quarta-feira, 19 de junho de 2013

Macro 3 - Crescimento econômico - fórmulas básicas

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terça-feira, 18 de junho de 2013

Por onde vai nosso dinheiro?

Governo paga diárias de ministros, oficiais e servidores para assistirem aos jogos
Comentários 265

Leandro Mazzini
Atualizada Terça, 11h34: Sob o som do apito inicial da festa no Sábado, o Palácio do Planalto lançou discretamente um Bolsa-Copa para ministros da Esplanada, oficiais militares e servidores, tudo por conta do dinheiro público.
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Inflação em alta

Tombini: inflação em 12 meses tem tendência de alta

O presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, disse que o Brasil está e estará preparado para enfrentar eventuais ventos contrários, ao se referir à volatilidade no mercado externo. Ele citou o nível das reservas internacionais e o sistema financeiro "bem capitalizado e com níveis elevado de liquidez e provisionamento". Em audiência pública na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, ele acrescentou que a produção industrial se expandiu nos últimos meses, com crescimento disseminado, destacando, por exemplo, a produção de bens de capital. 

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Como reduzir corrupção

Quer diminuir a corrupção no Brasil? Tire poder das mãos de políticos!


Relação entre qualidade de vida e liberdade econômica

Liberdade Econômica e Qualidade de Vida é um curto e informativo vídeo centrado nas ideias da liberdade econômica e os benefícios sociais que ele produz. O vídeo ajuda a explicar o que liberdade econômica é e porque é um conceito chave para melhorar a sociedade.
Ativa os subtítulos em português
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Transporte privado ou publico?


A bolsa familia inflacionária

A inflação afeta o consumo das famílias mais pobres

14 de junho de 2013 | 2h 09
O Estado de S.Paulo
Em abril, as vendas do comércio varejista restrito cresceram apenas 0,5% em relação a março, e 6,4% em relação a abril de 2012, segundo o IBGE. Mas um indicador que merece maior atenção e análise foi o das vendas de hiper e supermercados que sofreram queda de 0,5% na comparação com as de março e de 5,5% em relação a abril de 2012. O enfraquecimento do comércio nesse setor revela a perda de poder aquisitivo das famílias de menor renda, que empregam a maior parcela dos seus salários na compra de gêneros alimentícios de primeira necessidade e de outros bens essenciais.
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Fim da festa das ilusões

Quadro global indica que festa acabou para o Brasil, diz BNP

Para o economista-chefe para a América Latina do BNP Paribas, “no Brasil, hoje, não adianta pisar fundo na demanda, é necessário ter um motor melhor de oferta” 

 A revisão das projeções do BNP Paribas indicam um cenário global com menos crescimento e inflação em 2013 (esse último, não no caso do Brasil). “No Brasil, esse quadro indica que a festa acabou”, afirmou Marcelo Carvalho, economista-chefe do BNP Paribas para a América Latina.

“Hoje, o mundo está mais complicado para países como o Brasil do que imaginávamos há três meses”, disse Carvalho. O cenário internacional já esteve mais favorável para o Brasil nos últimos anos, com a China crescendo muito, exportações de commodities mais caras e o desemprego impedindo um quadro de inflação. “Essa história acabou. O mundo mudou“, disse carvalho.
“A china não cresce no mesmo ritmo e o preço das commodities não sobe tanto. O Brasil usou sua capacidade ociosa e hoje tem um quadro batendo em restrições de oferta, o Brasil incentivou muito o lado da demanda e se esqueceu de trabalhar no lado da oferta”, disse Carvalho. Esse descasamento leva a pressões de inflação e uma piora nas contas externas e no câmbio.
“É como se fosse dirigir um carro velho. Você pode tentar pisar mais fundo no acelerador, o carro pode fazer mais barulho mas não vai andar muito mais rápido. Você precisa de um motor melhor. No Brasil hoje, não adianta pisar fundo na demanda, você precisa de um motor melhor de oferta”, disse. O “motor melhor do lado da oferta” significa investir em capital humano (aumentar a produtividade, através de melhorias na educação) e investir em capital físico, através de investimentos públicos e privados.
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A moderna escravidão brasileira


