sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

União fiscal europeia

Europa faz acordo de união fiscal entre 23 países

BRUXELAS - Após mais de 10 horas de conversas em Bruxelas, os líderes europeus anunciaram que chegaram a um acordo para reforçar as regras fiscais. Mas, ao contrário do que especialistas esperavam, não haverá adesão dos 27 estados-membros da União Europeia. Apenas 23 confirmaram a inteção de participar da união fiscal. O Reino Unido se negou a revisar o tratado da União Europeia.

Além disso, Hungria não quis participar e a Suécia e República Tcheca pediram para consultar seus parlamentos sobre uma adesão.

O acordo inclui obrigar os Estados-membros a passar para a esfera jurídica - ou para suas Constituições, se for o caso - uma regra em que se comprometem a manter seus orçamentos em equilíbrio. Isso significa que não será aceito um déficit estrutural de mais de 0,5% do Produto Interno Bruto (PIB). O Tribunal Europeu de Justiça terá autoridade para julgar se um país pôs em prática uma lei adequada.

"Os países-membros que farão parte do novo tratado decidiram sobre três componentes principais: a união fiscal, a aceleração da implementação do Mecanismo Europeu de Estabilidade (ESM, na sigla em inglês) e a adição de US$ 270 bilhões às reservas do FMI, recursos a serem confirmados dentro de dez dias", afirmou Lagarde. O ESM é o mecanismo de resgate permanente.

Além disso, um Estado-membro terá de enfrentar sanções automáticas caso tenha um déficit orçamentário superior a 3% do PIB, a menos que as sanções sejam derrubadas pela maioria dos países da zona do euro.

Como esperado, a dívida para o PIB será limitada a 60%, e os países terão de lavrar em lei que eles se comprometerão a reduzir constantemente a dívida caso ela esteja acima do permitido.
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A nova cara de Europa

"Zona do euro" (Os 17 países do euro e do pactos fiscal)
 "17 Plus" - Países do euro plus outros do pacto fiscal

"Os marginais" - membros da UE sem participação nem no euro nem no pacto fiscal

Macro II - Notas & Faltas

Verifiquem as suas notas e faltas no sistema.
Um prova era sem nome! Foi Jadson? Por favor verifique.

Macro III - Notas & Faltas

Verifiquem notas e faltas no sistema

Comércio com China em yuan

Cresce uso do yuan no comércio entre Brasil e China

agenciaestado
Em sexta-feira 9/12/2011, às 7:13

Com o forte crescimento do comércio bilateral com a China nos últimos anos, o uso do renminbi, ou yuan como a moeda chinesa também é conhecida, vem ganhando cada vez mais espaço nos negócios entre empresários brasileiros e chineses, o que tem estimulado instituições financeiras a criarem produtos para atender a maior demanda por renminbi.
O banco HSBC, que já tem a licença bancária dada pelo governo chinês, tem registrado uma demanda crescente de bancos brasileiros para abrir contas em renminbi ou fazer outro tipo de acordo com a subsidiária do HSBC na China. O objetivo dos bancos brasileiros é ter acesso de alguma forma ao sistema de pagamentos e de liquidações chinês para viabilizar as necessidades de empresas no Brasil que precisam fazer pagamentos ou honrar obrigações em renminbi com clientes ou fornecedores chineses.
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Ajuste fiscal europeu

UE caminha para acordo limitado sobre disciplina fiscal

Os dirigentes da União Europeia (UE) caminhavam na madrugada desta sexta-feira para um acordo limitado aos integrantes da zona do euro visando o endurecimento da disciplina fiscal, durante a cúpula europeia.
Segundo fontes diplomáticas, os líderes reunidos em Bruxelas desistiram de obter uma mudança do Tratado da UE que inclua os 27 países, e exploram agora uma fórmula limitada aos 17 membros da união monetária.
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Veja a performanca do euro e da bolsa de valores (DAX) depois o anúncio

 

UK fora

Britain and the EU summit

Europe's great divorce

WE JOURNALISTS are probably too bleary-eyed after a sleepless night to understand the full significance of what has just happened in Brussels. What is clear is that after a long, hard and rancorous negotiation, at about 5am this morning the European Union split in a fundamental way.
In an effort to stabilise the euro zone, France, Germany and 21 other countries have decided to draft their own treaty to impose more central control over national budgets. Britain and three others have decided to stay out. In the coming weeks, Britain may find itself even more isolated. Sweden, the Czech Republic and Hungary want time to consult their parliaments and political parties before deciding on whether to join the new union-within-the-union.
So two decades to the day after the Maastricht Treaty was concluded, launching the process towards the single European currency, the EU's tectonic plates have slipped momentously along same the fault line that has always divided it—the English Channel....
Mr Cameron may have made a grievous mistake with regard to Britain's long-term interest...
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quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Notas

