quarta-feira, 23 de agosto de 2017
Richard Feynman explica o ensino no Brasil
Ensino de Física no Brasil segundo Richard Feynman
"Em relação à educação no Brasil, tive uma experiência muito interessante. Eu estava dando aulas para um grupo de estudantes que se tornariam professores, uma vez que àquela época não havia muitas oportunidades no Brasil para pessoal qualificado em ciências. Esses estudantes já tinham feito muitos cursos, e esse deveria ser o curso mais avançado em eletricidade e magnetismo – equações de Maxwell, e assim por diante. Descobri um fenômeno muito estranho: eu podia fazer uma pergunta e os alunos respondiam imediatamente. Mas quando eu fizesse a pergunta de novo – o mesmo assunto e a mesma pergunta, até onde eu conseguia –, eles simplesmente não conseguiam responder! Por exemplo, uma vez eu estava falando sobre luz polarizada e dei a eles alguns filmes polaróide. O polaróide só passa luz cujo vetor elétrico esteja em uma determinada direção; então expliquei como se pode dizer em qual direção a luz está polarizada, baseando-se em se o polaróide é escuro ou claro. Primeiro pegamos duas filas de polaróide e giramos até que elas deixassem passar a maior parte da luz. A partir disso, podíamos dizer que as duas fitas estavam admitindo a luz polarizada na mesma direção – o que passou por um pedaço de polaróide também poderia passar pelo outro. Mas, então, perguntei como se poderia dizer a direção absoluta da polarização a partir de um único polaróide. Eles não faziam a menor idéia....."
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"Em relação à educação no Brasil, tive uma experiência muito interessante. Eu estava dando aulas para um grupo de estudantes que se tornariam professores, uma vez que àquela época não havia muitas oportunidades no Brasil para pessoal qualificado em ciências. Esses estudantes já tinham feito muitos cursos, e esse deveria ser o curso mais avançado em eletricidade e magnetismo – equações de Maxwell, e assim por diante. Descobri um fenômeno muito estranho: eu podia fazer uma pergunta e os alunos respondiam imediatamente. Mas quando eu fizesse a pergunta de novo – o mesmo assunto e a mesma pergunta, até onde eu conseguia –, eles simplesmente não conseguiam responder! Por exemplo, uma vez eu estava falando sobre luz polarizada e dei a eles alguns filmes polaróide. O polaróide só passa luz cujo vetor elétrico esteja em uma determinada direção; então expliquei como se pode dizer em qual direção a luz está polarizada, baseando-se em se o polaróide é escuro ou claro. Primeiro pegamos duas filas de polaróide e giramos até que elas deixassem passar a maior parte da luz. A partir disso, podíamos dizer que as duas fitas estavam admitindo a luz polarizada na mesma direção – o que passou por um pedaço de polaróide também poderia passar pelo outro. Mas, então, perguntei como se poderia dizer a direção absoluta da polarização a partir de um único polaróide. Eles não faziam a menor idéia....."
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segunda-feira, 21 de agosto de 2017
Mais uma década perdida
domingo, 20 de agosto de 2017
quarta-feira, 16 de agosto de 2017
Hiperinflação na Venezuela
segunda-feira, 14 de agosto de 2017
Taxa negativa de juros
Kenneth Rogoff, a professor at Harvard University and one of the world's most prominent economists, said central banks across the globe must start preparing themselves to introduce negative interest rates during the next global recession. Negative rates are already in place in several major economies around the world, with the European Central Bank, the Bank of Japan, but other banks around the world would be wise to make preparations as well, Rogoff wrote in a new paper for the Journal of Economic Perspectives. "It makes sense not to wait until the next financial crisis to develop plans and, in any event, it is time for economists to stop pretending that implementing effective negative rates is as difficult today as it seemed in Keynes’ time," he said, citing the growth of cashless transactions as a reason to think that negative rates could be implemented more easily in future.
domingo, 13 de agosto de 2017
Brasil - Alemanha
A diferença fundamental e crítica nas 'estruturas industriais', entre Alemanha_Brasil que explícita a natureza do chamado Desenvolvimento Econômico_Paulo Gala.
País rico, não é aquele com abundância de recursos naturais.
País rico, é aquele que cria conhecimentos, mercados e faz uso de 'força de trabalho' qualificado, resultante de massivos investimentos em níveis educacionais de C, T & I, vinculando conhecimento com Indústria.
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País rico, não é aquele com abundância de recursos naturais.
País rico, é aquele que cria conhecimentos, mercados e faz uso de 'força de trabalho' qualificado, resultante de massivos investimentos em níveis educacionais de C, T & I, vinculando conhecimento com Indústria.
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Tá legal ? Falta muito ao Brasil.
Ver maissábado, 12 de agosto de 2017
quarta-feira, 9 de agosto de 2017
Indústria brasileira
Bitcoin e free banking
Guerreiros da justiça social e a destruição da universidade
Dólar fraco
How does it help U.S. workers to erode the value of the currency in which they’re paid?
wsj.com
Moeda do futuro?
Desigualdade e complexidade econômica
Num instigante trabalho que conecta complexidade, instituições e desigualdade Cesar Hidalgo, Dominik Hartman, et el conseguem demonstrar de maneira robusta que países mais complexos apresentam níveis de desigualdade menores medidos por coeficientes gini. Os autores constroem uma criativa metodologia de índice gini ajustado por complexidade do tecido produtivo e chegam a resultados impressionantes em termos de correlações entre o que se produz e quão desigual, internamente, é um país. Como destacado no mapa acima, por exemplo, todos países produtores de cobre no mundo são mais desiguais (guardadas as devidas questões idiossincráticas) do que todos países produtores de máquinas e peças necessárias para a produção de papel. https://www.paulogala.com.br/paises-complexos-tem-baixa-de…/
Friedman Grande Depressão
Did Krugman Catch a Contradiction in Friedman's Great Depression Work?
by Luis Pablo de la Horra
Either the Great Depression was caused by government intervention (let us not forget that the Fed is a semi-public corporation) or it was brought about by the passivity of the US monetary authorities to actively respond to the crisis. According to Krugman, both arguments cannot be sustained simultaneously.
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Capital natural
None of the world’s top industries would be profitable if they paid for the natural capital they use
A sobering new study finds that the world’s biggest industries burn through $7.3 trillion worth of free natural capital a year. And it’s the only reason they turn a profit.
grist.org
Desigualdade
segunda-feira, 7 de agosto de 2017
Debate sobre a situação sócio-econômica de Sergipe
A análise das informações sócio-econômicas ocorridas na semana que passou, através da divulgação de um estudo realizado pelo Departamento de Economia da Universidade Federal de Sergipe, gerou algumas discussões sobre o desempenho de Sergipe em áreas como educação, saúde, segurança pública e gestão f...
SEFAZ.SE.GOV.BR
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