Burocracia brasileira impede inovação

Quanto tempo é necessário para abrir uma empresa no Brasil? 119 dias. Se você acha muito, espere para ver quanto tempo leva para fechar uma empresa!
O custo de abertura também é salgado. Em média, R$ 2.038. Isso é uma ducha fria para qualquer empreendedor, especialmente aqueles interessados em internet.
Já nosso vizinho, o Chile, acaba de dar um olé no Brasil. Os hermanos aprovaram uma nova lei em que a abertura de empresas passa a ser feita em um único dia. Tudo pela internet, sem papelada.
E, para completar, a custo zero. O Chile percebeu que a melhor forma de promover o desenvolvimento é apostar na dobradinha empreendedorismo e inovação.
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Rebelião contra impostos


As raízes da desigualdade no Brsil

Atraso na educação explica 100% da desigualdade de renda, diz economista

ÉRICA FRAGA
DE SÃO PAULO
Atrasos educacionais explicam 100% das desigualdades de renda entre diferentes regiões do Brasil.
A conclusão é do economista Alexandre Rands, pesquisador da Universidade Federal de Pernambuco, que tem uma vasta produção acadêmica sobre esse tema.
Seu diagnóstico, se correto, significa que o país investe em políticas equivocadas há décadas.
Segundo Rands, foi o caso de incentivos para o desenvolvimento da indústria de regiões mais pobres e continua sendo o caso de subsídios públicos a setores empresariais específicos.
Ele argumenta que no mercado de capital físico o investimento funciona de forma razoavelmente eficiente.
O mesmo não vale para o setor de capital humano. "Famílias em que os pais têm maior capital humano tendem a ter mais recursos para investir na educação dos filhos", afirma.
Por isso, as desigualdades educacionais tendem a se perpetuar se não houver interferência do governo.
Apesar de melhoras, com políticas que tentam compensar a baixa capacidade de investimento das regiões mais pobres, os avanços do Brasil nessa área têm sido insuficientes, diz Rands.
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Brasil em rebelião

Protestar, sim! Mas pela(s) causa(s) certa(s), por favor…


Motivos para protestar não faltam no Brasil. Mas é em situações como a que vivemos hoje no país que devemos evitar de sermos ou deixarmos que nossos amigos sejam ou ajam como idiotas úteis, sendo cúmplices de movimentos com bandeiras que, na prática, só piorarão o atual cenário (como denota esse artigo assinado por “líderes” do movimento em SP).
Não podemos aceitar calados os abusos praticados pelos nossos governantes (e estes não são poucos e nem custam barato!). Mas achar que tais abusos, bem como a corrupção e a incompetência estatal, serão resolvidos aumentando-se a dose da sua própria causa (justamente o tamanho paquidérmico do Estado brasileiro) é uma estratégia ingênua. Ou simplesmente mal-intencionada.
Aumentar os subsídios a empresas (públicas e privadas) responsáveis pelo transporte coletivo urbano só irá fomentar o aumento da burocracia e da ineficiência no setor. Defender uma bandeira como “passe-livre universal” é de uma tolice e uma irresponsabilidade que ultrapassam minha compreensão.
É necessária a liberalização do mercado de transporte coletivo em todo o Brasil urgentemente. A concorrência entre empresas pelos passageiros levará a uma necessária melhora no atendimento das necessidades de seus clientes. Quem não prestar um serviço adequado, perderá dinheiro. É o que acontece em todos os setores da economia em que há um mínimo de liberdade.
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Por que a Internet não provocou mais crescimento?