Notas Macro II
Notas Macro III

O caminho na crise - déficits orçamentais 2007-2011

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Banco Central Europeu atua como emprestedor da última instância

Draghi: ECB to Offer Banks Unlimited Cash

European Central Bank President Mario Draghi said the ECB will offer banks as much money as they need for three years and loosened collateral rules at refinancing operations as officials try to ease strains in credit markets.
The ECB also cut banks’ reserve ratios to 1 percent from 2 percent and will stop fine tuning operations at the end of each reserve maintenance period, Draghi said at a press conference inFrankfurt today. The 36-month loans will be conducted as a fixed rate with full allotment, Draghi said.
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ECB May Dig Deeper Into Crisis Toolbox as Leaders Mark ‘Date With Destiny’

The European Central Bank may delve deeper into its toolbox today to stimulate bank lending and fight off a recession as Europe’s leaders gather to lay the foundations for a fiscal union....
French President Nicolas Sarkozy and German ChancellorAngela Merkel are proposing to amend European treaties to tighten controls on budgets. In a joint letter to EU PresidentHerman Van Rompuy, the leaders said they want a decision by the close of their summit tomorrow so that the measures can be ready by March next year.
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O "euromess" - entende a crise do euro

Growth More Than Debt Key to Understanding Euromess: Ezra Klein
"... if the prospects for growth were good, the institutional changes would be an easy sell, and the debt problems would mostly take care of themselves. However, if the growth isn’t there, then ultimately, the institutional reforms won’t be sustainable, because the nations on the periphery won’t be able to reduce debt burdens without destroying their economies.
That’s why the situation is rightly understood as the European growth, institutions and debt crisis -- in that order.
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Veja também:
Weltuntergang
Krisenpatient
Mapa Interativa
The euro crisis

O modelo "Monnet" da UE no fim

The end of Monnet The debt crisis is exposing problems in the basic design of the European Union

"... But the méthode Monnet has brought two problems. One is that it alienates voters. Elected governments must increasingly answer for policies they do not fully control, while voters have no power to “throw the bums out” in Brussels. The European Parliament, self-aggrandising and mediocre, cannot fill the democratic deficit. The method’s other drawback is its sheer clumsiness. Authority in the EU is dispersed, and many decisions still require consensus among 27 governments (or 17, for the euro zone). The euro was created without the supporting structure of a treasury, tax-raising powers and coherent decision-making.

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A estrutura do fundo europeu de resgate financeiro

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"Ratings" são opinões

Just to make sure everyone understands: The ratings the agencies provide are merely an opinion. They do not speak of the market value of a security, the volatility of its price or its suitability as an investment. (!)
Veja curto vídeo

NOTAS MACRO III

As notas de Macro III incluindo a terceira prova estão no sistem. Por favor, verifique sua nota.
Qualquer dúvida, mande um e-mail
O próximo encontro vai ter lugar na segunda, 12 de Dezembro para a prova de substituiçao que se estende para todo o contúdo: crescimento econômico, crises e depressôes, política macroeconômica.

NOTAS MACRO II

Verfiquem as suas notas Macro II no sistema (já modificado pelos trabalhos)
Uma prova não tem nome. Verfique a falta da sua nota e me mande seu nome.
Qualquer dúvida: escreva mail
Próximo encontro: Terça, 13 de Dezembro para prova de substiuição que contem todo o
conteúdo de Macro II:
ISLM, DA/OA, Expectativas, Macroeconomia da economia aberta

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

O futuro da China em debate

Duelo de titãs - Jim Rogers x Marc Faber

Marc Faber acredita que uma forte desaceleração da economia chinesa já está em marcha.
Em recente entrevista, disse que, caso a economia chinesa faça um "pouso brusco", isso trará 
um enorme impacto negativo para as commodities globais. Estou "mais preocupado com
uma desaceleração da economia chinesa do que com uma recessão na Europa".
Por outro lado, Jim Rogers disse que Faber está com noções erradas a respeito da China. 
"O Marc ainda não entendeu muito bem a China. De fato, ocorrerão vários pousos bruscos
nos próximos anos, mas a aterrissagem da China será bem menos bruta que outras, como 
Grécia, EUA et al." Mais

