segunda-feira, 19 de março de 2012

Protecionismo brasileiro

Mantega promete mais barreiras a produtos importados

Segundo reportagem publicada pela Folha, ministro, bastante criticado pela OMC, já estuda barreiras comerciais para proteger indústria.

 São Paulo – O ministro Guido Mantega (Fazenda) já estuda novas barreiras comerciais para defender o mercado brasileiro da concorrência de produtos importados, segundo reportagem publicada neste domingo pela Folha de S.Paulo. Para o ministro, há determinados setores que sofrem com concorrência desleal, subfaturamento e câmbio manipulado. O setor têxtil está entre os que devem ser protegidos.

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Produtividade europeia

Why Europe's Long Vacations May Make Economic Sense



"... Greeks toil for an average of 2,017 hours per year -- more than any other European country -- and take two weeks of vacation per year, according to the Organisation for Economic Co-operation and Development (OECD). Germans, by contrast, work only 1,408 hours per year -- ranking them 24th out of 25 European countries. Yet Greece is an economic basket case with unemployment at over 20%, while Germany is the miracle powerhouse of Europe, humming along with only 6.8% unemployment -- the lowest since reunification.
Part of the reason for this is productivity...
In the U.S., however, it's a different story. The average American worker earns 14 days off per year, but only takes 12 of them, according to a 2011 survey by Expedia. About a quarter of Americans don't have any vacation time at all..."
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domingo, 18 de março de 2012

Produtividade da economia brasileira

Brasileiro fica no 15º lugar em ranking de produtividade da AL
Fabiana Ribeiro, O Globo
crescimento econômico do Brasil está em xeque. Produtividade baixa, investimento insuficiente, falta de mão de obra qualificada e gargalos estruturais (de portos a aeroportos) freiam a expansão da sexta economia do planeta, dizem especialistas.
Levantamento com 17 países da América Latina mostra que a produtividade do trabalhador brasileiro — medida pelo quociente entre Produto Interno Bruto (PIB, conjunto de bens e serviços produzidos no país) e pessoal ocupado — está entre as mais baixas: na 15 colocação, à frente só de Bolívia e Equador, segundo dados da instituição de pesquisa americana The Conference Board.
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Copa 2014

Romário teme que Copa de 2014 tenha o "maior roubo da história"



Rio de Janeiro, 18 mar (EFE).- O ex-jogador e deputado federal Romário, um dos principais críticos à forma com que a Copa do Mundo de 2014 tem sido organizada, alertou neste domingo que a competição se tornará o "maior roubo da história" do país, tudo por conta da má gestão dos políticos brasileiros.
"Esta palhaçada vai piorar quando faltar um ano e meio para o Mundial. O pior está por vir porque o governo deixará que aconteçam as obras emergenciais, as que não precisam de licitações. Ai vai acontecer o maior roubo da história do Brasil", afirmou Romário através de sua página no Facebook.
Para o Baixinho, "o Governo engana ao povo", e a presidente Dilma Rousseff "está sendo enganada ou se deixa enganar" quando afirma que a Copa será a melhor de todos os tempos.
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sábado, 17 de março de 2012

A máquina da prosperidade

O que o comércio faz? Vantagens comparativas são o fundamento da divisão do trabalho e troca, mas é raramente entendida. "A Máquina da Prosperidade" destroi definitivamente os dogmas protecionistas ao mostrar o que o comércio produz - prosperidade e paz.
Transcrição e tradução de Jeová Costa Lima Neto.
Revisão de legendas de Juliano Torres.

Entenda a lei das vantagens comparativas, veja A Máquina da Prosperidade

sexta-feira, 16 de março de 2012

Alemanha oriental antes e depois a queda do muro

Uma galeria de fotos
Galeria de fotos
Texto Reunification Renovations

A longa história das inovações financeiras

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Rendimento de açoes e equity premium 1900-2011

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Macroeconomia americana

Explaining America's macro puzzles

The worst of all worlds

Mar 15th 2012, 21:08 by G.I. | WASHINGTON 
America’s economy is a mosaic of puzzles and contradictions that has economists and bloggers scrambling for explanations and scrutinizing the data for quirks and flaws. Lately, I’ve been thinking dark thoughts: what if all it takes is a single explanation that assumes all the data are correct?

