sábado, 17 de dezembro de 2011

Demografia

As The Economist reports this week, many women in the richer parts of Asia have gone on “marriage strike”, preferring the single life to the marital yoke. That is one reason why their fertility rates have fallen. And they are not alone. In 83 countries and territories around the world, according to the United Nations, women will not have enough daughters to replace themselves, unless fertility rates rise. In Hong Kong, for example, a cohort of 1,000 women would be expected to give birth to just 547 daughters, at today’s fertility rates. (That gives Hong Kong a “net reproduction rate” of just 0.547, in the language of demographers.) If nothing changed, those 547 daughters would be succeeded by just 299 daughters of their own, and so on. Mais

Crescimento econômico em estagnação

Economia brasileira entra na estagnação

Política cambial

Governo Federal quer impedir nova alta do real

Rio de Janeiro, 17 dez (EFE).- O Governo Federal "não vai permitir" que o real volte a se valorizar nos níveis máximos registrados entre janeiro e agosto, que deixaram a indústria em alerta, afirmou neste sábado o ministro da Fazenda, Guido Mantega.
"Todos os países estão desesperados para exportar mais. E usam todas as armas que têm. E arma cambial é a principal. É por isso que nós tomamos várias medidas no campo cambial e continuaremos tomando", disse Mantega em entrevista ao grupo Estado.
Mantega, principal responsável da política econômica do governo, indicou que a cotação atual (R$1,85) é "mais propícia" para a indústria do que a dos meses anteriores.
Desde agosto de 2010, a moeda brasileira se valorizou constantemente até chegar em julho a uma cotação de R$ 1,53, um nível que teve forte impacto na balança comercial do país, sobretudo no setor industrial.
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Perspectivas da economia mundial para 2012

The Continental Economics Institute Currency Review
World Economic Outlook 2012


The year 2011 will be remembered as the year of the European sovereign crisis. 
This crisis is not yet over. On the contrary: 
The risk for 2012 is that the European crisis will spread across the globe. 
The stagnation in Europe and the United States will continue. 
Along with Japan the major world economies are in crisis. 

Step by step this crisis is also affecting
emerging markets... 
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O tempo chegou de comprar um novo carro

Mercedes-Benz SL 2012
Veja vídeo no youtube

Os países mais perigosos para visitar como turista e homem de négocio extrangeiro

Mais oscuro: mais perigoso - Branco: zero - Vermelho oscuro: extremo - A posição do Brasil é médio


quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

A cidade mais rica do Brasil

JOURNAL NACIONAL

Cidade tem maior PIB per capita do país, mas enfrenta muitas dificuldades 

A cidade com o maior PIB per capita do Brasil está na Bahia. Mas, na prática, esse resultado não significa muita coisa na vida dos cidadãos.
Em São Francisco do Conde, a 65 quilômetros de Salvador, está a refinaria Landulfo Alves, uma das maiores do Brasil. São os impostos recolhidos pela Relan que dão à cidade de 32 mil habitantes o mais alto PIB per capita do país, mais de R$ 360 mil. Em 2009, o PIB local foi de R$ 11,4 bilhões, o terceiro maior do estado.

São os impostos recolhidos pela refinaria Landulfo Alves que dão a São Francisco do Conde (BA), de 32 mil habitantes, PIB per capita de mais de R$ 360 mil. Em 2009, o PIB local foi de R$ 11,4 bilhões, o 3º maior do estado.

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A guerra diária do Brasil - e nem inclui as mortes nas estradas

Brasil tem taxa de homicídios maior que a do Afeganistão

Mapa da Violência, divulgado nesta quarta, mostra que país teve quase 50.000 mortes violentas em 2010. Norte e Nordeste concentram aumento

 