Cidades mais caras

Valorização do real faz Rio ser a 2ª cidade mais cara para estrangeiros na América

07 de dezembro de 2011 • 09h37Por: Gladys Ferraz Magalhães
SÃO PAULO – A valorização do real frente a muitas das principais moedas fez com que o Rio de Janeiro assumisse a segunda colocação entre as cidades mais caras das Américas para estrangeiros, ficando atrás apenas de Caracas, na Venezuela, segundo revela levantamento sobre custo de vida realizado pela ECA International.
De acordo com o estudo, em três anos, a capital carioca avançou 119 posições no ranking global, saindo do 141º lugar, em 2008, para o 22º este ano.


Cidades mais caras das Américas 2011
Cidade/ PaísPosição nas AméricasPosição Global
Caracas - Venezuela1ª13ª
Rio de Janeiro - Brasil2ª22ª
São Paulo - Brasil3ª29ª
Brasília - Brasil4ª33ª
Vancouver - Canadá5ª43ª


Cidades mais caras para estrangeiros
Cidade/ PaísPosição em 2011 Posição em 2010
Tóquio - Japão1ª1ª
Oslo - Norugega2ª6ª
Genebra - Suíça3ª8ª
Nagoia - Japão4ª3ª
Zurique - Suíça5ª7ª
Yokohama - Japão6ª4ª
Bern - Suíça7ª10ª
Stavanger - Noruega8ª9ª
Basel - Suíça9ª11ª
Kobe - Japão10ª5ª
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Como medir pobreza - o exemplo da China

China's poverty line

Life at the bottom of the middle kingdom

This week China raised its rural poverty line to 2,300 yuan a year. It's about time. China's official definition of poverty has traditionally been quite miserly. In a 2008 paper Shaohua Chen and Martin Ravallion of the World Bank noted that China's rural poverty line was "one of the lowest lines in the developing world".
So how generous is 2,300 yuan by international standards?
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Relação entre renda e bem-estar

O caminho da prosperidade - cada vez mais rápido

Mais

Fluxo de capital

Fluxo cambial é negativo em US$ 942 mi em novembro

agenciaestado
Em quarta-feira 7/12/2011, às 13:45

A saída de dólares do País acentuou-se em novembro. Dados divulgados hoje pelo Banco Central mostram que o mês passado terminou com a saída líquida de US$ 942 milhões do Brasil, resultado superior ao fluxo cambial negativo observado em outubro, quando US$ 134 milhões deixaram o País.
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Um continente afogado em dívidas


Belgien
96,8%
Bulgarien
16,2%
Tschechien
38,5%
Dänemark
43,6%
Deutschland
83,2%
Estland
6,6%
Irland
96,2%
Griechenland
142,8%
Spanien
60,1%
Frankreich
81,7%
Italien
119,0%
Zypern
60,8%
Lettland
44,7%
Litauen
38,2%
Luxemburg
18,4%
Ungarn
80,2%
Malta
68,0%
Nieder­lande
62,7%
Österreich
72,3%
Polen
55,0%
Portugal
93,0%
Rumänien
30,8%
Slowenien
38,0%
Slowakei
41,0%
Finnland
48,4%
Schweden
39,8%
Großbritannien
80,0%

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Debate sobre o futuro econômico da China

Fim do milagre?

INTERNATIONAL. Investment gurus Jim Rogers and Marc Faber agree to various degrees on many issues but the one thing separating them this week is the future direction of the Chinese economy and if this could have a devastating impact on commodities around the world.
Both Faber and Rogers have been warning about the effects of monetary and fiscal policies on the US economy, since the recent rally has been mostly based on printed money, a kind of 'reverse Robin Hood policy' of governments, to steal from the peasants to give to the rich.
As with Faber, Rogers is mostly to be seen being interviewed on CNBC and Bloomberg Asia or Europe as they both live in Asia now and since their views are to put it mildly, somewhat negative on the prospects of a sustainable US recovery.
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Artigos 2011

