segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Ementa Dinâmica Macroeconômica

Prof. Dr. Antony P. Mueller – UFS – e-mail: antonymueller@gmail.com
Fone: (79) 8153-4022
EMENTA:
As teorias de Keynes, Kalecki e Schumpeter e as suas diversas escolas e de outras economistas na perspectiva da dinâmica macroeconômica. Teoria pós-keynesiana. Contexto histórico das teorias. Aplicações empíricas. Análise comparativa entre modelagem de equilíbrio e modelos dinâmicos. Novas abordagens da teoria dinâmica macroeconômica. Análises comparativas. Aplicações da atualidade econômica Brasil e o mundo.
AVALIAÇÂO:
Três provas, um trabalho opcional, participação na aula, freqüência de presença nas aulas.
METODO:
1. Método: expositivo-dialógico
2. Procedimentos didáticos:
                  -           Estudos dirigidos em sala de aula
                  -           Apresentação de trabalhos de pesquisa e reflexão
                  -           Exercícios analíticos
                  -           Leituras reflexivas
                  -           Analise de exemplos
                  -           Discussão de temas de atualidade      
TEMAS:
1.      Teoria de equilíbrio versus análise dinâmica
2.      Keynes e a lei de Say
3.      Principio da demanda efetiva
4.      Aspectos dinâmicos do modelo macroeconômico da Teoria Géral
5.      Keynes e o Keynesianismo
6.      Expectativas, incertezas, contingência – Problemas da micro-fundação da macroeconomia
7.      Kalecki – Contextualização da sua obra
8.      Diferenças e semelhanças entre Keynes e Kalecki
9.      O modelo básico de Kalecki
10.  O ciclo de negócios na macroeconomia kaleckiana
11.  Pontos problemáticos do modelo kaleckiano
12.  Schumpeter – contextualização de sua obra
13.  Inovação como “destruição criativa”
14.  O papel empresarial no desenvolvimento econômico
15.  Conhecimento disperso e contingências, ação humana e aprendizagem – modernas abordagens da dinâmica macroeconômica
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
Blanchard, Olivier: Macroeconomia, São Paulo: Pearson Prentice Hall 2007
Artigos Selecionados de Sandroni, Paulo: Novíssimo Dicionário de Economia, Editora Best Seller

BIBLIOGAFIA COMPLEMENTAR
PARTE I
Keynes, os clássicos e a criação da teoria macroeconômica moderna
Artigos “Keynes”, “Keynesianismo”, “Lei de Say”, “Demanda efetiva”, “Macroeconomia”, “Macromodelo”, “Escola Clássica”, e outros relevantes em: Sandroni, Novíssimo Dicionário de Economia
Citações das obras de Keynes: http://pt.wikiquote.org/wiki/John_Maynard_Keynes
Keynes, Minsky e a política econômica da atualidade: Minsky and Economic Policy. “Keynesianism” all over again http://www.levy.org/pubs/wp_547.pdf
PARTE II
Michal Kalecki, o princípio da demanda efetiva, investimento e dinâmica
Coelho, Daniel Simões: Os determinantes do investimento. Keynes e Kalecki http://www.ie.ufrj.br/revista/pdfs/demanda_efetiva_investimento_e_dinamica_a_atualidade_de_kalecki.pdf
Recursos adicionais sobre a discussão de Kalecki no Brasil:
PARTE III
Schumpeter, desenvolvimento econômico, empreendorismo e aprendizagem
J.A. Schumpeter, Capitalismo, Socialilsmo e Democracia
Mises, Ludwig v.: As Seis Lições (sobre política econômica) http://www.4shared.com/file/60400858/71bbe42b/Ludwig_von_Mises_-_As_Seis_Lies__Livro_.html?s=1
Tecnologia e aprendizagem:
Cortright, Joseph: New Growth Theory. Technology and Learning. A Practicioner’s Guide (US Economic Development Administration) –

MAIS RECURSOS E ATUALIZAÇÕES:

Governo quer impulsar o crescimento econômico

Governo autoriza 20 Estados a investir

agenciaestado

Os Estados conseguiram do governo federal a autorização para contratar este ano quase R$ 40 bilhões em empréstimos para financiar investimentos em infraestrutura. O valor praticamente se iguala aos R$ 42 bilhões que serão aplicados diretamente pela União em obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) em 2012.
Os novos projetos fazem parte da estratégia da equipe da presidente Dilma Rousseff de dar um impulso ao crescimento econômico este ano, amenizando os efeitos do corte de R$ 55 bilhões no Orçamento anunciado em 15 de fevereiro. Com a ajuda desses investimentos, o governo federal persegue uma taxa de crescimento econômico de 4,5% em 2012, previsão bastante otimista se comparada com os 3,3% previstos por economistas em pesquisa semanal do Banco Central.
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Faltam engenheiros no Brasil