O Brasil teve 49.932 homicídios no ano de 2010. De acordo com o Mapa da Violência, divulgado nesta quarta-feira pelo Instituto Sangari com informações dos ministério da Saúde e da Justiça, a taxa de homicídios no ano passado ficou em 26, 2 mortes para 100.000 habitantes. O número significa uma pequena redução em relação a 2009, quando a taxa foi de 27 mortes. Mas a taxa é superior à de conflitos armados em países como o Afeganistão, a Somália, ou o Sudão. Qualquer taxa acima de 10 mortes por 100.000 pessoas é considerada epidêmica por organismos internacionais. Uma epidemia que, no Brasil, tirou 1 milhão de vidas nos últimos 30 anos.
O maior índice de homicídios é o de Alagoas, com 66, 8 mortes por 100.000 habitantes. Em seguida, vêm o Espírito Santo (50, 1), Pará (45, 9), Pernambuco (38,8) e Amapá (38,7). Os menores números são os de Santa Catarina (12,9), Piauí (13,7), São Paulo (13,9), Minas Gerais (18,1), Rio Grande do Sul (19,3) e Acre (19,6). Entre as capitais, Maceió é a que tem o maior número de homicídios por habitante. São Paulo possui a menor taxa. A trajetória da capital paulista, aliás, chama a atenção: em 2000, a cidade tinha a 4ª maior taxa entre as capitais. De lá para cá, o índice de homicídios no município caiu cerca de 80%.
"A grande novidade é que há um processo de nivelamento nacional da violência que não existia dez anos atrás. Há dez anos, ela estava concentrada nas regiões metropolitanas. Agora se espalhou. As taxas dos sete estados que em 2000 eram os líderes de violencia cairam, e os sete que tinha as taxas menores subiram", diz Julio Jacobo, coordenador da pesquisa.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Macro II - Macro III - Último encontro 2011

Nosso último encontro deste semestre vai ter lugar na quinta, 15 de Dezembro as 15:00 horas no DID IV, Sala 10 para Macro II e Macro III
A última oportunidade para pegar provas, esclarecer dúvidas, acertar notas, faltas, etc.

Perspectivas econômicas para 2012

2012 - Perspectivas da Economia Mundial

Antony Mueller

O ano 2011 vai ser lembrado como o ano da crise soberana europeia. Esta crise ainda não está superada. Ao contrário. O risco para 2012 é que a crise europeia vai se espalhar por contágio e afetar também os países emergentes. A estagnação na Europa e nos Estados Unidas vai continuar. Junto com o Japão as grandes economias mundiais estarão na crise. Passo a passo esta crise está afetando também os países emergentes...

Veja os gráficos abaixo
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Dívida, inflação e bancarottas de governos desde 1826

Custos de trabalho por unidade 1999-2010/11

D[ivida do setor privado UK 1987-2010

Componentes de poupança UK 1988-2011

Relação entre renda e consumo UK 2003-2011

Itália taxa de juros 2011

Probabilidades implícitas de "default" 2007-2011

Taxa de juros para debentures de 10 anos 1995-2011

Dívida macroeconômica - Mapa interativa

THE headlines are all about sovereign debt at the moment. But that is only part of the problem. Debt rose across the rich world during the boom, from consumers maxing out credit cards to financial firms taking on more leverage, and the process of reducing it is still at a very early stage.
The interactive graphic above shows the overall debt levels for a wide range of countries, based on data supplied by the McKinsey Global Institute. In theory there is no maximum level for debt relative to GDP, but Ireland and Iceland (not on this map) found the limit in practice when they hit eight-to-ten times GDP. The debt is also broken down by sector. Note the huge size of Britain’s banks relative to its economy, and the high level of Spanish corporate debt. Note, too, Japan's vast amount of government debt, not yet a problem but an obvious reason for jitters over the longer term.
Mapa interativa

A carga da dívida pública

Mais

Férias

Onde tem as mais longas férias para os empregados?

Sociologia do dinheiro

Seminário 2012/1
Sociologia do dinheiro
NPPCS -UFS
Prof. Dr. Antony Peter Mueller
Terça 08h00min-12h00min