Think the Internet Leads to Growth? Think Again
Remember the year 2000 in the months after the Y2K bug had been crushed, when all appeared smooth sailing in the global economy? When the miracle of finding information online was so novel that The Onion ran an article, “Area Man Consults Internet Whenever Possible?” It was a time of confident predictions of an ongoing economic and political renaissance powered by information technology. Jack Welch—then the lauded chief executive officer of General Electric (GE)—had suggested the Internet was “the single most important event in the U.S. economy since the Industrial Revolution.” The Group of Eight highly industrialized nations—at that point still relevant—met in Okinawa in 2000 and declared, “IT is fast becoming a vital engine of growth for the world economy. … Enormous opportunities are there to be seized by us all.” In a 2000 report, then-President Bill Clinton’s Council of Economic Advisers suggested (PDF), “Many economists now posit that we are entering a new, digital economy that could inaugurate an unprecedented period of sustainable, rapid growth.”
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Capitalismo ou socialismo?

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domingo, 16 de junho de 2013

Sair da pobreza

País rico é país com saneamento adequado

Roberto Macedo - O Estado de S.Paulo
País rico é país sem pobreza, diz o lema do governo Dilma Rousseff. Mas cabe perguntar: que pobreza o governo tem em mente e quer eliminar? Se for medida pelo critério de renda, mesmo com o avanço da chamada classe C - a tal "nova classe média" -, boa parte desta é ainda pobre tanto no valor absoluto de sua renda como em termos de comparações internacionais. E há ainda as classes D e E.
Pode ser que o governo defina um nível conveniente de renda mínima ao medir o seu esforço de eliminar a pobreza. Mas nem assim esconderia o fato de que o País não seria rico se somente isso ocorresse. Esse nível de renda seria baixo e a pobreza não se limita aos rendimentos. Há outros aspectos fundamentais, como o nível e a qualidade do ensino e do atendimento à saúde recebidos em termos médios pela população, sabidamente muito baixos no Brasil. São carências seculares que não serão resolvidas em um ou dois mandatos presidenciais. E há mais aspectos da pobreza também carentes de atenção. Entre eles, a falta de saneamento adequado, que se desdobra em água tratada, esgotamento sanitário, coleta de lixo e drenagem de águas pluviais - esta para evitar as enchentes e os seus repetidos desastres. Quanto a isso o Brasil também está longe de chegar ao que se passa em países ricos.
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M1 e sua velocidade Estados Unidos


M1 comprises (1) currency outside the U.S. Treasury, Federal Reserve Banks, and the vaults of other depository corporations; (2) traveler's checks of nonbank issuers; (3) demand deposits at commercial banks (excluding those amounts held by other depository corporations, the U.S. government, and foreign banks and official institutions) less cash items in the process of collection and Federal Reserve float; and (4) other checkable deposits (OCDs), consisting of negotiable order of withdrawal (NOW) and automatic transfer service (ATS) accounts at depository institutions, credit union share draft accounts, and demand deposits at thrift institutions. Seasonally adjusted M1 is constructed by summing currency, traveler's checks, demand deposits, and OCDs, each seasonally adjusted separately.




Velocity is a ratio of nominal GDP to a measure of the money supply. It can be thought of as the rate of turnover in the money supply--that is, the number of times one dollar is used to purchase final goods and services included in GDP.

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Fim do Petrobras?

Dívida 'estratosférica' pode quebrar Petrobras, diz Procuradoria

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FILIPE COUTINHO
FERNANDA ODILLA
DE BRASÍLIA

Impedida de importar e exportar petróleo há uma semana em razão de uma dívida de R$ 7,3 bilhões, a Petrobras pode "quebrar" e gerar "caos" o mercado de ações caso pague o débito "estratosférico", segundo o Ministério Público Federal no Rio de Janeiro.
A Folha teve acesso ao parecer da procuradoria no processo que tramitou no TRF-2 (Tribunal Regional Federal da Segunda Região).
Dívida impede Petrobras de importar, exportar e participar das rodadas do pré-sal
Na quinta-feira, a estatal tentou, sem sucesso, levar o caso ao STJ (Superior Tribunal de Justiça) para recuperar a certidão negativa de débitos que lhe permite importar, exportar e até participar de rodadas do pré-sal.
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Economia alemã