ESTADO.COM.BR - Opinião

A falta de engenheiros

Enquanto o Brasil forma cerca de 40 mil engenheiros por ano, a Rússia, a India e a China formam 190 mil, 220 mil e 650 mil, respectivamente. Entidades empresariais, como a Confederação Nacional da Indústria, têm feito estudos sobre o impacto da falta de engenheiros no desenvolvimento econômico brasileiro. E órgãos governamentais, como a Financiadora de Projetos (Finep), patrocinam desde 2006 programas de estímulo à formação de mais engenheiros no País.
Segundo estimativas do Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Confea), o Brasil tem um déficit de 20 mil engenheiros por ano - problema que está sendo agravado pela demanda por esses profissionais decorrente das obras do PAC, do Programa Minha Casa, Minha Vida, do pré-sal, da Copa de Mundo de 2014 e dos Jogos Olímpicos de 2016.
No País há 600 mil engenheiros, o equivalente a 6 profissionais para cada mil trabalhadores. Nos Estados Unidos e no Japão, a proporção é de 25 engenheiros por mil trabalhadores, segundo publicações da Finep. Elas também informam que, dos 40 mil engenheiros que se diplomam anualmente no Brasil, mais da metade opta pela engenharia civil - a área que menos emprega tecnologia. Assim, setores como os de petróleo, gás e biocombustível são os que mais sofrem com a escassez desses profissionais.
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SELIC

Selic para março de 2012 segue em 10%

agenciaestado

Analistas mantiveram a aposta para o comportamento da taxa Selic em 2012. De acordo com pesquisa Focus divulgada hoje pelo Banco Central (BC), o mercado manteve pela 15ª semana consecutiva a aposta de que o Comitê de Política Monetária (Copom) deve reduzir a taxa básica da economia, a Selic, para 10% ao ano em março. Atualmente, a taxa está em 10,50%. Portanto, o mercado prevê redução de 0,50 ponto porcentual na reunião marcada para os dias 6 e 7 do próximo mês.
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Novos recursos para o FMI

G20 quer ver dinheiro europeu antes de dar recursos ao FMI

reuters

Por Lesley Wroughton e Gernot Heller
CIDADE DO MÉXICO, 26 Fev (Reuters) - As maiores economias do planeta advertiram a Europa que deve desembolsar mais dinheiro para limitar o contágio de sua crise da dívida se quiser receber ajuda do resto do mundo, multiplicando a pressão sobre a Alemanha para que aceite aumentar os fundos de resgate da zona do euro.
A resposta das nações europeias que integram o G20 foi que no mês que vem revisarão a força de seu mecanismo de ajuda financeira de emergência, o que poderia abrir caminho para que o resto dos membros do grupo façam aportes extras ao Fundo Monetário Internacional (FMI).
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Fim da festa

George Osborne: UK has run out of money

The Government 'has run out of money' and cannot afford debt-fuelled tax cuts or extra spending, George Osborne has admitted.

In a stark warning ahead of next month’s Budget, the Chancellor said there was little the Coalition could do to stimulate the economy. Mr Osborne made it clear that due to the parlous state of the public finances the best hope for economic growth was to encourage businesses to flourish and hire more workers.“The British Government has run out of money because all the money was spent in the good years,” the Chancellor said. “The money and the investment and the jobs need to come from the private sector.”

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domingo, 26 de fevereiro de 2012

Como funciona o progresso tecnológico?

Quando as idéias fazem sexo
No TEDGlobal 2010, o autor Matt Ridley mostra como, através da história, o motor do progresso humano tem sido o encontro e acasalamento de idéias para criar novas idéias. Não é importante quão inteligentes os indivíduos são, ele diz; o que realmente importa é quão esperto é o cérebro coletivo.
Vídeo palestra de Matt Ridley (com subtítulos)

Renda de acadêmicos

Curso superior não tem elevado renda, diz estudo do IBGE

DE SÃO PAULO
O diploma de curso superior não tem assegurado, necessariamente, crescimento do poder de compra nos últimos anos, mostra recente estudo feito pelo IBGE, informa reportagem de Mariana Schreiber, publicada na Folha desta terça-feira (a íntegra está disponível assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).
Na média, a renda dos trabalhadores com diploma universitário ficou praticamente estagnada de 2003 a 2011.
Mesmo com recuperação econômica, renda recua no país, diz Ipea
Estudo do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) divulgado no início do mês mostrou que, apesar da recuperação econômica que o Brasil vem experimentando, a renda tem evoluído pouco.
Segundo o levantamento, entre 1995 e 2002, o rendimento do trabalho na renda nacional recuou 11,8%, enquanto entre 2002 e 2009 houve acréscimo de 2,5%. No ano de 2009, a parcela do rendimento do trabalho foi 9,6% inferior à verificada em 1995. O rendimento do trabalho é o quanto o salário do trabalhador compõe a renda nacional.
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sábado, 25 de fevereiro de 2012

Trajetória da dívida pública grega

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Crescimento econômico, desmaterialização e deflação