O Keynesianismo da atualidade

Consensus, Dissensus and Economic Ideas: The Rise and Fall
of Keynesianism During the Economic Crisis
Henry Farrell, George Washington University
John Quiggin, University of Queensland
March 9, 2012
Introduction
\The same people who would never touch de cit spending are now tossing
around billions. The switch from decades of supply-side politics all the way to
a crass Keynesianism is breathtaking." Peer Steinbrück, disgruntled German
Finance Minister, December 6, 2008.
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Crescimento econômico 2012

PIB deverá crescer 3,5% em 2012, prevê o Ipea

agenciaestado

O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro deve crescer 3,5% em 2012, mas poderia ter expansão de 4,5%, segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). A taxa de investimento em relação ao PIB permaneceria a mesma em ambos os casos, em torno de 20,54%, mas o que definiria a diferença seria a aceleração no ritmo de investimentos.
No cenário atual, com o PIB de 2012 crescendo a 3,5%, a Formação Bruta de Capital (FBCF) encerraria o ano com expansão de 7,0%. Para conquistar um PIB de 4,5% no fim do ano, seria necessária uma taxa de FBCF a 8,0%.
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quinta-feira, 15 de março de 2012

Política monetária - SELIC insustenável

Economia

Taxa Selic em níveis históricos não é sustentável, afirma economista

Autoridades do Comitê de Política Monetária (Copom), anunciaram nesta quinta-feira, 15, que a Selic, taxa básica de juros do Brasil, se aproximará da mínima histórica de 8,75% que vigorou entre julho de 2009 a abril de 2010. 
A alta taxa de juros no país é apontada como um dos principais motivos para a entrada da dólares no país. O fato dos bancos europeus disponibilizarem muito capital para estimular a economia local atrai especuladores, que pegam empréstimos a juros irrisórios no continente (cerca de 1%) para reaplicar no mercado de câmbio nacional, que remunera com a taxa Selic, atualmente em 9,75%. 
O Ministério da Fazenda tem anunciado medidas - como o aumento nos impostos para transações financeiras internacionais - que visam controlar a entrada massiva de dólares no país, que tem pressionado o câmbio. O objetivo das ações é desvalorizar o real e aumentar a competitividade dos produtos nacionais, dentro e fora do país.

Política monetária - SELIC

Selic acima de mínimo histórico, diz Copom

Para justificar a queda mais rápida dos juros, o Banco Central (BC) considera que há elevada probabilidade de concretização de um cenário em que a taxa Selic se desloca para patamares "ligeiramente" acima dos mínimos históricos. Segundo a ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), nesse patamar a taxa Selic iria se estabilizando. Cabe lembrar que a taxa Selic mínima histórica foi de 8,75% e vigorou de julho de 2009 a março de 2010.

Europa em crise - Ferrari 458 Italia2

quarta-feira, 14 de março de 2012

Boa notícia: A preferência temporal no Brasil está baixando - no mínimo na classe A

Dos jovens da classe A, as moças são as que mais se preocupam com o futuro

infomoney
Em quarta-feira 14/3/2012, às 13:00

SÃO PAULO – A maioria dos jovens da classe A (de famílias com rendimento mensal superior a R$ 10 mil) se preocupa com o futuro. Entre os homens e mulheres, elas são as que mais pensam na questão.
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Capital, dinheiro e crises econômicas

Capital, dinheiro e crises econômicas

Crescimento do setor agronegócio brasileiro

PIB do agronegócio do Brasil subiu 5,7% em 2011, diz CNA

reuters
Em quarta-feira 14/3/2012, às 16:16

SÃO PAULO, 14 Mar (Reuters) - O Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio encerrou o ano de 2011 em alta de 5,73 por cento, informou a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) nesta quarta-feira.
O resultado é superior ao indicado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas), que apontou alta de 3,9 por cento em 2011.
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Crescimento econômico em 2011