Special report: Germany

The economy

Dissecting the miracle

The ingredients of German economic success are more complex than they seem

THE NECKAR VALLEY, not far from Stuttgart, is the epitome of provincial Germany. A string of picturesque towns with quaint Swabian names—Tübingen (home to a famous university), Reutlingen, Nürtingen, Wendlingen, Metzingen—stretch along the river, separated by orchards and family farms and flanked by the hills of the Swabian Alb. But the small-town idyll is deceptive. The Neckar valley is also home to scores of Germany’s small and medium-sized companies known as the Mittelstand, a highly successful component of the global economy.
Storopack, tucked inconspicuously down a side street in Metzingen, is a world leader in protective packaging. The firm is family-owned but thoroughly global, with 52 factories in 13 countries. The first Chinese facility opened in 2000. Now there are ten.
Rösch, a third-generation family textile firm in Tübingen known for upmarket nightwear, has also become one of Europe’s biggest makers of specialist fabrics for the car industry. Its unassuming buildings, down a small road by the river, contain vast computer-aided processing and dyeing machines that produce the synthetic materials for lining car roofs.
These small-town champions, along with industrial giants such as Siemens, Bosch and BMW, help to maintain Germany’s manufacturing and export prowess. Manufacturing’s share of GDP in Germany is bigger than in other rich countries and German exports, particularly to fast-growing emerging economies, are stronger. Half of Germany’s growth over the past decade has come from exports. The external surplus, at €188 billion ($243 billion), or 7% of GDP, is the world’s biggest in absolute terms, one of the biggest relative to the size of the economy, and rising.

A lei de Mandelbrot

"Big gains and losses concentrate into small packages of time."
   -- Benoit Mandelbrot

Petrobras bloqueado

Dívida impede a Petrobras de exportar e importar
Certidão de débitos da estatal foi cancelada pela Procuradoria da Fazenda
Sem esse documento, companhia não pode atuar; empresa tentou reverter medida no STJ ontem, mas fracassou
FILIPE COUTINHO FERNANDA ODILLA DE BRASÍLIA
"De fato, sem tal certidão a requerente não poderá desenvolver regularmente suas atividades, o que causa sérios prejuízos não só a si própria mas à economia nacional como um todoPETROBRASno documento enviado ao STJ
Por causa de uma dívida bilionária, a Petrobras está impedida de importar, exportar e até de participar das rodadas de leilão do pré-sal.
O motivo é o cancelamento, por parte da Procuradoria da Fazenda Nacional, no dia 7 de junho, da certidão de débitos da Petrobras.
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"Gratuito" custa mais


Cai emprego

Queda no emprego de maio é a maior desde 2009, diz Fiesp


O diretor-adjunto do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Walter Sacca, afirmou nesta quinta-feira, 13, que o nível de emprego da indústria paulista em maio deste ano só foi melhor que o de maio de 2009, ano historicamente ruim para o emprego por conta do reflexo da crise.
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quinta-feira, 13 de junho de 2013

Teoria econômica sob investigação

Recovering Austrian Economics


by Harry Veryser
An economist is someone who sees something happen in practice and wonders if it would work in theory. —Ronald Reagan
austrian economicsDoes economics have any real value?
That blunt question has been voiced with greater frequency in recent years. After all, mainstream economics, with its cherished theories and complex mathematical models, failed to predict or to prescribe adequate remedies for the economic meltdown that began in 2007. These failures led liberal columnist Paul Krugman, the 2008 winner of the Nobel Prize in economics, to call the previous thirty years of macroeconomics “spectacularly useless at best, and positively harmful at worst.” Similarly, Willem Buiter of the London School of Economics described the past three decades of macroeconomics training at American and British universities as a “costly waste of time.”[1]
It’s not just macroeconomics that has been called into question. Financial economics was another key culprit in the crisis. The Economist observes: “Convenience, not conviction, often dictates the choices economists make. Convenience, however, is addictive. Economists can become seduced by their models, fooling themselves that what the model leaves out does not matter.”  Wall Street fell in love with “the quants,”[2] the math whizzes who devised new investment technologies to slice, dice, and repackage all sorts of different asset classes. Wedded to its mathematical models, mainstream economics became “a poor guide to the origins of the financial crisis, and left its followers unprepared for the symptoms.”[3]
Investment wizard Warren Buffett put it even more succinctly: “Beware of geeks bearing formulas.”[4]