A análise de dinheiro e finanças confere chaves indispensáveis para o entendimento do mundo moderno. A economia capitalista de hoje representa uma economia monetária onde o setor financeiro toma uma posição saliente provocando cada vez mais uma monetização das relações sociais. Comercialização implica monetização e monetização implica cálculo. Esta racionalidade é a racionalidade do cálculo econômico que é fundamentalmente um calculo monetário. O principal conflito do capitalismo moderno não existe entre capital e trabalho, mas sim entre a racionalidade do cálculo econômico e a permanência de valores tradicionais, sociais e comunitários. Esta mesma tensão caracteriza profundamente o processo da modernização na sua trajetória histórica. A erupção deste conflito na forma de colisões brutais manifesta-se especialmente em tempos de crises econômicas. Analiticamente este conflito esconde-se na conexão entre o interesse próprio e as relações sociais enquanto a sua manifestação perversa aparece no comportamento irracional de massas igualmente na política como massacres e nos mercados financeiros como pânicos ecrises.
No seminário “Sociologia do dinheiro” o objetivo da primeira parte será de ganhar um entendimento da sociologia de dinheiro e finanças com a ajuda de pensadores clássicos começando com a escola de Salamanca além de estudar especialmente a obra “Filosofia do Dinheiro” de Georg Simmel.
A segunda parte do seminário será dedicada ao estudo analítico-empírico do moderno sistema monetário-financeiro e as suas crises. Analisamos o papel essencial da dívida no capitalismo moderno e a sua função na poupança e nos investimentos. Pesquisamos o impacto do empréstimo pessoal sobre o comportamento do consumidor e como bancos centrais, governos e o setor financeiro interagem na criação da massa monetária. Mostramos que a chamada “liquidez” nos mercados financeiros representa fundamentalmente um processo social constituído de cooperação e confiança, enquanto o colapso de liquidez está tipicamente causado pela dissolução destes fatores. 
A parte final do seminário dedica-se ao estúdio de novas abordagens com o foco de pesquisar teorias e modelos que prometem frutíferos para captar os fenômenos e problemas da atualidade. Além da moderna teoria das finanças, estudamos nesta parte entre outros as abordagens da escola Austríaca, dos pós-keynesianos e da sociologia econômica moderna.
Para obter mais informações e recursos (ementa, bibliografia, documentos, notícias, papers, podcasts, etc.) sobre o projeto começa consultar o blog www.socec.blogspot.com

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Hayek e Keynes

Novo vídeo clip do debate macroeconômico do século sobre as causas e curas da Grande Depressão preparado na série EconStories pelo Russ Roberts:
http://www.youtube.com/watch?v=oWItkj0X_wo

A posição da China no sistema mundial de comércio

Policy Research Working Paper 5897
China and the World Trading System
Aaditya Mattoo
Arvind Subramanian
The World Bank
Development Research Group
Trade and Integration Team
December 2011
WPS5897
Abstract
The Policy Research Working Paper Series disseminates the findings of work in progress to encourage the exchange of ideas about development
issues. An objective of the series is to get the findings out quickly, even if the presentations are less than fully polished. The papers carry the
names of the authors and should be cited accordingly. The findings, interpretations, and conclusions expressed in this paper are entirely those
of the authors. They do not necessarily represent the views of the International Bank for Reconstruction and Development/World Bank and
its affiliated organizations, or those of the Executive Directors of the World Bank or the governments they represent.
Policy Research Working Paper 5897
ABSTRACT
The World Trade Organization has been until recently an effective framework for cooperation because it has
continually adapted to changing economic realities. The current Doha Agenda is an aberration because it does
not reflect one of the largest shifts in the international economic and trading system: the rise of China.
Although China will have a stake in maintaining trade openness, an initiative that builds on but redefines the
Doha Agenda would anchor China more fully in the multilateral trading system. Such an initiative would
have two pillars. The first is a new negotiating agenda that would include the major issues of interest to China
and its trading partners, and thus unleash the powerful reciprocal liberalization mechanism that has driven
the World Trade Organization process to previous successes. The second is new restraints on bilateralism
and regionalism that would help preserve incentives for maintaining the current broadly non-discriminatory
trading order.
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A nova política monetária do Banco Central Europeu

The euro zone crisis

Bank door QE

Dec 12th 2011, 13:09 by Buttonwood
THE grand bargain postulated before last week's fruition - that the euro zone governments would agree a fiscal pact in return for the ECB buying lots of government bonds - hasn't quite happened. But perhaps it is being done via a different route.
The ECB did agree to lend money on extended terms to European banks, and relaxed its collateral rules. The move was generally welcomed as a sign that Europe was ready to stop a Lehman-type collapse resulting from the freeze in the interbank lending markets.
But euro zone leaders have been hinting quite broadly that the banks can take that money from the ECB at 1% and invest the proceeds in government bonds, and earn a very nice yield premium along the way. This is a sort of back door QE, or perhaps bank door QE is the better name for it. In the early 1990s, the Fed deliberately engineered an upward-sloping yield curve to allow US banks to rebuild their balance sheets after the savings & loan crisis; borrowing at 3% and investing in Treasury bonds at 6-7%.
There are some questions over whether banks will take this risk, given that they might have to mark to market any losses on their government bond holdings. And there is no sign yet that this bargain is having much of an effect on bond yields.
Of course, this bargain is on a cynical view, like two drowning men hanging on to each other; bankrupt banks supporting bankrupt governments. The taxpayer stands behind both, of course, but this kind of deal is designed to create an implicit commitment on the part of taxpayers without making the costs explicit to voters.

