segunda-feira, 5 de dezembro de 2016
domingo, 4 de dezembro de 2016
As dez regras da boa governança
AS
DEZ REGRASDA DA BOA GOVERNANÇA
Antony
P. Mueller
Um país está no caminho de prosperidade quando o poder
público mantém:
1.
um
sistema de tributação simples com uma carga tributária leve
2.
gastos
públicos baixos e sob controle
3.
um
sistema monetário estável
4.
um
sistema de preços livre de intervenções
5.
livre
comércio sem protecionismo
6.
grupos
de interesses especiais sob controle
7.
a
propriedade privada intacta
8.
transparência
do setor público
9.
um
papel de subsidiário complementar para o setor privado.
10. paz e propriedade
THE
CONTINENTAL ECONOMICS INSTITUTE
4
de dezembro de 2016
Antony
P. Mueller
Princípios da macroeconomia
OS DEZ PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS DA MACROECONOMIA
Antony P. Mueller
1.
Enquanto
a despesa total é igual à demanda agregada, a demanda agregada não é igual à
produção real.
2.
Qualquer massa monetária é ótima e seja apenas uma única unidade; a
quantidade de fato em uso no mercado é consequência da praticabilidade e não de
princípio.
3.
O nível de salários é
determinado pela produtividade e como tal, em termos de unidades de produção, o
salário do trabalhador deve ser igual à quantidade do produto do trabalhador.
4.
A fonte da riqueza nacional é a produtividade da economia nacional.
5.
O grau de acumulação de capital é determinado pela capacidade de
manutenção do capital, que, por sua vez, depende da taxa de poupança nacional.
6.
O governo e suas autoridades monetárias são capazes de manipular a taxa monetária
de juros; porém não podem alterar a taxa natural de juros, que é determinada
pela preferência temporal.
7. A demanda agregada é limitada pela oferta agregada.
8.
A demanda por um
produto comercial não implica procura por mão-de-obra.
9.
O protecionismo torna uma nação pobre e estúpida na medida em que a
restrição do livre comércio limita a produtividade e a aprendizagem.
10. Política econômica racional é impossível
porque nenhuma previsão confiável pode ser feita quando o objeto do prognóstico
é capaz de aprender.
sábado, 3 de dezembro de 2016
Como bancos centrais desestabilzam a economia
"This talk explores the fiscal origins of currency monopolies and the adverse consequences stemming from their establishment, including their tendency to promote booms and busts; reviews the origins of the doctrine that they should serve as "lenders of last resort"; and explains why last-resort lending tends in practice to generate moral hazard problems that lead to still greater financial instability. Some time is devoted to the special case of the U.S. Federal Reserve System.
"The speaker is George Selgin, director of the Center for Monetary and Financial Alternatives at the Cato Institute and professor emeritus of economics at the University of Georgia."
"The speaker is George Selgin, director of the Center for Monetary and Financial Alternatives at the Cato Institute and professor emeritus of economics at the University of Georgia."
This talk explores the fiscal origins of currency monopolies and the adverse consequences stemming from their establishment, including their tendency to…
youtube.com
As dez leis fundamentais da economia
por Antony Mueller
1. Para consumir é necessário antes produzir.
2. O consumo é o objetivo final da produção.
3. Não há nada que seja realmente gratuito.
4. O valor das coisas é subjetivo.
5. Sem poupança não há investimento e sem investimento não há acumulação de capital; sem acumulação de capital não há maior produtividade e sem mais produtividade não há aumento da renda.
6. Gastos são custos; o multiplicador da renda implica a multiplicação dos custos.
7. O dinheiro, por si só, não é riqueza. Dinheiro é um meio de troca; riqueza é abundância de bens e serviços e bem-estar. O governo criar mais dinheiro não significa criar mais riqueza.
8. O trabalho, por si só, não cria valor; para ter valor, um bem produzido tem de ser útil e demandado por consumidores que voluntariamente querem consumi-lo.
9. No capitalismo de livre concorrência, o lucro econômico é o bônus extra que uma empresa ganha por ter sabido alocar corretamente recursos escassos.
10. Todas as leis genuínas da economia são puramente lógicas e, como tais, não precisam ser verificadas e nem podem ser empiricamente falsificadas.