The Future Is So Bright, it's Dematerializing
The Wall Street Journal
Economic growth is a form of deflation. If the cost of, say, computing power goes down, then the users of computing power acquire more of it for less—and thus attain a higher standard of living. One thing that makes such deflation possible is dematerialization, the reduction in the quantity of stuff needed to produce a product. An iPhone, for example, weighs 1/100th and costs 1/10th as much as an Osborne Executive computer did in 1982, but it has 150 times the processing speed and 100,000 times the memory...
 Dematerialization is one of the reasons that Peter Diamandis and Steven Kotler give for the future's being "better than you think" in their new book, "Abundance." Mr. Diamandis founded the X Prizes, which handsomely reward those who reach certain far-minded goals in technology, medicine, energy and ecology...
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A relação entre "felicidade" e PIB per capita em poder de compra


DESPITE the economic gloom, the world is happier than it was before the financial crisis set in (according to a recent poll from Ipsos which surveyed 19,000 adults in 24 countries). 77% of respondents describe themselves as "happy", three percentage points higher than in 2007. Those countries who report themselves as being the happiest tend to be in poor and middle-income countries, while the gloomiest are in rich countries (the figures for Italy and Spain were 13% and 11%).
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sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

A gramática de impostos

Impostos recorde

Arrecadação federal bate recorde de R$102,6 bi em janeiro

reuters
Em sexta-feira 24/2/2012, às 11:00

BRASÍLIA, 24 Fev (Reuters) - O governo federal arrecadou 102,579 bilhões de reais em impostos e contribuições em janeiro, recorde histórico. O número representa uma alta real de 6,04 por cento sobre igual mês do ano passado, informou a Receita Federal nesta sexta-feira.

Maracanã

  • Plano e Realidade - os gastos para  renovação do Maracanã agora já estão mais altos que os custos da construção dos melhores novos estádios na Europa e ainda falta muito de completar até a Copa. Magia brasileira: os custos aumentam e o dinheiro desaparece e ninguém sabe como. O tempo passa e ninguém se sente responsável, mas quase todos cobram sem vergonha.
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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Os custos da crise financeira global calculados em anos perdidos


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Mentiras argentinas - manipulação da taxa de inflação oficial


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Nova recessão na Europa

Economia da zona do euro encolherá em 2012 e UE ficará estagnada

reuters
Em quinta-feira 23/2/2012, às 9:13

BRUXELAS, 23 Fev (Reuters) - A economia da zona do euro está caminhando para sua segunda recessão em apenas três anos, enquanto a União Europeia ficará estagnada, afirmou o escritório da UE nesta quinta-feira, alertando que a região ainda precisa quebrar o ciclo vicioso de dívida.
A produção econômica das 17 nações que compartilham o euro irá contrair 0,3 por cento este ano, afirmou a Comissão Europeia em relatório, revertendo a previsão anterior que mostrava crescimento de 0,5 por cento em 2012. A União Europeia, composta pelas 27 nações que geram um quinto da produção global, não registrará crescimento este ano, segundo expectativa da Comissão...
A zona do euro esteve em recessão pela última vez em 2009 em decorrência da crise econômica global, com a economia se contraindo em 4,3 por cento, na maior retração mundial desde os anos 1930.
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Déficit na conta corrente

Em janeiro, Brasil tem déficit em conta corrente recorde, diz BC

reuters
Em quinta-feira 23/2/2012, às 11:20

BRASÍLIA, 23 Fev (Reuters) - O Brasil registrou em janeiro déficit em transações correntes de 7,086 bilhões de dólares, o pior já registrado desde o início da série histórica iniciada em 1947, informou o Banco Central nesta quinta-feira. Economistas consultados pela Reuters previam um déficit de 6,950 bilhões de dólares no mês passado.
No acumulado em 12 meses encerrados em janeiro, o déficit em conta corrente do país ficou em 2,17 por cento do Produto Interno Bruto (PIB).
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Surf em Munique no inverno 2011/12

Que pena que o inverno está acabando - apenas mais uma semana de surf no gelo

Os dois lados da economia alemã

"... Germany is rightly known for Porsches and BMWs that are coveted by affluent buyers around the world, as well as much of the machinery that keeps factories running from China to Michigan. Alongside the export juggernaut, though, is another, creakier economy that operates well below its potential and holds back not only Germany but the rest of Europe, some economists say. This economy is overregulated, intended to insulate insiders from competition and deeply resistant to change. Though Germany’s chancellor, Angela Merkel, often harangues countries like Spain, Italy and Greece to become more competitive, the German economy features some of the same flaws that they do, including protected professions and zoning laws that favor existing businesses over new ones. “Germany has what I would call a dual economy,” said Andreas Wörgötter, a senior economist at the Organization for Economic Cooperation and Development in Paris. “On one side, we have this very dynamic, innovative, competitive and refreshingly unsubsidized export sector,” he said. “On the other side, there is a much less glamorous services sector which depends on barriers to entry, subsidies and not developing and reaching out for new activities.”