Os melhores livros 2011 de economia e negócios ecolhidos pelo The Ecomist

mconomics and business
Poor Economics: A Radical Rethinking of the Way to Fight Global Poverty. By Abhijit Banerjee and Esther Duflo. PublicAffairs; 336 pages; $26.99 and £17.99An engrossing book by two young economists who draw on some intrepid research and a store of personal anecdotes to illuminate the lives of the 865m people who live on less than $0.99 a day. Winner of the 2011 Financial Times/Goldman Sachs business book of the year award.
The Great Stagnation: How America Ate All the Low-Hanging Fruit of Modern History, Got Sick, and Will (Eventually) Feel Better. By Tyler Cowen. Dutton Adult; 128 pages; $12.95A small book full of big ideas about the historic changes wrought through education and innovation. An American economist offers plenty to think about for readers of every ideological stripe.
Reckless Endangerment: How Outsized Ambition, Greed, and Corruption Led to Economic Armageddon. By Gretchen Morgenson and Joshua Rosner. Times Books; 331 pages; $30 and £19.99Gretchen Morgenson, a veteran New York Times reporter, and Joshua Rosner, a consultant, join up the dots between Congress, special-interest groups, government-sponsored enterprises and Wall Street, including many that other books failed to link, and provide the best account yet of how the American mortgage system went off the rails.
Money and Power: How Goldman Sachs Came to Rule the World. By William Cohan. Doubleday; 672 pages; $30.50. Allen Lane; £25A rollercoaster account of how Goldman Sachs does business, and the best analysis yet of its increasingly tangled web of conflicts, by a master-storyteller.

A Grande Depressão na perspectiva de hoje

Lessons of the 1930s

There could be trouble ahead

In 2008 the world dodged a second Depression by avoiding the mistakes that led to the first. But there are further lessons to be learned for both Europe and America

“YOU’RE right, we did it,” Ben Bernanke told Milton Friedman in a speech celebrating the Nobel laureate’s 90th birthday in 2002. He was referring to Mr Friedman’s conclusion that central bankers were responsible for much of the suffering in the Depression. “But thanks to you,” the future chairman of the Federal Reserve continued, “we won’t do it again.” Nine years later Mr Bernanke’s peers are congratulating themselves for delivering on that promise. “We prevented a Great Depression,” the Bank of England’s governor, Mervyn King, told the Daily Telegraph in March this year.
The shock that hit the world economy in 2008 was on a par with that which launched the Depression. In the 12 months following the economic peak in 2008, industrial production fell by as much as it did in the first year of the Depression. Equity prices and global trade fell more. Yet this time no depression followed. Although world industrial output dropped by 13% from peak to trough in what was definitely a deep recession, it fell by nearly 40% in the 1930s. American and European unemployment rates rose to barely more than 10% in the recent crisis; they are estimated to have topped 25% in the 1930s. This remarkable difference in outcomes owes a lot to lessons learned from the Depression.
Debate continues as to what made the Depression so long and deep. Some economists emphasise structural factors such as labour costs. Amity Shlaes, an economic historian, argues that “government intervention helped make the Depression Great.” She notes that President Franklin Roosevelt criminalised farmers who sold chickens too cheaply and “generated more paper than the entire legislative output of the federal government since 1789”.
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Endividamento dos brasileiros a limite crítico

Endividamento do brasileiro é recorde

Dívida total do consumidor atingiu R$ 653 bilhões em abril e equivale a 40% da massa anual de rendimentos do trabalho e da Previdência

Márcia De Chiara, de O Estado de S. Paulo
SÃO PAULO - O endividamento do brasileiro atingiu nível recorde. A dívida total das famílias no cartão de crédito, cheque especial, financiamento bancário, crédito consignado, crédito para compra de veículos e imóveis, incluindo recursos do Sistema Financeiro da Habitação (SFH), corresponde a 40% da massa anual de rendimentos do trabalho e dos benefícios pagos pela Previdência Social no País, aponta um estudo da LCA Consultores ao qual o ‘Estado’ teve acesso.
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O Fundo (FMI) sem fundos