Como sair da crise
COMO PREVENIR E SUPERAR CRISES ECONÔMICAS
E ABRIR O CAMINHO DA PROSPERIDADE
Conselhos ao poder público
Antony P. Mueller
A. COMO PREVENIR CRISES ECONÔMICAS
1. Mantenha os gastos públicos sob controle
2. Instale um sistema de tributação simples e mantenha a carga baixa
3. Não mexa com a taxa de juros
4. Mantenha a oferta de dinheiro estável
5. Não mexa com o sistema de preços
6. Não permita o abuso de poder por grupos com interesses especiais
7. Não sucumba às tentações do protecionismo
8. Garante a proteção da propriedade privada
9. Mantenha transparência do setor público
10. Escolha como seu objetivo principal não os interesses partidários, mas sim a prosperidade do todo o país
B. COMO SUPERAR CRISES ECONÔMICAS
1. Não impede a liquidação de investimentos errados
2. Não inflacione
3. Permita que os preços se adaptem à situação do mercado
4. Não intervenha no mercado de trabalho
5. Diminua os impostos
6. Reduza os gastos do governo
7. Não estimule o consumo
8. Não expanda o assistencialismo
9. Lembre-se que não é o governo que faz a recuperação, mas sim os atores na economia
10. Mantenha a calma porque com esta receita a depressão passará rapidamente
THE CONTINENTAL ECONOMICS INSTITUTE
3 de dezembro de 2016
Antony P. Mueller
sexta-feira, 2 de dezembro de 2016
As dez leis fundamentais da economia
AS DEZ LEIS FUNDAMENTAIS DA ECONOMIA
Antony P. Mueller
1. A primeira lei da economia diz que antes de consumir é preciso produzir.2. A segunda lei da economia diz que o consumo é o objetivo final da produção.
3. A terceira lei da economia diz que não há nada de grátis. ...
4. A quarta lei da economia diz que valor é subjetivo.
5. A quinta lei da economia diz que sem poupança não há investimento e sem investimento não há acumulação de capital; sem acumulação de capital não há maior produtividade e sem mais produtividade não há aumento da renda.
6. A sexta lei da economia diz que gastos são custos. O multiplicador da renda implica a multiplicação dos custos.
7. A sétima lei da economia diz que o dinheiro em si só não é riqueza; riqueza é poder de compra.
8. A oitava lei da economia diz que o trabalho por si só não cria valor; para ter valor, um produto precisa ter utilidade.
9. A nona lei da economia diz que no capitalismo competitivo o lucro econômico é o bônus extra que uma empresa ganha por ter corrigido os erros da alocação.
10. A décima lei fundamental da economia diz que todas as leis genuínas da economia são puramente lógicas e, como tais, nem precisam ser verificadas nem podem ser empiricamente falsificadas.
LINK para compartilhar:
http://continentaleconomics.com/files/DEZ_LEIS_FUNDAMENTAIS_DA_ECONOMIA.pdf
quarta-feira, 30 de novembro de 2016
O que é errado com macroeconomia?

The field once seemed to have answers for all sorts of thorny questions. Then the financial crisis hit.
bloomberg.com|Por Mark Buchanan and Noah Smith
Paul Romer says he really hadn’t planned to trash macroeconomics as a math-obsessed pseudoscience. Or infuriate countless colleagues. It just sort of…
BLOOMBERG.COM
Recessão continua
O Produto Interno Bruto (PIB) recuou 0,8% no terceiro trimestre, acentuando a queda de 0,4% observada no 2º trimestre deste ano, também na comparação trimestral, divulgou nesta quarta-feira, 20, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). É o sétimo resultado negativo consecutivo nesta base de comparação.
A queda foi generalizada entre os três setores da economia, com recuos na agropecuária (-1,4%), a indústria (-1,3%) e serviços. O resultado do PIB veio dentro do esperado pelo mercado financeiro. Em meio à persistência do quadro recessivo, o mercado financeiro já projeta que a volta ao crescimento no ano que vem deve ser fraca e a alta do PIB ficar abaixo de 1%.
O investimento, uma medida para estimar o potencial de crescimento futuro da economia, caiu 3,1%, depois de leve reação de 0,5% no trimestre anterior.
O consumo das famílias também continua em baixa e caiu pelo sétimo trimestre seguido (-0,6%).
Mais
A queda foi generalizada entre os três setores da economia, com recuos na agropecuária (-1,4%), a indústria (-1,3%) e serviços. O resultado do PIB veio dentro do esperado pelo mercado financeiro. Em meio à persistência do quadro recessivo, o mercado financeiro já projeta que a volta ao crescimento no ano que vem deve ser fraca e a alta do PIB ficar abaixo de 1%.
O investimento, uma medida para estimar o potencial de crescimento futuro da economia, caiu 3,1%, depois de leve reação de 0,5% no trimestre anterior.
O consumo das famílias também continua em baixa e caiu pelo sétimo trimestre seguido (-0,6%).