Artigos de Antony Mueller 2011
A política de metas de inflação no beco sem saída11/2011
O caminho da prosperidade10/2011
A internet e o futuro da liberdade9/2011
Será o fim da hegemonia do dólar?08/2011
Além da boa governança08/2011
Euro - que moeda é essa?07/2011
Deflação pode ser uma coisa boa?06/2011
Inflação: causas e consequências05/2011
O papel do empreendedor no desenvolvimento econômico04/2011
Investimentos: bons e ruins03/2011
Praxeologia versus Positivismo02/2011
A teoria do valor e ideologia política01/2011


Mais artigos 2011
What's Behind the Currency War? Feb 2011

"The Origin of the Crisis",
Back on the Road to Serfdom. The Resurgence of Statism,
ed. by Thomas E. Woods,
ISI, Washington, DC, 2011

Mueller e Nascimento
"O papel da política monetária-cambial no processo de integração e desenvolvimento da America Latina"Buenos Aires 2011
O que está por trás da guerra cambial?02/2011


LINK

Política monetária americana

 Why did the Federal Reserve lend to banks and other financial institutions during the financial crisis?

Intense strains in financial markets during the financial crisis severely disrupted the flow of credit to U.S. households and businesses and led to a deep downturn in economic activity and a sharp increase in unemployment. Consistent with its statutory mandate to foster maximum employment and stable prices, the Federal Reserve established lending programs during the crisis to address the strains in financial markets, support the flow of credit to American families and firms, and foster economic recovery.
All of the Federal Reserve's lending programs were announced prior to implementation and the amounts of support provided were easily tracked in weekly and monthly reports on the Federal Reserve Board's website.
The Federal Reserve followed sound risk-management practices under all of its liquidity and credit programs. Credit provided under these programs was fully collateralized to protect the Fed--and ultimately the taxpayer--from loss. As verified by our independent auditors, the Federal Reserve did not incur any losses in connection with its lending programs. In fact, the Federal Reserve has generated very substantial net income since 2007 that has been remitted to the U.S. Treasury.
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Política monetária da zona do euro

Eurozone Crisis, Act Two: Has the Bundesbank reached its limit?

Aaron Tornell Frank Westermann
6 December 2011

If you thought the Eurozone crisis was coming to an end this week, this column argues that we may barely be reaching the end of Act One.

Act Two in the unfolding Eurozone drama begins this week as leaders at the European summit announce emergency measures to prevent further market turmoil. Why the sudden urgency? Because the German Bundesbank is about to exhaust its capacity to lend more funds to strapped governments.
In the wake of the 2008 crisis, some national central banks, especially those in Greece, Ireland, Italy, Portugal, and Spain (the GIIPS), have dramatically increased their loans to financial institutions. To fund these loans, GIIPS central banks borrowed mainly – via the ECB – from other central banks, in particular the Bundesbank. In order to fund these loans, the Bundesbank sold its holdings of German assets. Asshown in Figure 1, between December 2007 and September 2011 the central banks of the GIIPS increased their loans to domestic financial institutions by nearly €300 billion. In contrast, the stock of gross German assets in the Bundesbank balance sheet fell sharply to its lowest level in history.
The ominous sign – which might set the stage for Act Two in the unfolding Eurozone drama – is the fact that the Bundesbank will soon exhaust the stock of securities that it can sell to fund further loans to the Eurosystem. At that point, the Bundesbank could sell its gold or increase the deposits it takes from the private sector. Most likely, however, the Bundesbank will face strong pressure from the German public against such action. Hence, it appears as if the Eurozone crisis is entering a second phase in which policymakers feel the need for new measures to prevent market turmoil.
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O sistema monetário internacional da atualidade

The International Monetary System: Living with Asymmetry
Maurice Obstfeld*
UC Berkeley, NBER, and CEPR
Final draft: November 24, 2011
Abstract
This paper analyzes current stresses in the two key areas that concerned the architects of
the original Bretton Woods system: international liquidity and exchange rate
management. Despite radical changes since World War II in the market context for
liquidity and exchange rate concerns, they remain central to discussions of international
macroeconomic policy coordination. To take two prominent examples of specific (and
related) coordination problems, liquidity issues are paramount in strategies of national
self-insurance through foreign reserve accumulation, while recent attempts by emerging
market economies (EMEs) to limit real currency appreciation have relied heavily on
nominal exchange rate management. A central message is that a diverse set of potential
asymmetries among sovereign member states provides fertile ground for a variety of
coordination failures. The paper goes onto discuss institutions and policies that might
mitigate some of these inefficiencies.