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Financiamento dos bancos europeus

BIS: Dificuldades de financiamento para bancos europeus vão continuar

efe



Arantxa Iñiguez. Frankfurt (Alemanha), 11 dez (EFE).- As dificuldades de financiamento para os bancos europeus vão persistir devido à crise de dívida soberana, o que já aumentou a dependência dos bancos franceses e italianos da liquidez do Banco Central Europeu (BCE).
Assim se pode ler no último relatório trimestral do Banco para Pagamentos Internacionais (BIS) de dezembro, publicado neste domingo, no qual se analisa a situação dos mercados de dívida pública e dos bancos.
O BIS, com sede na cidade suíça de Basileia, lembra que no final de 2014 vencem títulos de dívida bancária no valor de US$ 2 trilhões de dólares.
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México - PIB e taxa de câmbio 2006-2011

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Crescimento econômico na zona de euro 2011-12

domingo, 11 de dezembro de 2011

União fiscal sem o Reino Unido - bom ou ruim?

A Deep Seated Hostility Towards European Construction?

by Edward Hugh
The British decision to veto the proposed new EU treaty is not surprisingly provoking an avalanche of commentary this weekend. Among journalists, at least, there seems to be a consensus that David Cameron committed some kind of major diplomatic blunder.
Possibly this is so, but given the difficulties presented by having to take this agreement forward outside the formal structure of the EU, it is hard to not reach the conclusion that both Angela Merkel and Nicolas Sarkozy have been guilty if not of a similar blunder, then at least a major error of judgement.
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sábado, 10 de dezembro de 2011

Nunca na história - apenas no Brasil

 Os funcionários do segundo escalão da prefeitura de São Paulo terão um aumento de até 236%. Na madrugada dessa sexta-feira, a Câmara Municipal anunciou a medida. O projeto do Executivo foi aprovado sem nenhuma mudança por 37 votos a 11. O reajuste precisa, agora, ser sancionado pelo prefeito Gilberto Kassab – o próprio prefeito paulistano propôs os aumentos. Aos cofres públicos, a mudança custará o valor de R$ 19,4 milhões em 2012. O maior reajuste será concedido aos secretários-adjuntos. O salários passará de R$5.455 para R$18.329. Os subprefeitos receberão R$ 19.294, muito mais do que os R$6.573 pagos atualmente. Este valor é mais alto do que o do governador Geraldo Alckmin (R$18.700). 

Perspectivas econômicas para 2012



2012 - Perspectivas da Economia Mundial

Antony Mueller

O ano 2011 vai ser lembrado como o ano da crise soberana europeia. Esta crise ainda não está superada. Ao contrário. O risco para 2012 é que a crise europeia vai se espalhar por contágio e afetar também os países emergentes. A estagnação na Europa e nos Estados Unidas vai continuar. Junto com o Japão as grandes economias mundiais estarão na crise. Passo a passo esta crise está afetando também os países emergentes.

Crescimento
A crise econômica se manifesta atualmente na crise da dívida soberana. Mas vale lembrar que a origem da miséria econômica foi a crise no mercado de imóveis nos Estados Unidos. A dívida soberana atingiu a faixa crítica por causa do impacto da crise nos mercados financeiros que provocou gastos exorbitantes dos governos no mesmo tempo quando a receita com tributos baixou por causa da recessão.
Entretanto os efeitos da crise global estão mais desastrosos na periferia da zona de euro. Grécia esta experimentando uma forte recessão e se mostra incapaz de pagar sua dívida pública sem ajuda do Fundo Monetária Internacional e do Fundo de Estabilidade Financeira da União Europeia. As condições da entrega destes pacotes financeiros demandam um forte corte dos gastos públicos na Grécia. Assim a crise financeira se manifesta também numa crise econômica e atualmente cada vez numa crise social.
Durante 2011 a crise financeira piorou quando começou a afetar negativamente o refinanciamento da dívida pública de uma série de países da zona do euro. Uma crise que afetaria os grandes países europeus excederia a capacidade de ajuda financeira do FMI e da União Europeia e provocaria extremas turbulências na economia global com a consequência de uma recessão profunda da economia global.
Entretanto as expectativas negativas atrapalham a atividade econômica não somente nos países em crise. As perspectivas para uma rápida recuperação da economia global permanecem negativas.
No fim do ano 2011 surgiram indicações que talvez a economia dos Estados Unidos pode-se encontrar no caminho da recuperação.  Mas por enquanto ainda falta uma base sólida para um crescimento econômico sustentável nos Estados Unidos. A economia americana ainda sofre de distorções profundas e a carga da dívida pública e privada americana é pior que ela dos europeus.

