domingo, 23 de novembro de 2014

Economia brasileira

Indicadores apontam um 1º trimestre difícil em 2015

A cada dado econômico divulgado, as perspectivas para o começo de 2015 se tornam mais difíceis. Indicadores como a baixa expansão do crédito, os elevados estoques da indústria, a perda de dinamismo do mercado de trabalho e a queda na confiança de consumidores e empresas apontam para um primeiro trimestre fraco em 2015, a despeito da base de comparação deprimida. Nos primeiros três meses deste ano, o Brasil registrou retração de 0,2% e o crescimento anual do PIB está estimado em 0,21% (pesquisa Focus). Para 2015, a expansão está projetada em 0,80% (Focus) e poucos arriscam estimativa para os primeiros três meses do ano após o IBGE confirmar, na semana passada, mudança de metodologia para medir a atividade. 

Classificação de classes


Mercado de ações Estados Unidos 1880-2014


sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Produção global de petróleo desde 1920

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Como os suíços dominam o mercado de relógios de luxo

“As a country, Switzerland is very decentralized,” said Jérôme Lambert, chief executive of Montblanc. “Every valley has an owner or organization that has a dynamic, small city center. That created a very natural extension of the traditional watchmaking way. It was not the same case in England, Germany or France, where it was very much centralized in big cities.”
.... Quantity, however, did not imply quality.
“The Swiss were able to produce ‘fake watches’ that looked like English or French watches but were of lower quality,” he said
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Olhar no passado

Transporte 1860 Brasil
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quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Acorda, presta atenção


Composição idária da força laboral

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Estagnação secular

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A crise de 2008

Áudio Podcast                                                 Data Show

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Secular stagnation: Facts, causes, and cures – a new Vox eBook

Coen Teulings, Richard Baldwin 10 September 2014
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Nova pesquisa sobre a economia da felicidade

Maximising happiness does not maximise welfare

Edward Glaeser, Joshua Gottlieb, Oren Ziv 15 October 2014

Privatizer Petrobras

3 Reasons Why Brazil's State-Controlled Oil Giant Petrobras Should Be Privatized

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Empreendedorismo global




























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Brasil - mercado de trabalho






























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segunda-feira, 17 de novembro de 2014

A crise de 2008. Mito e realidade

Minha palestra no FIDE - Fórum Interdisciplinar de Direito e Economia sobre "A crise de 2008. Mito e realidade" esta online no Mueller's Macro

sábado, 15 de novembro de 2014

Podcast sobre a queda do muro de Berlim

PODCAST 145 – ANTONY MUELLER

No dia 9 de novembro foi celebrado os 25 anos da queda do muro de Berlim, símbolo máximo da guerra fria protagonizada pelos Estados Unidos e pela União Soviética. O muro foi construído em 1961 pelo governo da República Democrática Alemã para impedir que as pessoas circulassem livremente entre a Alemanha comunista, satélite do governo russo, e a República Federal Alemã, democrática e liberal.

Para conversar sobre o assunto, o Podcast do Instituto Mises Brasil entrevistou o doutor em economia e professor Antony Mueller, nascido na Alemanha e um dos maiores estudiosos da teoria da Escola Austríaca. Mueller nos concedeu um depoimento valioso de quem morava na Baviera, no sul do país, e tinha 13 anos quando o muro foi construído. Ele contou como foi testemunhar a divisão da Alemanha e as consequências na vida das pessoas.

Mueller explicou de que maneira o comunismo implementado numa parte da Alemanha pela União Soviética com a colaboração direta dos socialistas e comunistas alemães, que no passado haviam sobrevivido ao nazismo, criou uma situação dramática não só pela violência da separação, mas pela ruptura psicológica e cultural de uma sociedade que compartilhava a história, características, hábitos, ética do trabalho, visões de mundo. A engenharia social desenvolvida na República Democrática Alemã destruiu a cultura e o passado daqueles habitantes compulsórios, que pagavam com a própria vida quando queriam fugir para o lado Ocidental ou resistir ao governo comunista.