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Quem provocou os problemas com o euro?

Who's Responsible For the Euromess?

| Tue Dec. 6, 2011 5:30 AM PST
A few days ago Tyler Cowen kicked off a discussion of whether or not Germany (and the core European countries in general) have acted more virtuously than Greece (and the periphery countries in general) during the decade since the euro was introduced. It was unclear how much he was simply presenting a debating case vs. how much he actually believed his own arguments, and in that spirit I want to present a different case. This one is about how Europe got where it is today and who deserves a bigger share of the blame for its current mess. I'm not suggesting this is the only way to look at things, or even necessarily the best way, but I do think it's an instructive way. So here it is in seven easy steps.
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Rating dos países de zona do euro sob revisão

S&P coloca 15 países da Europa em revisão negativa

agenciaestado
Em segunda-feira 5/12/2011, às 20:02

A agência de classificação de risco Standard & Poor's (S&P) divulgou num comunicado que colocou em revisão para potencial rebaixamento os ratings de 15 países da zona do euro e que manteve sob revisão negativa a nota do Chipre, afirmando que a tensão sistêmica no bloco monetário aumentaram nas últimas semanas e agora ameaçam o crédito da região como um todo.
A S&P também informou que não colocou em revisão para rebaixamento o rating da Grécia - o único país da zona do euro cuja nota, atualmente em "CC", encontra-se na região dos investimentos especulativos.
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segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Política monetária durante a Grande Depressão e hoje - uma comparação

Liber8 Brought to You by the Research Library of the Federal Reserve Bank of St. Louis
® Economic Information Newsletter
The views expressed are those of the author and do not necessarily reflect the official positions of the
Federal Reserve Bank of St. Louis, the Federal Reserve System, or the Board of Governors.
November 2011
Then and Now:
Fed Policy Actions During the Great Depression and Great Recession

“Regarding the Great Depression. You’re right, we did it. We’re very sorry…we won’t do it again.”
—Federal Reserve Chairman Ben S. Bernanke, November 8, 2002
http://liber8.stlouisfed.org/newsletter/2011/Lib1111.pdf

Estados Unidos - Base monetária

Estados Unidos - MZM - money zero maturity

Estados Unidos - oferta monetária M1, M2, M3

Desigualdade salárial aumenta

The Economist online Income inequality is rising in rich countries

THE gap between rich and poor has grown ever wider in wealthy countries over the past three decades. A new report by the OECD has reams of data on this phenomenon and is well worth looking at. The Gini coefficient, a measure of inequality in which zero corresponds to everyone having the same income and one means the richest person has all the income, increased by almost 10% from 0.29 in 1985 to 0.32 in 2008, for working-age people in OECD countries. The trend is caused by earnings: the pay of the richest 10% of employees has increased at a far greater rate than that of the poorest 10% of employees. Within the upper echelons, the top 1% have reaped the greatest gains. Technology has disproportionately benefited high-earning workers, who also spend far longer at work than do low-earners. High earners marry other high earners. And governments are doing less to redistribute wealth than they have done in the past. So far, so familiar. But the report also argues that globalisation is not a significant cause of inequality, and that one of the many reasons for the rise in income inequality is that more people are in work now (or at least they were before the financial crisis hit) compared with the 1970s.
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Ajuste fiscal na Itália

Premiê da Itália revela amplo pacote de austeridade

reuters
Em segunda-feira 5/12/2011, às 9:18

Por James Mackenzie
ROMA (Reuters) - O primeiro-ministro da Itália, Mario Monti, leva um pacote de 30 bilhões de euros em austeridade fiscal para o Parlamento nesta segunda-feira, tentando conter uma crise de dívida que ameaça a zona do euro.
O governo aprovou uma mistura de aumento de impostos, reformas previdenciárias e incentivos para estimular o crescimento em uma reunião de três horas no domingo, inaugurando uma das semanas mais cruciais na Europa desde a introdução do euro, há mais de dez anos.
O pacote, chamado por Monti de decreto "Salve a Itália", pretende levantar mais de 10 bilhões de euros com um novo imposto sobre propriedade, impor uma nova taxação sobre artigos de luxo, como iates, elevar o imposto sobre valor agregado, combater a evasão tributária e implantar medidas para aumentar a idade de aposentadoria.
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O fim da União Soviética