Comércio internacional
A necessidade de terminar com os desequilíbrios no comércio exterior que se manifesta nas cifras da conta corrente do balanço de pagamento em muitos países afeta negativamente a perspectiva para o comércio internacional. Uma grande parte do crescimento econômico na China depende do setor externo e manter um superávit no comércio exterior requer déficits em outras regiões. No passado foram principalmente os Estados Unidos que absorveram o superávit chinês. Com a continuação da recessão nos Estados Unidos a China está confrontada com o desafio de encontrar outros destinos além dos países avançados dado que também Europa sofre da atividade econômica fraca e assim vai reduzir sua demanda de importações.
Por enquanto Alemanha podia ainda manter sua posição como o segundo maior exportador mundial devido a substituição das exportações para os países europeus e os Estados Unidos com exportações para os países emergentes.
Dado a urgência de reduzir a dívida pública não somente na Europa, mas também nos Estados Unidos e no Japão, a pressão aumenta para compensar a fraca conjuntura interna nestes países com exportações. Assim novos conflitos estão programados no comércio internacional. Entre as primeiras manifestações do ambiente mais conflituoso na arena do comércio internacional contam a crítica massiva dos Estados Unidos da política cambial da China e as lamentações sobre uma “guerra cambial” lançada pelo Brasil.
A preocupação que alguns países da zona de euro podiam abandonar a moeda comum contribui ainda mais para assombrar as expectativas com o comércio internacional.

Inflação
Desembargo políticas monetárias extremamente expansivas implantadas nos Estados Unidos, na Europa e no Japão em um imenso esforço em conter a crise financeira global, a inflação ainda se mantém relativamente moderada no cenário internacional.  O banco central americano continua a  uma política monetária que combina taxas de juros quase de zero por cento e aumentou recentemente a sua atividade de monetizar a dívida pública americana. Em face da crise da dívida soberana europeia que começou de afetar países de grandes economias como Espanha e Itália, o Banco Central Europeu também iniciou um programa de monetização da dívida comprando títulos de governos países que sofreram uma alta de taxa de juros no processo do refinanciamento da dívida. Assim a liquidez mundial continua em alta e aumenta o risco de consequências inflacionárias em uma dimensão que podia mostrar-se muito difícil de controlar no futuro.
Até agora as forças anti-inflacionárias das últimas décadas continuam a funcionar embargo com menos impacto.  Entre estas fatores que ajudaram a conter a inflação contam os ganhos da produtividade que chegaram com as novas tecnologias, a intensidade da concorrência global e a oferta de trabalho barato especialmente na China e no Leste de Europa. Em combinação com a política monetária de metas de inflação em muitos países pelo mundo experimentou uma prolongada fase de inflação controlada.
Com a reorientação das políticas monetárias em favor de combater a recessão conjunto com o enfraquecimento do progresso tecnológico e com o uso da oferta de mão de obra barata perto do seu limite, a inflação mundial esta entrando numa trajetória de ascensão. 

Mercados
Os leilões de debentures de Alemanha e Itália no Novembro 2011 mostraram que não apenas os pequenos países da periferia estão em perigo, mas também as grandes econômicas. É bem provável que esta tendência vai continuar durante 2012 e provocar um clima de angustia com taxas de juros mais altas para os Estados Unidos, Japão e os países na Europa. Este cenário pode-se tornar ainda mais problemático quando a contração de crédito está acompanhada do aumento da inflação.
Este tipo de ambiente não vai permitir um grande avanço de ativos financeiros. Seletividade vai ser cada vez mais importante. O mercado está no processo de se tornar altamente heterogênico produzindo uma convivência quase irracional de ativos extremamente sobrevalorizados ao lado de ativos extremamente subvalorizados.
A crise da atualidade manifesta-se como uma crise da dívida pública, mas a causa mais profunda reside no sistema monetário da atualidade. O sistema monetário de moeda fiduciária permite um endividamento da economia além da sua capacidade ao longo prazo. Um sistema monetário sem ancora, como hoje em dia é a regra, contém a inerente tendência de produzir uma bolha após a outra bolha.
Por décadas os mercados financeiros se distinguem da característica de que quando uma bolha está implodindo, a outra bolha já está no processo de inflacionar. Por enquanto aparece que estamos perto do fim desta montanha russa.  Quando no passado até recentemente ir com as massas e seguir o rebanho se mostrou como boa estratégia nos mercados financeiros, o mesmo hoje é uma receita para o desastre. Quando no passado era uma boa aposta de esperar como regra subsídios e “bailouts” governamentais quando um setor ou uma empresa ou banca que papel “sistêmico” se encontrou em risco de falhar, no futuro frequentemente se vai esperar em vão. Quando no passado títulos do governo forma os mais seguros, hoje podem se mostrar podres.