Mais
terça-feira, 29 de novembro de 2016
Maior o governo, maior a estagnação econômica
segunda-feira, 28 de novembro de 2016
Mercantilismo contra globalismo
Mercantilism "made a comeback in the 21st century. One way is through the emergence of complex bilateral trade agreements—surely better than no trade at all but riddled with labyrinths through which special interests prowl to capture surplus value and smuggle in low-cost labor." Hernando de Soto in the WSJ
domingo, 27 de novembro de 2016
China e o livre comércio
China: The world's new champion of free trade?
Al Jazeerasábado, 26 de novembro de 2016
Japão dívida pública e taxa de juros
The global bond-market sell-off tests Japan’s ability to keep yields down
The Economist
HARUHIKO KURODA is not a man to be put off by an unexpected setback. On November 17th the governor of the Bank of Japan (BoJ) gave his defiant take on the implications for Japanese monetary policy of the global market gyrations that have followed the surprise election of Donald Trump. Interest rates, he noted, have risen in America. “But that doesn’t mean that we have to automatically allow Japanese interest rates to increase in tandem.” A sell-off triggered by Mr Trump’s win wiped more than $1.2trn off the value of the world’s bond markets as investors bet that his administration will stoke America’s economic engines and drive up inflation. Bond yields rose sharply around the world as investors ...
sexta-feira, 25 de novembro de 2016
Meu novo artigo sobre o sistema de aposentaria de Alemanha
Meu novo artigo trata o sistema de aposentaria na Alemanha
My anew rticle deals with Germany's retirement system
My anew rticle deals with Germany's retirement system
25.11.2016 – von Antony P. Mueller. Der Wohlfahrtsstaat ist inhärent widersprüchlich und damit dauerhaft nicht überlebensfähig. Wohlstand, richtig verstanden, verlangt nicht den Ausbau des Wohlfahrtsstaats, sondern seinen Abbau. Gefordert ist die…
MISESDE.ORG
quinta-feira, 24 de novembro de 2016
Fim do TPP
The collapse of the Trans-Pacific Partnership
THE world's most ambitious free-trade deal in decades is all but dead. Donald Trump has said that on his first day in office America will quit the Trans-Pacific Partnership (TPP), a pact that was nearly a decade in the works. Encompassing 12 Pacific Rim countries, including America, Japan and Canada, the TPP would have covered nearly two-fifths of the global economy. Mr Trump had called it a “horrible deal” on the campaign trail. In declaring his intent this week to withdraw from it, he said it was “a potential disaster for our country”. But proponents say it would have been a big improvement on existing trade deals and very good for America. Which view is right, and what happens now?
Measuring the precise impact of trade deals that have been in place for years is hard enough. Forecasting the impact of future deals is even harder. Nevertheless, many economists would agree with two general statements. On one hand, TPP would have generated more growth for all inside the agreement. A series of independent studies predicted that America would have reaped the biggest gains in dollar terms and that emerging markets, especially Vietnam, would have benefited most relative to their size. On the other hand, while free-trade deals enrich countries in general, downsides can be severe for industries and regions that lose out. Moreover, recent research has showed that these negative effects are often longer lasting than optimists had once believed. The TPP would, in other words, probably have increased America’s growth, but at least some people would have been justified in thinking it horrible.
But looking at the impact on GDP alone is too narrow.
Mais
Entrevista de 2015
El Instituto Mises habló la semana pasado con el investigador asociado Antony Mueller acerca de las tendencias económicas e ideológicas recientes en Brasil. El profesor Mueller enseña economía en la Universidad Federal de Sergipe (UFS) en Brasil.
Instituto Mises: Para los que no estamos en Brasil, es difícil interpretar el comentario sobre la economía de Brasil ahora mismo. La deuda de Brasil se redujo recientemente a la categoría de bono basura y podemos ver que la economía de Brasil no va bien. Pero ¿cómo de severa es la crisis?
Antony Mueller: Parte de la explicación es que para una buena parte de la población y para el propio gobierno, esta crisis fue una sorpresa. Al principio, el gobierno brasileño ignoró la inminente crisis y, cuando llegó, ignoró su existencia.
Imaginad a Brasil como una familia con mucha riqueza heredada que gasta como si no hubiera mañana. Aun así esta familia descubre el hecho de que su riqueza se ha estado desperdiciando y sus cuentas funcionales están en rojo. El gobierno no entendió que el auge sería temporal. La economía brasileña empezó a titubear al bajar los precios de las materias primas y disminuir la demanda china. Pero en lugar de adaptarse a la nueva situación y recortar gastos, el gobierno brasileño gastó aún más.
Assinar:
Postagens (Atom)