Folha publica reportagens sobre o fim da URSS

DE SÃO PAULO
A Folha publica uma série de reportagens sobre a desintegração da União Soviética, resultado de uma viagem de 17 dias por cinco países da região.
Saiba mais sobre o fim do bloco:
Mapa Interativa

Cultura e economia e a cultura das ciências econômicas

Culture in Economics and the Culture of Economics:
Raquel Fernández in Conversation with The Straddler

On October 17, 2011, The Straddler met with Raquel Fernández at her office at NYU, where she is Professor of Economics. Fernández has been a leader in the study of culture's impact on economic outcomes. Our conversation explored her work as well as her perspective on the strengths and limits of economics as a discipline.
"... the reason why I tell people they should study economics is not so they’ll know something at the end—because I don’t think we know much—but because we’re good at thinking. Economics teaches you to think things through. What you see a lot of times in economics is disdain for other's lack of thinking. You have to think about the ramifications of policies in the short run, the medium run, and the long run. Economists think they’re good at doing that, but they’re good at doing that in the sense that they can write down a model that will help them think about it..."
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domingo, 4 de dezembro de 2011

Debate macroeconômico Keynes contra Hayek

Este foi um evento organizado por Virginia Barbosa, com apoio do IBMEC-RJ, para realizar uma discussão sobre o atual cenário econômico financeiro à luz de dois ilustres economistas: John Maynard Keynes e Frederich Hayek. Foi realizado dia 16 de novembro de 2011, na Academia Brasileira de Letras, no Rio de Janeiro.

Participantes:
KEYNES: Luiz Fernando de Paula e Jennifer Hermann
HAYEK: Rodrigo Constantino e Roberto Castello Branco
MEDIADOR: Guilherme Fiuza

http://www.youtube.com/watch?v=NW310tH08gI
Veja também: Fear the boom and bust (legendado)

Custo Brasil

CELAC

Celac nasce em Caracas com muito trabalho pela frente

José Luis Paniagua.

Caracas, 3 dez (EFE).- A Comunidade de Estados Latino-Americanos e o Caribe (Celac) nasceu neste sábado com um acordo de todos os países da América, salvo Estados Unidos e Canadá, em uma Cúpula em Caracas que serviu para festejar a criação, mas deixou questões essenciais para as próximas reuniões.

Cinco meses após seu adiamento por causa da doença do presidente anfitrião, Hugo Chávez, os 33 países da região se uniram para dispor de um mecanismo próprio "sem tutelas externas" e se juramentaram a fazer deste o veículo para conseguir a unidade e integração desejada pelos Libertadores.

A Celac foi fundada sob a convicção que "transcorreram 185 anos desde que foi ensaiado o grande projeto dos Libertadores para que a região se encontre hoje em condições de abordar, pela experiência e maturidade adquiridas, o desafio da unidade e integração", diz a Declaração de Caracas.
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Celac

Latin America Forms Bloc Without U.S., Canada

Latin American and Caribbean countries signed the “declaration of Caracas” today inVenezuela to formalize the creation of the Community of Latin American and Caribbean States, an economic and political bloc that excludes the U.S. and Canada.
Leaders and officials from 33 countries approved the declaration that pledges to improve ties in the region.
The Celac, as it is known, which Venezuelan President Hugo Chavez says fulfills the dreams of Simon Bolivar and other liberators in the hemisphere, will seek to boost regional trade and integration and may create an international reserve fund to protect its members against the global economic crisis.
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Economia chinesa em frente de um pouso duro

China's Hard Landing


The state-led growth model is leading the country into trouble.

"... China is a poster child for the Austrian school of economics' theory of the business cycle. After undertaking the biggest stimulus program the world has ever seen in response to the global financial crisis, the country is drowning in unproductive investments financed with credit.
The government spent 15% of GDP largely on public works projects in inland regions, financed with loans from the state-owned banks. Investment as a share of GDP soared to 48.5% in 2010, and the M2 measure of money supply ballooned to 140% that of the U.S.
Now comes the hangover. The public works projects are winding down, unleashing a wave of unemployment and an uptick in social unrest. The banks' nonperforming loans are rising, and local governments are insolvent. The country is littered with luxurious county government offices, ghost cities of empty apartment blocks, unsafe high-speed rail lines and crumbling highways to nowhere...
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Salários brasileiros em alta