Economistas brasileiros

ROGERIO MENEGHINI
O discreto perfil acadêmico dos economistas
Os impactos positivos motivados por orientações dos economistas brasileiros resultam mais de "think tanks" do que da academia
Os indícios de uma crise econômica brasileira têm incitado analistas a suspeitar da competência de nossos economistas. Embora alguns questionem se economia é uma ciência, não há dúvidas de que ela é ancorada em teorias...
O que se pode inferir desses dados? Primeiro, que a contribuição brasileira para o corpo de conhecimento universal em economia é muito baixa. De fato, de acordo com a base Thomson-Reuters, enquanto no cômputo geral de publicações de artigos científicos o Brasil ocupa a 13ª posição, em economia a posição é a 30ª. Em um marco de qualidade e impacto, medido por citações por artigo, a posição é ainda inferior, 42ª...
  Óbvio está que esporadicamente surjam impactos positivos em nossa economia motivados por orientações dos economistas. Porém, é mais provável que essas se encontrem nos "think tanks" do que na academia. 

Política industrial não funciona

O ônus da política dos 'campeões nacionais' 

  • O BNDES pôs muito dinheiro em poucas empresas e hoje padece com o baixo retorno. O  melhor é ajudar a indústria a integrar cadeias globais de suprimento
Encontra-se à vista de todos o esgotamento do ciclo da tentativa de se impulsionar a economia de forma sustentada, por meio do consumo, com salários crescendo acima da produtividade e gastos públicos em custeio sem rédeas. Também está claro que a política de criação de “campeões nacionais”, com dinheiro público subsidiado transferido para os cofres do BNDES por meio de endividamento do Tesouro, não tem futuro. Era sabido, do mesmo jeito.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/opiniao/o-onus-da-politica-dos-campeoes-nacionais-8671133#ixzz2W9cQPV9q 
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Mitos das história hollywoodiana

Descobertas mostram que escravos não construíram pirâmides

Trabalhadores eram assalariados e provenientes da famílias egípcias pobres respeitadas por seu trabalho

11 de janeiro de 2010 | 13h 49
Agência Estado
O Egito colocou em exposição nesta segunda-feira, 11, novas tumbas recém descobertas, datadas de mais de 4 mil anos, afirmando que pertencem a pessoas que construíram as grandes pirâmides de Gizé. As descobertas indicam mais evidências de que escravos não construíram os antigos monumentos.
O historiador grego Heródoto descreveu os construtores das pirâmides como escravos, criando o que os egiptólogos dizem ser um mito que mais tarde foi propagado pelos filmes de Hollywood. Tumbas dos construtores das pirâmides foram descobertas na área nos anos 1990, quando um turista a cavalo tropeçou numa parede que era uma tumba.
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Concursos para economistas

Concursos com vagas para economistas:

SUDECO - http://ww5.funcab.org/inicial.asp?id=207 
Ministério da Justiça - http://www.cespe.unb.br/concursos/mj_13/ 
ANTT - http://www.cespe.unb.br/concursos/antt_13/ 
CPRM - http://www.cespe.unb.br/concursos/cprm_13/ 
Ministério das Comunicações - http://www.cespe.unb.br/concursos/mc_13/

União Europeia


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Alemanha


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A posição atual da Alemanha na Europa

Europe’s reluctant hegemon

Germany, now the dominant country in Europe, needs to rethink the way it sees itself and the world, says Zanny Minton Beddoes

From the football pitch to politics to the economy, Germany has become Europe’s most powerful country. Described by this newspaper as the sick man of Europe in 1999, Germany now appears to have the continent’s strongest as well as its biggest economy. It accounts for a fifth of the European Union’s output and a quarter of its exports. From Volkswagen to SAP, Germany’s big companies are world-renowned. Many smaller German firms are global champions in niche markets such as tunnel-boring machines and industrial cleaners.
Germany’s jobless rate, at 5.4% (using standardised OECD statistics), is less than half Europe’s average. Youth unemployment, a scourge throughout much of the rest of the continent, is at a 20-year low in Germany. The country’s budget is balanced, government debt is falling and long-term bond yields are the lowest in Europe. It is the largest creditor country in the euro zone, and as chief paymaster it has the biggest clout in determining the single currency’s future.
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Copa salgada