Crescimento dos países mais ricos desacelera em 2011

Folha Online
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O crescimento econômico dos países mais ricos desacelerou bruscamente entre 2010 e 2011, aponta um levantamento divulgado nesta quarta-feira pela OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico), como efeito da crise que afeta o bloco europeu. 
O produto agregado do chamado G20, grupo que reúne as maiores economias do mundo, progrediu somente 2,8%, ante 5,0% de crescimento registrado em 2010. O PIB total desses países cresceu somente 0,7% no trimestre final do ano passado, ante 0,9% no período de agosto a setembro.
O dado agregado, no entanto, oculta uma realidade bastante desigual entre os integrantes desse bloco. Enquanto algumas nações mostraram um crescimento robusto no ano passado, a exemplo da China (9,2%), Índia (7,3%) e Indonésia (6,5%), os EUA expandiram apenas 1,5% no mesmo período.
A União Europeia é outro exemplo forte: segundo a pesquisa dessa organização, o PIB do bloco europeu cresceu apenas 1,5%, após uma expansão de 2% em 2010.
O levantamento da OCDE também destaca a situação do Japão, único país entre os 20 mais industrializados a registrar recessão (queda de 0,7% do PIB) no ano passado, ante um incremento de 4,4% no exercício anterior.
O Brasil ocupa uma posição intermediária: se não teve o crescimento impressionante dos países asiáticos no ano passado, teve um desempenho (aumento de 2,7% do PIB) bastante similiar ao do Canadá (2,5%), da Austrália (2,2%) e da Alemanha (3%).

Perspectivas do emprego no mundo

Fonte

terça-feira, 13 de março de 2012

O dólar em "zero bound"

Política cambial

Mantega defende medidas de defesa do real para país não se passar por "bobo"

efe

Brasília, 13 mar (EFE).- O ministro da Fazenda, Guido Mantega, confirmou nesta terça-feira a intenção do Governo de não intervir no mercado cambial, mas sustentou que as medidas para defender o real adotadas recentemente são necessárias para não "fazer papel de bobos".
Em comparecimento a uma comissão do Senado, o ministro foi questionado com relação a diversas medidas anunciadas este mês por seu escritório para conter a revalorização do real frente ao dólar.
"Apesar de sermos partidários do câmbio flutuante, não podemos fazer papel de bobos e nos deixar levar pela manipulação cambial praticada nos países avançados", que de acordo com Mantega, prejudica a outros e especialmente às economias emergentes.
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VW bate recorde em vandas e lucro

VW bate novo recorde de vendas mundiais em 2011
O grupo Volkswagen anunciou os resultados de suas marcas em 2011. Em conjunto, elas conseguiram mais um recorde: foram 159.300 milhões de carros vendidos, um aumento de 25,6% em relação a 2010. O lucro também cresceu - e bastante (50%) - foram 11.300 milhões de euros no ano passado. Além disso, anunciou que até 2015 será o grupo mais ecológico do planeta; seus produtos terão, em média, uma emissão de CO2 de 120 g/km.
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segunda-feira, 12 de março de 2012

Resgate de Grécia aprovado

Eurogrupo aprova 2º pacote de resgate à Grécia

efe
Em segunda-feira 12/3/2012, às 20:51

Bruxelas, 12 mar (EFE).- O Eurogrupo - fórum de ministros de Economia da zona do euro - aprovou o segundo resgate financeiro à Grécia, embora a formalização do pacote de 130 bilhões de euros, previsto para quarta-feira, dependa da ratificação em nível nacional.
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III. Conferência de Escola Austríaca no Brasil - São Paulo - 12 e 13 de Maio

Repressão financeira

Financial Repression Has Come Back to Stay: Carmen M. Reinhart

As they have before in the aftermath of financial crises or wars, governments and central banks are increasingly resorting to a form of “taxation” that helps liquidate the huge overhang of public and private debt and eases the burden of servicing that debt. Such policies, known as financial repression, usually involve a strong connection between the government, the central bank and the financial sector. In the U.S., as in Europe, at present, this means consistent negative real interest rates (yielding less than the rate of inflation) that are equivalent to a tax on bondholders and, more generally, savers....
Throughout history, debt-to-GDP ratios have been reduced in five ways: economic growth, substantive fiscal adjustment or austerity plans, explicit default or restructuring of private and/or public debt, a surprise burst in inflation, and a steady dose of financial repression that is accompanied by an equally steady dose of inflation. It is critical to note that the last two options -- inflation and financial repression -- are only viable for domestic-currency debts (the euro area is a special hybrid case)....
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