Conclusão
Quase todos os governos estão já tecnicamente bancarrota. Isto é a grande diferença que marca o novo período. A atuação do setor público está além do seu zênite e de agora em diante o “novo normal” será a sua diminuição. Isto significa uma mudança radical da política, da sociedade e consequentemente dos mercados financeiros. A próxima grande batalha nesta revolução está já começando. Esta batalha acontece no campo de dinheiro onde as novas forças lutam para estabelecer um sistema monetário que funciona sem intervencionismo estatal.

Antony P. Mueller é doutor em economia pela Universidade de Erlangen-Nuremberg, na Alemanha, e atualmente atua como professor na Universidade Federal de Sergipe (UFS). Ele é o fundador do Continental Economics Institute e mantêm os blogs Economia Nova, Cash and Currencies e Sociologia econômica.

União fiscal europeia deixa o Reino Unido fora

Veja a avaliação do THE ECONOMIST;
In an effort to stabilise the euro zone, France, Germany and 21 other countries have decided to draft their own treaty to impose more central control over national budgets. Britain and three others have decided to stay out. In the coming weeks, Britain may find itself even more isolated. Sweden, the Czech Republic and Hungary want time to consult their parliaments and political parties before deciding on whether to join the new union-within-the-union...
Britain would, surely, have had more influence had the countries of the euro zone remained under an EU-wide system...
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A união fiscal dos Estados Unidos

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Riqueza americana em queda

Shocking Charts And Statistics That Prove That America Is No Longer A Wealthy Nation

By Michael Snyder
BlacklistedNews.com
How do you decide whether you are wealthy or not? Do you determine that by how much money you spend at the stores? Of course not. You can tell if you are wealthy or not by comparing your assets (the money in your bank account, equity in your home, etc.) to your liabilities (your mortgage, credit card debt, student loan debt, etc.). Well, a lot of Americans seem to believe that just because a lot of money is circulating in our economy that it must mean that we are a wealthy nation. But that is simply not true. To tell whether or not America is a wealthy nation, you need to look at the balance sheet numbers. And when you look at the balance sheet numbers, a very sobering story emerges. Over the past three decades, government debt, business debt and household debt have absolutely exploded, but our assets have not. That means that we are getting poorer as a nation. Hopefully the shocking charts and statistics in this article will help a lot of Americans to wake up. Yes, we once were the wealthiest nation on earth, but today America is no longer a wealthy nation.
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A bolha chinesa perto de implodir

Guest Post: One Alarming Indicator From China

Tyler Durden's picture


Submitted by Tim Staermose of Sovereign Man
One Alarming Indicator From China
For a few decades now, the Communist Party in China has had an implicit social and political contract with the Chinese populous for decades, which goes something like:
"We will deliver economic growth and improvements in your material living standards. You will meekly do as you are told, refrain from dissent, work hard, save a huge percentage of your money, and ignore obvious corruption."
While nearly everyone in China has benefited to some degree under this current "system," the wheels are definitely starting to come off. Official GDP numbers are now slowing, real estate prices are falling, and inflation is quickening.
Now, I've made no secret that I'm decidedly bearish on China's medium-term prospects. After my trip there back in June to conduct some good old-fashioned "boots on the ground" research, I wrote extensively about the massive overbuilding of apartments, office blocks, and all manner of infrastructure on an almost unimaginable scale.
Put simply, every year since 2005, more than 50% of China's GDP has consisted of construction-related spending. The law of diminishing marginal returns says this simply cannot continue.
It represents a misallocation of the household sector's hard-earned savings on a colossal scale, and I believe it will end badly. Not a day goes by that there aren't riots and protests somewhere in China (including cyberspace) as the downtrodden man in the street reaches his froggy boiling point.
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