Hotéis durante a Copa do Mundo estarão até 376,4% mais caros

As tarifas hoteleiras nas cidades-sede estarão até 376,4% mais caras para a Copa do Mundo Fifa 2014 em comparação aos preços cobrados normalmente e também mais caras do que estarão durante a Copa das Confederações, que começa neste sábado (15). As informações fazem parte de dados preliminares apresentados pelo Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur) e que fazem parte de um levantamento a respeito das tarifas cobradas por hotéis durante a Copa do Mundo, divulgado hoje (12) pelo presidente da Embratur, Flavio Dino.
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quarta-feira, 12 de junho de 2013

Risco Brasil

'Risco Brasil' sobe 25% em um mês

Perspectivas ruins para a economia brasileira e melhora da americana são fatores que explicam o aumento da desconfiança do investidor em relação ao país

Levantamento da Agência Estado mostra que o ‘risco Brasil’, indicador da desconfiança internacional com o Brasil, voltou à casa dos 200 pontos-base e se encontra no maior nível desde junho de 2012 (2019 pontos-base). O Brasil começa a mudar aos olhos dos investidores internacionais, especialmente após a divulgação do fraco desempenho do Produto Interno Bruto (PIB) nos primeiros meses do ano e do aumento da dívida pública, que culminou com a revisão de perspectiva do rating brasileiro pela Standard & Poor’s, uma agência internacional de classificação de risco.

Nas últimas semanas, o esse risco sobe rapidamente. O índice Embi+, calculado pelo banco JP Morgan, mostrou que o risco passou de 173 pontos-base em 30 de abril para 202 em 31 de maio, atingiu 2010 pontos em 6 de junho (data do anúncio da S&P) e, no dia seguinte, chegou a 2018 pontos. No acumulado da semana passada a alta é de 8% e, em 30 dias, de 25%. Em pouco mais de seis meses a lata já ultrapassa 47%, o que mostra a preocupação internacional com a efetividade das políticas do governo Dilma Rousseff.

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Argentina em frente da estagnação

Argentina deve entrar em estagnação econômica, segundo economistas

São Paulo, 11 jun (EFE).- A situação econômica da Argentina e sua relação com o Brasil foram tema de uma mesa redonda nesta terça-feira em São Paulo entre o ex-presidente do Banco Central, Gustavo Loyola, e o economista e professor da American University, Arturo Porzecanski.
De acordo com Loyola, a situação econômica do país comandado por Cristina Kirchner é insustentável e deve levar a um processo de estagnação da economia nos próximos anos.
Segundo o ex-presidente do BC, a administração atual da Argentina está marcada por um processo de deterioração dos fundamentos macroeconômicos e das instituições, o que poderia levar o país vizinho a dar um segundo calote nos credores norte-americanos, como o de 2002.
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O que vale e não vale estudar?

As 10 profissões menos promissoras

Amanda Previdelli
A revista americana Forbes, levando em consideração o mercado de trabalho nos Estados Unidos,fez um ranking com as dez profissões menos promissoras.
Foram usados quatro critérios: salário dos recém formados, salários dos profissionais mais experientes, taxa de desemprego entre recém formados e taxa de desemprego entre profissionais mais experientes.
A pesquisa considerou recém formados os jovens entre 22 e 26 anos, e os mais experientes, os profissionais com idades entre 30 e 54 anos.
Confira abaixo as dez profissões menos promissoras:
  1. Antropologia e Arqueologia
  2. Artes relacionada a vídeo e fotografia
  3. Artes plásticas
  4. Filosofia e teologia
  5. Artes
  6. Música
  7. Educação física
  8. Design gráfico
  9. História
  10. Literatura e letras
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