Profissionais ganham mais no Brasil do que nos EUA e Europa, diz pesquisa

efe
Em domingo 4/12/2011, às 11:58

Brasília, 4 dez (EFE).- A crise que afeta a Europa e os Estados Unidos provocou um investimento em termos de remunerações e fez com que o profissional técnico que trabalha no Brasil tenha salário superior ao que ganharia em países desenvolvidos, conforme estudo privado publicado neste domingo pelo jornal "O Globo".
Elaborado pela empresa de consultoria Michael Page sob encomenda do jornal, o estudo cita exemplos de várias profissões e garante que, em alguns casos, a diferença salarial pode chegar até 85%...
 Um dos exemplos citados foi o do português João Nunes, da própria empresa Michel Page, quem declarou que apesar de no Brasil ter salário superior em 30% ao que tinha em Portugal, sua capacidade de poupança é "muito menor" agora. "Aqui tudo é mais caro. O preço de um aluguel é duas vezes mais caro do que em Portugal, e o mesmo ocorre com a comida", declarou Nunes...
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Corrupção - uma doença que ainda não acabou

Brasil piora em ranking internacional de percepção da corrupção

Por Marcílio Souza | Valor, com Bloomberg
SÃO PAULO – O Brasil apresentou pequena melhora em seu Índice de Percepção da Corrupção do Setor Público, medido pela Transparência Internacional, mas perdeu posições no ranking geral entre o ano passado e este.
 O Brasil subiu de 3,7 pontos no ano passado para 3,8 este ano. A escala vai de zero a dez, e quanto mais elevado o número, menor a percepção de corrupção. Apesar disso, o Brasil perdeu quatro posições no ranking, caindo do 69º lugar em 2010, quando a pesquisa abrangeu 178 países, para a 73º posição neste ano, quando 183 países ou territórios entraram na sondagem.
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quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Fim do petróleo barato

Presidente da Petrobras diz que era do petróleo barato acabou

efe
Em quinta-feira 1/12/2011, às 20:38

Nova York, 1 dez (EFE).- O presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, disse nesta quinta-feira em Nova York que a provisão de petróleo enfrenta muitos contratempos, como a dificuldade para encontrar novas jazidas, e por isso afirmou que "a era do petróleo barato acabou".
"Produzir petróleo novo está ficando mais caro e precisamos de mais tecnologia", declarou Gabrielli em uma conferência durante um fórum sobre energias limpas organizado pela agência de informação energética Platts, que nesta quinta-feira divulgou os vencedores dos prêmios que entrega anualmente aos líderes do setor.
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quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Perpectivas 2012

2012
Perspectivas da Economia Mundial
Antony P. Mueller
The Continental Economics Institute (CEI)
1. Atividade econômica
A recessão continua nos Estados Unidos e na Europa. Junto com o Japão as grandes economias mundiais estão na crise. Passo a passo esta crise está afetando também os países emergentes.
A crise se manifesta atualmente na crise da dívida soberana. Mas vale lembrar que a origem da miséria econômica foi a crise no mercado de imóveis nos Estados Unidos. A dívida soberana atingiu a faixa crítica por causa do impacto da crise nos mercados financeiros que provocou gastos exorbitantes dos governos no mesmo tempo quando a receita com tributos baixou por causa da recessão.
Entretanto os efeitos da crise global estão mais desastrosos na periferia da zona de euro. Grécia esta experimentando uma forte recessão e se mostra incapaz de pagar sua dívida pública sem ajuda do Fundo Monetária Internacional e do Fundo de Estabilidade Financeira da União Europeia. As condições da entrega destes pacotes financeiros demandam um forte corte dos gastos públicos na Grécia. Assim a crise financeira se manifesta também numa crise econômica e atualmente cada vez numa crise social.
Durante os últimos meses a crise financeira piorou quando começou de afetar negativamente o refinanciamento da dívida pública de Itália. Junto com a Espanha uma crise grave destes dois países excederia a capacidade de ajuda financeira do FMI e da União Europeia e provocaria extremas turbulências na economia global com a consequência de uma recessão profunda da economia global.
Entretanto as expectativas negativas atrapalham a atividade econômica não somente nos países em crise. As perspectivas para uma rápida recuperação da economia global permanecem negativas.

