uma tentativa de conciliar elementos wicksellianos e böhmbawerkianos, tal como já o fizera Mises em seu tratado de 1912. Além disso, Hayek enriqueceu-a com as influências de David Ricardo e John Stuart Mill, bem como, é claro, com seus próprios “insights”. O resultado é uma integração magistral das teorias dos preços, da moeda e do capital. Os diversos elementos da teoria hayekiana - que são isolados a seguir para facilitar a compreensão e a análise do leitor - estão conectados por uma forte complementariedade, a tal ponto de não podermos rejeitar qualquer um deles sem que a teoria como um todo fique comprometida.
Mais

Debate sobre a política econômica em frente da crise atual

José Roberto Castro
‘Nexo’ ouviu dois economistas de diferentes correntes para saber a opinião deles sobre problemas que o Brasil enfrenta na economia

sexta-feira, 11 de março de 2016

Preços dos commodities 2010-16

 Mais

Podcast sobre a política macroeconômica na perspectiva rothbardiana

Podcast sobre a política econômica na perspectiva rothbardiana
Recentemente, o professor Antony Mueller escreveu um artigo para o site do Instituto Mises dos Estados Unidos mostrando as razões pelas quais a análise formulada por Murray Rohtbard no livro A Grande Depressão Americana é hoje mais relevante do que nunca.
 
Nesta entrevista ao Podcast do Instituto Mises Brasil, Mueller apresenta o fundamento teórico utilizado por Rohtbard e mostra como esse instrumental é importante para compreendermos a recessão. Além disso, explicou por que o governo não deve agir para combatê-la sob o risco de transformá-la numa depressão econômica de dimensões incontroláveis.

Crise dos refugiados na Europa


    Um novo artigo meu. Esta vez sobre a crise dos refugados na Europa e sua relação com o estado de bem-estar
    Mein Artikel zur Flüchtlingskrise nun online:

    11.3.2016 – von Antony P. Mueller. Die Debatte um die Flüchtlingskrise wird mit falschen Begriffen geführt. Es geht nicht in erster Linie um Menschenrechte und…
    misesde.org




Taxa de juros de zero na zona do euro


quarta-feira, 9 de março de 2016

Economia Internacional - Padrão de ouro

  
O mecanismo do padrão de ouro elimina desequilíbrios comerciais

Estoque de ouro define massa monetária
Unidade de moeda em peso de ouro (ou prata)
Variação do estoque de ouro varia a massa monetária
A massa monetária determina o nível de preços
                                                                                                               

Economia Internacional - o "trilema" das finanças internacionais

O “trilema” entre um sistema de taxa de câmbio fixa, livre movimento de capital e da política monetária autônoma – impossibilidade de manter os três objetivos juntos


Economia brasileira

"O Funeral do Brasil - O trabalhismo de Vargas, tragédia do Brasil" - Cristiano Chiocca 

Palestra realizada no dia 5 de março de 2016 durante o Simpósio em homenagem aos 90 anos de Murray Rothbard. Instituto Rothbard

Densidade do uso da Internet