2. Comércio internacional
A necessidade de terminar com os desequilíbrios no comércio exterior que se manifesta nas cifras da conta corrente do balanço de pagamento em muitos países afeta negativamente a perspectiva para o comércio internacional. Uma grande parte do crescimento econômico na China depende do setor externo e manter um superávit no comércio exterior requer déficits em outras regiões. No passado foram principalmente os Estados Unidos de absorver o superávit chinês. Com a continuação da recessão nos Estados Unidos a China está confrontada com o desafio de encontrar outros destinos além dos países avançados dado que também Europa sofre da atividade econômica fraca e assim vai reduzir sua demanda de importações.
Por enquanto Alemanha podia ainda manter sua posição como os segundo maior exportador mundial devido a substituir as exportações para os países europeus e os Estados Unidos com exportações para os países emergentes.
Dado a urgência de reduzir a dívida pública não somente na Europa, mas também nos Estados Unidos e na Japão, a pressão aumenta de compensar a fraca conjuntura interna nestes países com exportações. Assim novos conflitos estão programados no comércio internacional. Entre as primeiras manifestações do ambiente mais conflituoso na arena do comércio internacional contam a crítica massiva dos Estados Unidos da política cambial de China e as lamentações sobre uma “guerra cambial” lançada por o Brasil.
A preocupação que alguns países da zona de euro podiam abandonar a moeda comum contribui ainda mais para assombrar as expectativas com o comércio internacional. 

3.      Preços
Desembargo de políticas monetárias extremamente expansivas implantadas nos Estados Unidos, na Europa e no Japão em uma imensa esforça de conter a crise financeira global, a inflação ainda se mantém relativamente moderada no cenário internacional.  O banco central americano continua praticar uma política monetária que combina taxas de juros quase de zero por centos e aumentou recentemente a sua atividade de monetizar a dívida pública americana. Em face da crise da dívida soberana europeia que começou de afetar países de grandes economias como Espanha e Itália, o Banco Central Europeu também iniciou um programa de monetização da dívida comprando títulos de governos países que sofreram uma alta de taxa de juros no processo do refinanciamento da dívida. Assim a liquidez mundial continua em alta e aumenta o risco de consequências inflacionárias em uma dimensão que podia mostrar-se muito difícil de controlar no futuro.
Até agora as forças anti-inflacionárias das últimas décadas continuam funcionar embargo com menos impacto.  Entre estas fatores que ajudaram de conter a inflação contam os ganhos da produtividade que chegaram com as novas tecnologias, a intensidade da concorrência global e a oferta de trabalho barato especialmente na China e no Leste de Europa. Em combinação com a política monetária de metas de inflação em muitos países o mundo experimentou uma prolongada fase de inflação controlada.
Com a reorientação das políticas monetárias em favor de combater a recessão conjunto com o enfraquecimento do progresso tecnológico e com o uso da oferta de mão de obra barata perto do seu limite, a inflação mundial esta entrando numa trajetória de ascensão. 

4.      Mercados
Os leilões de debentures de Alemanha e Itália no Novembro 2011 mostraram que não apenas os pequenos países da periferia estão em perigo, mas também as grandes econômicas. É bem provável que esta tendência vai continuar durante 2012 e provocar um clima de angustia com taxas de juros mais altas para os Estados Unidos, Japão e os países na Europa. Este cenário pode-se tornar ainda mais problemático quando a contração de crédito está acompanhada do aumento da inflação.
Este tipo de ambiento não vai permitir um grande avanço de ativos financeiros. Seletividade vai ser cada vez mais importante. O mercado está no processo de se tornar altamente heterogênico produzindo uma convivência quase irracional de ativos extremamente sobrevalorizados ao lado de ativos extremamente subvalorizados. O tempo do “stock picker” voltou.

5.      Conclusão
Nada é mais como foi. Nada é mais normal como foi. Estamos na era do “novo normal” onde os critérios do passado não valem mais muito. Quando no passado até recentemente ir com as massas e seguir o rebanho se mostrou como boa estratégia nos mercados financeiros, o mesmo hoje é uma receita para o desastre. Quando no passado era uma boa aposta de esperar ajuda do estado, hoje em dia se vai esperar em vão. Quando no passado títulos do governo foram os mais seguros, hoje podem facilmente mostrar-se como podres. Quase todos os governos estão já tecnicamente na situação da bancarrota. Isto é a grande diferença que marca o novo período. A atuação do setor público está além do seu zênite e de agora em diante o “novo normal” é o processo da extinção do estado. Isto significa uma mudança radical da política, da sociedade e consequentemente dos mercados financeiros. Quem mais rápido aprende esta lição tem maior chance para lucrar. 
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